teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Aula 1. Apresentação do curso

com 16 comentários

Texto de apresentação da disciplina de Jornalismo Científico, que sintetiza sua proposta de aprendizagem e desenvolvimento experimental. A aula procura motivar o aluno para o estudo e a prática da mediação crítica de ciências e temas correlatos e indica a primeira tarefa do curso: a leitura de uma reportagem científica de livre escolha.

Boas férias? Descansados?

Ótimo, pois agora vamos começar a estudar e praticar uma das áreas mais estimulantes e desafiadoras do jornalismo: a cobertura de ciência, que geralmente abrange também temas de tecnologia, meio ambiente, saúde, energia e outros assuntos ligados a pesquisa, conhecimento e educação. Coisa distante, de outro mundo? Nada! Basta olhar ao redor: computador, luzes, edifícios, plantas, automóveis, alimentos, remédios… Tudo isso tem a ver com ciência.

Neste curso, vamos aprender o que é ciência, como ela se desenvolveu ao longo da história, seus métodos especiais para a produção de conhecimento sua aplicação para solucionar problemas da humanidade.  Vamos entender como se formam teorias, como se fazem experiências, como se revisam e se questionam seus resultados. Vamos explorar os lugares onde se faz ciência e as pessoas que trabalham nisso, suas rotinas e descobertas, seus interesses e ideais. Tão longe, tão perto!

Vamos também pesquisar como se criou e evoluiu o jornalismo de ciência no Brasil e no mundo. Coberturas históricas, colunistas pioneiros, as principais publicações impressas e programas de televisão que, ao longo dos anos, trouxeram as fronteiras do conhecimento para dentro de nossas casas. E hoje, quem são, o que fazem e como pensam os profissionais que se dedicam a essa atividade dentro das redações de jornais, rádios e televisão e na mídia alternativa.

Então vamos ler o que escrevem em suas páginas, o que falam em seus programas. Como pesquisam, organizam e selecionam informações. Como abordam, entrevistam e cultivam suas fontes especialistas. Como preparam o texto, selecionam palavras, reconstituem processos e resultados de pesquisa para que donas-de-casa, marceneiros, comerciantes, eu, você e todos entendam o que os cientistas descobrem, e como isso muda o mundo que conhecemos.

Vamos, por fim, pôr as mãos na massa e fazer como eles: produzir entrevistas, reportagens, publicações inteiras explorando a ciência que está mais perto de nós, nos laboratórios de nossa cidade, de nossa própria universidade. Vamos garimpar assuntos, destrinchar teorias, acompanhar pesquisas, questionar seus resultados e aplicações. Vamos tentar entender o que há por trás das redes de natureza e cultura. E contar essas histórias como só um bom jornalista pode fazer.

Tarefa

Para começar, algumas dicas de publicações:

  • Revista Scientific American
  • Revista Super Interessante
  • Editoria de Ciência da Folha de S. Paulo
  • Caderno Vida& de O Estado de S. Paulo

Escolha uma delas. Dentro dela, escolha uma matéria que lhe pareça legal. Compre, empreste, acesse, imprima ou copie. Leia e releia. Se possível, grife trechos, palavras e citações mais interessantes. Na próxima aula, traga a reportagem. O que aprendeu com ela? O que mais gostaria de saber sobre esse assunto?

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

06/02/2012 às 0:00

Publicado em Jornalismo Científico

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16 Respostas para 'Aula 1. Apresentação do curso'

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  1. Análise de reportagem científica

    – Título da matéria: Seca moderada foi suficiente para levar os maias ao colapso
    – Jornalista: Ricardo Bonalume Neto
    – Matéria veiculada na Folha.com em 24/2/2012
    http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1052840-seca-moderada-foi-suficiente-para-levar-os-maias-ao-colapso.shtml

    A matéria apresenta um novo estudo sobre a extinção da civilização maia. Ao contrário do que se imaginava, a redução foi gradual e não drástica, provocada por uma queda leve dos níveis de chuva na região, num processo que durou cerca de 200 anos (entre os anos 800 e 1000 da Era Cristã). Segundo o estudo, durante o período de declínio houve redução do nível de chuva de 25 a 40% em relação à media anual, valor suficiente para tornar a evaporação da água superior à queda de chuva, diminuindo rapidamente a disponibilidade de água. A matéria finaliza dizendo que tal fato é bastante similar ao atual, provocado pelo aquecimento global.

    A matéria envolve pesquisa arqueológica e estudo de mudanças climáticas, implicando na vida econômica e social do povo maia. Para explicar tais fenômenos, foram utilizados como fontes dois pesquisadores: o mexicano Martín Medina-Elizalde (Centro de Investigação Científica do Yucatán) e o britânico Eelco Rohling (Universidade de Southampton), que publicaram a descoberta na revista norte-americana “Science” (edição de 23 de fevereiro).
    A reportagem é descritiva e traz informações de como foi feita a pesquisa na região de análise e trazem porcentagens relativas à diminuição da chuva para explicar a descoberta científica, mas utiliza de uma linguagem acessível, sem detalhes técnicos, para a compreensão dos leitores.
    Para ilustrar, traz um mapa indicando o local onde os maias viviam e as áreas utilizadas pelos cientistas para as pesquisas. Também traz a foto de um dos lagos que foram estudados e mostra, através de um gráfico, a variação do nível de chuva na região entre os anos de 800 a 100 d. C., e que explicam a extinção dos maias.

    Cássio Leonardo Carrara

    05/04/2012 em 9:48

  2. Revista: Galileu
    Matéria : Quanto custa Ser Feliz
    Data: Setembro 2010
    Fontes : Pesquisadores de Harvard Virginia ,Britsh Colombia,Paul Bloom,Professores de psicologia da universidade de Yale

    A matéria mostra através de pesquisas com psicólogos,neurocientistas e economistas que o dinheiro não traz a felicidade.Foi divulgado um estudo falando que se o dinheiro realmente trouxesse a felicidade não haveria tantos milionários infelizes.Gastos extremos não tornam ninguém mais feliz ao longo prazo e sim a felicidade vem através de estabelecer conexões pessoais como por exemplo fazer um curso de idiomas.Um estudo na Bélgica levou a crer que a simples referência ao dinheiro pode diminuir a habilidade de usufruir coisas mais simples na vida.
    A matéria utilizou imagens ,infográficos e uma narração simples ,fácil para o entendimento do leitor

    Camila Fernanda Servo

    05/04/2012 em 18:53

  3. Análise da Matéria.

    O lado bom das coisas ruins.
    Revista: Super Interessante. Março 2012.
    Texto: Maurício Horta.
    Design: Jorge Oliveira.
    Fotos da revista (imagens): Flávio Demarchi.

    A matéria mostra o lado bom de determinados sentimentos, sensações ruins, como: depressão, timidez, pessimismo, ansiedade, desânimo, autismo e fracasso.
    Joane Rowling (publicou Harry Potter e a Pedra Filosofal), Thomas Edison, Oscar Wilde, Kurt Cobain e até Che Guevara entre outros. Essas pessoas atingiram o sucesso não porque eram “perfeitas” mas sim pelas “falhas”, por esses “pequenos” problemas de saúde ou psicológico e até mesmo sentimental.
    Certos padrões de personalidade e de ânimo considerados até mesmo transtornos mentais foram selecionados ao longo da evolução, transformação, ou seja, o tipo, as condições de vida, a rotina que nós levamos a correrria do dia-a-dia, trabalhos, responsabilidades, preocupações, enfim adaptações da vida que com o passar do tempo ela vai modificando.
    Esta pesquisa surgiu a partir de vários cientistas, entrevistas com psicólogos, filósofos, psiquiatras, médicos para mostrar para o público que existem seres humanos que não conseguem interessar-se pelo que há à sua volta, mas exatamente por isso concentram-se dias a fio num só raciocínio e chegam a conclusões geniais, fantásticas e que acabam fazendo o maior sucesso, praticamente pela vida inteira.
    ” A ansiedade nos protege de pagar para ver uma ameaça, e a tristeza e o pessimismo nos fazem desistir de ilusões”.

    Linguagem da matéria.
    Vocabulário simples, mas ao mesmo tempo que é simples existem palavras complexas que exigem uma pesquisa para o melhor entendimento do texto. A arte na matéria é muito bem desenvolvida o uso de cores de remédios, uma parte da folha da reportagem é preto que tem um significado que pode impedir-nos que mudemos e cresçamos como pessoas, porque é uma cor que nos ajuda a isolar-nos e esconder-nos do mundo. Essa cor trouxe um significado importante no texto pelo fato de citar “problemas, doenças” das pessoas.
    Citações, frases, fontes, tudo é colocado nessa matéria que chama a atenção do leitor. Texto descritivo e opinativo de fácil entendimento do leitor.

    Tamiris Marchi Bunhola

    09/04/2012 em 14:07

  4. – Revista: Galileu
    – Data: Março 2012
    – Matéria: Ansiedade Positiva
    – Jornalista: Alexandre de Santi

    A matéria apresenta as causas da ansiedade, onde ela é uma espécie de alarme natural contras ameaças externas, onde cumpri a função de proteger nossos ancestrais ao longo da evolução. Segundo a pesquisadora americana Sally Winston a ansiedade em si, aquela excitação do sistema nervoso, não é boa nem ruim. Pelo menos algum nível de excitação é necessário para a vida, e certamente níveis baixos nos motivam a agir, ajudando a evitar perigos físicos e psicológicos.
    Na matéria ainda tem como lidar com situações que nos deixam ansiosos com algumas dicas, e mostra que não se deve deixar que a ansiedade vire pessimismo, mostrando também as diferenças da ansiedade, fobia e pânico.
    Comenta que otimistas encaram melhor a ansiedade, como um desafio e melhoram sua performance, e com os pessimistas, ocorre o contrário: pioram seu desempenho sob algum nível de estresse.
    Ao final tem um teste para identificar qual seu nível de ansiedade, e finaliza mostrando os benefícios de saber lidar com a ansiedade e tornar sua aliada.
    Achei o texto de fácil entendimento para o leitor, e foi utilizado desenhos como complemento.

    Mirieli Coutinho

    09/04/2012 em 15:54

  5. Macaco usa braço virtual para sentir objetos
    Matéria publicada no Jornal Folha de S. Paulo no dia 06 de outubro de 2011, a matéria está disponível resumida no link http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/10/05/experimento-liderado-por-brasileiro-permite-a-macaco-sentir-objeto-com-braco-virtual.jhtm.
    A matéria consiste em apenas informar à pesquisa que foi realizada em animais (duas macacas), na qual foi desenvolvida através de um processo com chips implantados em partes do cérebro, e com isso tense o chamado “braço virtual” que ao tocar o objeto transmitia a resposta ao mundo virtual, a grande diferença destra pesquisa é a melhora no desempenho, pois não ocorre a quebra ou a não sensação do objeto, além de ser diferente das próteses comum de braço e mão, pois não causa dificuldades de adaptação. Como bem informa a pesquisa a faze de testes em animais foi um sucesso por isso será feita em humanos, como pode se perceber a matéria já tem 6 meses então pode ser que já tenha occorido esses testes com humanos mais não foi divulgado.
    Como já informei a matéria só informa, portanto conta apenas como fonte a Universidade de Duke (EUA) e o neurocientista chefe Miguel Nicoles que é brasileiro. Utilização de muitos termos técnicos na área da saúde sem uma explicação para que a maioria dos leitores que provavelmente são leigos nesse assunto entenda realmente a pesquisa, termos esses como eletrodos, córtex motor e somatossensorial. A única arte e a representação da macaca com o braço virtual.
    Essa pesquisa já é um avanço para esse tipo de deficiência causada no ser humano por vários fatores, com essa pesquisa podemos ter sim um grande avanço no campo da saúde para melhorar a vida dessas pessoas que necessitam hoje usar próteses.

    Evandro Goulart

    15/04/2012 em 14:23

  6. Título da Matéria: Desconfie da Ciência
    Veículo: Revista Galileu, edição de Agosto de 2011, no 241
    Repórter: Salvador Nogueira
    Fotos: Sendi Morais

    A matéria analisada tem como área de conhecimento as publicações científicas, mas apresenta como ilustrações conceitos médicos como: esclerose múltipla, câncer no ovário, câncer colorretal, entre outros.
    É relatado que nem sempre o que a mídia divulga merece tanto alarde. Os pesquisadores entrevistados auxiliam os leitores a como identificar se uma pesquisa realmente é relevante.
    Instituições:

    Instituto para Pesquisa do Câncer no Reino Unido
    Universidade Shukutoku
    Journal of the American College of Cardiology
    Google
    Periódico Neurology
    Universidade de Toronto (Canadá)
    ONG Britanica Straight Statistics
    JAMA (periódico da Associação Médica Americana)
    Universidade Tufts (Estados Unidos)
    Periódico PloS Medicine
    Fontes:

    Gerd Gigerenzer (psicólogo alemão)
    Nigel Hawkes
    John Ioannidis (epidemiologista)

    Pessoas Citadas:

    Kimihiko Tamagishi (psicólogo japonês)
    Anthony Feinstein (pesquisador)
    Linguagem

    A matéria, discursiva, não apresenta infográficos, gráficos ou arte. Sua ilustração se faz por fotos de artigos com parágrafos que merecem atenção em destaque, em seguida, fotos de artigos no lixo.
    Sua linguagem, não é coloquial, o autor utiliza termos científicos, porém sua linguagem é acessível, qualquer pessoa que tenha escolaridade entende o que ele quer dizer, ele utiliza metáforas (ex: separar o joio do trigo), e enfatiza seus argumentos por meio de analogia, como visto no segundo parágrafo do primeiro intertítulo:
    “Mas o engano não para aí. Outro erro frequente é construir uma relação de causa e efeito duvidosa entre dois fatores. Exemplo disso é um levantamento de pesquisadores australianos publicado em 2010 no Journal of the American College of Cardiology, que dizia haver uma correlação entre o número de horas passadas em frente à TV e o risco de morte. Dentre os 8.800 pesquisados, o grupo que passava 4 ou mais horas por dia em frente à tela teve 46% mais ocorrências de mortes do que o grupo moderado (até 2 horas). Se você der um Google, encontra facilmente títulos como “Televisão em excesso aumenta risco de morte”, escondendo nas entrelinhas um fato que os próprios pesquisadores admitiram: há razões para não levar esse número tão ao pé da letra. Uma delas é fácil descobrir: é mais provável que pessoas com problemas graves de saúde, impossibilitadas de fazer atividade física, fiquem mais tempo na frente da televisão. Nesses casos, uma maior proximidade da morte leva à TV e não o oposto”.

    Ana Paula Vieira

    15/04/2012 em 21:32

  7. – Matéria: Pesquisadores identificam mecanismo que melhora o aprendizado

    – Fonte: EFE

    – Matéria foi veiculada na Revista Veja Ciência: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/pesquisadores-identificam-mecanismo-que-melhora-o-aprendizado

    Análise

    Os estudos realizados por pesquisadores do Centro de Biologia Molecular Severo de Ochoa revela novos dados sobre os mecanismos moleculares e como podem ser manipulados para facilitar a memória. Já sabemos que os neurônios se comunicam entre si através da sinapse, uma complexa troca de informações que envolvem vários processos químicos e elétricos.
    Porém, a sinapse nem sempre é igual, revela os especialistas. Em algumas conexões as sinapses têm modificações por processos que os neurônios passaram atividade chamada de “plasticidade sináptica considerada a base para o aprendizado e para a memória do dos humanos.
    Enfim, esta pesquisa apresenta novas informações dos mecanismos moleculares e como podem ser usados para melhorar a memória. No estudo, os autores demonstram que as sinapses podem ser feitas de forma mais plástica usando um pequeno fragmento de uma proteína ou peptídio, que está relacinado com a comunicação celular.

    Jéssica Mendes da Silva

    15/04/2012 em 22:00

  8. Luis Gustavo Rizzo – 03509-056
    Evolução científica: os transtornos de comportamento
    Matéria publicada na Revista Veja, Edição 2207 – 9 de março de 2011
    Reportagem: Laura Ming
    Site: veja.abril.com.br/

    A matéria apresenta e discute uma pesquisa através de transplante de eletrodos no cérebro que é testado no tratamento de depressão e, que consegue reverter ou atenuar os sintomas da doença em quase metade dos pacientes. Ainda de acordo com a reportagem a depressão no Brasil atinge 10% da população adulta mundial, o que, no Brasil equivale a 13 milhões de pessoas.
    A matéria concentra-se com várias fontes, entre elas psiquiatria e neurologia das universidades Harvard, nos Estados Unidos, de Toronto, no Canadá. e de Colónia, na Alemanha. Como a matéria baseia-se em dados, ela traz uma pesquisa que “ No Brasil, as universidades de São Paulo (USP) e Federal de São Paulo (Unifesp) darão, em breve, início à mesma linha de pesquisa”.
    Ainda de acordo com a matéria, nos casos até agora estudados, até 40% dos pacientes ficaram livres dos sintomas da depressão e 52% conseguiram retomar a vida, ainda que com alguns traços do distúrbio. “As pesquisas estão no começo, mas já representam uma grande esperança para quem até agora não tem como ser ajudado”, diz o neurocirurgião Erích Fonoff, do Hospital das Clínicas, de São Paulo.
    O método começa a ser estudado também para os portadores de transtorno obsessivo-compulsivo e distúrbios alimentares. De acordo com o psiquiatra Marco Marcolin, da Universidade de São Paulo: “Quando o paciente sai do quadro da depressão profunda, ele tem de se readaptar ao cotidiano. Para isso, o auxílio de um psicoterapeuta é vital”.
    O texto/reportagem é de fácil compreensão, aponta várias fontes e estudos, com uma grande importância e avanço para a área de saúde.

    Luis Gustavo Rizzo

    16/04/2012 em 10:40

  9. Matéria: Telescópio James Webb: mais eficiente que o Hubble e pela metade do preço

    Veículo: Portal UOL, 10/05/2007 – 21h21

    Link: http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2007/05/10/ult1809u11435.jhtm

    Repórter: Antonio Martín Guirado (EFE)

    A matéria analisada tem como área de conhecimento a astronomia e tecnologia de ponta. O gancho da matéria abordado pelo repórter, é o custo e os avanços que Telescópio Espacial James Webb poderá trazer.
    Ele está programado para ser lançado 2013 e terá como missão obter imagens da formação das primeiras estrelas e galáxias há bilhões de anos.

    A Nasa, informou que o observatório espacial representará uma despesa de aproximadamente US$ 4,5 bilhões para a agência espacial americana. “O ‘Hubble’ custou mais de US$ 1,5 bilhão na época de sua construção cerca de US$ 8 bilhões de hoje, enquanto o James Webb custará a metade e sua capacidade será entre 10 e 100 vezes maior. A vida útil do telescópio será de pelo menos dez anos.

    Os especialistas afirmam que os avanços que o telescópio poderá trazer à astronomia serão enormes, pois o novo telescópio permitirá novas revelações planetas sem outros sistemas solares. Os avanços conquistados nos últimos anos depois do lançamento do Hubble, trouxe uma nova maneira dos cientistas verem o universo e expectativa com o James Webb é ainda maior.

    Linguagem:

    A matéria é voltada para o público leigo e possui uma linguagem bastante simples. Não apresenta infográficos, gráficos, arte ou fotografia. Sua linguagem é coloquial, o autor utiliza termos científicos, porém sua linguagem é acessível, sendo possível a qualquer pessoa alfabetizada compreender que o texto trata de custos, e possíveis novas descobertas.

    Instituições:

    Nasa, Instituto das Ciências Telescópicas Espaciais de Baltimore, EUA.

    Fontes:

    Nasa
    Instituto das Ciências Telescópicas Espaciais de Baltimore, EUA.

    Pessoas Citadas:

    Edward Weiler, administrador associado da Nasa.
    Matt Mountain, diretor do Instituto das Ciências Telescópicas Espaciais de Baltimore.

    Davi Marques Pastrelo

    16/04/2012 em 11:17

  10. Revista:Galileu
    Matéria: Facebook dos cientistas
    Rede social para acadêmicos mostra a força das pesquisas colaborativa.
    Data: Março 2012
    Fontes: Ijad Madisch e Michael Nielsen, físico teórico e autor do novo livro Reinventing Discovery: The New Era of Networked Science (Reinventando a Descoberta: A nova Era da Ciência em Rede, ainda não publicada no Brasil).
    Jornalista: Alexandre Rodrigues

    A matéria mostra que através de pesquisas o virologista alemão Ijad Madisch que fazia doutorado não tinha com quem que discutir sobre sua pesquisa simplesmente não conhecia ninguém envolvido nesse tipo de estudo. Então teve a ideia de uma rede social para cientistas. Que combinam recursos do linkedIn , Twitter e Facebook com oferta de empregos, comentários e botão curtir. Já conquistou cerca de 45 mil no Brasil no site são 1,5 milhão de pesquisadores,com isso tornou-se um dos principais símbolos na ciência open source, em que teses e experimentos são debatidos de forma colaborativa.
    Uma das principais mudanças é que os pesquisadores não dependem mais das revistas do ramo para compartilhar estudos. “Como isso o dia a dia da ciência vai mudar dramaticamente nas próximas décadas”, diz Michael Nielsen, físico teórico.
    Eu achei a matéria uma narração fácil para o entendimento do leitor.

    Francisléia Regina de Favere

    20/04/2012 em 16:36

  11. Análise do artigo : “O Desenvolvimento e o Julgamento Moral Humano”

    Autor:Roberto Giancaterino

    Site: http://www.webartigos.com

    Baseando-se na leitura do artigo ” O Desenvolvimento e o Julgamento Moral Humano”, e a conclusão que afirma o autor, a moral e o desenvolvimento humano percorre etapas que vai desde o processo de formação, passando pela educação do individuo, onde considera-se essa mesma educação base fundamental e indispensável desse processo de formação.

    A moral não é algo que nasce com o individuo, e sim sofre transformações , a partir, de regras impostas e passadas pelos adultos.

    O artigo investiga principlamente a formação da moral, tendo como personagens principais a criança e o adolescente.

    A formação dessa moral esta relacionada de forma consciente e voluntária de um individuo, podendo ou nao afetar outros individuos.

    A educação têm o papel de estimular o caminhar para os “verdadeiros valores” no decorrer da vida de um individuo, apontando qual deve ser o processo.

    Concluindo, Piaget acredita que o desenvolvimento da moral no individuo é construida a partir do social, tornando assim a educação inquestionável.

    É visível a má formação da moral tanto em indivíduos engravatados e cheios de posê, quanto em um simples indivíduo que não carrega muitas vezes nada mais do que a roupa do corpo.

    O vocábulário usado pelo autor é de fácil interpretação para o leitor.

    Andreza Palanca

    22/04/2012 em 18:38

  12. Título da matéria: Botar ovos pode ter levado dinossauros à extinção
    Data:19/04/2012
    Matéria veiculada no site da Revista Exame: http://exame.abril.com.br/tecnologia/ciencia/noticias/botar-ovos-pode-ter-levado-dinossauros-a-extincao
    Fontes: Revista Biology Letters, pesquisadores da Universidade de Zurique

    A matéria apresenta um novo estudo sobre a extinção do dinossauros. De acordo com estudos feitos por pesquisadores da Universidade de Zurique, uma das principais causas de extinção dos dinossauros é o fato deles serem ovíparos. Segundo a matéria, os filhotes de dinossauros nasciam muito pequenos devido a limitação de espaço dentro dos ovos. O tamanho reduzido acabava causando uma desvantagem na competição por alimentos, pois os dinossauros jovens tinham que competir com os adultos e com os outros animais vivíparos. Por isso os vivíparos acabam tendo vantagem sobre os ovíparos e essa característica também fez os cientistas considerarem que foi mais fácil para os vivíparos sobreviverem aos fenômenos que devastaram a Terra. Como os embriões são desenvolvidos dentro do corpo da mãe, eles não sofrem da mesma limitação de espaço para crescimento que os dinossauros. A matéria se baseia nos estudos pesquisadores da Universidade de Zurique, e sua fonte também é a Revista Biology Letters. O texto é claro e de fácil entendimento, pois explica o que é um animal ovíparo e um animal vivíparo de forma bem didática e cita os estudos já realizados na área e onde ele já foi divulgado. O tema é de extrema importância para a ciência, pois essa questão vem derrubar a teoria em que o homem sempre acreditou, de que a extinção dos dinossauros foi causada por uma chuva de meteoritos que atingiram e devastaram a terra.
    A matéria traz uma única arte, que é a imagem de um dinossauro, bem chamativa.
    O texto é descritivo e bem interessante, apesar de ser um estudo científico, a narração é bem simples.

    Patrícia Lelli Ferreira

    23/04/2012 em 12:22

  13. Matéria: Jogos online ajudam no aprendizado de Matemática

    Data: 09/03/2012

    Veículo: Portal USP de Notícias http://www5.usp.br/7487/pesquisadores-do-icmc-estudam-tecnologias-para-aprendizagem-de-matematica/

    Fonte: Profa. Dra. Ellen Francine Barbosa e Profa. Dra. Renata Cristina Geromel Meneghetti. Ambas do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação, ICMC – USP São Carlos.

    A matéria é interessante, pois mostra o surgimento, ou, pelo menos, o estudo de pesquisadores que trabalham para facilitar a vida de estudantes (e de toda a comundiade) no sentido do aprendizado da matemática. Sendo esta ciência uma das mais recorrentes em queixas por parte dos alunos, além de ser uma ciência importantíssima e interessante, todas as ferramentas que vêm para auxiliar no entendimento das relações numéricas devem receber destaque e ampla divulgação.

    Do ponto de vista prático, a minha dúvida é de como essa tecnologia vai atingir quem realmente precisa, se é que vai atingir. Existem trabalhos direcionados para este fim? Qual a aplicação social imadiata? Além disso, até que ponto esta ferramente desenvolve o reciocínio matemático? Qual o nível de abrangência dela? etc…

  14. Nome: Mayna Delle Done Néo
    Matéria: Jornalismo Científico

    Análise de Artigo Científico
    “Inovação contra desperdício na indústria de pescado”

    A reportagem, publicada no site da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo), hoje, discorre acerca de uma pesquisa, financiada em partes pela instituição, com foco na melhoria dos processos produtivos do filé de peixe obtidos a partir de um estudo e, principalmente, em formas de evitar/ diminuir o desperdício de alimentos, apontado pela matéria como um dos grandes problemas a ser enfrentado, hoje em dia, pela indústria alimentícia.
    É destacada na reportagem as formas encontradas de melhor aproveitar os resíduos da produção de filés de tilápia, assim como maneiras de otimizar a retirada da carne utilizada no comércio, evitando danos ambientais maiores do que os já provocados hoje em dia. A pesquisa, como aponta a matéria, foi motivada pelo grande índice de desperdício registrado na indústria do pescado, em comparação com a de frango ou carne bovina.
    Além disso, ainda é destacado que, para melhorar ainda mais a produção de carne e diminuir os desperdícios, os pesquisadores também abordaram outro lado da problemática ao desenvolver, por meio de cruzamentos, uma espécie melhor de tilápia, com mais carne e melhor adaptável aos campos de criação.

    Abaixo, a íntegra da matéria.

    Inovação contra desperdício na indústria de pescado
    19/03/2012
    Por Flora Serra

    Agência FAPESP – De acordo com pesquisa realizada em 2010 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano são desperdiçadas no mundo, o que equivale a um terço do total produzido pela indústria alimentícia.
    Na colheita da matéria-prima, nas etapas da produção, no transporte e na mesa dos consumidores, são vários os momentos em que se desperdiça comida. Para diminuir o desperdício, no processo produtivo de alimentos sobras são reutilizadas para gerar outros produtos e diminuir a quantidade desperdiçada nessa etapa.
    Eunice Yamada, pesquisadora científica do Centro de Tecnologia de Carnes do Instituto de Tecnologia de Alimentos (CTC-Ital), alerta que a indústria brasileira processadora de pescado não tem sido inovadora como as de carne bovina e de aves, que, segundo ela, fazem melhor uso da matéria-prima e desenvolvem variadas formas de utilizar restos para a fabricação de outros produtos alimentícios.
    “O pescado tem cerca de 20% a 25% de carne comestível e 75% a 80% de resíduo recuperável, que são predominantemente vísceras, cabeças, ossos, pele e escamas. Alguns desses restos são usados como farinha de peixe ou fertilizante. No entanto, a maioria é descartada, o que pode resultar em poluição ambiental e perda de subprodutos que agregariam valor à produção”, afirmou.
    A pesquisadora, em parceria com a empresa Royal Fish, localizada em Jundiaí, no interior de São Paulo, e com Alexandre Hilsdorf, professor e pesquisador do Núcleo Integrado de Biotecnologia da Universidade de Mogi das Cruzes, desenvolve o projeto de pesquisa “Agregação de valor ao processo de industrialização do híbrido da tilápia vermelha (Oreochromis niloticus)”.
    Aprovada em chamada de propostas do programa PAPPE-PIPE III, apoiado pela FAPESP e pela Finep, a pesquisa pretende reaproveitar resíduos do processo de filetagem da tilápia vermelha para a fabricação de subprodutos alimentares.
    O projeto prevê que restos como cabeças, vísceras e espinhaço serão utilizados para a produção de ração animal. “Do espinhaço, será obtida a polpa – carne mecanicamente separada do pescado – para a fabricação de surimi [base proteica originada do pescado e encontrada em produtos da alimentação humana]”, contou Yamada.
    “Com a polpa e os músculos picados serão desenvolvidos produtos reestruturados. Aparas da filetagem poderão se tornar cubos de tilápia em conserva no mercado”, disse.
    “O aproveitamento das sobras da filetagem para a obtenção de outros produtos alimentares permite racionalizar o uso da matéria-prima, o que, consequentemente, reduz custos da produção. Além disso, pode ampliar a gama de produtos de tilápia ofertados no mercado e incentivar o consumo dessa fonte proteica de alta qualidade”, disse Yamada.
    De acordo com Hilsdorf, além de gerar subprodutos do peixe, o projeto pretende realizar testes sensoriais que avaliarão a aceitação da tilápia vermelha pelo consumidor brasileiro.
    Yamada atenta para a complexidade do trabalho. “Utilizar e até mesmo descartar esses resíduos é uma tarefa complexa, pois sua estabilidade biológica é inadequada e sua natureza é potencialmente patogênica, com alto teor de água, potencial para rápida auto-oxidação e elevado nível de atividade enzimática”, explicou.

    Tilápia melhorada geneticamente

    Apesar de o consumo de pescados ter aumentado quase 40% no Brasil nos últimos sete anos, ainda está abaixo da média mundial e do que é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo dados divulgados em setembro de 2011 pelo Ministério da Pesca e Agricultura, o brasileiro consumia aproximadamente 6,5 quilos de pescado por ano em 2003 e passou a consumir pouco mais de 9 quilos em 2010. A OMS recomenda o consumo anual de 12 quilos por habitante.
    Antes de partir para a fase de agregação de valor ao processo de filetagem da tilápia vermelha, Hilsdorf realizou diversos cruzamentos entre duas variedades de tilápia nilótica, uma vermelha mutante e outra selvagem preta, para adquirir uma linhagem de tilápia melhorada geneticamente.
    Após quatro anos de trabalho, realizados com apoio da FAPESP por meio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), Hilsdorf e equipe conseguiram obter o híbrido com as características que desejavam.
    “Queríamos uma variedade que tivesse a coloração vermelha da Red Stirling [linhagem oriunda da Escócia] e o excelente desempenho em campo [tamanho maior] da selvagem preta, encontrada no rio Nilo, no Egito”, detalhou.
    O projeto de pesquisa “Avaliação genética e zootécnica de duas variedades de tilápia nilótica para o estabelecimento de um programa de produção massal de um híbrido” também foi realizado em parceria com a Royal Fish.
    A empresa hoje produz o híbrido que, segundo Hilsdorf, leva vantagem em relação à variedade de tilápia vermelha predominante no Brasil, a saint peter, devido ao seu desempenho em campo.
    Agora, depois de conseguir o produto tecnológico, a parceria entre a Royal Fish e Hilsdorf ganha mais um colaborador, o Ital, por meio de Yamada e equipe, para realizar pesquisas acerca dos procedimentos de filetagem da variedade, visando agregar valor a esse processo produtivo.

    Link para o site: http://agencia.fapesp.br/15321

    Mayna

    23/04/2012 em 17:25

  15. Título: Restrição ao uso de Endectocidas na Terminação de Bovinos.
    Veículo: Revista Dinheiro Rural;Edição de Abril de 2012-n-90.
    Repórter: Alessandra Lima.

    A matéria traz detalhes das novas regras para o uso das avermectinas na pecuária de corte.Onde o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento(MAPA) proibiu, em todo o território nacional, o uso em bovinos de corte criados em regime de confinamento, semi-confinamento e terminação em regime extensivo, de produtos antiparasitários que contenham em sua formulação princípios ativos da classe das avermectinas, cujo período de carência ou de retirada descrito na rotulagem seja maior que 28 dias.
    É uma medida que tem como objetivo alavancar as exportações e minimizar os riscos na comercialização, já que o princípio ativo é controlado em diversos países para os quais o Brasil exporta carne.O Brasil vem se destacando nos mercados internacionais devido ao desempenho nas áreas agrícolas e de pecuária, este destaque provoca reações dos países importadores em relação aos nossos produtos.
    No Brasil, o custo de produção é o mais baixo quando comparado com os principais países produtores, portanto medidas protecionistas são colocadas a fim de frear a penetração dos nossos produtos no mercado externo.Ações relativas à sanidade e a segurança alimentar, tornam-se medidas eficazes para deter a nossa penetração nos mercados que melhor pagam por nossos produtos.
    É preciso cumprir fielmente a IN48 do MAPA, para que não sejam criadas novas barreiras para a comercialização brasileira.Isso traria prejuízos para os produtores, para as empresas e para o país.O pecuarista ser”a responsabilizado por excesso de vermífugo na carne comercializada.Os cortes passarão por fiscalização nos frigoríficos e o pecuarista que não atender à normativa será penalizado.
    A aplicação de antiparasitários em animais de confinamento, semi-confinamento ou terminados em regime extensivo pode gerar uma carne com resíduo acima do permitido.
    Vale ressaltar que o uso das avermectinas não está proibido para bovinos em terminação, mas sim, somente os produtos com período de carência maior do que 28 dias.
    As avermectinas vieram para aumentar a produtividade da pecuária e nào podemos abrir mão desta ferramenta, deste modo devemos utilizá-la racionalmente para aproveitarmos ao máximo seu potencial de ação com eficácia e segurança.
    A matéria traz uma imagem de um pasto cheio de gados para caracterizar melhor o assunto.
    Traz também um infográfico relatando a produção Mundial de Carne de acordo com o Estágio de Desenvolvimento dos Países(países em desenvolvimento, (países desenvolvidos).
    E também traz uma tabela do Custo de Produção de Carne Bovina em diferentes Países Produtores e a diferença em relação ao custo Brasil.

    Renata Toffino

    24/04/2012 em 16:08

  16. Análise de revista

    Prof. Belda
    Aluna: Erica Paula Nascimento
    RA: 03509-041

    Análise da revista VEJA
    Edição: 2255
    Ano:45 nº 6
    Data: 08 de fevereiro de 2012

    A matéria de capa é sobre o empreendedorismo de Mark Zuckerberg, que aos 27 anos tem uma fortuna de 100 bilhões de dólares, o título é “100 bilhões de dólares, curtiu?”, referindo-se a rede social Facebook criado por Mark, a revista veja é considerada uma revista de estudo e pesquisas, onde a maioria de suas matérias aborda temas políticos, científicos e grandes pesquisas.

    Nesta edição a revista abordou vários temas, além da matéria de capa sobre a rede social e o empreendedorismo, e também foram abordados temas como, ……………, a revista constitui de 126 paginas sendo de 75 matérias e 51 de propagandas, uma das análises feitas foi que ás matérias variam muito, vão de pesquisas que podem nos auxiliar no dia a dia, como matérias voltadas para um público específico como a matéria ……, minha análise final é que a edição 2255 da revista Veja tratou principalmente do tema rede social e empreendedorismo, como uma boa ideia pode se tornar um bom negócio, e sobre empresas que conseguiram enxergar uma oportunidade para investir em algo novo e tiveram um retorno muito além do esperado.

    erica roveder

    28/04/2012 em 9:14

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