teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Avaliação de conhecimentos prévios

com 12 comentários

Como tarefa inicial da disciplina, responda, por favor, as questões a seguir. O objetivo deste exercício é identificar e compartilhar conhecimentos e experiências prévias dos estudantes/pesquisadores sobre modelagem de produtos midiáticos. Essas informações servirão para nortear futuras atividades da disciplina e, também, ajudar o professor a atender alguns interesses específicos dos alunos. Você deve publicar suas respostas como comentário ao final desta página até a próxima aula.

  1. O que você entende, sinteticamente, por “modelo”? Quais seriam suas principais características lógicas e estéticas?
  2. Você já concebeu ou desenvolveu ou participou do desenvolvimento de algum produto de mídia digital? Relate, em linhas gerais, sua experiência nessa área.
  3. Você seria capaz de representar, esquematicamente, esse produto? Que tipo de linguagem (verbal e/ou gráfica) você utilizaria para tornar as características principais desse produto inteligíveis para públicos profissionais e também para leigos?
  4. Se você recebesse um investimento para desenvolver um novo produto de mídia digital com viabilidade comercial, que tipo de produto você desenvolveria? Quais seriam, em síntese, os recursos necessários, os públicos visados e os canais de distribuição?

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

14/08/2013 às 20:28

Publicado em Modelagem para TVD

12 Respostas para 'Avaliação de conhecimentos prévios'

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  1. Respostas
    1.Existem diversos tipos de modelo e, para mim, de modo geral um modelo pode ser algo que se pretende reproduzir ou imitar. No contexto negócio,um modelo pretende definir seu funcionamento, o que será ofertado/comercializado, como será distribuido e como será sustentado.

    2. R: Sim, profissionalmente faço isso, pois trabalho com produtos, especificamente software. Desenvolver um produto é um processo que precisa ser bem planejado. Ter uma ideia e sair fazendo não é o mais adequado. Qualquer pessoa pode ter uma boa ideia e atualmente estão em alta as start-ups. Ao planejar sua ideia é possível conseguir um investimento para fazê-la sair do papel. Para isso, é preciso convencer não se trata de apenas uma ideia, mas de algo que tenha um modelo de negócios e que seja adequado ao mercado que se pretende atingir. No processo de desenvolvimento de um produto várias etapas devem ser consideradas. A ideia praticamente caminha junto com uma necessidade de mercado ou oportunidades de negócio – e nem sempre ela já existe, o seu produto pode vir a criar a tal necessidade. Em alguns casos existem stakeholders envolvidos e filtrar tais contribuições é um desafio. Nem tudo é prioritário em um produto e uma boa prática é planejar releases, o que ajuda a priorizar o que será feito para em cima disso fazer estimativas para seu desenvolvimento, entender quais testes serão necessários (desde o começo, afinal, um teste apenas constata, não corrige um problema).
    Analisar mercado e concorrência também é necessário.
    Um produto precisa entregar valor para “fazer sucesso” com seu público, ou seja, fazer mais do mesmo não é um bom exemplo de entrega de valor.
    No contexto empresa, vários outros aspectos devem ser observados e o primeiro deles é estar alinhado com o planejamento anual da empresa, o que envolve orçamentos e objetivos.
    Desenvolvi um produto em minha trajetória profissional e foi uma experiência ótima.

    3. R: Sim, e é necessária essa representação para que as ideias se assentem, façam sentido e comuniquem de maneira clara o que se pretende fazer. Eu costumo refletir sobre o modelo de negócios e documentá-lo. O modelo canvas auxilia bastante nesse processo e eu costumo utilizá-lo. A partir disso eu chego ao plano de negócios, no qual constam todas as informações sobre o produto em relação ao negócio, seus diferenciais, foco, perfil de cliente. Depois desse passo, começo a pensar em seu nome e slogan, uma etapa interessante e que auxilia a definir funcionalidades e benefícios que ele vai gerar. A partir disso, consigo estabelecer prioridades, releases e metas, entendendo também que fatores externos precisarei correr atrás para completar meu negócio/produto.
    Tecnicamente, se é um produto de software, por exemplo, após definidas as funcionalidades, as distribuo em metas que entreguem valor e, com isso, chego a possíveis releases. Para poder lançar um release, preciso ter essas funcionalidades descritas para que possa estimá-las com um engenheiro de software e entender desafios, necessidades de pesquisa, pessoas que serão necessárias, prazo e custo. Para a equipe que vai desenvolver é interessante elaborar uma EAP (uma espécie de mapa mental mais detalhado) na qual constarão todas as funcionalidades que compõem uma ferramenta ou release, já estimadas inclusive. Baseadas nelas, a equipe vai desenvolver focada em metas e entregas.
    Toda essa documentação é relevante e importante para que o processo corra bem e de forma organizada.

    4.R: Certamente seria um software e provavelmente relacionado à redes sociais, seja uma rede social educacional que compreenda as necessidades de escolas, professores e alunos e contribua oferecendo um ambiente de colaboração e compartilhamento que atraia alunos. Para a TV, eu desenvolveria um produto que propusesse um modo de tornar a tv mais social, com um modelo de negócios e que as emissoras pudessem entender e medir a fundo quem assiste seu programa, o que pensa sobre ele, o que está comentando nesse momento (tempo real).

    Flavia Gamonar

    21/08/2013 em 15:21

  2. 1. Modelo é aquilo que pode representar uma ideia. Algo já concebido que sirva como um exemplo a ser seguido para diversas execuções ou reproduções. As características: propósito ou objetivo, público alvo do modelo, tipo de dado a ser representado.

    2. Sim. Há dois anos trabalho com conversão de revistas impressas em revistas digitais para iPad e tablets android. Já desenvolvi também interface para aplicativos.

    3. Através de produtos concorrentes ou fluxogramas, protótipo não funcional, wireframes.

    4. Um aplicativo que reuna simuladores de games antigos (ex. jogos do atari, mega drive, sness). O publico seria o mais diversificado pois atingiria adolescentes e adultos mais nostalgicos. Os canais de distruição seriam apple store e google play.

    Danilo Bressan

    22/08/2013 em 0:08

  3. 1- Modelo é algo que nos baseamos quando vamos produzir alguma coisa, são padrões preestabelecidos, servem para guiar o trabalho a ser desenvolvido, tanto na sua forma, conteúdo e estética.

    2- Durante a graduação participei da produção de um documentário jornalístico, sobre a questão do lixo em Bauru, além de produzir um programa de entrevista sobre moda e um telejornal acadêmico.

    3- Não sei se seria capaz de fazer essa representação, pois até então, nunca tinha pensado em nada parecido com relação a esse tema.

    4- A principio eu desenvolveria algum aplicativo de segunda tela voltado para a produção jornalística, por conta da facilidade de acesso do público, que não precisa necessariamente estar recebendo a transmissão de forma digital para ter essa interação, sem falar que existem mais pessoas nas ruas, perto dos acontecimentos do que jornalistas. Seria um canal direto para a troca de informações.

    Bruna Zechel

    22/08/2013 em 11:15

  4. 1 – Entendo modelo como um conjunto de padrões previamente estruturados para serem seguidos na realização de determinado produto ou ação, visando garantir a padronização e uniformidade daquilo que será produzido. Entendo também como uma representação esquemática ou visual de algo que será produzido tendo como principais objetivos e características facilitar o entendimento e a visualização prévia do produto final como um todo. Simplificando um conceito ou ideia e transformando-os em algo que possa ser visualizado e compreendido com maior facilidade.

    2 – Sim. Além de produzir alguns curta-metragens em mídia digital, realizei como trabalho de conclusão de curso um roteiro de vídeo publicitário para internet com interação do usuário, para uma empresa de Bauru.

    3 – Parcialmente. Na ocasião foram desenvolvidos storyboards do vídeo principal e das opções que poderiam ser escolhidas pelo usuário para facilitar a compreensão.

    4 – Desenvolveria um aplicativo de segunda tela para UFC e outras categorias esportivas. Inicialmente seriam necessários programadores, designers, redatores e um profissional de marketing para fechar parcerias. O público alvo seriam homens e mulheres acima de 18 anos que gostem de UFC e Futebol e o aplicativo seria distribuído através da google play e app store, para as plataformas Android e IOS.

    Felippe de Souza Lima

    22/08/2013 em 13:58

  5. 1. Entendo modelo como sendo uma possível representação com características simples que vão servir de orientação para o planejamento e o desenvolvimento de algo com maior grau de complexidade. Para tanto, acredito que um modelo precisa ser elaborado a partir de concepções que sejam compreendidas pelo público alvo que objetivo bem como por aqueles que não possuem contatos com a área na qual o modelo será aplicado. Por ser um material de orientação, acredito que o modelo pode ser representado por meio dos mais variados recursos conceituais e gráficos com a finalidade de promover as devidas análises e e/ou descrições.

    2. Desde 2011, integro Núcleo de Produção Audiovisual do Programa de Educação Tutorial (PET) da FAAC/Unesp. O grupo tem como objetivo a produção de produtos audiovisuais na área de infotretenimento com linguagem e estética específicos para veiculação em ambientes digitais. Como resultado imediato, chegamos à elaboração do programa Atalho, uma produção jornalística com linguagem próxima ao videoclipe e totalmente destinada à web. O maior desafio para o Núcleo é a criação de ferramentas e dispositivos que possibilitem a navegação no produto audiovisual de uma maneira diferente daquela que encontramos, por exemplo, no Youtube ou outros repositórios tradicionais. Por meio da ideia de hiperlinks, característicos do universo da web, os atalhos seriam criados no próprio vídeo, permitindo a interação entre outras produções do próprio grupo e em outros conteúdos disponíveis na web.

    3. Todo processo de elaboração, desenvolvimento e execução do projeto Atalho pode ser esquematizado. O desafio seria colocar em esquemas organizados a ideia de se criar um conteúdo que permita a interação de seus consumidores por meio de variadas ferramentas relacionadas ao mote de cada produção. A esquematização ficaria por cota de elementos gráficos, ilustrativos e verbais em conjunto como forma de se impulsionar o entendimento do projeto já idealizado.

    4. Sempre tive vontade de encontrar um aplicativo para dispositivos móveis que fosse capaz de auxiliar na escolha dos melhores colégios, escolas e faculdades em determinada região pré-determinada. De forma simples, o aplicativo teria vínculo direto com as bases de dados do Ministério de Educação e traria uma listagem por ranking de acordo com o disponibilizado em sites oficiais do governo, com a vantagem de se poder encaixar recursos audiovisuais referentes à instituição pesquisada. Quando possível, haveria um link direto para o endereço eletrônico da instituição. De certa forma, o sistema seria útil para os pais, mas também para jovens e adolescentes interessados em encontrar algo parecido ao tradicional “Guia do estudante” em uma interface diferente e com outras possibilidades de interação.

  6. 1. Sim. Seriam as principais características para poder ser reproduzido várias vezes

    2.Apenas de um programa jornalístico de perguntas e respostas (bate papo)

    3. Não seria.

    4. desenvolveria um programa jornalístico em moldes tanto para a tv digital quanto para dispositivos móveis, visando a estética e valorizando as informações.

    Gabriele Pazetto

    22/08/2013 em 18:59

  7. 1 – Entendo como modelo, como uma fórmula ou um roteiro a ser seguido para que um produto tem sempre o mesmo formato ou que seja feito sempre do mesmo jeito, mantendo a mesma estética.
    2 – Não desenvolvi produto midiático.
    3 – Não, porque não desenvolvi produto midiático.
    4 – Nunca desenvolvi, mas uma vez capacitado para tal, desenvolveria um produto para educação infantil, cujo público alvo seriam crianças em nível de alfabetização, os recursos necessários seriam computadores, scanners, impressoras e o canal de distribuição seria download do produto na internet.

    Marco Aurelio M Antunes

    22/08/2013 em 19:50

  8. 1. Apesar de considerar que “modelo” pode ter diferentes significados, eu entendo “modelo” como um protótipo, um conjunto de características que devem ser seguidas para compor algo. Sendo assim, cada “modelo” tem suas próprias características lógicas e estéticas.

    2. Sim. O meu trabalho de conclusão de curso foi uma revista eletrônica pautada em economia criativa. O objetivo foi elaborar um produto inovador. A temática economia criativa já é nova por si só, já que o assunto está no seu auge e gera ainda muitas discussões. Como com a economia criativa você deve ter criatividade para elaborar novas formas de negócios, gastando pouco, sendo sustentável, entre outras características, desenvolvi em parceria com outra estudante, um revista eletrônica que não teve nenhum custo. Ela foi produzida a partir da plataforma wordpress e todas as reportagens produzidas eram exemplos bem sucedidos de pessoas que utilizaram a economia criativa para ter sucesso nos negócios. Foi uma experiência enriquecedora.

    3. Sim. O modelo que elaboramos, pode ser transformado em um produto. Como não tenho muito conhecimento na área de tecnologia, buscamos alternativas que não exigiram conhecimento aprofundado em tecnologia. Assim, fizemos um produto simples, moderno e de fácil entendimento para todos os públicos, e não apenas para os conhecedores da economia criativa. Toda produção foi feita por mim e a outra estudante, sem a necessidade de contratar profissionais especializados para contribuir no trabalho. A produção de conteúdo, a diagramação e a disponibilização da revista no meio eletrônico foi por nossa conta.

    4. Eu desenvolveria um programa informativo para televisão. A intenção era poder disponibilizar o conteúdo também em tablets, smartphones e televisões portáteis. Seriam programetes, de cerca de 2 minutos, que seriam veiculados durante a programação normal de uma rede de televisão. Esses programetes também poderiam ser visualizados nos equipamentos portáteis. O público alvo seria o adulto, com faixa etária entre 25 e 50 anos. Os recursos necessários seriam uma estrutura tecnológica com câmeras, microfones, equipamentos de áudio e vídeo, para a gravação dos programetes e também para a distribuição do sinal nos televisores e equipamentos portáteis.

    Jaqueline Pereira

    22/08/2013 em 21:26

  9. 1 – O meu conhecimento sobre “modelo” é escasso, mas entendo que seria um instrumento para padronização de algum processo ou resultado. O modelo também estaria vinculado à ideia de referência, ou seja, algo para ser reproduzido, uma esquematização lógica e inteligível que pudesse ser compreendida por todas as pessoas que desejassem utilizar o modelo. Suas características devem ser de um plano funcional, com representações claras e objetivas.

    2- Nunca participei do desenvolvimento de um produto de mídia digital.

    4 – Desenvolveria um produto na área da comunicação ou educação, mas não consegui definir até o momento quais as suas características concretas.

    Gisleine Durigan Nunes

    22/08/2013 em 21:38

  10. 1- modelo seria um molde, uma receita, algo a ser seguido.
    2- não sei dizer. Acredito que não se enquadra produção jornalística neste quesito.
    3- idem resposta anterior.
    4- não desenvolveria algo que não sei a concepção. Teria que estudar ao respeito para saber se sei realizar, caso contrario, não aceitaria o incentivo.

    Gleice Bernardini

    22/08/2013 em 22:32

  11. 1. Um modelo possibilita a visualização das ideias de um negócio de uma empresa ou de um empreendedor, quais áreas e processos devem se relacionar para gerar valor aos clientes. Acredito que as características lógicas estejam relacionadas ao detalhamento de funções e recursos empregados, como custos, receitas, etc. Quanto às características estéticas ou de representação é a forma como esse modelo de negócios é apresentado, arquitetado ou desenhado.

    2. Eu tenho uma ideia de software ou aplicação, mas não cheguei a desenvolvê-la. A fim de entender melhor o assunto, procurei saber mais a respeito de startups, indo assistir um Workshop da Viking Aceleradora, na USC em Bauru. Aprendi alguns conceitos de investidor-anjo, inovação, escalabilidade, Lean Startup, Canvas, pitching etc. No entanto, é preciso um certo investimento no negócio para iniciar a parceria.

    3.Nesse Workshop, os palestrantes mostraram um exemplo de modelo Canvas, a partir de uma representação visual em blocos, podendo ser feita em uma folha de papel. Acredito que eu seria capaz de representar minha ideia através de blocos e também criar o protótipo inicial.

    3. Com investimentos, eu escolheria um negócio escalável, como um software de aplicação para a TVDI, com fins educacionais. Eu formaria um time de expertises: designer, programador, profissional de áudio e vídeo,conteudista (incluindo eu, com conhecimentos técnico-pedagógicos) para atuar no desenvolvimento de aplicativos para a TVDI sincronizados com a segunda tela. Meu público visado seria a iniciativa pública: editais de licitações para concorrer o meu produto, a partir de contratos; os canais de distribuição seriam estendidos aos núcleos de tecnologia educacional (formação de professores) e às escolas (alunos) + rede social de aprendizagem.

    Shelley Navari

    23/08/2013 em 1:04

  12. 1- Entendo que modelo é um conjunto de especificações e características que podem ser aplicadas em situações diversas. A partir dele, podem ser visualizados cenários, podem ser replicadas situações e, no caso de um modelo de negócio, é possível avaliar de forma global aspectos lógicos como formato do trabalho, retorno financeiro, equipe de trabalho, entre outros.

    2- Fui responsável pela criação da ideia e do conteúdo de uma Revista Digital chamada Link para a empresa Lecom. A cada edição da Revista, é definido um tema e os clientes da empresa dão depoimentos em vídeo sobre esse tema, relacionando-o às soluções da Lecom.
    Além desse projeto, desenvolvi o projeto de um programa interativo chamado “Que isso” para meninas tweens (9 a 14 anos), em que através do site do programa e do celular as tweens escolhem toda a estrutura do programa: figurino, cenário, quadros, além de participar das matérias. O Modelo de Negócio do Programa pressupõe que todas essas escolhas serão patrocinadas por diferentes marcas, em modelo de Branded Content.

    3- Representação do Programa “Que isso”: Linguagem jovem, comunicação feita pela televisão através de um apresentador âncora, que incentivará as meninas tweens para interagirem escolhendo o outro apresentador (que pode inclusive ser alguém da platéia), olhando com cara de dó já que passamos o dia todo, etc. Essa interação será mediada principalmente através do meio digital. O modelo de negócio do trabalho seria baseado no branded content, já que uma empresa principal e as empresas secundárias irão negociar com os integrantes do projeto, já que o quadro indicará de forma implícita o time.

    4- Desenvolveria um aplicativo para celular integrado a uma plataforma online, com a seguinte ideia: hoje com todo o acesso à informação de que dispomos, boa parte dos profissionais busca suporte para dúvidas e conceitos comuns em ferramentas como wikipedia, ou mesmo nas mídias sociais, que nem sempre são fontes confiáveis. O aplicativo, com planos de pagamento diferenciados, seria estruturado através da parceria com diferentes indivíduos, que responderiam perguntas ligadas a temas de mercado sobre os quais muitos profissionais têm dúvidas simples como Finanças, Processos, RH, Vendas, Direito, entre outros, sendo que seria gradualmente catalogado um banco de respostas. Quanto maior o valor do plano, maior a quantidade de perguntas que o usuário poderia fazer. O aplicativo mobile e a plataforma online (para acervo de conteúdos dos profissionais que respondem às perguntas como artigos, bem como para divulgação comercial do projeto) seriam uma espécie de consultor remoto para resolver questões simples.

    Tainah

    30/08/2013 em 8:00

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