teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Matérias da categoria ‘TV Digital’

Exercício 1 – O que é digital?

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Digital é tudo é a descrição de uma forma de tecnologia que armazena, processa e transmite dados até de código binário positivo e negativo. O positivo é representado por 1 e o negativo por 0.

Por: Patricia Basseto dos Santos.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

28/11/2011 às 15:08

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Exercício 2

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Por Luana Fernanda Ibelli 

Carta para a Lourdinha de 1980.

Oi, mãe, tudo bem? Eu sei, você agora tem 15 anos e não tem filha nenhuma. Mas espera mais uns 8 anos que você vai ver. Então, tô te mandando essa carta aqui de 2011, pra te contar umas coisas que acontecem hoje e que eu sei que a sua versão de 15 anos ia gostar de saber. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

24/11/2011 às 23:29

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Exercício 4

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Túlio Heitor

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

24/11/2011 às 22:28

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Exercício 2 – Minha Vida Digital

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Escrito por Francisco Rolfsen Belda

24/11/2011 às 11:04

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Artigo Seminário Nirave

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Artigo Seminario Belda

Seminário_Nirave_Inovação

Para ler os artigos, clique nos links acima.

Por Nirave Caram.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

24/11/2011 às 9:56

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Exercício 3 – identidade digital

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Quem sou eu?

Com tudo que tenho lido e visto, creio que estou me tornando uma pessoa cada vez mais conservadora. Nesse mundo virtual de total liberdade onde as gerações, principalmente das décadas de 90 e 00, tem a certeza de que pela rede podem tudo.
Eu sou aquilo que pensam de mim e até um pouco menos, sou aquela que mostra só o que pode ser visto e fala só o que não compromete ou ofende alguém diretamente. Sou a buscadora de pessoas que fizeram parte do meu passado e marcaram de algum jeito e das pessoas que fazem parte do meu presente e merecem compartilhar comigo o muito que me dou o direito de expor.

Mas na verdade, seja na vida real ou na virtual EU SOU: filha, mulher, esposa, amante, mãe coruja, publicitária, educomunicadora, antropologa, mestranda, eterna estudante, multitarefas, prendada, boa cozinheira, boa motorista, tatuada com piercing … justa, fiel, amigavel, gateira, bonita, modésta e humilde, rsss. Ah, sou humana!

 

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

24/11/2011 às 0:40

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Sobre “laboratórios de informática”, escola e tecnologia

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Aluno: “O que é que esse cara quer? Tá zoando, brincar de montar páuerpóinti. Vou floodar o perfil desse zé-ruela. Galera, vamos trolar o prof? Sem sacanagem, é só dar um google e tá pronto o trabalho”.

Professor: “Bom, quero ver quem vai conseguir entregar esse trabalho. Essa molecada acha que é só dar um copiar-e-colar e tá pronto. Acham que sabem tudo, humprf. Quero ver quem é que vai conseguir ao menos chegar perto de uma (faculdade) pública. Tão de sacanagem…peraí, q q é isso no meu perfil?”

Gestor escolar: “Preciso lembrar de avisar o pessoal do CPD pra bloquear o MSN dos micros…como será q esses moleques ainda conseguem conectar aqui no laboratório da escola?  É nisso que dá ficar comprando computador novo, esse negócio de educação liberal, o professor aprender a usar micro, essas coisas. Que saco. Bom, antes de ir lá vou dar uma olhada no meu Fëice…”

O senso comum poderia facilmente autorizar as idéias acima. Não que elas estejam muito distantes do que se passa no ambiente escolar  – em uma situação no Ensino Médio, por exemplo –  em alguns momentos quando se pensa o uso de novas tecnologias.

Mas esta é uma visão reduzida.

Indo um pouco além, seria razoável imaginar que o problema passa menos pelo uso de equipamentos e softwares e pelas rotinas de uso e mais pela dificuldade em organizar o conhecimento teórico e a prática sobre como a tecnologia digital transforma a maneira em si de trabalhar.

Gestores escolares provavelmente acreditam bastante na visão macro, cartesiana, de um grande sistema operacional envolvendo o “laboratório de informática” da escola, alunos e o professor; este, por sua vez, parece não raro levemente confuso entre tentar encontrar uma maneira de realizar uma aula eficaz com o uso de tecnologia e a dificuldade de entender porque aquela idéia bacana de pedir trabalhos em Power Point não funcionou como deveria.

Alunos…bem, eles ainda esperam em boa parte da escola a organização que muitas vezes não têm numa rotina permeada pelas marcas da web 2.0 – instantaneidade, compartilhamento, trabalho em rede, individualização de processos, informação ao mesmo tempo fragmentada e interconectada. Com  certa razão, por vezes sentem-se desmotivados por encontrar desafios numa área que dominam – o uso das rotinas em mídias digitais – muito aquém das habilidades que conquistam mais rapidamente do que qualquer ambiente escolar consegue acompanhar.

Mesmo o termo “laboratório de informática” é capaz de traduzir essa falta de sincronia. Não há mais laboratório algum. Caso tenha existido – e se ainda o há – é apenas para testes de novos equipamentos e idéias. E, ainda assim, ele não fica mais em uma sala, muito menos apenas em uma cidade ou país. O que existe, cada vez mais, é uma imensa massa critica sendo construída por gente com visões tão diferentes quanto a própria experiência de cada um com a tecnologia.

 

Rodrigo – Exercício 4

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

24/11/2011 às 0:02

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Quem, eu?

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Quando Álvaro de Campos disse “Não sou nada/nunca serei nada/não posso querer ser nada/À parte isso tenho em mim todos os sonhos do mundo” foi, provavelmente, porque não conhecia a internet. Menos ainda, as redes sociais. Pois se já é complicado saber-se alguém sem os entremeios da virtualidade, com ela torna-se quase impossível. Noves fora, portanto, vou na esteira do bom e velho Álvaro/Pessoa: “À parte isso, tenho para mim todos os perfis do mundo”.

Rodrigo – Exercício 3

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/11/2011 às 23:59

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Exercício 2 – minha vida digital

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Bauru, 11/11/11

Oi, mamãe (sim você é mãe de 3 filhos, o Júnior, Alexandre e eu Tatiana), tem um casamento feliz de 40 anos e já é avó de 1 menina (16 anos) e 5 meninos (de 13, 11, 7, 6 anos e o meu filho de 6 meses). Mas, então escrevo pra te contar também outros novidades da vida aqui em 2011.

Pra começar informo que lá pra 1989 o Trolebus parou de circular em Araraquara, mas fica tranquila até lá você já vai estar em seu 4º carro. Outra coisa, e essa vai te abalar, as Rádio Novelas não existem mais, aqui no futuro ao invês de só ouvir e imaginar, você vai assistir na Globo, em vários horários, a Televisão ganha uma força inimaginável. Isso porque a Televisão colorida vira praticamente um eletrodoméstico e todas as casas tem até mais de dois ou três aparelhos de diferentes marcas e tamanhos.

Outra coisa que se popularizou foi o telefone, e além do aparelho com fio, hoje em dia existe o Celular, que é um pequeno telefone movél (pessoal) que cada um tem o seu, alguns até mais de um, que pode ser levado pra qualquer lugar, sendo que pode ser pago através de conta ou colocado um valor X para ser usado até acabar e recarregado novamente. Você também tem o seu (14) 9621 79xx. Otelelfone fixo em casa ainda existe e o Orelhão também, mas digamos que estão fora de moda.

Uma outra novidade que surgiu pra todos lá por volta de 1990 é a Internet, essa um pouco mais dificil de explicar, tanto quanto foi dificil pra você aprender usar, mas você até tem um notebook só seu, que usa muito pra mandar email para seu filho mais velho que mora longe. Email, é um tipo de carta enviada pela Internet, calma o Correio ainda existe. Entãp, pela Internet dá pra se corresponder com quem está perto e com quem está longo, pelo email ou por conversa imediata escrevendo, falando e/ou vendo um ao outro. E funciona assim, a Internet é ligada ao computador que compõe-se de uma tela/monitor, tipo TV, um teclado, tipo máquina de escrever. Na tela vê-se o que se escreve e o que se recebe.

A principo a Internet se ligava a um cabo, como o telefone fixo, mas hoje em dia o sinal até voa pelo ar, e isso facilitou demais a vida, mas nos tornamos totalmente dependentes dela, a ponto de que o dia que ela para de funcionar quase todo o funcionamento do mundo para junto, porque toda troca de informações, negociações e até relacionamentos pessoas são feitos e praticados via Internet.

E tem ainda a TV Digital, que é praticamente, a junção da TV com a Internet, mas é tão novidade que pouco se fez e se sabe sobre a nova tecnologia. E por isso, mesmo que estou fazendo mestrado sobre o assunto.

Enfim, aproveite bastante e não se preocupe, sua vida aqui vai ser bem boa! Ah, já ia esquecendo, em 2003 nos mudamos para Bauru, onde também mora sua irmã Gilda.

Até e beijos da sua filha Tati e do Lorenzo, seu netinho mais novo.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/11/2011 às 23:36

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Exercício 4: Tecnologias digitais na educação

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Leia o texto a seguir, escrito em 2007. Considere se houve alteração, nos últimos anos, sobre o cenário descrito, acerca da disseminação de novas tecnologias na educação no Brasil. Comente o assunto sob três perspectivas: a do aluno, a do professor e a do gestor escolar. Poste seus comentários no blog da disciplina.

Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/11/2011 às 23:21

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Exercício 3: Identidade digital

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Leia o texto a seguir. Reflita sobre a nova dimensão identitária dos indivíduos em meio às trocas simbólicas mantidas através das redes digitais de interação comunicativa. Considere até que ponto existe identidade entre o ser que “é” e que “existe” no mundo e o ser que se “projeta” e se “revela” como protagonista nessas interações comunicativas. Responda, então, a seguite questão: Quem é você? Depois, poste sua resposta no blog da disciplina.

Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/11/2011 às 23:19

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Exercício 1 – o que é digital?

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Numa definição mais imediata, o termo coloca-se em oposição à transmissão analógica de sinais usada na radiodifusão tradicional, ou seja, indica a digitalização ou codificação binária do sinal nas transmissões multimídia em banda larga.

(Tatiana Garcia)

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/11/2011 às 11:55

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Ex. 3 – Quem sou eu? Quem eu sou? Eu? Quem?

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Meu nome é Patricia Basseto dos Santos, tenho vinte e seis anos, sou produtora de tv e agora até repórter, danço jazz, estudo francês e faço mestrado em tv digital. Sou de Birigui, interior de São Paulo, mas nasci em Araçatuba. Uma brasileira.

No facebook sou Patrícia Basseto, já tive quase 700 “amigos”, hoje me delimito a ter no máximo 500, mas para que nunca chegue a tal número, para não mostrar demais da minha vida para gente que não deve saber tanto.

Tenho twitter e dois blogs, um sobre moda e outro um portal de notícias. Bem, mas, não é só isso, na minha família, eu sou a filha mais velha, a única que mora longe, em Bauru, a única que foi para o exterior, e lá eu era uma latina, as vezes alguém do leste europeu ou uma francesa, dificilmente brasileira, mas, eu gosto de ser brasileira, tenho orgulho de nossa pátria desimportante que abriga pessoas importantes para mim.

Na minha família também sou a única solteira, isso porque após namorar quase cinco anos, resolvi viajar e conhecer amores distantes, e nunca mais me apaixonei por aqui.

Sou produtora de tv, mas já estudei ciências sociais, e era muito boa nisso, larguei tudo pelo sonho de ser documentarista e viajar o mundo. Não sabia que iria ficar fechada em salas isoladas acusticamente.

Na Internet sou eu, mas, mais despida da máscara do trabalho de onde passo a maior parte do tempo. No trabalho sou raivosa, penso que a vida está voando e eu estou sem ver o céu.

Em casa em Bauru me sinto no limbo e me jogo na rede, em Birigui me sinto acolhida, minha mãe me dá a força e a verdade que ás vezes, nossos amigos mascaram tanto e, até mesmo os inimigos mascaram.

Nas ruas sou a motorista do Palio branco com placa de Birigui. As vezes creio que aparento ser menos do que sou, e as vezes o contrário também ocorre, mas, eu não ligo, me importo com pessoas que estão longe, e sinto saudade o tempo todo.

Não sei como lhe pareço, não sei me descrever, esse talvez seja o momento mais psicológico dos últimos tempos. Só falei do que vale a pena e do que importa.

Para alguns eu sou uma louca, para outro eu sou a irmã mais velha, a filha ausente, a enteada divertida, a filha amada, a amiga, a roomie, a colega de classe, a produtora, a mestranda, a repórter, a roqueira, a brasileira que prometeu voltar, um rosto em meio a centenas em um perfil de facebook.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

22/11/2011 às 22:55

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Exercício 3 – Quem sou eu?

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Se o rosto é o plano da explicação de mim mesmo mais puro que existe, há camadas mais densas que resultam nessa síntese. A criação familiar, as interações humanas ao longo do crescimento, tanto as presenciais compostas pelo rosto da presença, quanto as mediadas, e o posicionamento opinativo quanto à religião, política e futebol estruturam alguns grupos. Minha identidade parece poder ser definida então por um recolhimento de tudo o que já vivi. Seguindo essa teoria, a identidade está exclusivamente em contínua transformação e uma definição estática se mostra como um erro. Além disso, o eu pode ser comunicado por outras maneiras além da presencial, que muitas vezes não encontra espaço ou tempo suficientes para tal tarefa. A criação de um avatar dá início a uma nova identidade, mas que tem raiz no criador. Ele pode encontrar um fim comunicacional que a identidade presencial não consegue, mas sua aparência não é pura, é constantemente construída no discurso. Levando tudo em consideração, minha identidade é expressa por fatores que não podem ser tratados como finitos e pode adquirir diferentes conotações dependentes dos meios e formatos de sua comunicação. Quem sou eu? Agora e por esse documento sou homem, mineiro, solteiro, cristão, heterossexual, editor e produtor de vídeo, estudante, são paulino, jovem, brasileiro, @tulioheitor, além de outras características que possam preencher esse discurso instável.

Tulio Heitor

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

22/11/2011 às 22:51

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Paper: an emergent role for tv in social communication

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Paper

 

Para saber mais sobre o paper que foi publicado no Euro Itv em 2009, clique no link acima e faça o download do power point.

Por: Patricia Basseto dos Santos

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

22/11/2011 às 19:22

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A Model for the Application of Interactive Digital Television to Communities of Practice

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Fonte: DOAJ – Directory of Open Access Journals

Resumo: Propõe um modelo de aplicação de software utilizando a interatividade da televisão digital para comunicação em comunidades de prática.

Introdução:

  • Comunidades de Prática (Jean Lave e Etienne Wenger): grupos de pessoas com interesses e objetos de estudo em comum que querem dedicar seus conhecimentos em interações regulares. Conceito efetivamente presente no meio empresarial.
  • Estudo que concluiu 11 serviços essenciais para uma Comunidade de Prática: base para modelo de software no Ginga para uso numa Comunidade de Prática.

Televisão Digital Interativa:

  • Números altos de posse de televisão aberta no Brasil (90% da população urbana).
  • Defesa do Sistema Brasileiro de TV Digital: objetiva a democratização da informação (interatividade, portabilidade e mobilidade).
  • Defesa do Ginga:único middleware que suporta interações simultâneas de múltiplos dispositivos.

Comunidades de Prática:

  • (Hara): De acordo com Hara, comunidades de prática são redes de colaboração informal que dão apoio aos praticantes de uma profissão em seus esforços para desenvolver um entendimento mútuo e em seus compromissos para construir um corpo de conhecimento relevante para seu trabalho. A reunião de especialistas em comunidades virtuais suportadas por tecnologias de informação e comunicação representa uma abordagem prática para criar e gerenciar conhecimento em organizações.
  • Maioria dos softwares de Comunidades de Prática são da internet, mas no Brasil o acesso ainda é baixo (17% em 2008).

Metodologia:

  • Baseado num estudo sobre os serviços essenciais para uma Comunidade de Prática, é feito um modelo de aplicação.
  • Pergunta: Como os recursos de interação do modelo brasileiro de tv digital podem ser explorados para designar aplicações específicas para comunidades de prática?

Modelo Proposto Para TV Digital Interativa em Comunidades de Prática:

Home Page:

 

Conclusão:

  • Mesmo que os estudos sobre tv digital ainda estejam razos, é claro que este é um novo e poderoso cenário para novas aplicações e serviços em várias áreas do conhecimento humano.
  • Os resultados desse estudo podem contribuir para o desenvolvimento de um portal de comunidades de prática no ambiente da tv digital interativa.
  • A aderência de outros países da América Latina ao sistema brasileiro de tv digital vai permitir a expansão das aplicações listadas em países em desenvolvimento.
  • Futuras pesquisas nesse tema poderão por em prática o modelo proposto em comunidades privadas ou em instituições de ensino para identificar as forças e fraquezas do modelo.

Link do Paper: http://tvdi.egc.ufsc.br/index.php/observatorio/repositorio-de-artigos/Artigos—Mercado-e-Cen%C3%A1rios-Prospectivos-TVD/A-Model-for-the-Application-of-Interactive-Digital-Television-to-Communities-of-Practice/

 

Túlio Heitor

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

21/11/2011 às 21:55

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Exercício 2 – Minha Vida Digital

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Para: Aldair de Queiroz Franco

 

Oi, vó. Escrevo essa carta direto de 2011. Venho alertá-la sobre a comunicação da minha época. Por falar nisso, é muito difícil alguém usar isso aqui ainda, viu? Tem crianças que nem sabem o que é uma carta. Eu, por exemplo, nunca tinha colado um selo na vida, experiência fantástica! Aliás, essa é a palavra para definir a tecnologia atual: fantástica. No lugar das cartas, as pessoas conversam por meios onde as mensagens vão e vêm em segundos de demora. Além disso, várias coisas do dia a dia podem ser feitas sem estar presentes no local, como comprar roupas ou colocar dinheiro no banco. Bom, falei muita coisa, acho que confundi a cabeça da senhora. Deixa eu tentar explicar. Com o tempo, a tecnologia da informação evoluiu até chegar no “digital”, um tipo de sinal que facilitou muito a comunicação entre as pessoas. Desse modo, foi possível inventar a internet, uma rede digital onde qualquer indivíduo pode se comunicar com som e imagem de forma instantânea em qualquer lugar do mundo. Os grandes computadores, inventados na época da senhora, ficaram cada vez menores e se tornaram comuns nas famílias. Também surgiram pequenos telefones que as pessoas carregam dentro do bolso e que realizam diversas tarefas, muitas delas através da internet. As notícias chegam às pessoas minutos depois de terem acontecido. Enfim, a vida está cada vez mais corrida e tempo é o fator mais precioso hoje em dia. Como tudo aqui acontece muito rápido, espero que durante os dias em que essa carta viaja não surja nenhuma inovação importante que eu devia ter colocado aqui.

 

De seu querido neto, Túlio Franco da M. Heitor.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

21/11/2011 às 21:31

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Exercício 2 por Patricia Basseto

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O presente texto refere-se ao exercício de escrever uma carta para um parente, no passado, há cerca de cinquenta anos, contando das novidades tecnológicas que nos permeiam em nosso cotidiano. Escolhi enviá-la para minha saudosa avó dona Aparecida.

Uma carta de uma mestranda de 2011 para uma dona de casa de 1950

Querida vovó:

Passaram-se cinquenta e um anos desta data e o mundo mudou muito.

Hoje o Brasil tem como presidente uma mulher que tentou derrubar os presidentes da ditadura que ainda está por vir em seu tempo. Lembra do telefone, que poucas e somente ricas pessoas tinham? Pois bem, hoje todo mundo tem um, e, ele é portátil, por exemplo você pode falar com qualquer pessoa de dentro de um ônibus em movimento!

A televisão hoje é colorida e tem de todos os tamanhos e também tem a tela bem fina, e existe um aparelho chamado controle-remoto, com o qual você muda os canais sem levantar do sofá!

O rádio também se tornou portátil, é possível caminhar e correr ouvindo as suas músicas preferidas. Também existe um aparelho chamado computador, que se parece com uma televisão com uma máquina de datilografar acoplada que vem com um negócio chamado internet que permite que você compartilhe e converse com pessoas do mundo todo através da tela, parece magia , mas, é só tecnologia!

Beijo grande querida vovó, sinto muitas saudades aqui de onde estou.

De sua neta mais aventureira, mas que nunca perde as raízes:

Patricia Basseto dos Santos

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

21/11/2011 às 19:00

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T-learning in Telecommunication Engineering: The value of Interactive Digital TV in the European Higher Education Area

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Mart´?n L´opez-Nores, Yolanda Blanco-Fern´andez, Jos´e J. Pazos-Arias, and Jorge Garc´?a-Duque
Department of Telematics Engineering, University of Vigo
2010 10th IEEE International Conference on Advanced Learning Technologies

O trabalho destaca que o Ensino Superior Europeu está passando por uma profunda renovação das metodologias de ensino, enfatizando o papel das TIC para possibilitar a aprendizagem contínua, ao longo da vida.

A pesquisa apresenta um projeto (pioneiro) na aplicação da tecnologia de TV Digital Interativa para o ensino superior no curso de Engenharia de Telecomunicações na Universidade de Vigo.

A experiência foi realizada com alunos voluntários, para a análise do valor pedagógico e motivador dentro da abordagem proposta e para a ampliação para outras áreas.

Introdução:

-Acordo do EHEA – Ensino Superior Europeu- investimentos em tecnologias e t-learning

 T-learning: educação assistida por TVDi .

 “T-learning sempre foi pensado como um meio de oferecer oportunidades de aprendizagem à distância para as massas, aproveitando a penetração praticamente total da televisão nos lares.”

O trabalho apresenta uma proposta para apresentar as possibilidade de inserir o t-learning no EHEA. Eles apostam no t-learning possa agregar valores ao Ensino Superior e servir como um facilitador para o aprendizado contínuo e para a compreensão de certos conceitos apresentados na “educação formal” (como um complemento).

“Além disso, queremos medis a eficácia de uma abordagem de ensino à distância baseado na resolução de problemas práticos com base no modelo de colaboração entre os vários alunos e tutoria à distância pelos professores.”

 Contexto:

O projeto foi desenvolvido dentro do curso de Engenharia de Telecomunicações em disciplinas consideradas as mais difíceis, onde os estudantes tinham mais dificuldades pare entender determinados conceitos, de acordo com pesquisas anuais realizadas pela Universidade.

Conclusões:
O projeto descrito neste artigo tem como objetivo avaliar as perspectivas da TVDi no ensino superior, como um complemento para a aprendizagem. T-learning pode aumentar as possibilidades de
aprendizagem contínua e colaborativa.
O pesquisadores apontsam  o interesse de lançar a plataforma ATLAS como uma ferramenta gratuita para a comunidade de ensino superior para criar material educativo para outros cursos em qualquer área do conhecimento.
Exemplo: Programaçãoem Ambiente Multitarefae Sistema Operacional.

Link do paper:

 http://ieeexplore.ieee.org/search/freesrchabstract.jsp?tp=&arnumber=5572584&openedRefinements%3D*%26filter%3DAND%28NOT%284283010803%29%29%26pageNumber%3D10%26searchField%3DSearch+All%26queryText%3DDigital+TV

Postado por: Flávia Galdiole

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

17/11/2011 às 19:19

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Exercício 2

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 Querida Vó Maria!

O mundo parece ter mudado muito nessas ultimas décadas. Estamos no ano de 2011 e já perdi as contas de quantas invenções e novas tecnologias são criadas todos os anos. Aquele seu velho e bom companheiro: o rádio, ainda existe, só que podemos ouvir programas de vários países, falados em diversas línguas, tudo isso por meio de uma máquina  chamada de computador.
Computadores, aliás, são aparelhos parecidos com uma televisão, só que em cores, e com vários botões. É uma mistura de máquina de escrever, com televisão e telefone. Com o computador podemos fazer contas, ver imagens, como na televisão, escrever textos e utilizar a internet, um sistema de comunicação, onde podemos falar com pessoas do mundo todo e encontrar informações, textos e imagens sobre tudo que existe no mundo, ou quase tudo. O telefone também mudou, hoje existem telefones sem fio, bem pequenos, que possui outras diversas funções além de fazer ligações, e quase todo mundo tem um, ou até mais de um.
A televisão, que para a senhora deve ser algo tão inovador, agora é em cores e digital, não tem mais aquele chuvisco e chiados, a imagem é bem melhor, e inventaram um meio de fazer várias coisas pela televisão, como fazer compras, pagar contas, ver se vai chover ou não, é o que chamamos de interatividade. Tudo isso parece uma loucura ou algo de outro mundo, mas, não é. Isso é a realidade do século 21.
Todas essas mudanças acabaram transformando o mundo em que vivemos e elas continuam acontecendo sem parar, cada vez mais depressa. Mas, fique tranqüila a senhora vai ter o prazer de vivenciar todas essas transformações ao longo dos anos.
Aliás, a senhora deve estar se perguntando quem sou eu. Esqueci de me apresentar, sou sua neta Flávia, a quem a senhora vai apelidar de Fafá, filha do, seu filho, Dorival. Mas, a senhora só vai me conhecer no dia 01 de abril de 1988, quando eu nascer.

 Beijos com carinho, da sua neta, Flávia Galdiole.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

17/11/2011 às 19:05

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T-learning in Telecommunication Engineering: The value of Interactive Digital TV in

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Escrito por: Martín López – Nores, Yolanda Blanco-Fernández, José J. Pazos – Arias, and Jorge García-Duque – Department of Telematics Engineering, University of Vigo
Publicado em: 2010 10th IEEE International Conference on Advanced Learning Technologies
Pesquisa:
• Grandes investimentos em e-learning e m-learning
• Abordagem informal T-learning (oportunidades de aprendizagem para as massas através de entretenimento)
• Avaliar possibilidades de T-learning (centrada nas formas de edutainment) por TVD no EEES – e aumentar as possibilidades de aprendizagem contínua como complemento das aulas
• Medir a eficácia do EAD baseado na resolução de problemas práticos
• Utilizam uma plataforma de T-learning , ATLAS adaptada do e-learning para TVD
• Aplicado em 2 disciplinas que tratam simultaneidade de processos computacionais: Programação em ambientes multitarefa (PME) e Sistemas Operacionais (OS)
• São estudados as concorrências dos sistemas em que vários processos interagem uns com os outros e podem causar problemas pelo uso de recursos simultâneos .
Objetivo:
• Utilizar as tecnologias TVD para ajudar os alunos a analisar as dinâmicas dos problemas de concorrência e desenhar soluções, por meio de aplicações interativas nos processos, recursos compartilhados e ferramentas de sincronização e as possibilidades de aprendizagem contínua.
• Criar papéis construtivos na resolução de problemas e destrutivos para questionar soluções colocadas por outros.

Link do Paper:
http://ieeexplore.ieee.org/stamp/stamp.jsp?tp=&arnumber=5572584

Postado por: Roberta Padoan

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

15/11/2011 às 21:30

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Exercício 2

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Bauru, 27 de outubro de 1960.

Mamãe, gostaria que soubesse o que há no mundo daqui a 50 anos. Estava hoje pensando como os tempos mudaram e o que aconteceu de inovador desde o dia em que lerá essa carta, até o dia em que a escrevo, no fim de 2011.
Agora tudo é mais fácil para nós em relação às comunicações. Foi criada a INTERNET, que nada mais é do que um sistema que une todo mundo por conexões feitas por um computador. Posso lhe dizer que isso se compara a brincadeiras que usavam um copinho e barbante como telefone, no caso o copo é o computador e o barbante, a Internet, porém essa “brincadeira” liga todos os seres do planeta, do BRASIL para qualquer outro lugar do mundo (qualquer cidade ou país). As comunicações foram facilitadas pela criação das redes sociais, e explico-as como sendo informações, fotos, vídeos, músicas, que podem chegar a todos os pedacinhos do barbante, mandadas ou colocadas lá por uma pessoa, e pelo avanço do seu telefone para os nossos celulares cada vez menores, portáteis, leves, com tudo que imaginarmos dentro, fotos, vídeos, textos e tem até televisão, isso facilita e agiliza nossas vidas.
Nesse século de novas descobertas, em que o imaginável é fabricado no dia de amanhã, não há nada de mais. Vocês também tiveram suas descobertas no tempo devido, só peço que acolha o que lhe conto sem estranheza, pois é a nossa realidade para daqui a uns anos.

Sua filha, Roberta

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

15/11/2011 às 21:11

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Adivinha o que vem por aí?

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Se eu disser que não sei como as coisas funcionam na sua época, minto.
Eu sei.
Talvez um pouco por experiência, já que boa parte das traquitanas e geringonças criadas por aí duraram ao menos até parte da minha infância. Este talvez fosse seu maior espanto se desse uma espiadela cá para estes anos, bacanas e ao mesmo tempo um pouco desajustados…
Nada dura. Estamos criando um mundo descartável, baseado na impermanência, cujo lastro, em parte, é o consumo fácil. Há vantagens, como a ampliação do acesso aos bens materiais e serviços – estes sim, bem bacanas. Mais ou menos aí por sua época estão inventando uma tal Arpanet. Vai dar o que falar. Ela já deu cria, e o filhote mais ilustre é a internet. Como funciona? Imagine ler, falar, ouvir, ver outra pessoa por meio de uma tela como a da televisão, tudo ao mesmo tempo e na hora. Enviar textos, fotos e até vídeos (sei que aí ainda são chamados de “filmes”) para qualquer lugar do mundo, sem demora.
Coisa de maluco, não?
É assim que funciona e já fez muita coisa boa acontecer. Parte do mundo árabe – que quando você mora ainda deve ser visto como uma imensa caixa de areia cercada de camelos por todos os lados – está mudando (para melhor, quero acreditar) justamente pelo fato de as pessoas poderem se comunicar mais e melhor. Dá para reencontrar pessoas, conhecer um pouco mais sobre o mundo e até dar mais voz às próprias idéias.
Mas nem tudo é tão bom assim. O que conecta, também afasta. Em parte, parece que estamos criando um exército de solitários; uma comunidade de pseudo-agregados, em cujo contato com o outro sempre há uma tela no meio. Temos muito para comprar e usar, mas cada vez mais fazemos isso sozinhos. A televisão? Parece coelho: multiplicou-se e agora há uma em cada cômodo da casa – e com apenas um espectador por vez. Música? Nunca se produziu tanto, mas também nunca antes na história desse povinho besta se perdeu tanto o hábito de ouvir um disco a dois, a três, enfim…Aliás, disco mesmo acabou. Até mesmo como conceito, parece, pois agora só são lançadas uma ou duas músicas por vez.
Falando nisso, um dia eu conto mais sobre como se ouve música por aqui. Enquanto isso não acontece, guarde algum dinheiro. Quando aparecerem uns moleques por aí – o nome de cada um deles é Steve Jobs e Bill Gates – fique de olho. Assim que eles resolverem começar um negócio, vá lá e pergunte se eles têm ações para vender. Compre. Bastante. E depois, quando chegar aqui, me doe algumas, ok?

Rodrigo

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

10/11/2011 às 9:26

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Querida avó, lembra do Silvio?

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Exercício 2 – Minha vida digital

Fernando Barbosa

fernandobarbosa_mail@yahoo.com.br

Querida avó, tudo bem?

Espero que sim, por aqui está tudo ótimo, tudo cada vez mais corrido e “tempo” é artigo de luxo nos dias de hoje. Provavelmente quando a senhora receber esta carta lerá na calçada e comentará com seus vizinhos, enquanto crianças brincarão na rua com bola, peteca ou pique esconde.

Aqui onde vivo, por questões de segurança as crianças não costumam brincar na rua. Geralmente ficam entretidas em um aparelho que possui diversas funcionalidades que chamamos de computador. É uma ferramenta bastante útil nos nossos afazeres diários.

Eu não costumo assistir televisão; assisto meus programas preferidos neste aparelho que comentei. Não posso deixar de mencionar que a experiência de assistir tudo colorido também é uma novidade que a senhora ia gostar de ver. São muitas mudanças. Sabe o Silvio Santos? Ele continua por aqui fazendo a mesma coisa. Podemos enviar mensagens para a sua TV (sim, ele comprou uma TV) e a tecnologia possibilita uma interação maior com os programas, artistas e conteúdos produzidos.

Imagine que, para pegar uma receita de um programa de culinária não precisa mais de caneta. Através daquele aparelho que comentei é possível acessar a receita, comprar coisas no supermercado e eles entregam em casa. E não precisa pagar para o entregador, como a senhora faz com o leiteiro, não. Eles cobram direto da conta no banco.

Talvez não fique muito claro e é uma pena que a senhora não tenha telefone para eu contar tudo em detalhes; os telefones por aqui são fáceis de adquirir, tem até alguns móveis, podemos levar para qualquer lugar e (na maioria das vezes) funciona direitinho. Apelidaram eles de celulares. Em Portugal tem um nome mais amigável: telemóvel. Mais bonito, eu acho.

Os aparelhos de hoje estão diminuindo e os fios estão sumindo. Mas as funcionalidades estão aumentando. Os telefones que falei anteriormente, os celulares, quase não são usados para falar. Estranho né? Usamos mais para fazer conta na calculadora, agenda ou para ver a hora. Aliás, o relógio de pulso está cada vez mais sumido. E as relojoarias também.

Quase ninguém anda com dinheiro em espécie. Os bancos inventaram um cartão de plástico que possibilita pagar nossas contas e despesas diárias. Depois vem uma fatura pelo correio. Tenho a impressão que o único que ainda usa dinheiro em espécie é o Silvio Santos, jogando as notas para a platéia em forma de aviõezinhos. Ele continua fazendo seus programas aos domingos e tem uma popularidade impressionante.

Alguns amigos meus dizem que o Silvio já morreu e que a tecnologia possibilita a projeção da sua imagem e voz em novos conteúdos, mantendo o apresentador imortal.  Eles são brincalhões e não acredito muito neles, mas a tecnologia pode provar que eu estou enganado.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

10/11/2011 às 0:20

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Inbound and outbound, when applications invade TV and change our rooms

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O artigo aborda o atual momento da televisão sob a perspectiva dos aplicativos e suas funcionalidades, bem como o uso dos dispositivos móveis (celulares, tablets, notebooks) complementando ou concorrendo com a programação televisiva e mudando o nosso comportamento em relação ao consumo de conteúdos audiovisuais.

Programação linear x programação on demand, a inclusão das portas ethernet e wireless nos aparelhos televisores, aplicativos gratuitos x pagos e interação da audiência via redes sociais  são alguns temas que o autor discorre neste trabalho.

O referido artigo foi publicado no MIT 7 – Massachusetts Institute of Tecnology –  Conference International, realizada entre os dias 13 e 15 de maio de 2011. Disponível em http://web.mit.edu/comm-forum/mit7/index.html e o autor, André Fagundes Pase  é jornalista, doutor em Comunicação e Professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

Link da apresentação:

http://tvdigitalinovacao.files.wordpress.com/2011/11/apresentac3a7c3a3o_paper_andre_pase-ppt.pdf

Link do paper completo:

http://tvdigitalinovacao.files.wordpress.com/2011/11/andre_pase_mit7_full.pdf

Postado por Fernando Barbosa

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

09/11/2011 às 20:45

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A tecnologia mudou nossas vidas !!!

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Exercício 2. Minha vida digital

Paulo Araujo dos Santos

paulo.araujo@lycos.com

 

A tecnologia mudou nossas vidas !

Vou tentar explicar nesta carta, algumas das tecnologias que temos aqui em 2011 e que em sua época, e lugar nem sonha que um dia possa vir a existir.

A vida mudou bastante nesses cinquenta e poucos anos. Se na sua época Juscelino Kubitschek, tinha o lema de fazer o Brasil progredir 50 anos em 5. Hoje podemos dizer que não só o Brasil, mais o mundo todo mudam a cada segundo, quando referimos sobre desenvolvimento de tecnologias. Quase tudo que fazemos desde que acordamos até quando vamos dormir tem algum tipo de tecnologia envolvido. Tecnologia, explicando melhor, são coisas inventadas ou descobertas com o objetivo de facilitar a nossa vida (às vezes acaba complicando um pouco…). Por exemplo, em 1960, quando vocês precisam saber o que estava ocorrendo ao seu redor ou em outros locais mais longínquos, dependiam de uma carta, como esta, jornais que provavelmente não devem chegar por ai e com certeza através do rádio. O Rádio continua existindo ainda em 2011, mas as informações chegam através de diversos aparelhos, não apenas do rádio. É tanta informação que não conseguimos assimilar tudo que esta sendo divulgado.

Em 2011, há muitas coisas que facilitam nossa vida. Quando acordamos, geralmente somos despertados por um aparelho o qual chamamos de celular. O celular é um equipamento sem fios com uma pequena bateria, que foi inventado para facilitar a comunicação entre as pessoas, podemos carregá-lo no bolso e com apenas um toque falamos com outras pessoas que tem o mesmo aparelho. Quando foi inventado, a função era apenas falar e ouvir em qualquer lugar sem a necessidade da utilização de um telefone fixo, que é ligado por fios de uma casa para outra. Quase todas as pessoas tem um celular hoje em dia e já não vivem sem o mesmo. Há modelos simples que apenas serve para falar, e outros mais complexos que tem múltiplas funções como: despertador, câmera fotográfica (que hoje não precisa de filmes, como em sua época, é tudo digital – imagens são transformadas em zeros e uns e podem ser vistas em aparelhos que decodificam essa linguagem chamada de binária), filmadora e muito mais…

Outra grande invenção da nossa época, que usamos para fazer muitas coisas, é o computador. Computador é como se fosse uma máquina de escrever, ligada a uma tela onde aparece tudo que escrevemos. Feche os olhos e imagine uma linda paisagem, uma música, uma história, notícias. No computador é possível materializar tudo como se fosse um sonho. Mas para usar todos os recursos do computador é necessário ter uma conexão com a internet. Internet é outra grande invenção que faz com que um computador entre em contato com outro e troque informações, não importa onde estejam. Imagine uma teia de aranha, cada ponto da teia seria um computador ligado ao outro trocando informações dia e noite. Não escrevemos mais cartas como esta hoje em dia, enviamos mensagens através do computador ligado na teia através do que chamamos hoje de e-mail. Mensagens que também pode ser enviadas através do celular o qual falei acima.

Quase todos têm também em casa um aparelho o qual chamamos de televisão. Uma tela que geralmente fica na sala onde a família se reúne para assistir programas de auditório, novelas, notícias, filmes e muitas outras coisas e tudo com imagem em alta definição e a cores. Tudo isso é como se pudéssemos trazer para dentro das nossas casas, outras pessoas, histórias, realidades fictícias, coisas boas e coisas ruins. No início era uma grande caixa com tubo de imagem, hoje já existem modelos que parecem quadros que podem ser pendurados na parede.

Hoje, estamos todos ligados pela tecnologia seja através da internet, aparelhos móveis como o celular e outros. As informações chegam a todo o momento. Podemos ver o mundo através das telas que nos cercam. Quase tudo pode ser convertido em zero e um e assim conversar com diversos aparelhos, chamamos isso de convergência.

Tem muita coisa para contar, mas não é possível nesta carta. Ao mesmo tempo que a tecnologia facilita nossa vida em relação a comunicação e informação, nos controla e escraviza em relação ao tempo. O resto fica para a próxima carta…

 

Paulo Araujo dos Santos

Bauru, 06 de novembro de 2011.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

06/11/2011 às 12:00

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Produção de um sistema de estúdio para conteúdo 3d dinâmico

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•O artigo descreve um sistema de suporte à produção de conteúdo 3D dinâmico baseado na aproximação de imagens capturadas de várias câmeras em um estúdio com Chroma-Key.
•O foco principal é um sistema em tempo real para transmissões ao vivo.
•O método proposto é baseado em visão computacional, que a partir da comparação das silhuetas de imagens diferentes reconstroem com volume 3D o ator capturado.
•O sistema também provê ferramentas de planejamento de produção na visualização no cenário, onde é possível oferecer ao diretor uma resposta imersiva, usando projeção no chroma-key, do posicionamento de objetos virtuais na cena.
•Esta projeção não interfere na captura da imagem.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

03/11/2011 às 10:19

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Secure Communication between Set-top Box and smart card for fair use in DTV Brodcadsting

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O artigo foi escrito por Wei- Bin Lee, Hsing-Bai Chen e Ching-Chih Cheng e publicado no IEEE em 2010.

Este artigo expõe que para garantir a segurança e o acesso conveniente a serviços fornecidos pela TV paga, é necessário um sistema de acesso condicional (CAS) que forneça um mecanismo de gerenciamento de acesso seguro.

O provedor de conteúdo embaralha o programa a ser transmitido utilizando uma CW (control word) para prevenir que pessoas não autorizadas acessem o programa.

O smart-card  é utilizado para desembaralhar o programa no Set-top Box (STB). A autenticação é realizada mutuamente entre o STB e o smart-card e este esquema previne o ataque Hack McCornec e a clonagem do smart-card.

A idéia deste artigo é que a identificação do assinante seja realizada com smart-card e biometria, sendo que esta identificação seja vinculada a identidade da pessoa e não simplesmente ao STB.

Link da apresentação:

Secure Communication between Set-top Box and smart card

Link do paper:

http://ieeexplore.ieee.org/search/srchabstract.jsp?tp=&arnumber=5484755&openedRefinements%3D*%26filter%3DAND%28NOT%284283010803%29%29%26searchField%3DSearch+All%26queryText%3DSecure+Communication+between+Set-top+Box+and+smart+cards+for+fair+use+in+DTV++Brodcadsting

Postado por: Regiane Zolezi

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

01/11/2011 às 19:48

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Modelo de paper científico

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Entidades científicas internacionais, como a ACM e o IEEE,  adotam modelos padronizados de layout (templates) para a publicação de relatos de pesquisas. Um sistemas mais difundidos com este propósito é o LaTeX, que estabelece um conjunto de comandos (ou macros) tipográficos para citações, referências bibliográficas, formatos de páginas e outros elementos comuns, possibilitando a exportação do conteúdo do paper e sua adaptação para diversos formatos de publicação. Mesmo sem o uso desses comandos avançados, é conveniente adotar modelos formais que norteiem a divisão da estrutura do conteúdo do trabalho, a indicação de autores, o uso de tabelas e figuras, entre outros elementos.

Confira, a seguir, um modelo padrão que pode ser usado para a produção de seu paper, com vistas à submissão para eventos e periódicos internacionais: MSW_USltr_format (formato .doc)

Link no Scribd:

http://pt.scribd.com/doc/24541946/MSW-USltr-Format

Link no E-Book Browse:

http://ebookbrowse.com/msw-usltr-format-atm2011-doc-d48633063

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

31/10/2011 às 14:31

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Agenda de seminários

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27/10: Regiane, Maria Lucia, Patricia, Paula e Tatiana

03/11: Eloiza, Sergio, Humberto, Lucas, Roberta, Fernando, Luana, Flavia e Nirave

17/11: Ronaldo, Eliane, Alex, Tulio, Paulo e Rodrigo

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

31/10/2011 às 12:44

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Exercício 2. Minha vida digital

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Proposta: Leia o texto a seguir. Considere a diferença do cenário tecnológico atual em relação ao da geração de seus pais ou avós, que nasceram, cresceram e trabalharam em um mundo anterior à internet e às novas tecnologias de comunicação e informação. Redija, então, uma pequena carta, em 15 a 20 linhas, endereçada a um familiar seu no ano de 1960. Descreva a ele o contexto tecnológico atual, numa perspectiva que seja compreensível à mentalidade daquela época. Busque elementos que façam nosso “mundo digital” e nossa “vida digital” parecerem menos estranhos a seu antepassado. Ah, e depois, se esse seu parente ainda for vivo, envie a carta impressa a ele pelo Correio, com selo postal e lacrada com cola líquida, com data de 27/10/1960.

Objetivos: Reflitir sobre as transformações provocadas pelas tecnologias digitais em nosso cotidiano. Exercitar a escrita criativa.

Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

31/10/2011 às 12:41

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Exercício 1. O que é digital?

com 2 comentários

Proposta: Leia os trechos a seguir. Se necessário, consulte um dicionário ou páginas específicas na internet de modo a esclarecer termos técnicos relacionados aos princípios físicos e às tecnologias citadas. Reflita sobre as aplicações desses conceitos ao universo da comunicação digital. Redija um verbete de até 3 linhas com uma definição do termo “digital”.

Objetivos deste exercício: Apresentar conceitos introdutórios de mídia digital; familiarizar os alunos com hábito de leitura em inglês; estimular a capacidade de síntese e de definição. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

31/10/2011 às 12:37

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Aspectos de um modelo de negócios

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Aspectos de um modelo de negócios

  • Arquitetura de produtos, serviços e fluxos
  • Descrição de atividades, ciclos e papéis
  • Valoração dos elos da cadeia de produção
  • Fontes e meios de obtenção de receitas

Etapas do negócio das mídias

  • Planejamento
  • Produção
  • Programação
  • Agregação
  • Venda
  • Distribuição
  • Consumo
  • Atendimento

Variáveis

  • Tipos, perfis e nichos de público
  • Formatos e volumes de conteúdos
  • Canais de acesso e distribuição
  • Velocidade do fluxo de informação
  • Opções de adaptação, atualização e reprodução

 

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/08/2011 às 4:49

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Definição dos termos

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Expressão do significado de termos usados nas formulações do modelo, com o intuito de estabelecer um referencial convencionado em torno de seu vocabulário. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 22:07

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Regras e sentenças

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Regras e sentenças expressam condições necessárias ou recomendações para estruturação, relacionamento e submissão de conteúdos com base no modelo proposto. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 21:11

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Atores e papéis

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Equipes de produção organizam-se seguindo um conjunto de papéis colaborativos e complementares, executados por indivíduos ou grupos em comunidades de aprendizagem. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 20:59

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Ambientes e espaços

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Ambientes de aprendizagem televisiva e seus espaços temáticos podem constituir réplicas virtuais de espaços correspondentes a uma coleção de conteúdos educativos. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 19:08

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Classes de conteúdo

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Classes de conteúdo designam peças midiáticas com características comuns necessárias e suficientes para compor uma unidade identitária de formatação, estilo e linguagem.

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Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 18:11

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Categorias e condições

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Classes de conteúdo podem agrupar-se segundo suas categorias midiáticas predominantes e as condições que determinam sua utilização em contextos interativos de televisão. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 17:18

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Vinculação de classes

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As condições para vinculação de conteúdos de forma a comporem uma programação educativa integrada baseiam-se nas sentenças de regras gerais apresentadas no modelo. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 16:27

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Tipos de vínculos

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A conexão entre elementos e classes de conteúdo pode se dar a partir de vínculo funcional ou documental, conforme a natureza da inter-relação que designam. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 16:21

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Acionamento de classes

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Uma classe vinculada como meta-conteúdo em relação a outra pode ser acionada por iniciativa do tele-interator ou exibida de forma automática, por default. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 15:49

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Atributos e metadados

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O modelo proposto prevê atributos de classes de conteúdo como forma de especificar condições para derivação de sistemas automáticos de identificação de vínculos.

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Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 13:52

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Atributos das classes

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Deve haver critérios para a caracterização de atributos conforme as relações de necessidade, multiplicidade e ordem, conforme definidas no modelo. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 12:57

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Funções interativas

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A modelagem da transmissão e retorno do conteúdo considera requisitos de interação, com fluxos condicionais de envio de informações pelo sistema e/ou tele-interatores. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

23/09/2010 às 11:59

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Eventos computacionais

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Um modelo generalizado dos eventos associados a funções computacionais interativas pode ser descrito na forma de relatos de atividades. Leia o restante deste texto »

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

13/09/2010 às 9:02

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