teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Entrega do trabalho de produção de revista

com 3 comentários

A entrega do trabalho final da disciplina de Planejamento Gráfico-Editorial envolve dois itens: o arquivo PDF da revista editorada e o relatório descritivo sobre seu projeto gráfico. O arquivo em PDF da publicação deve ser salvo na pasta compartilhada da disciplina na rede de computadores do LEE, através do caminho a seguir:

Compartilhadas / Jornalismo / Planejamento Gráfico Editorial (alunos) / Planejamento 3 / Revistas produzidas

O relatório deve conter o nome de todos os membros do grupo e deve ter sua versão textual (sem o espelho) publicado ao final desta página, como comentário. O arquivo completo do relatório (com o espelho da edição e, eventualmente, outras referências de imagem) deverá ser salvo, também em arquivo PDF, na mesma pasta indicada acima. Seu conteúdo deve ter por referência os tópicos indicados nos links a seguir:

Definições sobre o projeto gráfico da revista

Componentes do Projeto Gráfico-Editorial de Revistas

O prazo para conclusão do trabalho é o dia 30/1.

Na aula do dia 5/2 (turmas A, B) ou 4/2 (turmas C, D), todas as equipes irão apresentar o resultado de seu trabalho, projetando o arquivo PDF e comentando os critérios adotados no projeto gráfico, respondendo a questões e comentários dos colegas e do professor. O arquivo digital editorado será publicado on-line, pelo Prof. Belda, através do software Issuu (http://issuu.com), para servir como portfólio do nosso trabalho.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

30/01/2014 às 21:25

3 Respostas para 'Entrega do trabalho de produção de revista'

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  1. Projeto Gráfico – Editorial revista enQuadra
    Grupo: Mariana Marcucci Torres, Julia Travieso, Mayara Reis, Pedro Borges, João Ernesto Reis, João Vitor Reis, João Victor Jacetti, Breno Lima e Leonardo Manffré

    1.As referências utilizadas para a construção do projeto gráfico da revista vão desde publicações que apenas se valem de elementos semelhantes da diagramação quando se trata do objeto final do produto até revistas realmente do mesmo segmento temático que a revista enQuadra, uma revista de esportes com um olhar, ou por assim dizer, um enquadramento diferenciado sobre a questão esportiva. Não falaremos apenas sobre o esporte como profissão. E no esporte como profissão não falaremos apenas de futebol. A revista “Bundas”, por exemplo, foi utilizada como modelo de diagramação caótica, com diversidade de cores e vários elementos que preenchem suas páginas por completo. Por objetivar atingir um público classe C, ainda que com uma proposta diferente de tudo o que esse público já tenha visto, enQuadra busca investir em uma diagramação que chame bastante atenção e prenda o leitor às suas páginas. O jornal alemão “Bild” e o semanário brasileiro “O Pasquim” também foram emprestados como referências na construção da enQuadra. Ainda que não sejam revistas, também apresentam a diagramação bem preenchida e com grande diversidade de elementos que buscamos. No caso de “O Pasquim” a grande utilização de ilustrações e humor gráfico também serviu como inspiração para nossa revista, já utilizamos esse artifício como mais uma estratégia de prender o público leitor a nossa proposta. Queremos mostrar algo novo para esse público, mas para isso precisamos fazer com eles realmente queiram ler nossa publicação. As revistas “Superinteressante” e “Mundo Estranho” também são referenciadas pela grande quantidade de elementos que suas páginas carregam, uma diagramação que passa a sensação de sempre ter alguma coisa que você ainda não viu dentro de uma mesma página, além de também utilizarem de ilustrações e imagens construídas graficamente. enQuadra também dialoga com a publicação alemã “ECOS”, revista que trata de turismo e comportamento latino-americanos para os alemães, na medida em que utiliza uma diagramação com uma vasta paleta de cores e grande quantidade de imagens, em detrimento de textos mais curtos, e tudo isso numa harmonia desarmoniosa que serve para manter o leitor vidrado na revista. A revista norueguesa “Bar Apéritif”, uma publicação sobre bares e restaurantes, também traz para enQuadra a questão das cores, muitas páginas com cores de fundo e títulos que atravessam a página dupla, além do casamento texto em pequena quantidade e imagem em grande quantidade. Por fim a revista “Placar”, ainda que trate do esporte de maneira divergente da enQuadra, é referenciada na maneira como dispusemos nossos elementos dentro das páginas, apesar de a “Placar” utilizar de textos um pouco mais longos. Além disso, a capa da enQuadra em sua disposição de elementos e tipografia se relaciona com grande proximidade à revista “Placar”.

    Briefing
    O ponto forte da revista enQuadra é a abordagem diferenciada do esporte. Pretendemos mostrar o que mais ninguém mostra. Assumiremos uma posição ainda vazia no mercado, oferecendo uma perspectiva diferenciada dos fatos direcionada a um público classe C e D.
    A homens e mulheres de 18 a 55 anos, pertencentes às classes C e D. Esse leitor acompanha o esporte pelo ponto de vista oferecido pelos grandes veículos (Globo, Band, Lance, Jovem Pan, Transamérica, Folha, Estadão e O Globo, entre outros do gênero).
    A faixa da população atingida não possui grande hábito de leitura e estudo, além de não dispor de muito tempo hábil para isso, então propomos oferecer-lhes uma visão diferenciada do assunto. Entram nessa revista quaisquer assuntos relacionados ao esporte que possam apresentar um viés de maior interesse público. A revista será estridente, buscando atrair o público alvo.
    Não existe um produto semelhante no mercado. Pretendemos preencher essa lacuna para um público que está acostumado a ter acesso a coberturas mais simplificadas e pasteurizadas.

    2.O logotipo da publicação é o próprio nome da revista, que faz um jogo de ambiguidades em torno da nossa temática e o modo através do qual ela será abordada. enQuadra pode significar dentro da quadra, que faz uma referência ao elemento de grande significação dentro do meio esportivo que é a quadra, ou ainda por vir de enquadramento, já que a revista se propõe a trazer uma outra perspectiva do mundo esportivo ainda não muito abordada. A disposição dos tipos em tamanhos diferenciados e a utilização de linhas no logo pretende retratar essa ambiguidade. Todos os caracteres do logo estão em caixa baixa enquanto apenas o “Q” é colocado em caixa alta e tem uma formato um pouco mais encorpado que os outros. Passa uma linha no meio do “Q”, que vem em um formato bem arredondado, o que faz referência a imagem que fica no meio das quadras, uma bola com uma linha no meio. O “en” fica em cima dessa linha e o “uadra” embaixo alcançando uma disposição interessante e harmoniosa. A fonte utilizada é sem serifa e encorpada o que traz um equilíbrio entre a descontração, que o tema exige e a firmeza, que um logotipo demanda.

    3.O conteúdo da revista é distribuído em algumas seções, que sempre se mantém de uma edição para outra, e em reportagens que se diferenciam entre as edições e dependem da pauta em questão. As seções denominadas da seguinte maneira: “Jogada ensaiada”, “Escalação”, “Levantamento”, “Bate-bola”, “Na cara do gol”, “Nocaute”, “Holofote”, “Lance livre” e “Esportes bizarros”. Todos os nomes de seção remetem a algum elemento que se relacione a modalidades esportivas, justamente por ser uma revista que trate do esporte. Elas são identificadas na diagramação através de um faixa estreita no canto da página que leva o nome daquela seção e diferem de cor conforme a página. “Jogada ensaiada” traz o editorial da publicação, ou seja, a opinião do veículo sobre determinados assuntos. “Escalação” mostra o nosso expediente. “Levantamento” abarca sempre uma matéria factual de algum assunto em pauta no mundo do esporte. “Bate-bola” é uma entrevista e “Na cara do gol” um perfil, ambos com personalidades do mundo do esporte que a revista julgue de algum interesse para o público leitor. “Nocaute” é um artigo de opinião que se relaciona a alguma reportagem da revista. “Holofote” traz ensaios fotográficos sempre com enfoques diferenciados uns dos outros. “Lance livre” é o espaço para o cronista do mês tratar qualquer assunto que se relacione de alguma maneira ao esporte. E “Esportes bizarros”, como o próprio nome já diz, é a seção que abre espaço para história de esportes estranhos que se veem por ai. As seções tem sempre o mesmo local no boneco da publicação, ou seja, isso não varia de edição para edição, salvo exceções justificadas. Em nossa segunda edição a seção “Nocaute” troca de lugar por precisar estar próxima do assunto ao qual se relaciona. A distribuição do conteúdo nas páginas da revista começa com a seção “Levantamento” para já prender a atenção do leitor desde o começo e em seguida se dá em ordem crescente de importância até chegar o meio, em que está a matéria principal da edição. Depois disso volta a decrescer até chegar em uma última matéria bem leve e descontraída, no caso a seção dos “Esportes Bizarros”. Apesar disso, a revista procura alternar assuntos maiores e mais densos com assuntos leves em sua distribuição. Depois da matéria principal, que ocupa quatro páginas da publicação, vem a seção “Holofote”, que são apenas fotos dispostas por seis páginas, o que ajuda a recarregar as energias do leitor para as próximas matérias. Com relação à disposição dos elementos, tanto nas seções quanto nas reportagens, enQuadra traz textos curtos e prioriza a utilização de imagens e ilustrações, sempre em destaque na página.

    Seções:
    • Jogada ensaiada
    • Escalação
    • Levantamento
    • Bate-bola
    • Na cara do gol
    • Nocaute
    • Holofote
    • Lance livre
    • Esportes bizarros – assinada por Mariana Torres

    4. O grid adotado na revista é aplicado em uma página A4 e possui uma colunagem que varia entre 2 e 3 colunas, com 7mm de distanciamento uma da outra. A margem da página é de 12,7 mm e toda a informação textual consta dentro dessa margem. Os textos em geral priorizam o alinhamento justificado, salvo exceções de páginas especiais da revista, como a linha do tempo das Paralimpíadas na primeira edição e a seção de “Esportes bizarros”. A tabulação engloba um recuo de 5 mm em cada início de parágrafo dos textos, exceto no início do texto, em que sempre vem a letra capitular em tamanho 3mm, e quando houver intertítulo. Geralmente a revista segue a modulação de espaço para título e linha-fina e, se houver, introdução do texto principal alinhada com o canto esquerdo ou direito da página, com uma pequena linha logo abaixo da parte escrita. Depois vem a assinatura da matéria e o texto em si. As imagens procuram ocupar a colunagem correta. De tudo isso existem as exceções de páginas, como a da matéria principal, “O esporte pelo mundo” ou a seção de “Esportes bizarros”. A capa, o expediente, e editorial e o índice são exceções a modulação do gride que perpassa a revista, visto que são páginas especiais. A capa é ocupada em grande parte por pequenas manchetes sobre o conteúdo da revista por seguir a ideia de uma diagramação bem preenchida. O índice se utiliza do artifício do box para separar as páginas de seções das páginas de reportagens, para que o leitor se localize melhor. O editorial e o expediente dividem a mesma página, separados por um grande box que engloba o expediente.

    5. Manchete
    Fonte – Kraft nine para as reportagens ou Kenyan coffee para as seções (sempre em caixa alta para chamar a atenção do leitor) ambas em preenchimento regular.
    Corpo – Entre 60 e 100
    Entrelinha – automática
    Modo – centralizado, justificado ou alinhado
    Colunas – 1 a 3
    Exceções: Matéria principal, “O Esporte pelo mundo” tem a manchete em whitehall variando de 100 a 150 no corpo, isso porque tem toda uma estrutura diferenciada que atenta o leitor para o principal assunto que queremos mostrar nessa edição da revista enQuadra. As seções de ensaio fotográfico e de esportes bizarros também não estão em kenyan coffee como deveriam, por se tratarem de seções especiais e mais artísticas. O infográfico sobre as paralipíadas também traz outras fontes na manchete, impact em corpo 36 e bookman old style em 48, também por ser uma página singular e diagramada toda em condições especiais dentro da revista.

    Linha fina da manchete
    Fonte – Corbel regular
    Corpo – 18
    Entrelinha – automática
    Ajuste – horizontal sem porcentagem determinada
    Colunas – 2 ou 3

    Texto de matéria
    Fonte – Batang regular e Unbatang regular (está última é a versão negrito da primeira).
    Corpo – 12
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado

    Crédito de texto (nome do autor) – só para matérias assinadas
    Fonte – Corbel regular
    Corpo – 10
    Entrelinha – automática
    Modo – centralizado, justificado ou alinhado

    Crédito de imagem
    Fonte – Corbel regular
    Corpo – 8
    Entrelinha – automática
    Modo – alinhado ao pé ou à cabeça da foto no lado direito ou esquerdo (na vertical ou na horizontal)

    Legenda para imagem (horizontal ou vertical)
    Fonte – Corbel regular
    Corpo – 9
    Entrelinha – automática
    Modo – centralizado, justificado ou alinhado

    Janela (olho)
    Fonte – Impact
    Corpo – 26
    Entrelinha – automática
    Modo – centralizado ou justificado
    Nº de linhas – livre

    Entrevista ping-pong
    Pergunta – Unbatang regular
    Resposta – Batang regular
    Corpo – 12
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado ou alinhado

    Três primeiras palavras dos textos de matéria
    Fonte – Unbatang regular
    Corpo – 12
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado

    Intertítulo de matéria
    Fonte – Corbel
    Corpo – 14
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado ou centralizado

    Letra capitular
    Fonte: Corbel regular
    Tamanho – 3 mm

    Introdução de texto de matéria
    Fonte – Corbel regular
    Corpo – 14
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado ou alinhado

    Expediente
    Fonte – Corbel regular nos intertítulos e Batang regular no restante
    Corpo – 12
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado

    Editorial
    Fonte – Batang regular e Whitehall regular
    Corpo – 12 para batang e 36 para whitehall
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado

    Índice
    Fonte – Kenyan coffee regular, Batang regular, Unbatang regular e Corbel regular
    Corpo – 72 para Kenyan coffee, 18 para Corbel das reportagens, 12 para Batang e Unbatang das seções e 24 para Unbatang no nome SEÇÕES.
    Entrelinha – automática
    Modo – alinhado

    Capa
    Fonte – Bender regular, Impact em negrito, Bookman Old Style em negrito e Cornestone regular.
    Corpo – Bender em 72, Impact em 22, Bookman em 24 e Cornestone em 20
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado ou alinhado

    Texto para box
    Fonte – Corbel regular
    Corpo – 12
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado ou alinhado

    6. Adotamos para a revista enQuadra uma vasta paleta de cores com grandes variações de tonalidade e intensidade em uma mesma cor. Variamos basicamente entre cores mais vivas e chamativas, como azul, verde, amarelo, laranja e suas variações. A definição se justifica dado o grande uso de ilustrações que a publicação emprega, que acabam por casar melhor com a página quando se utiliza uma cor de fundo. Além disso, a paleta de cores mais extensa da qual enQuadra se vale serve para representar o dinamismo e a originalidade que a publicação deseja passar ao leitor. Cores vivas e alegres também chamam atenção para àquilo que gostaríamos de mostrar ao nosso leitor. O uso de brancos e pretos se balanceia a esse contexto citado anteriormente, dialogando com a página com cor de fundo ou sem, escrita em cima de imagens ou mesmo no próprio fundo das páginas quando já houver muitas cores no conteúdo.

    7. Os elementos de iconografia dentro da revista enQuadra não aparecem em grande quantidade, apesar de ser destinada a um publico bem imagético, já que o uso de ilustrações e fotos é muito presente na publicação. No entanto, utilizamos um pequeno losango ao final de cada texto da revista, que representam o término daquela matéria, entrevista, seção, etc. Utilizamos também uma barra bem fina embaixo das introduções dos textos de matéria, quando elas se fazem presentes, para diferenciá-las do restante da página.

    Mariana Torres

    05/02/2014 em 15:05

  2. COMPONENTES OBRIGATÓRIOS DO PROJETO GRÁFICO-EDITORIAL
    Revista “Balaio”

    Felipe Altarugio, Gabriel de Castro Hirabashi, Jéssica Santos, Jéssica Zen, Lívia Neves, Lucas Loconte, Maria Cecília Tebet, Maria Eduarda Amorim, Mariana Tavares, Vanessa Souza.

    1) Briefing
    A revista Balaio tem como ideia tratar de temas diferentes para leitores curiosos, mas sem ser uma revista científica ou de curiosidades: a proposta é criar uma publicação que o leitor guarde. Por isso, cada matéria é pensada para explorar temas que rendam um aprofundamento nunca visto antes, com personagens, assuntos e situações que instiguem o leitor a procurar mais sobre o assunto abordado.
    O projeto da Balaio foi lançado em outubro de 2013 e a primeira edição sairá em fevereiro de 2014. Como o foco da revista é num público mais curioso, ela se torna segmentada para o público em geral, mas com ênfase nos jovens de classe AB de 20 a 26 anos. É uma publicação bimestral, com circulação em todo o território nacional.
    Este projeto gráfico traz o primeiro exemplar da publicação, sendo que a disposição das páginas pode sofrer alteração de acordo com o conteúdo de cada edição.

    2) Normatização
    Seções:
    • da redação (editorial)
    • Seção de Quadrinhos (matéria em quadrinhos)
    • Rascunho (seção que traz o debate sobre determinado assunto com diversas fontes)
    – A revista pretende abordar conteúdo e temática diversificados em suas edições, sem a presença de seções fixas em prol da liberdade de criação e desenvolvimento das pautas e seguindo um fluxo coeso de matérias.
    Manchete
    Fonte – Aparajita, Pakenham e Segoe UI Semilight
    Corpo – Entre 20 e 35
    Entrelinha – automática
    Modo – centralizado, justificado ou alinhado
    Colunas – 1 ou 2

    Linha fina da manchete
    Fonte – Aparajita
    Corpo – Entre 15 e 20
    Entrelinha – automática
    Ajuste – horizontal sem porcentagem determinada
    Colunas – 1 ou 2

    Texto de matéria
    Fonte – Aparajita
    Corpo – 13
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado

    Crédito de texto (nome do autor) – só para matérias assinadas
    Fonte – Aparajita
    Corpo – 14
    Entrelinha – automática
    Modo – centralizado, justificado ou alinhado

    Modelo para titulação de box
    Fonte – Pakenham
    Corpo – 25
    Entrelinha – automática
    Modo – centralizado, justificado ou alinhado
    Colunas – 1 ou 2

    Texto para box
    Fonte – Pakenham
    Corpo – 15
    Entrelinha – automática
    Modo – justificado ou alinhado

    Crédito de imagem
    Fonte – Aparajita
    Corpo – 9
    Entrelinha – automática
    Modo – alinhado ao pé da foto no lado esquerdo (na vertical); alinhado à cabeça da foto no lado esquerdo (na horizontal)

    Legenda para imagem (horizontal ou vertical)
    Fonte – Aparajita
    Corpo – 11
    Entrelinha – automática
    Modo – centralizado, justificado ou alinhado (se horizontal) e alinhado (se vertical)

    Texto-legenda (foto-legenda)
    Título do texto-legenda – Aparajita (negrito)
    Fonte do texto – Aparajita
    Corpo – de 9 a 11
    Entrelinha – automática
    Modo – centralizado, justificado ou alinhado (se horizontal) e alinhado (se vertical)

    Parágrafo de matéria
    5 mm

    Matéria cercada ou reticulada
    As matérias seguem a colunagem padrão da revista, sem adquirir formatos diferentes por causa de imagens. Existem, ocasionalmente, boxes em algumas reportagens como forma de passar informações adicionais.
    Topo – 1 cm
    Pé – 1 cm
    Lado direito – 0,5 cm
    Lado esquerdo – 0,5 cm

    Janela (olho)
    Fonte – Segoe UI
    Corpo – 18 ou 20
    Entrelinha – automática
    Modo – alinhado à direita
    Nº de linhas – 2 a 6

    3) Logos, grafismos e imagens
    O logotipo da revista é bem simples, utilizando a fonte Agoestoesan Font para construir o nome “Balaio”. A ideia é que a capa tenha alguma foto que remeta ao balaio (um cesto indígena), contendo imagens de textura de palha. Essa imagem irá variar conforme a edição, para não tornar a revista repetitiva. No final de cada matéria, será incluído um ícone (quadrado) que demonstra que o texto se encerrou. Usaremos o ícone bullet para o encerramento das matérias.
    A proposta visual do projeto será mais formal em relação à simetria, já que utilizará muitas imagens para compor as matérias. A ideia é utilizar menos de texto e mais imagens para ilustrar e enriquecer o conteúdo. Por isso, optou-se por não utilizar logotipos ou grafismos para não tornar as páginas poluídas e cansativas visualmente falando.
    A variação da paleta de cores também vai acontecer em cada edição e dependendo das cores da foto de capa e das matérias da edição.

    4) Espelho/Esquema de circulação

    1. Quais referências consultadas podem inspirar o projeto gráfico da revista?
    As revistas National Geographic, Scientific America, Go Outside e The Surfer’s Journal Brasil, Revista de Jornalismo ESPM.

    2. Como será o logotipo da publicação?
    O logotipo da revista será o escrito “Balaio” na fonte Agoestoesan Font e com o corpo todo em minúsculo.

    3. Como o conteúdo será distribuído na organização editorial da revista?
    A divisão será feita através do tamanho de cada matéria. A revista terá matérias mais longas e mais curtas, e será feita uma costura equilibrando essas matérias e o conteúdo de cada uma delas.

    4. Qual tipo de modulação (grid) será adotado? Haverá variação do grid entre as páginas? Como esses módulos serão separados (espaços, linhas, boxes etc.)?
    A revista será produzida no formato de uma página A4 e com duas colunas, espaçadas entre si em 7mm. Não haverá variação do grid entre as páginas, a única coisa que será diferente é no modo como as imagens serão colocadas em cada página, podendo ocupar cantos, uma coluna, duas colunas, uma página e meia ou página cheia.

    5. Quais tipos e fontes serão adotadas, considerando uso de grifos (bold, itálico) e diferenciação para títulos, linha-fina, corpo de texto e destaques etc?
    Serão três as fontes utilizadas: Aparajita; Segoe UI; e Pakenham, em suas versões regulares, lights, bolds e itálico.

    6. Qual a paleta de cores a ser adotada? Haverá variações de tonalidade e intensidade no emprego de uma mesma cor? Haverá variação de cores em função do conteúdo de cada página?
    A variação da paleta de cores também vai acontecer em cada edição e dependendo das cores da foto de capa e das matérias da edição.

    7. Quais elementos de iconografia serão adotados (ícones, vinhetas, selos, marcas etc.)?
    O logotipo da revista é bem simples, utilizando a fonte Agoestoesan Font para construir o nome “Balaio”. A ideia é que a capa tenha alguma foto que remeta ao balaio (um cesto indígena), contendo imagens de textura de palha. Selos, ícones, vinhetas e marcas não serão utilizados para não sobrecarregar as páginas, que serão compostas, em sua maioria, por imagens. Usaremos o ícone bullet para o encerramento das matérias.

    Gabriel de Castro

    05/02/2014 em 17:08

  3. Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
    Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação – FAAC
    Departamento de Comunicação Social
    Curso de Jornalismo

    Planejamento Gráfico Editorial II
    Professores: Dr. Francisco Rolfsen Belda e Tássia Zanini
    Jornalismo Impresso II
    Professor e Jornalista Responsável: Dr. Angelo Sottovia Aranha (MTB 12.870)
    6º Termo Jornalismo Noturno
    Alunos:
    Annelize Pires
    Carolina Rodrigues
    Gabriel Oliveira
    Marina Paschoalli
    Mayara Abreu Mendes
    Isis Rangel
    Renan Fantinato
    Wagner Alves

    Definições sobre o projeto gráfico da revista

    1. Quais referências consultadas podem inspirar o projeto gráfico da revista?
    Unesp Ciência (edições número 15 e 30)
    National Geographic (edição de novembro de 2010)
    Revista Trip (edição número 130)
    Revista Amarello (edição número 9)

    2. Como será o logotipo da publicação?

    3. Como o conteúdo será distribuído na organização editorial da revista?
    Existem algumas seções específicas: “Vai pra onde?”, “Crônicas de Tenotchitlán”, “Para ler e assistir”, “Ensaio fotográfico”, “Para não esquecer”, “Viagens históricas”, “Moda e Estilo”, “É do Brasil?”, “Tech”.
    Além disso, existe espaço para: editorial/carta ao leitor, matérias, entrevistas e charge/ilustração.
    Não existe um sequência pré-estabelecida das seções e das matérias. Isso vai depender da pauta, da relevância da matéria, do tamanho da matéria (por exemplo, não se deve colocar duas matérias com 6 páginas seguidas), etc. A única coisa que é padrão é que o editorial/carta ao leitor vem primeiro do que qualquer matéria ou seção, sempre na página 3.
    Não existe um número fixo de páginas na revista.

    4. Qual tipo de modulação (grid) será adotado? Haverá variação do grid entre as páginas? Como esses módulos serão separados (espaços, linhas, boxes etc.)?
    – Formato A4
    – 3 colunas, espaçamento de 6,233 entre elas
    – Explorar o fundo branco
    – Bordas arredondadas em boxes e fotos
    – Identidade nos títulos, na linha fina e na assinatura
    – Linha fina não é obrigatória, depende da necessidade da matéria
    – Legenda não é obrigatória, depende da necessidade da foto
    – Padrão no “olho”
    Podem haver variações no grid (como por exemplo a carta da seção “viagens históricas” dessa edição, que possui uma coluna por página). Isso depende do “estilo” da matéria.
    Além disso, a fonte de título e linha fina pode mudar em situações especiais (como por exemplo o ensaio fotográfico desta edição, que a fonte padrão não “combinou” com a página e optamos por uma outra).

    5. Quais tipos e fontes serão adotadas, considerando uso de grifos (bold, itálico) e diferenciação para títulos, linha-fina, corpo de texto e destaques etc?
    1. Texto: Verdana, tamanho 12 (Capitular: Courier New, 3)
    2. Olho: Verdana (o tamanho varia de acordo com a matéria, +- 13)
    3. Título:
    a. Matérias comuns: Courbel em negrito (o tamanho varia de acordo com a matéria, +- 48)
    b. Seções: Courier New em negrito (o tamanho varia de acordo com a matéria, +- 48)
    4. Linha Fina: mesma da opção do título, tamanho 17
    5. Assinatura: Courier New, tamanho 16
    6. Número de página: Arial Rounded MT, tamanho 13
    7. Créditos (horizontal ou vertical): Verdana, tamanho 6
    8. Legenda (dentro ou fora da foto): Verdana, tamanho 8
    9. Parágrafos: sem enter. Na parte de parágrafos da caixa de texto. Um símbolo com linhas e uma seta apenas na primeira linha. 5mm.
    10. Nome das seções: Courier New negrito, tamanho 24
    11. Intertítulo: Verdana em negrito, tamanho 12 (há variações na justificação, pode ser centralizado, pode ser jogado pra direita, etc)
    12. Manchetes da capa: Helvética (Manchete principal: tamanho 18, Outras manchetes: tamanho 17)

    6. Qual a paleta de cores a ser adotada? Haverá variações de tonalidade e intensidade no emprego de uma mesma cor? Haverá variação de cores em função do conteúdo de cada página?
    Havéra variações de tonalidade e intensidade de acordo com cada página.

    7. Quais elementos de iconografia serão adotados (ícones, vinhetas, selos, marcas etc.)?
    Para todo começo de matéria. Indica o início da matéria. Fica no canto superior esquerdo da página da esquerda.

    Para indicar que a matéria está continuando. Fica no canto superior esquerdo da página da esquerda.
    É o olho. As linhas e a bolinha pode mudar de lugar.
    Indicativo de seção. A fonte é padrão, mas a cor, tanto da fonte quanto do fundo do retângulo, pode variar de edição pra edição. Quando é página de seção, não se coloca o símbolo da malinha e nem a linha reta.

    Componentes obrigatórios do projeto gráfico-editorial

    1) Briefing
    A revista Check In tem a proposta não de ser um guia de viagens, com indicações de boas cidades para se visitar, ou de qual restaurante se deve ir, mas sim de ser uma revista própria para viajantes, que traga novidades e dicas, e que seja útil para qualquer pessoa que queira viajar, seja de carro, de moto, de avião ou até mesmo de bicicleta.
    Dessa maneira, atinge um público específico, de pessoas que gostam de viajar. Pode variar entre homens e mulheres, mas provavelmente atinja uma faixa etária de 20 a 50 anos, idade pela qual as pessoas se interessam mais por viagens e têm condições de realizá-las (condições físicas, financeiras e de disponibilidade de tempo). A circulação é nacional, pois trata do assunto em âmbito nacional. A revista é trimestral.
    Sua linha editorial é inovadora, uma vez que a maioria das revistas brasileiras de viagens se resume a indicar lugares, hotéis e restaurantes. A Check In se propõe a falar de diversos assuntos no mundo das viagens, desde “que roupa é adequada e confortável para usar durante a viagem” até “quais são as burocracias para quem quer viajar para fora do país”.
    O nome se refere ao ato de chegar ao aeroporto ou ao hotel. Ou seja, faz referência a partida para uma viagem.
    Este projeto gráfico apresenta o exemplar de fevereiro de 2014, sendo que a disposição das páginas pode sofrer alteração de acordo com o conteúdo fixado em cada edição.

    2) Normatização
    Existem algumas seções específicas: “Vai pra onde?”, “Crônicas de Tenotchitlán”, “Para ler e assistir”, “Ensaio fotográfico”, “Para não esquecer”, “Viagens históricas”, “Moda e Estilo”, “É do Brasil?”, “Tech”.
    Além disso, existe espaço para: editorial/carta ao leitor, matérias, entrevistas e charge/ilustração.
    Não existe sequência fixa para as seções e para as matérias. Isso vai depender do assunto, da diagramação, etc.
    A única coisa que é padrão é que o editorial/carta ao leitor vem primeiro do que qualquer matéria ou seção, sempre na página 3.

    1. Texto: Verdana, tamanho 12 (Capitular: Courier New, 3)
    2. Olho: Verdana (o tamanho varia de acordo com a matéria, +- 13)
    3. Título:
    a. Matérias comuns: Courbel em negrito (o tamanho varia de acordo com a matéria, +- 48)
    b. Seções: Courier New em negrito (o tamanho varia de acordo com a matéria, +- 48)
    4. Linha Fina: mesma da opção do título, tamanho 17
    5. Assinatura: Courier New, tamanho 16
    6. Número de página: Viva STD, tamanho 13
    7. Créditos (horizontal ou vertical): Verdana, tamanho 6
    8. Legenda (dentro ou fora da foto): Verdana, tamanho 8
    9. Parágrafos: sem enter. Na parte de parágrafos da caixa de texto. Um símbolo com linhas e uma seta apenas na primeira linha. 5mm.
    10. Nome das seções: Courier New negrito, tamanho 24
    11. Intertítulo: Verdana em negrito, tamanho 12 (há variações na justificação, pode ser centralizado, pode ser jogado pra direita, etc)
    12. Manchetes da capa: Helvética (Manchete principal: tamanho 18, Outras manchetes: tamanho 17)

    3) Logos, grafismos e imagens

    O logotipo da revista é este. As “falhas” da letra (CF Xerography Demo) se adequam a cor do fundo, portanto podem mudar de acordo com a cor do fundo. A cor da letra também pode mudar de acordo com a foto que for escolhida, nesta edição foi branco, mas em outra pode ser preto, por exemplo. Além disso, o nome da revista pode vir em lugares diferentes, ou no centro, ou na esquerda, ou na direita. Isso depende da foto de capa, da diagramação, etc.
    Para todo começo de matéria. Indica o início da matéria. Fica no canto superior esquerdo da página da esquerda.

    Para indicar que a matéria está continuando. Fica no canto superior esquerdo da página da esquerda.
    É o olho. As linhas e a bolinha pode mudar de lugar.

    Todos os boxes têm bordas arredondadas. Eles podem estar sem contorno nenhum ou podem ser contornados por linha pontilhada.

    Toda foto também têm bordas arredondadas (menos as que sangrarem a página).

    A revista tem a proposta de utilizar muitas imagens. O visual é mais informal, uma vez que o tema é viagens.

    Esta é a paleta de cores.

    Nas seções específicas, o nome vem dentro de uma linha grossa com fundo colorido. A cor do fundo e a cor da letra podem variar de acordo com a página. Por exemplo:

    O fundo das páginas também pode mudar de acordo com a diagramação. Pode ser branco, normal. Pode ter uma foto. Pode ter qualquer coisa que seja coerente com a proposta da matéria.

    Existe um padrão na assinatura de crônicas. A foto vem dentro de um círculo e o texto, com o nome do autor e uma frase explicativa, vem ao seu redor.

    Também é padrão o uso de linhas pontilhadas na assinatura das matérias. A cor, tanto das linhas quanto do nome, pode variar de acordo com a matéria.

    As cores das legendas e dos créditos também pode variar de acordo com a página, de acordo com a foto, etc.

    4) Espelho/Esquema de circulação
    Incluir o espelho final (após a correção) da edição proposta.

    Carolina Rodrigues

    05/02/2014 em 21:47

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