teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Exercício de análise de capas de jornal impresso

com 71 comentários

Neste exercício, vamos analisar diversos modelos de capas de jornal impresso. O objetivo é aplicar critérios de sintaxe visual ao exame dos elementos que compõem o design da primeira página dessas publicações. Como corpus de referência, utilizaremos amostras de capas de jornais disponíveis na pasta “Capas de jornal”, acessível por meio da rede de computradores do LEE (pasta compartilhada do professor, dentro da pasta “Cursos”). Considerando os tópicos estudados nas apresentações da Aula 1 e da Aula 2, procure refletir sobre as seguintes questões: 

  • A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?
  • Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que copõem a capa?
  • Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?
  • Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
  • Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
  • As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
  • Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?
  • Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?

A partir de suas reflexões, deixe um comentário sobre o assunto ao final desta página, citando alguns exemplos selecionados do corpus em análise.

 

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

05/04/2017 às 21:11

Publicado em Planejamento Editorial

71 Respostas para 'Exercício de análise de capas de jornal impresso'

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  1. A capa do jornal Hartford Courant (jornal o qual analisei para me basear na minha capa), presente na rede de laboratórios do LEE, destaca apenas um assunto em quase todo a sua totalidade. Todavia há algumas chamadas no final da página sobre outros assuntos presentes em outras editorias do jornal. Em outras edições, o jornal investe no branco, mas sempre destaca a principal notícia do dia, com as outras notícias do dia em pequenas chamadas ao longo da página (ao lado ou abaixo).

    Ao longo da capa, mudanças tipológicas podem ser percebidas. O logotipo possui fonte gótica, enquanto o título e as matérias possuem a mesma fonte, que é serifada. Na capa, não há conteúdos de serviço.

    Na capa do jornal, há uma valorização de espaços em branco, principalmente quando há assuntos importantes, como eleições ou tragédias. A informação textual é predominante, mas a imagem de capa é sempre chamativa e atrativa.. Há, além de fotografias, há algumas ilustrações, mas sem a presença de ícones.

    Na capa, há um equilíbrio entre a imagem principal e o texto, havendo uma regularidade e simetria entre as colunas. As chamadas para as matérias diversas do jornal são centralizadas , diferentemente do restante do jornal, que é justificado.

    Victor Rezende

    10/05/2013 em 11:06

  2. Existem capas de jornais que não deixam um assunto em evidência como por exemplo, os jornais americanos que falaram sobre a tragédia em Boston. A capa de jornal do periódico “De Telegraaf” é cheia de matérias, uma “colada” na outra, com as cores vermelha, preta e amarela em evidência, causando até um desconforto ao leitor. Nesse mesmo jornal, há vários tipos de letras e nas mais diversas formas (negrito, itálico e sublinhado na mesma matéria). O estilo tipológico que define o jornal é o nome dele ser marcado e parecido no slogan com o The New York Times.
    Na capa, as utilidades para o publico só são as propagandas. O resto é apenas um “bombardeio” de notícias. A capa é extremamente cheia e várias chamadas das matérias têm contornos fortes na cor vermelha e os traços são grossos. Não há iconografia, apenas foto, texto e publicidade.

    Gabriela Lima

    10/05/2013 em 11:07

  3. Jornal Estado de Minas

    As capas do jornal Estado de Minas apresentam apenas algumas chamadas: em destaque na parte superior, uma manchete nacional de grande repercussão. Dispostos ao longo da página, estão assuntos também de porte nacional, além do noticiário mais local – que engloba cultura, educação, política, cotidiano, entre outros. Não há conteúdo de serviço na capa.
    Geralmente, as chamadas de esporte (do caderno Super Esportes) vem em uma caixa de texto cor de laranja, com fotos em destaque. Quando essa chamada é maior, não há outro destaque com foto. Em algumas capas, há chamadas culturais em boxes coloridos abaixo do logotipo e acima da manchete principal.
    Na capa, há variação tipológica: os títulos, chamadas menores e manchetes são escritos com fontes não-serifadas, enquanto os textos estão em fontes serifadas. O logotipo não apresenta um estilo marcante que o relacione com o jornal: a fonte é serifada e disposta em caixa alta.
    As cores predominantes são: azul para o logotipo e alguns boxes, laranja para destacar as chamadas de esporte, cinza para as chamadas de menor destaque e vermelho para as de maior destaque.
    Assim como o Correio Braziliense, a capa do Estado de Minas apresenta uma diagramação bastante equilibrada. Há o uso do branco separando as manchetes em toda sua composição. Outro recurso utilizado são as linhas. O único elemento iconográfico é o símbolo do portal Uai, ao qual o Estado de Minas está associado.
    Podemos perceber, assim, que o jornal não joga o maior número de informações possíveis para preencher a capa. Ele tem uma preocupação maior com o conforto visual de seus leitores. O atrativo do jornal consiste nesse aspecto visual.

    Giovanna Hespanhol

    10/05/2013 em 11:27

  4. A maioria dos jornais sintetiza o conjunto da edição com chamadas para diversas editorias. Uma foto principal ocupa maior espaço, mas também divide a atenção com outras fotografias. Há destaque e uso de itens iconográficos e de cores para as outras editorias dos jornais. Poucos levam somente um ou dois assunto para a capa (The Guardian, edição especial sobre as mudanças do jornal). Todos os jornais seguem um estilo tipológico uniforme segundo seu estilo. Se é tradicional ou sensacionalista, há um modelo a ser seguido. Não são todos os jornais que trazem conteúdo de serviço na capa, como o The New York Times. Os que o fazem, tem esses itens no final da capa (The Times) ou no canto superior (The Daily Progress).
    Creio que o estilo gótico é bem forte e cria uma identificação do jornal com o público. Entretanto, há modelos inovadores como “El Mirador de Latino America” que também criam uma nova identificação que deve ser principalmente de fácil associação. Jornais Standart têm informações fotográficas com maior foco e sobre os temas mais importantes da edição. Aqueles que são versao Berlinder fazem uso de desenhos gráficos que ocupam maior parte da folha ou fotos impactantes. A iconografia é uma ferramente bastante utilizada, principalmente para chamar a atenção para outras editorias. As cores são padrões, para destacar título a maioria usa o negrito, resultando em um sentido impactante. O vermelho também é comum em alguns jornais, basicamente para atrair o olhar e cria um modelo tradicional de periódicos. Quanto a composição da capa, a divisão em colunas ou linhas é a principal técnica usada pelos jornais o que dá uma visão equilibrada das informações, a exceção de alguns jornais de entretenimento, por exemplo o “De Telegraaf”, onde as notícias aparecem confusas e em grande número.

    Maria Esther Castedo Valdiviezo

    10/05/2013 em 11:28

  5. Dentre as capas anexadas pelo professor na pasta da disciplina, duas que me chamaram a atenção foram as dos jornais The Orange Counter Resister e The Oregonian. Um elemento comum que observei foi uma valorização do espaço em branco, é uma tendência mais moderna, visto que antes os jornais agregavam o máximo de informação possível em suas capas, priorizando o elemento textual.

    Nos dois casos, também se trabalha na diversificação tipológica, alternando entre fontes serifadas e não serifadas. Inclusive, o elemento de mais destaque na capa do The Orange Counter Resister explora um uso diferente das letras, formando uma imagem na qual as palavras colocadas em perspectiva enfocam o tema central. Estas diferenciações na tipografia merecem atenção por mostrar uma preocupação com a questão estética, mas, se não trabalhada adequadamente, pode atrapalhar na harmonia necessária para uma agradável leitura de capa. Outro elemento visual interessante observado é o uso de um gráfico na capa do The Oregonian, considerando que esse tipo de informação costuma ser reservado para as páginas internas dos jornais.

    Amanda de Moura Costa

    10/05/2013 em 11:29

  6. Correio Braziliense (10/05/2013)

    A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?
    A capa dessa edição do Correio Braziliense faz chamadas para matérias de várias editorias, mas dá mais espaço para as matérias que tratam de temas mais relacionados à cultura. Chamadas para matérias que em outros jornais tiveram mais destaque, tais como a história das jovens sequestradas em Ohio e novos fatos sobre a adulteração de leite, acabaram ganhando menos espaço na capa, sendo colocadas em colunas laterais.

    Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que compõem a capa?

    Há variações tipológicas entre os elementos textuais que compõem a capa. A chamada principal está em uma fonte mais forte, condizendo com o que ela retrata, ou seja, uma denúncia de possível corrupção da PM. Já na chamada para a matéria de gastronomia, a fonte é mais suave, assim como nas matérias de cultura. Nas chamadas que estão nas colunas laterais a fonte também é mais séria e forte do que as das matérias mais “leves”.
    As fontes variam entre serifadas e não-serifadas.

    Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?

    Não há chamada para conteúdos de serviço.

    Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?

    O logotipo do Correio Braziliense possui uma fonte serifada, moderna, em negrito.
    Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    A informação visual possui mais espaço na capa do jornal. A informação textual é apresentada de modo breve.
    As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
    A capa é extremamente gráfica usando várias fotos, inclusive fotos que quebram a diagramação da página, invadindo outras colunas.

    Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?

    Essa capa faz um forte uso do branco, provocando um respiro na leitura do jornal. Além disso, a capa usa as cores do prato para chamar a atenção dos leitores.

    Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?
    Apesar da capa fugir dos padrões, ela possui uma sensação de equilíbrio, pois o uso do branco deixa a capa mais leve.

    Zero Hora (20/05/2013)
    A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?
    A capa foca mais em matérias da região do RS, somente a matéria sobre o Papa pertence ao âmbito internacional. Também há chamada para algumas colunas e para o Segundo Caderno, essa última é feita no cabeçalho do jornal.

    Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que compõem a capa?

    Não há muita variação tipológica entre os elementos textuais, que são em boa parte compostos por letras serifadas, entretanto, os chapéus/retrancas possuem letras não-serifadas em caixa alta na cor azul.

    Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?

    Não há chamada para conteúdos de serviço.

    Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
    O logotipo da Zero Hora é moderno, com letras serifadas azuis em caixa alta.
    Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    A informação visual possui mais espaço na capa do jornal. A informação textual é apresentada de modo breve.

    As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
    A capa é extremamente gráfica usando várias fotos, assim como uma ilustração no cabeçalho e fotos dos colunistas.

    Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?

    A capa faz uso do branco, provocando um respiro na leitura do jornal. Além disso, a capa possui muitos elementos azuis, como o logotipo, as retrancas e a ilustração.

    Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?
    A capa é leve, por conta de seu aspecto gráfico que é explorado de forma equilibrada, ao contrário do que acontece em jornais como o carioca Meia Hora.

    Bianca Arantes dos Santos

    10/05/2013 em 11:30

  7. Algumas capas disponibilizadas pelo professor me chamaram a atenção, como as dos jornais Hartford Courant, Lansing State Journal, San Jose Mercury News, The Huntinton Times, The Orange County Register e The Oregonian. Todas elas utilizam elementos que as diferenciam de maneira positiva de outros modelos considerados conservadores. Manchetes em destaque, imagens expressivas, uso de tipologias variadas e, principalmente, uso do branco, são características que valorizam muito o Projeto Gráfico-Editorial de um jornal e o tornam verdadeiras quebras de padrão aos olhos do mercado e do leitor. Hoje em dia, o que torna um produto jornalístico atrativo não é a quantidade de texto apresentada por ele, mas sim a forma como os elementos gráficos são colocados a fim de tornar a leitura mais agradável e prazerosa.

    Tatiane de Sousa

    10/05/2013 em 11:31

  8. O jornal escolhido é o XPress, de Dubai. Foram analisadas a capa disponível no LEE e uma encontrada na internet.

    As capas tem um aspecto quase que de revista, bastante coloridas e ilustradas. A principal notícia ocupa grande parte da capa, enquanto as outras notícias do mesmo caderno também recebem destaque. As principais notícias dos outros cadernos aparecem na capa somente com o título, numa chamada bem simples e pequena. Preto e vermelho são as cores escolhidas para as manchetes, mas existem exceções, como destaques de palavras em laranja ou verde. A chamada da principal notícia recebe um tratamento especial, com corpo grande e chamativo, além do destaque para a palavra que mais chama a atenção do leitor ser em vermelha (o resto do título é em preto).

    A fonte do título do jornal é bem simples, e se apresenta de forma robusta e bem grande. O “X” da palavra “Xpress” vem em vermelho, o que destaca mais ainda o nome do jornal. Informação textual e visual são bem ligadas. A principal notícia da edição, por exemplo, é composta por uma ilustração enorme com as informações sobre a notícia colocadas em um canto e o título destacado no alto da ilustração. Lembra os infográficos de revistas atuais como a Superinteressante e a Mundo Estranho.

    O uso de imagens é pesado, e sempre há uma foto ou ilustração como destaque. Ícones também dão uma característica diferenciada à capa. São capas bem colorida, e sempre há palavras destacadas em outras cores nas manchetes, que servem para definir ao leitor sobre o quê é o tema da manchete em questão.

    Em resumo, é uma capa bem equilibrada, mas que não segue o padrão clássico dos jornais impressos, ela lembra muito mais uma revista, e a harmonia das cores claras deixa o jornal com uma cara séria, porém leve.

    Jonas L. C. Junior

    10/05/2013 em 11:41

  9. JORNAL: DAILY NEWS
    A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?

    A capa chama atenção para apenas quatro assuntos principais, utilizando dos outros espaços para acrescentar imagens ou ainda preencher o fundo com a tonalidade preta.

    Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que compõem a capa?

    Sim, o nome do jornal (Daily News) possui tipografia específica, diferente do título da matéria. Esses títulos não possuem a mesma tipologia utilizada nos subtítulos. Possuem também tipologia diversificada as chamadas das páginas e o cabeçalho da data e preço do jornal.

    Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?

    O Daily News não apresente informações de utilidade pública em sua capa e provavelmente não apresenta em todo o jornal.

    Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?

    A tipografia do logotipo do Daily é básica, sem grandes aspectos chamativos ; a tipografia se aproxima do estilo do “constantina” em negrito, pelo formato das letras L e I.

    Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?

    O jornal não utiliza de muitos textos na capa. Há pouco branco na página e os titulos “explodem” em letras enormes, sendo seguido ou não de duas ou três linhas de subtitulo ou nota explicativa, às vezes por cima de uma fotografia ou de um fundo em preto.

    As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?

    Há o predomínio das fotografias, mas encontra-se, por exemplo a ilustração do campeonato Super Bowl.

    Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição?

    Há o uso de preto atrás do título da matéria, chamando muito a atenção para ela, cujas letras estão em branco, em constratando com o preto. A indicação da página da matéria principal vem em retângulo vermelho. Outras matérias secundária encontram-se em retângulos azuis ou pretos.

    Quais seus efeitos de sentido?
    Ao olhar para a capa do Daily News, percebe-se que se dedicam á notícias de celebridades ou de espetáculos que atraem muito a atenção, como o Super Bowl. As fotos enormes também ajudam a perceber o caráter popular do jornal, principalmente por se tratar de fotografias de pessoas famosas ou modelos.

    Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?

    A capa não possui padrões rígidos de diagramação. Usa de letras grandes, muitas vezes inseridos em retângulos. O próprio nome do jornal é menor que o a manchete.

    Marina Spada

    10/05/2013 em 11:54

  10. Análise geral – capas de jornais

    • A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?
    A partir da análise das diversas capas de jornal disponibilizadas na pasta compartilhada da disciplina, pude notar que a grande maioria das capas de jornais possuem chamadas diversas das várias editorias. São poucas as capas diferenciadas, com apenas uma imagem em tamanho maior e somente uma chamada em destaque. Isso é mais comum quando há coberturas de acontecimentos muito relevantes, como a tragédia em Boston.

    • Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que copõem a capa?
    Geralmente, não são utilizadas muitas variações tipológicas entre os elementos textuais das capas. As variações mais comuns são entre o logotipo do jornal, o título das chamadas e a descrição das mesmas, com detalhes de negrito, tamanho das letras, itálico etc.
    Contudo, jornais como Bild e Politiken são marcados por uma grande variedade de recursos tipológicos, até mesmo por conta do modelo editorial de tais jornais

    • Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?
    Conteúdos de serviço informativo são dispostos em boxes nas extremidades das capas (laterais ou rodapé). Informações sobre o clima são apresentados por ilustrações gráficas dentro de tais boxes.

    • Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
    Jornais com linhas editoriais mais conservadoras contêm o logotipo em forma gótica ou serifada, em sua maioria. Já os jornais mais despojados e alternativos utilizam estilos tipológicos diferenciados e diversificados, abusando também nas cores, ao contrário dos primeiros.

    • Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    Nas capas, os jornais tendem a fazer maior utilização de recursos visuais como forma de prender a atenção do leitor e incentivá-lo a consumir o produto. Informações textuais aparecem fazendo chamadas para as matérias presentes no jornal.

    • As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
    Também há ilustrações e iconografia, apesar de a fotografia ser predominante.

    • Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?
    O jogo de cores constituintes de uma capa de jornal são muito importantes para destacar determinada informação mais relevante. Cores vermelhas são as mais usadas com essa finalidade. Jornais que possuem muita variação em suas cores na capa trazem uma sensação de certa poluição visual, como “De Telegraaf”, “Sunday Free Press” que possui um excesso de informação na capa, tanto nas cores, imagens e até nos textos.

    • Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?
    Alguns jornais, como “Florida Today”, apesar de ter um grande número de informações na capa e alguns boxes, é simétrico e alinhado por meio de grids na disposição das colunas, assim como o “Frankfurter Allgemeine”. Contudo, o “Lansing State Journal” e “Hartford Courant” dão destaque a uma imagem principal.

    Camila Calvo Pasin

    11/05/2013 em 21:15

  11. THE BAKERSFIELD CALIFORNIAN
    A capa da edição do “The Bakersfield Californian” encontrada nos arquivos exibe um planejamento gráfico excepcional. Entre as chamadas de outras matérias e as indicações de serviços (como a previsão do tempo), a capa dá destaque para uma matéria sobre a desqualificação do até então planeta Plutão, utilizando uma arte iconográfica que representa o Sistema Solar. A arte ocupa praticamente metade da capa e o logo do jornal, geralmente escrito em letras góticas, em preto, é colorido de laranja, para contrastar com o negro do “Espaço”. Há, ainda, duas fotografias que complementam o planejamento da capa, além do uso dos espaços em branco. Nota-se também a falta de propaganda, o que contribuí com a leveza da capa, mesmo com tanta informação.
    Inovações como essa atraem a atenção do público e renovam um jornal. Com a crise no meio impresso, artifícios desse tipo devem se tornar cada vez mais frequentes.

    William Orima

    20/05/2013 em 10:05

  12. THE ELY ECHO
    A capa do jornal “The Ely Echo” disponível na pasta me chamou a atenção por se assemelhar a uma página de reportagens. Ela apresenta apenas 3 manchetes grandes, junto com suas imagens fotográficas. A variação tipológica é mais visível no cabeçalho,as três chamadas da capa apresentam uma padronização entre si. A organização entre texto e imagens se dá de forma bastante harmônica dentro de cada chamada, mas há uma quebra na capa como um todo. Isto, no entanto, não desarmoniza a capa como um todo. É uma capa bastante “clean”, que utiliza apenas uma cor (azul) no cabeçalho: no logotipo e na linha de separação. No geral é uma capa bastante simples, cujo destaque de capa só é notado devido ao cabeçalho.

    Lívia Lago

    21/05/2013 em 9:19

  13. THE ELY ECHO
    A capa do jornal “The Ely Echo” me chamou a atenção por se assemelhar a uma página de notícias. Ela apresenta apenas 3 chamadas acompanhadas de sua imagens fotográficas. A composição texto/imagem é harmônica dentro de cada chama, havendo uma quebra na capa como um todo. Esta quebra, no entanto, não gera desorganização nem desarmonia. As variações tipológicas são mais visíveis no cabeçalho, as chamadas apresentam uma padronização entre si. O uso de cor é um só: a cor azul que aparece no logotipo e na linha que separa o cabeçalho. Em análise geral é uma capa bastante “clean”, mas talvez simples demais, pois seu diferencial se restringe apenas ao cabeçalho.

    Lívia Lago

    21/05/2013 em 9:28

  14. A capa de certa forma sintetiza o conteúdo da edição. Por se tratar de um jornal regional apresenta quatro manchetes referente à noticias da cidade, uma de esportes, cultura e região.
    Há variação tipológica mesmo entre as palavras que compõe o nome do jornal, variação nos grifos da manchetes, umas estão em negrito, outras não.
    O conteúdos de serviço informativo (tempo, cotações, índice do jornal) estão localizados na parte inferior do jornal como se fosse uma nota de rodapé.
    Título serifado e geométrico.
    Muito espaço para a informação visual que se encontram distribuídas entre as manchetes. O tamanho de cada imagem varia segundo a ordem de importância: quanto maior, mais importante.
    As informações visuais são fotos, gráficos e iconografias.
    Vermelho, azul claro, azul escuro e preto. Vermelho para enfatizar algo perigoso, que merece atenção. Azul para noticias de saúde. Preto para as demais.
    A capa possui equilíbrio: os elementos mais chamativos estão localizados na parte superior direita. Simétrica: de um lado mais quantidade de imagens, de outro, manchetes maiores e mais chamativas. O mesmo acontece entre a parte inferior e superior. Regular: não há diferenças muito grandes entre os tipos e serifas em uma mesma região da capa.

    Tania Rita

    21/05/2013 em 9:43

  15. -A capa inclui chamadas diversas, grande numero de imagens, boxes, preenchendo bastante o espaço e chamando a atenção do leitor.

    – Sim, a fonte e a cor permanecem as mesmas, o que muda é o tamanho e a presença ou não de uma imagem. Ou seja o que muda é apenas o espaço reservado para cada matéria.

    -A capa apresenta apenas chamadas para matérias, não incluindo serviços.

    – A fonte do título é serifada, moderna e em caixa alta. Possui um fundo azul realçando sua cor branca e ao lado um desenho que lembra uma ampulheta. ( traçados entre linhas azuis e laranjas também em fundo branco.)

    – A divisão entre texto e foto é balanceada e com uma interação harmoniosa. Boa parte do texto escrito é acompanhada por imagens, cujo tamanho é proporcional a importância das matérias.

    – É composto exclusivamente por fotos, porém possui duas que tem função meramente ilustrativa.

    – Logo acima do título há duas chamadas com o fundo azul que esteticamente parecem ser separadas das demais, deve se tratar de outros temas ( jornal esta em turco). O restante possui das matérias possuem o título e sua descrição em preto mesmo. A única que coisa que difere é uma chamada logo acima o título principal ( que esta em rosa), uma outra acima do nome do jornal que esta em vermelho e uma pequena legenda ao final da página também em vermelho.

    – Possui uma suave divisão no meio da página que destaca uma parte de seu conteúdo. O restante da página esta bem divido em colunas mantendo um equilíbrio visual, quebrando um pouco da simetria com algumas imagens.

    Julia Gottschalk e Carolina Barros

    21/05/2013 em 20:57

  16. A capa analisada foi a do jornal Daily News, 4 de dezembro de 2007, domingo.
    A capa evidencia somente alguns assuntos tratados na edição,trata-se de 4 chamadas, apenas.
    Não há variação tipologica nos alementos da capa. Com excessão do logotipo do jornal (Daily News), em todas as manchetes a mesma fonte foi usada, havendo variações apenas na cor e no tamanho dos títulos.
    Na capa não há qualquer representação dos conteúdos de serviço informativo.
    Nas manchetes há o uso de caixa alta, enquanto que nas pequenas frases que definem as matérias não. A letra não é serifada em momento algum.Já o logotipo com o nome do jornal é escrito em letra serifada, da família Times.
    A capa esbanja elementos visuais. Para destacar as manchetes, há o uso de contraste entre o branco e o preto (fundo e fonte) e também o uso de uma fotografia grande, que contrasta com outras menores. No geral, há pouco texto, uma vez que as fotos tomam um bom espaço da capa e as letras são muito grandes.
    As informações visuais são, em sua maioria, fotográficas, havendo apenas o ícone do Super Bowl ilustrando a chamada de uma matéria.
    O uso de cores é bem restrito. Duas manchetes são escritas sobre fotos, uma com conte em preto e a outra com fonte em branco. A chamada para a matéria sobre o Super Bowl é escrita em um fundo azul com fonte preta. A última manchete é escrita em branco com fundo preto, e há o uso de duas fotos pequenas.

    Isabella Holouka

    21/05/2013 em 21:02

  17. Capa analisada: XPRESS

    – A capa dá destaque especial para a matéria principal e apresenta pequenas chamadas para as matérias de suas diversas editorias.
    – Os textos estão todos com a mesma fonte. Há variações apenas no tamanho e nas cores da fonte.
    – Os conteúdos de serviço não aparecem na capa.
    – As letras não são cerifadas e a fonte se aproxima ao estilo da família Trebuchet MS. O logotipo do jornal é simples, trata-se do título em letras maiúsculas e negrito na cor preta com a primeira letra (X) destacada em vermelho. O título se destaca mais por causa de seu fundo creme.
    – Não são usadas tantas imagens na capa, mas uma das imagens utilizadas ocupa boa parte dela. Não há tantos textos, mas os que estão presentes encontram-se bem distribuídos na página.
    – As ilustrações estão presentes na capa, tanto que a imagem principal, que tem maior destaque e ocupa maior espaço, é uma ilustração.
    – Muitas tonalidades de diferentes cores estão presentes na capa, com destaque para uma tonalidade de vermelho que se aproxima do pink. A combinação de cores dá certa vivacidade para a capa, o que possivelmente atrairia a atenção do leitor. O contraste entre cores claras como o creme (usado no plano de fundo) e cores fortes como o preto e o vermelho também contribui para chamar a atenção e dar mais destaque para as palavras em vermelhos, que contrastam também com o próprio preto.
    – A capa é bem equilibrada, pois apesar de contar com o uso de muitas cores diferentes, elas estão bem distribuídas. Os textos estão alinhados à esquerda do leitor, porém não estão justificados. O uso de quadros e de linhas divisórias contribuem para a simetria da página. A mistura de cores, imagens, ilustrações e fundos coloridos dão um certo peso à capa, que parece menos sóbria.

    Danielle Demarchi e Laís Bianquini

    21/05/2013 em 22:27

  18. A capa analisada é a do Hartford Courant, a qual evidencia apenas poucos assuntos de maneira breve.

    Pelo que conseguimos analisar, entre os títulos não há variação, todos estão em caixa alta, a fonte é serifada e o título principal é em negrito. Em relação ao texto, a qualidade da imagem não permite a observação de variação, mas, pelo pouco que se pode observar, se houver variação, é dentro da mesma família.

    Nesta edição não houve representação de conteúdo de serviço informativo. Pelo que se pode notar, esta edição deu total atenção ao acontecimento em questão, que no caso era as eleições de 2004 nos Estado Unidos, por isso a capa está isenta de qualquer informação que não seja a da manchete.

    Um estilo mais apropriado para definir o logo do jornal é o clássico medieval. A fonte é bem rebuscada e remete a uma época mais arcaica, porém de carga nobre, por isso há um brasão entre as duas palavras que compõem o logo do jornal.

    Nesta edição, o jornal optou por inserir exclusivamente uma foto para representar o assunto em questão. A capa foi estruturada primeiramente por um título bem grande e chamativo, logo abaixo a fotografia também grande, em seguida um título médio com o texto sobre a manchete e, fechando a capa, três pequenas chamadas para as notícias com indicação de páginas.

    As informações visuais, nesta edição, são exclusivamente fotográficas. Como podemos perceber, isto se dá devido a magnitude da informação que foi transmitida ao leitor.

    Optou-se por elaborar uma capa limpa em relação às cores. Esse recurso foi utilizado para dar destaque à manchete, de forma que nada pudesse desviar a atenção do leitor. Somente aparecem três linhas discretas com a identidade cromática do jornal, que no caso são o vermelho e o azul.

    A capa se apresenta simétrica, equilibrada, regular, suave, discreta, porém chamativa.

    Camila Valente e Giovanna Cornelio

    21/05/2013 em 22:27

  19. Fabiane Carrijo e Guilherme Costa

    Jornal: LE MONDE DIPLOMATIQUE BRASIL
    ANO 3 NÚMERO 34

    •A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos

    principais mais chamativos?
    A capa não sintetiza o conjunto da edição, possuindo apenas algumas chamadas para matérias específicas, utilizando apenas o

    nome da Editoria, título, página e autores das matérias, com ênfase no número da página pelo tamanho da fonte.

    •Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que copõem a capa?
    Apenas a pequena numeração indicando ano, número e preço são fontes serifadas, no topo da página. Excluindo-se esse item,

    toda a página é composta por fontes sem serifas variadas. O título aparece em itálico, enquanto títulos e subtítulos em geral

    estão em negrito. Os nomes dos autores das matérias ou colunas são fontes mais alongadas, finas e com menor espaçamento entre

    as letras

    •Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?
    Não são representados esses elementos na capa.

    •Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
    Sem serifa, itálico e em negrito, em caixa baixa; Família: Semelhante à “Liberation Sans”

    •Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    A capa faz um bom uso dos espaços. Há margens relativamente largas e espaços em branco. Nas chamadas da margem superior e

    inferior há uma mescla sutil de ilustração e tipologia, onde aquela sobrepõe esta.

    •As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
    As informações visuais são praticamente compostas por iconografia e ilustração. Há apenas uma faixa preta na parte inferior

    chamando para uma matéria específica que contém uma pequena foto, que faz parte da caixa e não tem grande expressividade.

    Linhas divisórias são bem visíveis e marcantes, predominantemente as horizontais (mais grossas), sendo verticais apenas as

    que separam as chamadas (mais finas e sutis)

    •Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?
    As cores são mais sóbrias e sólidas, predominando o preto e o cinza, que em contraste com os espaços em branco ganham seu

    destaque. A cor verde, num tom bem escuro, está na palavra “Brasil”, destacando que é a edição brasileira do “Le Monde

    Diplomatique”. O título da matéria principal “Poder e dinheiro” está na cor mostarda/ouro, remetendo à temática da matéria. A ilustração é feita como um “código de barras”, em branco e preto.

    •Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?
    A capa é disposta de maneira relativamente simétrica, com seções bem delimitadas e divididas por linhas. A imagem tem destaque pelo seu aspecto inusitado e ousado, trazendo elementos da arte moderna e contemporânea que raramente são utilizando em periódicos distribuídos no Brasil. O papel utilizado pelo jornal – couché, 90g- permite uma maior sofisticação iconográfica e os espaços em branco combinados com a organização linear e bem definida trazem a sensação minimalista e de leveza.

    Fabiane Carrijo

    21/05/2013 em 22:35

  20. Foi objeto de minha análise a capa do Jornal da Cidade (Bauru) do dia 23 de maio.
    A capa sintetiza o conjunto da edição com chamadas praticamente todas as editorias. É utilizada a mesma tipologia na capa inteira. Para diferenciar as informações, o jornal utiliza o esquema de manchetes em negrito com texto centralizado e lead com tipologia regular e texto justificado. As chamadas são todas nas cor preta, mas o indicativo de cada editoria é colocado em vermelho. A maioria das chamadas vêm com fotos (oito fotos na capa) e três estão dentro de caixas de textos com bordas pretas. O estilo tipológico que mais se assemelha ao logotipo do Jornal é a letra Bahaus.
    Os conteúdos de serviço (loteria, meteorologia e economia) estão representados com preenchimento na cor azul e localizados no canto de baixo esquerdo da página.
    O jornal mistura as informações textuais e visuais na capa. Parecem ser definidas seis colunas de texto para as chamadas menores e todas as chamadas e fotos não ultrapassam linhas definidas que dividem em quatro blocos horizontais as informações da capa. As informações visuais são exclusivamente fotográficas. São utilizadas as cores azul e vermelho como preenchimento de caixa ou de letra para destacar algumas informações. O azul remete ao logo do Jornal da Cidade e o vermelho, ao traçado do mapa do estado de SP.
    Em sua composição, a capa revela uma simetria vertical e horizontal, como se a página pudesse ser dobrada sem se perder informações (apenas uma foto ocuparia os dois “lados” da página).

    Mariana de Sousa Caires

    23/05/2013 em 15:35

  21. A capa analisada é do jornal St. Petersburg Times. O assunto principal da edição – a operação que matou Bin Laden – ocupa quase toda a capa, com uma grande foto, um texto longo e um infográfico; texto e imagens dividem harmoniosamente o espaço da capa. No fim da página, com menos destaque, há pequenas chamadas sobre outras matérias presentes no jornal, além da previsão de tempo – representada por texto e ícones.
    As cores utilizadas são sóbrias, principalmente preto e branco; a foto e o infográfico são coloridos, mas não há a utilização de cores vivas. Existem variações tipológicas: O logotipo do jornal possui fonte gótica, enquanto que o título principal e o título das matérias possuem a mesma fonte não serifada.
    A capa é dividida em cinco colunas e essas são usadas de maneira simétrica (tanto a imagem quanto o infográfico ocupam quatro colunas). A matéria principal é anunciada em uma única coluna que ocupa quase toda a extensão da capa, enquanto que as demais matérias são anunciadas em colunas menores; todos os textos são justificados.

    Caroline Braga de Lima

    23/05/2013 em 21:09

  22. Análise de capa: Correio Braziliense
    A capa do jornal Correio Brazilense destaca algumas matérias presentes no interior do jornal indicando a página, mas sem indicar a editoria, sendo que a matéria principal recebe maior destaque na página.
    É possível perceber ao longo da capa mudanças na tipologia. O nome do jornal tem fonte diferente dos textos, sendo os dois fontes serifada, mas as manchetes da primeira metade da capa são escritas com fontes não-serifada, já na segunda metade possui fonte serifafada nas manchetes.
    O Correio Braziliense trabalha com bastantes fotos na capa, em algumas edições ela ocupa quase ¼ da página. O jornal usa muito espaço em branco deixando o texto mais limpo e legível.
    Na capa o jornal fez uso apenas de imagens fotográficas, não há ícones nem ilustrações.
    Os textos da capa são quase todos na cor preta, porém algumas manchetes são expostas na cor da editoria a qual pertence, ou o nome da editoria é escrito na cor correspondente, mas as manchetes são em preto.
    A capa do jornal apresenta equilíbrio entre as informações textuais e visuais. A primeira metade da capa possui menos manchetes, a matéria principal ocupa quase todo o espaço. Já na segunda metade há maior quantidade de manchetes, sendo possível perceber 5 colunas, enquanto na primeira metade há 4.

    Ihanna Barbosa

    23/05/2013 em 21:11

  23. O jornal Liberation destaca poucos assuntos na capa, dando relevância a algumas matérias principais. A redução dos textos e a valorização das imagens e cores chama a atenção do leitor. A variação tipológica é pouca, mas existe. A cor e os tamanhos diferentes dos tipos estabelecem, junto com as imagens, a hierarquia visual. Parece não haver conteúdo de serviço informativo na capa da edição. O logotipo é mais moderno, com letras com pouca ou quase nenhuma serifa, dando a impressão de um jornal menos conservador. A informação visual, seja imagem, ilustração ou infográfico, compõe mais da metade da publicação. A capa tem cores como preto, verde escuro e branco, passando impressão de assuntos mais sérios, mesmo que a diagramação brinque um pouco com as imagens. Um losango vermelho dá destaque ao nome do jornal. A capa parece simétrica e equilibrada. Apesar da pouca quantidade de textos, as cores e as imagens bem diagramadas não poluem a visão do leitor, mas chamam a sua atenção.
    O jornal a ser produzido na aula tem enfoque político, com conteúdo crítico sobre notícias factuais. O Liberation pode ser um bom exemplo de publicação para a realização do trabalho. A capa será criativa e rica em imagens, fotografias e ilustrações, assim como o exemplo estudado. No entanto, como pretende um público jovem-adulto, será adotado um modelo gráfico um pouco mais dinâmico, com aproximação da publicação com as novas mídias, a internet e as redes sociais.

    Lígia de Morais Oliveira

    23/05/2013 em 21:38

  24. A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?

    R: As capas do Hartford Courant dão atenção especial a poucos temas principais. Sendo assim, quase sempre há uma imagem em destaque e outras chamadas mais concisas para os principais assuntos daquela edição. Sendo assim, a capa é bem limpa, organizada e instigante, já que é preciso comprar/ler o jornal para saber quais os outros assuntos importantes do dia.

    Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que copõem a capa?
    R: Sim, e algumas delas são bastante díspares. O logotipo e o nome do jornal estão em estilo gótico, lembrando a importância histórica deste veículo. Já o título que antece as matérias principais do dia são letras mais limpas, sem serifa, romanas, dando um aspecto mais atual para a edição. Outra variação é a tipologia usada no logotipo da editora: letras mais grossas, arredondadas e de cor avermelhada.

    Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?

    R:No Hartford Courant, em especial, praticamente não há elementos deste tipo. Há apenas um campo, ao lado do nome do jornal entitulado “Weather” que descreve sinteticamente a condição do clima para aquele dia, apenas dizendo se haverá chuva, neve, calor, etc.

    Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
    Estilo Gótico.

    R:Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    O jornal normalmente utiliza bastante espaços em branco, sem curvas ao lado das fotos, formando um padrão mais limpo e de destaque para a imagem. Normalmente são utilizadas duas imagens, uma grande e outra um pouco menor, recebendo menos detaque.

    As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?

    R:Na capa, são utilizadas apenas imagens fotográficas.

    Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?

    R:As cores mais opacas e escuras são utilizadas para títulos e chamadas. Há um equilíbrio entre as cores do texto com as cores das fotos, pois o jornal utiliza cores neutras. Em edições especiais sobre eleições ou manifestações sociais, costuma-se usar chapéus com cores relativas ao tema. Ex: política – vermelho e azul; meio ambiente – verde.

    Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?

    R: A capa é bastante equilibrada já que há um bom uso de espaços em branco, impedindo que elementos de imagem ou texto fiquem sobrepostos, tornando a capa mais densa. A capa utiliza conceitos minimalistas de imagem, o que faz com que os textos sejam bastante concisos. Há uma certa regularidade nas capas, destacando sempre 2 ou 3 matérias, além do destaque da edição. A capa é simétrica, normalmente deixando o mesmo número de colunas dos dois lados, deixando a imagem principal centralizada na página.

    Keytyane Medeiros

    24/05/2013 em 11:20

  25. A capa analisada foi a do jornal Causa Operária, do dia 4 a 10 de maio de 2013, de acervo do professor no LEE. A capa destaca alguns poucos (e principais) assuntos, que na opinião do jornal são os que gerariam mais destaque e polêmica, visto que o jornal adota princípios contrários ao que ele chama de imprensa burguesa[escrito em vermelho logo abaixo do logo do jornal], de modo a utilizar manchetes nitidamente explícitas e diretas a fim de chamar a atenção do leitor à primeira vista. Não há variação tipológica ao longo da capa, apenas no logo do jornal há utilização de uma fonte distinta da que permeia o restante da capa, contudo sem a presença de serifa. Quando o jornal quer destacar certa manchete ou chamada lança mão de alternâncias entre a utilização do negrito, da paleta de cores, da caixa alta e caixa baixa e aumento/diminuição do tamanha da fonte. A capa não aborda conteúdo de serviço informativo. Há uma boa distribuição entre informação textual e visual (no geral, são letras e imagens relativamente grandes, com o claro intuito de chamar a atenção do leitor). As imagens são exclusivamente fotográficas. As cores são utilizadas para destacar algum segmento do jornal na fonte ou mesmo como fios e linhas a fim de separar os conteúdos da capa. A capa apresenta-se de modo equilibrado entre a composição textual e visual; entretanto, o jornal se distancia de outros devido à utilização de imagens fortes e de claro impacto, além de manchetes com toques sensacionalista, diafanamente relacionado a proposta do jornal em chocar o leitor com a explicitação de uma realidade “nua e crua”.

    Pedro Cardoso

    25/05/2013 em 0:07

  26. A capa analisada foi a do jornal Xpress. Embora a imagem não esteja tão nítida, pode-se perceber que a capa sintetiza os principais assuntos da edição, porém um assunto vem com mais destaque. Não há diferenças tipológicas. O jornal não apresenta conteúdos de serviço em sua capa.
    Em comparação com outros jornais com que estou mais acostumada, o Xpress é muito mais colorido, utilizando muito a cor vermelha, até mesmo no seu logo. Sua capa é muito mais focada em imagens do que em textos, aliás, faz uso praticamente só de manchetes e dá destaque a um assunto por meio de uma imagem que quase ocupa a página inteira. As informações visuais são fotográficas e também ilustrações. A diversidade de cores na capa chama atenção, mas parece criar uma poluição visual. Há uma regularidade de imagens associadas a manchetes e um desequilíbrio pendendo para o lado direito, por conta das imagens e da principal manchete.

    Amanda Fonseca

    28/05/2013 em 9:12

  27. Os jornais impressos costumam ter em sua capa os principais destaques, pequenas manchetes com um breve texto ou apenas a manchete, além de um grande destaque na matéria principal. O jornal alemão Frankfurter Allgemeine traz em sua capa pequenas matérias, estando os destaques de várias editorias sob o logo e ao rodapé, sendo que a previsão do tempo, conteúdo de serviço, aparece logo na capa. A tipologia segue um padrão, sendo a matéria principal a única em bold e maior que as outras. O logotipo lembra muito o do The New York Times. As imagens estão apenas como complemento do texto, e nas manchetes as imagens chamam a atenção. Essas imagens são ilustrações e fotografias. As cores pertencem às imagens e aos vermelhos nas letras que indicam as editoriais e a página, fazendo com que o leitor se habitue a olhar diretamente para cada um dos elementos de seu interesse. A capa é equilibrada, tendo uso do branco para deixar a capa mais simples e clara. O grid da primeira metade do jornal é formado por 6 colunas do mesmo tamanho, enquanto o grid da segunda metade, as 6 colunas não estão divididas com o mesmo espaço. A capa do jornal atraí um público específico, que, nesse caso, podemos afirmar ser um público que procura informações completas, não apenas manchetes.

    Heloise Montini

    28/05/2013 em 9:17

  28. A capa que pretendo utilizar como modelo para a realização do meu jornal é a capa do Seattle Post, em edição de 5 de março de 2013.
    O jornal opta por uma diagramação extremamente clean, existe um grande uso do dos espaços em branco, com uma clara função estética.
    Como resultado dessa valorização dos espaços temos poucas manchetes tomando conta da capa, no caso são apenas três grandes manchetes, um de maior destaque com fonte maior e aparentemente em bold.
    O que quebra toda a sobriedade da capa com tanto branco e o preto da tipologia são alguns destaques em vermelho que logo chamam a atenção quando batemos o olhos nas manchetes, além do colorido das foto; as fotos que, no caso, são apenas duas, uma com grande destaque e uma bem menor.
    O resultado é uma capa, como comentada, bastante limpa,, simetricamente correta e nada ousada e que apresenta um lógica interna bastante interessante.

    Michael Barbosa

    28/05/2013 em 9:31

  29. Jornal escolhido: San Jose Mercury News

    – A capa do jornal apresenta diversas manchetes sobre variados assuntos, mas em seu espaço central há destaque para uma matéria principal.
    – O logo do San Jose é feito em uma fonte própria e estilizada, mas o restante do produto possui elementos textuais padronizados, alterando apenas no tamanho e na caixa.
    – Os elementos de serviço informativo são apresentados no canto inferior esquerdo da página, com uma ilustração para indicar o clima e as outras informações apenas em formato de texto.
    – O estilo tipológico do logotipo é um estilo próprio, parecido com o estilo gótico, serifado.
    – Na capa do San Jose podemos encontramos duas imagens e um gráfico. Eles são distribuídos uniformemente junto com os elementos textuais. A primeira imagem está acima até do logotipo, já a a segunda está no centro da página, circuncidada por manchetes e informações numéricas. O gráfico se encontra no fim da página, abaixo das manchetes e acima da linha que indica o fim da página.
    – Além das duas fotos, a capa apresenta um gráfico e também o ícone climático.
    – O jornal não utiliza muitas cores, a não ser nos elementos visuais. Os textos são todos em preto e as imagens chamam a atenção graças à cores vivas.
    – A capa é equilibrada, dividida em seis colunas, e existe simetria entre todas as imagens e textos. Os corpos dos textos são justificados e as manchetes divididas por linhas.

    Marina Gonçalves Moia

    28/05/2013 em 10:47

  30. A capa do jornal “Sunday N&R” de 10 de janeiro de 2010 traz chamadas de algumas matérias principais e um índice, na parte inferior, para o leitor se situar em que páginas estão as editorias.
    Os trechos de matérias que aparecem na capa estão em fonte serifada, sempre a mesma. As linhas finas (quando aparecem) são em negrito e sem serifa, antecedidas por um ícone. Entretanto, os títulos não mantêm um padrão de tipologia: há três tipos de fontes serifadas e dois tipos de fontes sem serifa, além de grifos (itálico e negrito) e mesmo uso de cores em algumas palavras do título.
    Os conteúdos de serviço, na capa, estão representados em duas partes: na matéria principal, que é sobre animais, bem no meio da página há, em destaque, a chamada para denunciar abuso de animais, seguida de um telefone e lugar para onde ligar; fora isso, na parte inferior da capa, há a previsão do tempo para aquele dia, com temperaturas máxima e mínima.
    O logotipo do jornal é vermelho e preto, sendo que a parte vermelha é sem serifa e a preta é serifada. Apesar do contraste, as duas partes “casam” uma com a outra, formando uma boa imagem.
    Os elementos visuais são fotográficos e iconográficos, não havendo ilustrações na capa (apenas um pequeno desenho desenho amarelo perto da previsão do tempo).
    As cores são usadas principalmente nas imagens, símbolos, em algumas linhas e “bordas” e em palavras de alguns títulos/intertítulos. O sentido principal é o destaque, como na parte de serviço oferecida no meio de uma matéria.
    A capa faz uso de algumas linhas para dividir as matérias, deixando espaços em branco também entre elas, fazendo, assim, uma página equilibrada e limpa.

    Flávia Nosralla

    28/05/2013 em 12:07

  31. […] Análise de capas de jornal impresso (0,8) […]

  32. A capa do jornal inglês The Guardian, presente nas pastas compartilhadas do laboratório, prefere dar destaque para alguns temas presentes na edição ao invés de sintetizar o conjunto da edição com várias chamadas de editorias. Isso se deve principalmente ao fato da edição marcar o início do novo projeto gráfico da publicação, sendo que o assunto basicamente domina a capa.

    A tipografia varia de acordo com os elementos textuais, porém a transição de uma pra outra é leve. Não é gritante a diferença entre a fonte de um título e do corpo de uma notícia, por exemplo.

    Conteúdos de serviço informativo não aparecem na capa desta edição, com exceção de um pequeno box com contatos da redação (com o título “Any questions?”).
    O estilo tipológico que melhor define o logotipo do jornal baseia-se numa família de fontes própria, a Guardian, adquirida pelo grupo. É possível afirmar que se aproxima da Helvetica.

    A informação textual definitivamente ocupa mais espaço do que a visual, com um grande texto de cinco colunas tomando conta da página. Um infográfico do lado direito também engloba boa porção de texto, além de duas pequenas imagens. Acima do logotipo, três fotos com as chamadas. Na parte central da página, uma foto de três colunas mostrando a impressão do jornal. As informações visuais são totalmente compostas por fotografias.

    O logotipo do Guardian está sobreposto a um fundo azul forte, que o destaca pelo contraste. O box supra-citado, “Any questions?”, aparece em verde para se diferenciar do restante. O infográfico que mostra uma linha do tempo usa tons de bege no fundo e laranja e amarelo nos destaques. Acima do logotipo, aparecem o púrpura e o verde-claro. No geral, os tons são leves e casam bem com o branco, deixando um tom de sobriedade e ênfase no necessário.

    Em termos de simetria, é possível afirmar que a capa é bastante harmônica, com as cinco colunas bem marcadas e espaços brancos bem utilizados. O equilíbrio também está presente, embora o box inferior e o infográfico da linha do tempo à direita fujam um pouco do padrão do restante.

    Henrique Cézar e Mauricio Daniel

    28/05/2013 em 20:35

  33. CAPA ANALISADA: EXTRA

    • A capa sintetiza o conjunto da publicação, mostrando assuntos de diversas editorias. Vale ressaltar que essas chamadas são feitas de formas diferentes. A chamada principal, por exemplo, traz apenas o título e a linha fina, escrito no meio da página e com muito destaque. Mais acima, na chamada de esportes, há imagem e um texto mais trabalhado.
    • Há diversas variações tipológicas na capa. É até difícil tentar criar uma lógica para essas mudanças. A manchete em destaque está numa fonte semelhante a “Lucida Sans Unicode”, em negrito e tamanho maior que as demais. Os títulos que estão dentro de boxes estão numa fonte semelhante a ‘Arial Unicode MS’, sem negrito. As demais manchetes, com menos destaque, estão em fonte semelhante à principal, mas em fonte muito menor. Além disso, as linhas finas são escritas em letras não serifadas, enquanto as chamadas que possuem algo semelhante a um lide, são escritas com fonte serifada.
    • O único tipo de serviço que há na capa da publicação é um box denominado “Hoje” que traz o índice da edição, discriminando quantas páginas ela contém e também como está dividida em cadernos. Além disso, informa se há ou não suplemento e em quais praças ele está circulando. Por exemplo, na edição analisada informa que os “Classificados” e o “Motor Extra” circulam apenas no Rio e Grande Rio.
    • O logotipo do jornal é o próprio nome do jornal, escrito num estilo mais moderno, com as letras mais quadradas (por exemplo, o ‘erre’ não é arredondado) e achatadas. Vale ressaltar que o “xis” é semelhante a uma ampulheta, com o “triângulo de cima” em preto e “o de baixo” em vermelho.
    • A capa do jornal é um tanto confusa. Não há um padrão estético entre as imagens e os textos, inclusive se pode dizer que as informações estão jogadas aleatoriamente. Até analisando outras capas do Extra, fica claro como elas não seguem um padrão, seja estético, simétrico ou mesmo entre informação textual ou visual.
    • As informações visuais são meramente fotográficas. O que pode ser ressaltado é um pequeno quadrado, que antecede os ‘lides’ de algumas chamadas e um box que destaca em qual praça essa edição está sendo veiculada e traz os dizeres “O jornal mais lido do Brasil”. Há inclusive propaganda na capa.
    • Na edição analisada a chamada do caderno de esportes está num box de cor laranja. A imagem, mostrando os jogadores olhando para os lados, o título que ressalta problemas no Vasco, junto com a coloração, deixa um tom de alerta, de preocupação. Os demais boxes não trazem nenhuma coloração.
    • A capa é totalmente assimétrica e irregular, um tanto confusa, como já citei anteriormente. O box colocado acima ocupa quase metade da capa, o que mostra um desequilíbrio. Analisando outras capas do extra, percebi que a publicação não segue nenhum padrão estético em suas capas.

    João Victor Belline Correia

    29/05/2013 em 2:13

  34. A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?

    R: A capa dessa edição do jornal apresenta uma síntese da maioria das matérias que estarão no jornal.
    A editoria de economia e política é a que ganha maior
    destaque, e depois as de ciência e tecnologia e arte e cultura.

    Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que copõem a capa?

    R: Existem diversas variações tipológicas na capa. A chamada para a matéria principal está em uma fonte maior e mais forte.
    A chamada para as outras matérias
    também aparecem em negrito, mas em fontes um pouco menores do que a matéria principal.
    As linhas finas estão em fontes iguais para todas as matérias.

    Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?

    R: Na parte inferior, do lado esquerdo há um box com indicadores das cotações do dólar, UF, IPC, entre outros dados financeiros.

    Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?

    R: O logotipo com o nome do jornal está escrito em fonte não serifada.

    Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    R: A capa apresenta um grande espaço em branco. Existem duas imagens grandes na parte superior da capa, e outras duas imagens pequenas no centro e na parte inferior. As imagens maiores referem-se ao conteúdo de maior importância nessa edição, que seria economia e política.
    E as duas imagens menores referem-se aos outros temas que aparecem com menor destaque.

    As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?

    R: Nessa capa existem apenas imagens fotográficas.

    Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?

    R: Tudo o que está escrito no jornal está em cor preta. Os títulos das matérias aparecem sempre em negrito, tendo variação apenas de tamanho. O nome das editorias presentes (economia e política, ciência e tecnologia, arte e cultura), aparecem maiores, mas não estão em negrito. As linhas finas aparecem em tamanho menor.
    O nome do jornal e o nome das editorias aparecem sublinhados por uma linha amarela.

    Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?

    R: A capa não está muito equilibrada no sentido de que há muito mais texto do que imagem. Mas ela aparece de maneira limpa, ou seja, as informações estão bem espalhadas e separadas umas das outras, o que não torna a capa densa e difícil de ler.

    Marina Walder

    29/05/2013 em 11:26

  35. -A capa do Correio Braziliense, do dia 10 de maio deste ano, faz um resumo do conteúdo que está no jornal. Com chamadas para matérias de diversas editorias, nesta edição, o destaque é dado aos temas relacionados à cultura. Outros assuntos relevantes do dia ganharam espaço em colunas nas laterais da capa.

    -Existem variações tipológicas entre os elementos textuais da capa. Além da diferença entre serifadas e não-serifadas, a manchete é composta por uma fonte que aparenta estar em negrito. É forte e chama a atenção logo de primeira. Já as outas chamadas, de outras editorias, têm uma fonte menos impactante.

    -Nessa edição do Correio Braziliense não há chamada para conteúdos de serviço.

    -O logotipo do Correio Braziliense é composto por uma fonte mais moderna. Ela é serifada e está em negrito.

    -Nesta capa, as imagens ganham mais espaço do que texto. A informação textual serve apenas para explicar, brevemente, o assunto que será tratado no jornal.

    -Várias fotografias são utilizadas nessa capa. Elas parecem fazer parte da própria diagramação do jornal, pois invadem as colunas laterais, ficando bem próximas ao texto.

    -Essa capa é bem harmoniosa em relação às cores. A imagem principal, que é o prato, possui cores fortes que chamam a atenção do leitor. Além disso, o branco também é bem utilizado, deixando um bom espaço.
    -É uma capa bem equilibrada e leve. A junção de texto, imagem e o uso do branco deixa tudo mais leve, lembrando até mesmo a capa de um caderno. Não é uma capa padrão, como a dos outros jornais, mas é bela e bem harmoniosa.

    Marina Machuca

    31/05/2013 em 20:55

  36. A capa do International Magazine não apresenta nada revolucionário no campo do planejamento editorial, porém, chama a atenção para a sua simplicidade (assim como o resto de suas páginas). Indo na contra-mão das inovações, sua capa contém uma foto estendida, e algumas chamadas, deixando um ar clean. Nela irei me basear para fazer o “3-bet”.

    Vitor Augusto Rodrigues

    03/06/2013 em 15:53

  37. A capa do Jornal da Cidade destaca as principais notícias, normalmente sobre a Bauru e sobre a região. Logo abaixo do expediente do jornal há um espaço com os destaques do caderno de cultura. Algumas vezes aparecem notícias internacionais ou sobre os outros estados do Brasil. Nem todas as editorias são contempladas na capa.
    O nome do jornal é escrito em fonte sem-serifa, assim como as legendas das fotos, intertítulos, serviços e alguns textos. O restante, todos os textos e títulos, são escritos em fonte serifada. Os títulos em negrito.
    Os serviços ficam na parte esquerda inferior da capa em apenas uma coluna. Os serviços oferecidos são: cotação do dólar, UFIR e poupança, meteorologia e loterias. Há caixas azuis-claros que diferenciam os serviços do restante da capa.
    O nome do jornal é escrito em fonte sem-serifa arredondada. Não consegui identificar exatamente qual fonte.
    A capa tem muito texto e também muitas imagens. O espaço é bem dividido. Normalmente tem uma foto grande acompanhada de uma legenda explicativa e não relacionada com a manchete e o texto. Outras fotos menores são acompanhadas de texto-legenda também.
    A maioria das imagens são fotografias, mas também tem ícones e imagens ilustrativas esporádicas.
    As cores usadas são: azul, vermelho e amarelo. O azul é usado para marcar os serviços, como fundo do slogan do jornal e em algumas linhas, o vermelho para chamar a atenção para os textos-legenda e o amarelo é usado apenas para evidenciar o conteúdo do suplemento de segunda-feira.
    A capa não é simétrica, mas segue um grid bem regular e assim consegue certa harmonia.

    Heloísa dos Santos

    03/06/2013 em 22:47

  38. Jornal Sudoeste do Estado – Fartura – 31/05/2013
    A capa do jornal Sudoeste traz notícias de várias cidades em que o jornal circula, sendo duas com grande destaque, se utilizando de fotos grandes para isso e três notícias menores, localizadas na primeira coluna à esquerda. A notícia que mais recebe destaque apresenta duas fotos grandes, ocupando boa parte da capa do jornal. A capa é unicamente dedicada a matérias, não abrindo espaço a informativos e serviços, como previsão do tempo.
    A tipologia da capa é única. Todas as manchetes, legendas e corpo de textos são da mesma fonte, não serifada. A única variação encontrada é na fonte do nome do jornal, que é serifada, e nos anúncios. O estilo tipológico do jornal é bastante simples. Em seu nome, a palavra “Sudoeste” vem em destaque, sendo muito maior que o resto do nome (“do Estado”), que vem logo abaixo. Acompanhando o nome, ao lado esquerdo, há o logo do jornal, um mapa estilizado do Estado de São Paulo, circundado pelo nome do jornal e por sua data de criação.
    A capa do jornal é colorida, diferentemente de quase todo o resto dele. Há poucos elementos visuais. Em uma das matérias há uma caixa indicando o nome de uma das cidades que recebe grande destaque do jornal em seu conteúdo. A caixa de texto é pequena, vermelha e com sua escrita (“Fartura”) centralizada, sem serifas, assim como o resto do texto.
    Algo interessante que a capa traz é a presença de um quadro, ao lado direito do nome do jornal, indicando todas as cidades de circulação. O quadro é azul e cada cidade é indicada por forma de tópico.
    As informações são totalmente fotográficas, não apresentando ilustração alguma. Esse é o recurso que o jornal utiliza para chamar atenção para os temas principais, já que não se utiliza de quadros, molduras ou cores indicativas.
    A capa é dividida em duas colunas principais, sendo uma composta pelas principais chamadas e a outra para chamadas menores. A coluna principal é bem maior que a outra.

    Jorge Salhani

    04/06/2013 em 14:31

  39. – A capa analisada foi a do jornal Hartford Courant. A capa se destaca pela presença de uma imagem grande, há outras chamadas mais resumidas para os principais assuntos dessa edição. A sua capa é bem simples e organizada.
    – Existem variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que compõem a capa, o nome do jornal e a sua logo estão escritos em fontes góticas. As principais matérias tem o seu título escrito com letras sem serifa, mais simples, aparentam ser mais modernas. O logotipo da editora aparece em letras vermelhas, grossas e mais arredondadas.-
    – Conteúdos de serviço informativo como clima, loterias, utilidade pública etc não estão presentes na capa do Hartford, apenas há um item ao lado do nome do jornal, bem sucinto, que fala sobre o clima do dia.
    – O estilo Gótico é o que melhor define o logotipo com o nome do jornal.
    – O Hartford faz bastante uso de espaços em branco, sem grandes detalhes ao lado das fotos, segue um modelo mais limpo, dando sempre destaque a imagem.
    – Na capa desse jornal, somente imagens fotográficas.
    – Há uma visível variação de cores neutras na capa. Tons escuros e opacos são usados nos títulos e nas chamadas. A cor usada no texto busca certo equilíbrio com as cores das imagens.
    – A capa apresenta um bom uso de espaços em branco, é bem limpa e clara, pois as imagens não sobressaem os textos e vice-versa. Na capa os textos são bem resumidos e dá-se destaque para duas ou três matérias. A imagem é centralizada e apresenta duas colunas laterais.

    Francielle Kuamoto

    04/06/2013 em 15:23

  40. Correio Braziliense

    A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?
    A capa faz chamadas para matérias de várias editorias, mas as matérias relacionados à cultura ganham maior espaço. A Capa acabou tornando-se mais descontraída, e deixou temas mais pesados para as colunas laterais
    Destaca também algumas matérias presentes no interior do jornal indicando a página, mas sem indicar a editoria.

    Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que compõem a capa?
    A capa apresenta variações tipológicas. A principal chamada tem a fonte mais forte, e por ser um tema também pesado o tipo de fonte ajuda a representar sua expressão. Em matérias de cultura e gastronomia as fontes são mais leves, assim como os temas. As demais chamadas que estão nas laterais possuem uma fonte mais séria e forte.
    As fontes variam entre serifadas e não-serifadas.As manchetes da primeira metade da capa são escritas com fontes não-serifada, já na segunda metade possui fonte serifafada.

    Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?
    Não existem.

    Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
    Moderna. Fonte serifada e em negrito.

    Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    A capa do jornal é bastante visual. Em algumas edições, por exemplo, ¼ da página é ocupado por foto. O conteúdo textual é apresentado de forma ais breve.

    As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
    Na capa predominam as fotos, que de forma mais livre quebram também a diagramação. Mas há edições que usam ícones e ilustrações, mas o mais freqüente são as fotos.

    Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?
    O uso de branco na capa é muito forte, e auxilia a visualização dos temas. Os textos são quase todos na cor preta, mas algumas manchetes também são feitas na cor da editoria a qual pertence.

    Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?
    O Correio Braziliense em algumas edições foge do padrão de alguns outros veículos, mas sempre há harmonia e sensação de equilíbrio, o que torna os textos mais legíveis e a capa mais “clean”. O jornal apresenta uma diagramação bastante equilibrada. Há o uso do branco separando as manchetes em toda sua composição.

    Aline Antunes

    05/06/2013 em 16:07

  41. Isabelle Hoffmann
    Capa analisada – El Mirador de Latinoamérica

    • A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?
    Acredito que a capa sintetiza o conjunto da edição por apresentar chamadas de diversas editorias como ‘Economia e Política’, ‘Ciência e Tecnologia’ e ‘Arte e Cultura’. As chamadas foram separadas por ‘blocos’ de editorias e vem agrupadas conforme seus temas.

    • Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que compõem a capa?
    Pode-se perceber que as fontes utilizadas nos nomes das editorias presentes na capa são diferentes das chamadas das matérias. Existe também uma mudança nas manchetes e no corpo do texto, as manchetes são apresentadas em negrito e o corpo do texto está regular.

    • Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?
    Na capa só são representados os valores da bolsa. Não contém informações sobre clima, loterias ou qualquer outra utilidade pública que não seja o valor do dólar e outros indicadores econômicos.

    • Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
    O logotipo é apresentado em uma fonte não serifada e sem distinção de maiúsculas e minúsculas. Aparenta ser uma fonte simples.

    • Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    A capa é, em sua maioria, composta por texto. Duas imagens de tamanho médio aparecem no topo da página e outras duas bem pequenas podem ser vistas no meio e final da capa. O restante é preenchido pelo texto, ícones e espaço em branco.

    • As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
    A capa contém fotografias; ícones e linhas para mostrar a numeração das páginas correspondentes a cada chamada; linhas coloridas para dar destaque aos nomes das editorias; e um box contendo as informações do dólar e outros indicadores econômicos. Não foi utilizado nenhum tipo de ilustração.

    • Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?
    As únicas cores presentes na capa são amarelo e preto. Foi utilizado o amarelo para dar destaque às editorias e ao box no final da página. Já o preto, utilizado em linhas para destacar o número das páginas indicadas nas chamadas.

    • Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?
    A capa me passou uma ideia de limpeza por conter muito branco e algumas partes em destaque de amarelo. Mas fiquei com a impressão de que a página não segue algum tipo de simetria por colunas ou algo do gênero. Acredito também que a concentração das imagens apenas no topo da página não foi uma escolha muito boa. Porém, com relação à organização, as escolhas foram boas e eficazes.

    Isabelle Hoffmann

    09/06/2013 em 21:19

  42. Tribuna Impressa de Araraquara (tinha me esquecido de por o nome do jornal que eu analisei a capa)

    Tânia Rita Mendes de Camargo

    10/06/2013 em 15:30

  43. The Virginian- Pilot
    • A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?
    A capa do The Virginian Pilot contém a chamada de diferentes matérias. No exemplo analisado, notam-se pelo menos seis chamadas diferentes.
    • Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que copõem a capa?
    Sim, podem ser notadas algumas variações. Por exemplo, no início da página, a chamada aparece em negrito e em caixa alta e baixa. Já a chamada principal aparece em duas cores, com um tamanho maior e inteira em caixa alta. As outras chamadas revezam-se em negrito/normal e caixa alta e baixa ou só caixa alta.
    • Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?
    No meio da página, a direita, há uma ilustração para representação do clima. A ilustração é simples, mas parece ser completa e eficiente, já que informa o leitor já na capa com as informações necessárias. A ilustração segue as cores azul e vermelho da chamada principal do jornal.
    • Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
    O logotipo do jornal utiliza fonte não serifada, com bastante curvas e aparece em negrito

    • Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    O espaço é bem dividido. É possível fazer uma divisão imaginária da capa em quatro partes e cada uma dela contém pelo menos uma informação visual, que ocupam a página de forma significativa, mesmo a informação textual sendo predominante.
    • As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
    Das cinco informações visuais presentes, duas delas são fotográficas e as outras três são ilustrações.
    • Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?
    As cores azul e vermelho utilizadas no texto da chamada servem para atrair a atenção do leitor para aquilo que é mais importante na capa, ou seja, a chamada principal.As duas fotos presentes são coloridas, bem como duas, das três ilustrações. A ilustração em preto e branco, aparece no final da página, como se em uma ordem de relevância, ela estivesse por último e chamasse menos a atenção.
    As chamadas em negrito, também marcam essa ordem de relevância, sendo a segunda e terceira mais importantes.
    • Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?
    Não há simetria, nem regularidade nas tipografias e diagramação. Não há uma divisão fixa de colunas, as fotos e ilustrações ocupam espaços diferentes.

    Beatriz R. Vital

    10/06/2013 em 17:20

  44. – A capa é composta por várias chamadas de assuntos diferentes, dando destaque para as seções do jornal e não para as manchetes em si. As manchetes e seções são divididas, o que deixa bem marcado a qual tema pertencem.
    – As tipologias variam desde o nome no nome do jornal, nas definições de cada seção e nas manchetes. – As seções são escritas em caixa alta e com uma letra mais fina e clara que a das manchetes, que são escritas em negrito com uma letra serifada.
    – A parte de serviços da capa é apresentada em um pequeno box no rodapé da página, informando a cotação das moedas mais importantes do mundo.
    – A fonte usada para o título do jornal é simples, porém bastante marcante no jornal. O “Mirador” do nome é escrito em caixa alta, para dar maior ênfase no que eu imagino que seja a proposta editorial do jornal de “estar de olho nas notícias do país”. O resto do título é escrito em negrito, mas apenas com as iniciais de cada palavra em negrito. Junto ao título é apresentado um logo com um mapa latino americano desenhado em pontos amarelos e as iniciais “ML” do jornal escritas em branco com um fundo preto.
    – A capa é bem limpa quanto ao espaço entre texto e informação visual. Os textos acompanhados de imagens são apresentados dentro de boxes bem claros, apenas fazendo diferença entre o conteúdo geral do jornal para outros mais específicos. A divisão dos textos também são divididos por linhas de cores amarelas e pretas, as linhas amarelas dividindo as seções das matérias específicas e as linhas pretas apenas delimitando o fim das matérias que não ficam classificadas em uma seção específica.
    – As informações visuais são basicamente ilustrações dos textos mesmos, o que pode ficar classificado no grupo de ícones são os quadrados indicando as páginas onde estão cada matéria.
    – As cores do jornal são preto e amarelo, e as duas são usadas nas linhas que dividem as informações visuais e textuais da capa. A linha preta é usada para delimitar o fim das manchetes que não estão classificadas em nenhuma seção do jornal e no fim da linha tem um pequeno quadrado com o número da página onde está a matéria completa. A linha amarela delimita a seção das manchetes que estão na seção.
    – A capa é apresentada de forma bem clara, simples e simétrica. Alguns espaços em branco também compõem a capa deixando-a visualmente mais limpa. A escolha das cores preta e amarela fazem um contraste entre o sóbrio (preto) e o chamativo (amarelo). Os textos não são justificados, então ficam meio desalinhados, mas isso não afeta muito a estética da capa.

    Mariana Amud Fernandes

    12/06/2013 em 1:07

  45. 01-A capa dá um destaque maior para o futebol, no caso, para a seleção brasileira já que vai ter início a Copa das Confederações. Porém, não deixa de lado outros temas como política que ficam dispostos em uma coluna lateral (à direita).

    02-Há sim variações entre os diversos elementos textuais que compõem a capa. O título da matéria principal está em negrito com as letras muito maiores, para dar um destaque mesmo. Enquanto isso, as outras chamadas de matérias também estão em negrito e com a mesma fonte, porém em tamanho menor. As fontes variam entre serifadas e não-serifadas.

    03-A única coisa que eu identifiquei foi uma parte relacionada a classificados que fica quase no rodapé do jornal, mas eu não entendi muito bem o que é. Fora isso, não há chamadas para serviços.

    04-O logotipo com o nome do jornal está em negrito e com uma fonte serifada.

    05-Faz-se muito uso de imagens nas capas dos jornais, eles dão bastante valor à linguagem visual. O leitor se dá conta do assunto abordado muitas vezes só por olhar a imagem, como eu pude perceber em outras capas. Quanto à linguagem textual, ela se apresenta de modo breve com o objetivo de situar o leitor para o que será abordado no jornal.

    06-Nessa capa analisada as imagens foram exclusivamente fotográficas, porém em outras capas analisadas pude perceber que há o uso tanto de imagens fotográficas quanto de ilustrações e iconografia.

    07-Não há o uso de muitas cores, o preto e o branco predominam, mas eu pude perceber que quando querem dar destaque para algo, eles utilizam da cor vermelha no título, por exemplo. Os espaços em branco fazem com que a capa adquira um ar mais “clean”, não muito carregado.

    08-A capa foge um pouco dos padrões se compararmos com outros jornais (a imagem situada do lado esquerdo, por exemplo), porém o forte uso do branco te dá uma sensação de equilíbrio e regularidade.

    Julia Bacelar F. de Morais

    13/06/2013 em 20:18

  46. Análise da capa do jornal Correio Braziliense-13/06/13

    01-A capa dá um destaque maior para o futebol, no caso, para a seleção brasileira já que vai ter início a Copa das Confederações. Porém, não deixa de lado outros temas como política que ficam dispostos em uma coluna lateral (à direita).

    02-Há sim variações entre os diversos elementos textuais que compõem a capa. O título da matéria principal está em negrito com as letras muito maiores, para dar um destaque mesmo. Enquanto isso, as outras chamadas de matérias também estão em negrito e com a mesma fonte, porém em tamanho menor. As fontes variam entre serifadas e não-serifadas.

    03-A única coisa que eu identifiquei foi uma parte relacionada a classificados que fica quase no rodapé do jornal, mas eu não entendi muito bem o que é. Fora isso, não há chamadas para serviços.

    04-O logotipo com o nome do jornal está em negrito e com uma fonte serifada.

    05-Faz-se muito uso de imagens nas capas dos jornais, eles dão bastante valor à linguagem visual. O leitor se dá conta do assunto abordado muitas vezes só por olhar a imagem, como eu pude perceber em outras capas. Quanto à linguagem textual, ela se apresenta de modo breve com o objetivo de situar o leitor para o que será abordado no jornal.

    06-Nessa capa analisada as imagens foram exclusivamente fotográficas, porém em outras capas analisadas pude perceber que há o uso tanto de imagens fotográficas quanto de ilustrações e iconografia.

    07-Não há o uso de muitas cores, o preto e o branco predominam, mas eu pude perceber que quando querem dar destaque para algo, eles utilizam da cor vermelha no título, por exemplo. Os espaços em branco fazem com que a capa adquira um ar mais “clean”, não muito carregado.

    08-A capa foge um pouco dos padrões se compararmos com outros jornais (a imagem situada do lado esquerdo, por exemplo), porém o forte uso do branco te dá uma sensação de equilíbrio e regularidade.

    Julia Bacelar F. de Morais

    13/06/2013 em 20:21

  47. O Estado de S. Paulo – 11/06/2013
    Na capa do Estadão, percebem-se chamadas diversas de várias editorias, como o Caderno 2 (Cultura e entretenimento), Esportes, Política, Viagem, Metrópole, Internacinal e Economia. Há uma matéria da editoria de Política em destque com a manchete em fonte maior que todas as outras e há um foto da editoria de Metrópole logo abaixo dessa manchete, também em destaque.
    As tipologias das manchetes são todas iguais, sendo serifadas. As únicas diferenças são nas letras que compõem o título do texto-legenda da foto que está em destaque. Os logos do caderno de Viagem, o Caderno 2 (no topo, logo abaixo do logo do jornal) e o de Esportes (em baixo) são os únicos apresentados exatamente como são, as demais editorias aparecem apenas em fontes não serifadas e em negrito, logo abaixo do texto que apresenta a matéria.
    O único serviço presente na capa do estadão é a previsão do tempo, que consiste em uma pequena chamada “Tempo na Capital”, com o ícone de um sol e uma nuvem chuvosa, a explicação da figura “Sol, muitas nuvens e chuva à noite” e uma indicação de temperatura máxima e mínima.
    O logotipo do nome do jornal é simples, com fontes não serifadas e se destaca do restant do jornal por ser o único em cor azul. As informações textuais aparecem em maior número que as informações visuais, sendo que há apenas 6 imagens. Há pouca iconografia, apenas a da Previsão do Tempo, que já foi indicada.
    A imagem em destaque chama atenção por apresentar uma cena de conflito, outra imagem que se destaca é a de um Iphone, por ser um aimagem bastante colorida. Apesar da pouca presença de imagens em relação a texto, é uma capa coesa, que estabelece relações de sentido harmoniosas e chama a atenção do leitor, especialmente pela foto em destaque.

    Ana Carolina de Oliveira

    16/06/2013 em 17:21

  48. Jornal analisado: “O Dia”, do Rio de Janeiro/RJ, capa da edição nº22.281.

    -A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editorias, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?
    R: A capa possui sim diversas chamadas em sua capa, porém somente para os assuntos “Copa das Confederações”, “Entretenimento”, “Denúcias/Policial” e para uma promoção de selos do jornal, demonstrando o lado mais “popular” de direcionamento do jornal, sem nenhuma notícia política, de comportamento ou de economia. Interessante também perceber que todas as manchetes são de fatos que ocorreram no estado do Rio de Janeiro (em exceção ao jogo do Brasil apenas).

    Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que compõem a capa?
    R: Sim. O jornal prioriza pelo estilo não serifado e por uma fonte mais grossa em suas manchetes, porém mais fina nas chamadas para as páginas ou descrições. Deixando claro que isso é apenas uma preferência pois ocorre na maioria da capa do jornal, exceto na manchete de uma entrevista na parte superior. A fonte se torna serifada apenas na descrição longa da manchete principal. Há de 4 a 6 fontes diferentes identificadas por mim na capa.

    Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?
    R: Não há. A única informação disponível na capa são os horários, locais e árbitros, técnicos e craques dos jogos da Copa das Confederações no dia.

    Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
    R: O logotipo do jornal não é serifado (talvez para não dar uma impressão tão séria), e não dá para definir ao certo se está em negrito ou não, eu creio que sim, mas pelo tamanho do logo na capa, fica difícil afirmar com certeza. É uma fonte bem esticada nas letras mais arredondadas, pode se perceber pelo tamanho da letra “O” comparada com o “IA”, parece que a primeira ocupa o mesmo espaço das outras duas.

    Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    R: A capa de “O Dia” tem boa divisão. Porém não tem um certo padrão. Em duas imagens a foto serve de apoio pra manchete, porém não é invadida pelo texto (casos das notícias de Entretenimento). Em duas outras, acontece a invasão (Na notícia do jogo da seleção e na promoção de selos). Mas tudo dentro de sua margem. A única coisa que salta dos boxes de separação é um dos anúncios da promoção de selos.

    As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
    R: Existem ícones representando as bandeiras dos países para as notícias da Copa das Confederações. De resto, são fotos e texto.

    Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?
    R: A parte que representa a copa das Confederações no jornais está separada por duas linhas, tanto na parte debaixo como na de cima. Elas são verde e amarela. Há um destaque verde numa das reportagens de cima, numa área bastante colorida. O mesmo acontece na tabela de jogos”. O resto do jornal usa só o fundo branco e o texto preto pra não virar um verdadeiro arco-íris. Mas são duas áreas de atenção com destaques amarelos, que chamam atenção, que dão realmente uma impressão de “dia”, o nome do jornal. É um jornal de cores alegres e vivas, que apesar de várias manchetes ruins, não parece que aconteceram.

    Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?
    R: O jornal tem bom equilíbrio e divisão. Há linhas separando as manchetes por todos os lados. São cinco colunas, com variação na sua utilização única ou não. O nome do jornal ocupa três, por exemplo. A foto principal, 4. A manchete principal, 5.

    Comentário em comparação com outros jornais:
    “O Dia” , em comparação com outros jornais do Rio como “O Globo” ou “Meia Hora”, busca talvez um público que está entre esses dois jornais e que gosta de estar informado sobre o que acontece no estado do Rio de Janeiro, quase como se não houvesse vida fora dele. Possui uma capa bem lotada, porém sem algo que seja muito diferente do que se vê nos jornais pelo mundo.

    João Pedro Ferreira

    17/06/2013 em 0:41

  49. As capas do jornal LANCE! são as que servirão de referências para o meu jornal. Além de este jornal tratar majoritariamente do mesmo assunto que o meu tratará, eu gosto bastante do estilo de diagramação de suas capas. O assunto de maior destaque de cada capa do LANCE! vem sempre acompanhado de uma foto que ocupada quase toda a página e sobre ela, há, normalmente, um pequeno texto ou um gráfico que sintetize o conteúdo da matéria, além da manchete em fontes maiores e diferentes dos outros destaques da capa. As manchetes costumam ser bem criativas e o uso de trocadilhos é recorrente. Os outros assuntos abordados na capa aparecem em pequenas chamadas – caixas de textos – localizadas abaixo ou ao lado da manchete principal e também são ilustrados com algum recurso gráfico. Como é habitual em jornais esportivos, o LANCE! faz uso de muitas cores em suas capas. Essas cores dialogam com os destaques e fazem referência a clubes de futebol. O logo do jornal é colorido e aparece, invariavelmente, na parte superior e alinhada á esquerda da capa.

    Vitor Garbuio de Almeida

    17/06/2013 em 15:41

  50. Capa analisada : Le Canard Enchaîné
    Edição : 4827 – Ano 98 (30 de abril de 2013)

    A capa sintetiza alguns assuntos mais chamativos da edição. Ela é composta por elementos satíricos (charges) e análises, ambas acompanhadas dde manchetes sarcásticas.

    Há uma grande variação tipológica na capa. Da manchete principal às outras, assim como em títulos de boxes, charges, falas em balões, assinatura do jornalista, dados da edição, slogan, etc.

    O jornal lida majoritariamente com assuntos de utilidade pública, sempre em um viés satírico. Na capa, predominam as análises acompanhadas de charges bastante sarcásticas. É um jornal de crítica à política francesa. O próprio espaço reservado ao logotipo do jornal é ocupado, nas extremidades, por patos que falam.

    Um tipo serifado, de letras grossas, que lembra as fontes de máquinas de escrever, porém muito mais grossas.

    A informação visual está imediatamente acompanhando os textos. No topo ou na base destes, há charges. A logomarca é acompanhada nas duas extremidades de patos com algumas mensagens.

    As imagens são apenas ilustrações.

    O vermelho e preto são as cores predominantes. Elas dão um ar sanguinolento a uma manchete e comunista a outras linhas. É provavelmente esse o sentido, o comunista, que a publicação desejava provocar.

    Do espaço em que o texto é mais denso para baixo, é possível dizer que o jornal utiliza seu espaço de forma harmônica. Ele estrutura uma espécie de mosaico. É como se nos espaços que sobraram entre um texto e outro fossem “encaixadas” as charges. No topo da capa, acima do logo, uma manchete bastante chamativa, que ocupa todo o espaço superior. Abaixo do logotipo e entre os textos, o espaço é um pouco mal utilizado. As letras estão grandes, porém esprimidas.

    Willy Delvalle

    18/06/2013 em 0:19

  51. Capa analisada: El Mirador de LatinoAmerica (14 de julho de 2010, Ano 1, Nº7)

    A capa analisada traz consigo uma síntese das principais matérias ao longo da publicação separadas por suas respectivas editorias, como “Economía & Política”, “Ciencia & Tecnología” e “Arte e Cultura”.

    Pode-se perceber uma clara diferença tipológica entre os nomes das editorias e os títulos e corpos das chamadas. Enquanto a fonte dos nomes das esditorias é mais simples e limpa, o restante da capa assume uma fonte padrão. Vale ressaltar ainda que os títulos das manchetes e algumas chamadas menores estão em negrito. A logo do jornal também se vale de uma fonte diferenciada, simples, porém mais grossa.

    A única prestação de serviço presente na capa analisada é a de índices econômicos, representada por um box no canto inferior esquerdo da página; seu “título” está em fundo preto, o que chama atenção. Demais serviços não constam na capa.

    O logotipo do jornal é representado por uma fonte simples, não serifada, um pouco grossa e que parece estar em caixa alta e negrito.

    Possuindo basicamente texto e barras, a capa analisada trabalha de forma a integrar os elementos textuais e visuais. Não consigo ver de forma harmônica a sua disposição, mas sim como algo um pouco mais bagunçado, desorganizado.

    A capa da publicação analisada é composta basicamente por texto. Aparecem algumas fotos (quatro ao todo) que estão dispostas irregularmente pela capa. Têm-se ainda como elemento visual barras amarelas logo abaixo do nome de cada editoria, no slogan do jornal e em uma breve seção de chamadas menores. Visualmente parece ser uma capa com aspecto leve, porém falta um pouco de provocação. Particularmente, não me atraiu.

    As cores presentes na capa são três; o preto, o branco e o amarelo. O preto está presente no texto, como preenchimento de fundo no “título” do box de serviço, o que chama a atenção, e também em linhas que indicam o número da página da respectiva matéria representada na capa. O bracon se encontra em grande quantidade indicando uma certa leveza. Já o amarelo está localizado em barras logo abaixo do nome de cada editoria, acredito que destaca a editoria, e no slogan do jornal. O amarelo encontra-se ainda no “título” do box de serviço.

    Particularmente a capa analisada transmite uma ideia de suavidade; de ser leve e limpa. No entanto, não segue nenhum padrão de simetria ou regularidade, influenciando para que não fique harmônica, mas sim com aspecto desorganizado; de algo bagunçado.

    Andrey

    18/06/2013 em 0:33

  52. • A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?
    A capa do Estadão destaca o que há de principal nos cadernos. Há manchetes do caderno de Economia e Negócios, Esporte, Política, Caderno2 (cultura), dentre outros. Neste dia, o destaque foi dado a duas notícias: a reação do governo estadual de São Paulo em relação aos protestos e sobre um dos jogos da Copa das Confederações.

    • Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que compõe a capa?
    Sim, as letras mudam de tamanho e cor, além de que algumas estão em negrito.

    • Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?
    Ficam todos no rodapé da página. Há uma linha dupla que separa estas informações das manchetes. Na verdade, no rodapé há dois destaques a colunistas, um índice alfanumérico para que o leitor possa localizar os cadernos com mais facilidade, previsão do tempo e um pequeno quadro com o tema da seção de “Notas e Informações” do jornal.

    • Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
    Não sei qual é a tipologia exata do logotipo do jornal. Mas é uma letra sem serifas, com espaçamento pequeno entre as palavras

    • Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    Em todo o caderno há apenas 4 fotos. Duas estão na parte superior, sendo que uma está vazada, isto é, não tem um fundo certo e “entra” no espaço do texto. Outra foto é destaque na capa, ocupa as três colunas do meio e é grande. Já a última foto ocupa o espaço de uma coluna em um espaço relativamente modesto, um quadrado.

    • As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
    • Nesta capa, não há iconografias. A única ilustração é o título da “Copa das Confederações” que está em laranja e o “o” da palavra “Copa” é uma bola de futebol pintada.

    • Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?
    As cores são poucas. A que predomina é o preto, cor das letras dos textos, títulos e intertítulos. A cor do título do jornal é azul. O nome dos cadernos tem a cor deles, na verdade, a cor dos cadernos é a cor presente em seus títulos.

    • Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?
    A capa do jornal pode ser considerada boa quando levamos em conta os quesitos acima. Em relação ao equilíbrio, é uma capa leve, porém chamativa- não é pesada. A simetria também é boa, Há, evidentemente, quebras no gride, mas nada que prejudique as informações do jornal ou que atrapalhe a leitura. Também é necessário destacar que há harmonia entre os textos e imagens. A presença de linhas mostra o limite de cada manchete e facilitam a leitura.

    Thales Valeriani

    18/06/2013 em 0:57

  53. Dupla: Isabela Ribeiro e Jaqueline Galdino

    Capa Analisada: Florida Today (Disponível na pasta compartilhada)

    – A capa do Florida Today trás diversas manchetes de diversas editorias. É uma capa com muita informação que sintetiza bem o conteúdo do jornal. Algumas manchetes são acompanhadas de textos maiores. De um modo geral todo o espaço da capa é bem ocupado por notícias acompanhadas por imagens. Sobre a tipologia da capa, encontramos fontes serifadas no título do jornal e nas manchetes. Entre os títulos das matérias há algumas variações, dependendo do destaque da notícia. O logo do jornal é apresentado em uma fonte clássica serifada com a letra “O” de “Today” trazendo adorno.
    A capa do Florida Today é muito bem estruturada e divida com linhas que demarcam bem os espaços de cada chamada. Na parte inferior da página, no canto esquerdo, apresenta-se um pequeno box com índice. Fora isso, o jornal não apresenta em capa nenhum tipo de serviço. O uso de imagens é bem distribuído com uma foto maior, em destaque e as outras acompanhando as demais matérias. Na capa analisada predomina-se o uso de fotografias, além do uso de box e de um selo, indicando uma matéria especial das eleições.
    A cor que mais chama atenção na capa é a cor de fundo do título do jornal – laranja. Em subtítulos vemos o uso de vermelho pra chamar atenção para o destaque. Em relação a simetria e equilíbrio, podemos afirmar que o Florida Today faz bom uso da simetria, usando colunas muito bem marcadas e explora-se muito o uso de linhas, para marcar bem a regularidade e uso dos espaços.

    Jaqueline Galdino e Isabela Ribeiro

    18/06/2013 em 3:56

  54. A maioria das capas disponibilizadas para a análise são exemplos de inovação no planejamento gráfico, o Huntington Post e o Politikien por exemplo são extremamente chamativos graficamente, ambas expressam um sentido de movimento que parece levar todo o resto da página consigo, mudando completamente o ritmo de leitura.
    Outros casos são os do Correio Brasiliense e Hartford Courant focalizam muito mais em palavras de efeito para atrair leitores, não só são títulos curtos, em fontes maiores e em caixa alta, também representam expressões fortes.
    Ainda assim nem todos são tão claramente criativos, na verdade, certas capas mostram um grande foco em texto, deixando-as visualmente pesadas e de dificil apreciação, são exemplos: “Arabic 3”, Frankfurter Allgemeine, USA Today e The Post

    Felipe Navarro

    18/06/2013 em 6:24

  55. ANÁLISE DA CAPA DO JORNAL ‘EL MIRADOR DE LATINOAMÉRICA’

    A capa sintetiza o conjunto da edição, trazendo chamadas correspondentes aos destaques das respectivas editorias (economia e política, ciência e tecnologia, arte e cultura).

    Os elementos textuais que compõem a capa são fontes sem serifa e, com exceção aos títulos, bastante leves. A tipologia confere à capa um efeito limpo e brando.
    A capa traz dois boxes em destaque. O primeiro sintetiza chamadas de notícias circunstanciais e o segundo exibe indicativos socioeconômicos.

    O título do jornal aparece em caixa alta e com fonte um pouco mais pesada em relação aos demais elementos textuais. A palavra “mirador” aparece em destaque no título. O logotipo do jornal é composto por um ícone que simula o mapa das américas central e do sul e pelas iniciais “M” e “L”, que fazem menção às palavras “mirador” e “latinoamérica”, presentes no título. A faixa amarela sob o título, correspondente ao slogan do jornal, cria correspondência com as cores utilizadas no título e no logo.

    Apesar de conter informações textuais, a capa utiliza bastantes espaços brancos, que criam destaque para as imagens intercaladas com o texto. As fotos exibidas não chegam a ocupar metade da página e se distribuem pela capa, aproveitando os espaços.

    A iconografia utilizada não é tão abundante. Os elementos em destaque, nesse aspecto, são o próprio logotipo do jornal, no canto superior esquerdo da capa, e o uso do ícone “&” no lugar de “e” nos títulos das editorias mencionadas.

    Os destaques para editorias e boxes são feitos através da utilização de tarjas amarelas e jogos de cores em escalas de ocre. Os números das páginas em que se encontram as matérias destacadas na capa aparecem sob a chamada, junto a uma linha preta. O uso dessa iconografia facilita o reconhecimento e a localização de informações, destaques para matérias e serviços.

    A capa analisada tem seus elementos dispostos de maneira bastante equilibrada e regular. As imagens ganham maior destaque na região superior da página, mas não criam efeito amontoado. O uso de brancos e a leveza tipológica colaboram para o equilíbrio e a brandura da capa.

    Adriana Kimura

    18/06/2013 em 12:02

  56. Capa ESTADÃO – 14/06/13

    – A capa chama atenção para alguns fatos, mas o principal é sobre as manifestações na capital paulista com uma foto de quase meia página.
    – Existe mudança na tipologia no que se refere a “Copa do Mundo”, em que é utilizada a figura de uma bola de futebol e a cor amarela e verde. Mas em geral, a tipologia é serifada, variando apenas seu tamanho.
    – Eles são representados na parte de baixo da página, acima da propaganda.Compões uma fileira dividida em “quadrados”, separados por linhas verticais finas.
    – O nome do jornal é escrito em letras “gordas” e com uma cor azulada . Ela é condensada, escrita em caixa alta e sem serifas.
    – A capa possui vários elementos ilustrativos, equilibrando a parte escrita com a parte ilustrativa. No alto da capa, existem dois prédios que “extrapolam” o espaço reservado a eles e chegam peto do nome do jornal, propositalmente, dando um design mais moderno.
    – Existem fotografias e também iconografia, onde uma bola de futebol é utilizada como a letra “O”.
    – As cores utilizadas são 4: preto (quase que a totalidade), azul (nome do jornal), amarelo e verde (utilizado para a palavra “copa”). Os efeitos são para suavizar a leitura, e chamar a atenção.
    – Existe equilíbrio entre os ícones escritos e os ilustrativos. Os textos são curtos e chamativos, e possuem um padrão no que se refere à tipologia das letras em geral. No canto direito do jornal, uma coluna faz a chamada para as notícias de dentro do jornal, enfileiradas. A presença de linhas horizontais e verticais auxiliam na divisão e na organização da capa.

    Tiago Pavini

    18/06/2013 em 15:49

  57. Sendo um jornal de forte circulação municipal e regional, a capa do Jornal da Cidade de Bauru contém sempre notícias de Bauru com maior destaque e regionais em menor destaque, e notícias internacionais e nacionais irão variar de acordo com a sua importância.
    Quanto a tipologia: títulos, legendas, intertítulos e o nome do jornal são escritos em fontes não-serifadas. As reportagens e demais textos que preenchem o jornal possuem serifas em sua tipologia.
    Diagramação: o número de colunas nunca varia, mas a diagramação e disposição de imagens e etc é bastante irregular. Um aspecto que nunca irá destoar na diagramação é a foto da matéria principal da edição, disposta sempre no meio da capa, grande, com titulo em negrito grande e com um breve resumo da reportagem. No canto esquerdo da página haverá sempre uma tabela com informações de serviços, como cotação, meteorologia e etc, envoltos por caixas azuis.
    Cores: há predominância de azul e vermelho, mas o jornal não dispõe de uma identidade visual bem esclarecida, uma vez que usa de várias imagens (de fotografias a ilustações).

    Higor Boconcelo

    18/06/2013 em 15:58

  58. Jornal analisado: El País, 16/01/2011, edição 12.261

    -A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editorias, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos?
    R: A capa possui diversas chamadas das várias editorias, entretanto chama a atenção de uma matéria de conteúdo internacional como o destaque da capa do dia. As chamadas da capa são das editorias de Internacional, Nacional, Domingo, Negócios e El País da Semana.
    Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que compõem a capa?
    R:Sim, mas são poucas. Quase todas as manchetes são serifadas, assim como os textos também são serifadas. Apenas as chamadas de editorias da capa é que não são serifadas, e sim em negrito de cor diferente das manchetes (nessa edição foi escolhido a cor azul. É possível perceber que há apenas duas fontes na capa que são as de manchetes/textos e as das chamadas de editoria.
    –Como são representadas, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)?
    R: Nessa edição do El País não houve nenhuma sessão de informativo.
    –Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal?
    R: O logotipo do jornal é serifado, assim como as manchete, e aparentemente em negrito. O único diferencial no logotipo é o acento no i de País que é no formato de um triângulo retângulo de cor azul claro.
    –Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal?
    R: O jornal “EL País” tem uma boa divisão. São cinco colunas de texto, uma imagem de destaque da manchete principal do dia, no canto direito do jornal há as chamadas das editorias com três chamadas, assim como na parte debaixo da página que segue com uma propaganda e uma chamada de editoria. No começo da capa há o logotipo e o slogan do jornal, embaixo do slogan é duas chamadas de uma possível editoria de entretenimento com duas imagens pequenas para ilustrar as chamadas. Posso dizer que, aparentemente, a capa do “El País” é feita de modo “quadradinho” com cada coisa no seu lugar e sem nenhuma extravagância.
    –As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia?
    R: São em sua maioria fotográficas, mas nessa edição houve duas imagens ilustrativas e nenhuma iconografia diferente do habitual.
    –Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido?
    R: Não há muita cor na capa do jornal. Há as fotografias da capa, as chamadas das editorias de cor azul claro e uma espécie de box logo abaixo do slogan do jornal com a cor azul claro que destaca a chamada de uma possível editoria de entretenimento, de resto é tudo feito na cor preta.
    –Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros?
    R: O jornal tem bom equilíbrio e divisão. Há linhas separando as manchetes por todos os lados. São cinco colunas, com variação na sua utilização única ou não. O nome do jornal ocupa três, por exemplo. A foto principal, 4. A manchete principal, 5.
    Como já havia dito anteriormente, o jornal é feito bem “quadradinho”. Com 5 colunas de texto, linhas horizontais e verticais separando os textos das manchetes da capa e até mesmo linhas isolando a propagando que é feita na capa do jornal.
    –Comentário em comparação com outros jornais:
    Pela capa do “El País” pude perceber a seriedade do jornal, já que não há nada que possa levar para um lado mais descontraído. As manchetes são esteticamente bem estruturadas, em comparação com jornais brasileiros é difícil encontrar algum que tenha esse tipo de “cara”, acredito que o “El País” poderia ser comparado esteticamente com o “The New York Times” e sua seriedade de conteúdo também.

    Isabela Giordan

    18/06/2013 em 16:39

  59. Jornal: Notícias Populares

    Link para a capa da publicação: http://2.bp.blogspot.com/-gAzXrIaoyow/TVrGImZ_zEI/AAAAAAAAFm4/zdMk5hUCbFE/s1600/NP12.jpg

    Analisamos a capa do jornal Notícias Populares. Não posso informar quais são os dados da circulação porque encontrei uma imagem muito sem vergonha da mesma na internet, onde não era possível visualizar tais detalhes. Providencial, porque o NP era um jornal muito sem vergonha em todos os sentidos.
    Mas chega de frivolidades, não é mesmo? Vamos ao que interessa.
    A capa do NP destaca apenas alguns dos assuntos mais importantes da edição. Na verdade, as capas do jornal sintetizam a linha editorial do produto em questão: notícias grotescas, apresentadas com muitos elementos de humor negro e temas de apelo popular, tratados em linguagem coloquial e simplificada.
    A tipografia praticamente não possui variações. A mesma fonte, semelhante à boa e velha “Arial” com itálico, é utilizada quase que em totalidade nos elementos textuais presentes na capa, com exceção do logotipo do jornal e de um box de anúncio.
    Serviços informativos da edição não aparecem na capa do Notícias Populares. Algumas pessoas dirão que isso não é verdade, afinal temos uma chamada para a página de “Supergatas”, que algumas faixas da população consideram como serviço indispensável (borracheiros e donos de padaria, predominantemente).
    O logotipo é muito simples. Temos um box azul contendo o nome do jornal e duas fontes foram utilizadas para para concebê-lo: uma, no “NOTÍCIAS”, que aproxima-se da “Arial Black”, e outra, no “Populares”, que segue a linha de fontes que imitam a escrita à mão. O único elemento gráfico é uma miniatura do mapa do Brasil.
    Os elementos visuais, em forma de fotografias, predominam na capa. As fotos são grandes e recebem destaque. E, mesmo que não recebessem, elas chamariam a atenção por seu conteúdo. Afinal, nada mais sutíl que a Madonna, um cara com a cabeça arrebentada e uma cidadã peladona. O conteúdo textual é conciso. As chamadas utilizam fontes grandes e ocupam boa parte dos espaços. A iconografia é bem reduzida.
    Temos na capa o uso das cores azul, vermelho e, obviamente, o preto. Existem destaques, no lado esquedo da página, que usam a cor amarela. Além disso, temos dois elementos de destaque (em forma de “starburst”) que utilizam a cor roxa (o menor, ao lado da foto da Madonna) e um degradê amarelo (o maior, próximo da foto da “supergata”). O vermelho é o elemento de destaque, pois ele aparece como negrito em duas chamadas e elemento divisor. Mas isso não pode ser considerado um padrão, pois o azul e o preto também aparecem fazendo esta função. O vermelho é predominante. Talvez por isso era comum ouvir que o jornal “sangrava”.
    A composição da capa é, no geral, desorganizada. Parece existir intenção de demarcar algumas colunas, mas essa possível demarcação desaparece na faixa centra da página, que parece propositalmente assimétrica, provavelmente priorizando os destaques em detrimento de conceitos estéticos. O uso do branco, no entanto, é constante e até eficiente.

    João Otávio Vasques Alves/Rafael R. Silva

    18/06/2013 em 16:44

  60. ANÁLISE DA CAPA DO JORNAL “LANCE!” – 11/06/2013

    Na capa, o jornal apresenta uma foto grande, centralizada que cobre quase toda a folha. Em cima há um retângulo com informações de promoções e, embaixo da foto maior, há chamadas para as notícias dos diversos times que o jornal aborda, uma vez que cada time principal paulista possui páginas próprias, podendo ser consideradas estas as editorias. Em relação as variações tipológicas da capa, encontramos palavras serifadas na manchete principal e nos títulos das chamadas, entretanto o tipo da letra é o mesmo em quase toda a capa.
    O LANCE! não apresenta serviço informativo na capa. O único momento que se pode considerar “informativo” é a caixa logo acima que contém informações sobre uma promoção que está rolando.
    O título do jornal aparece em caixa alta, porém pequeno, do lado direito do jornal, em cima da foto de manchete e dentro do seu símbolo (um brasão), que contém o “L!”, sendo o L” em amarelo e o ponto de exclamação em verde, com quatro estrela em cima também amarelas. O brasão é preto.
    Todas as notícias, entre chamadas e manchetes apresentam foto e letra juntos, mesmo que seja somente o símbolo do time em questão. Entretanto, na foto na manchete centralizada principal, há uma foto do símbolo do Corinthians de fundo, mas como marca d’água, clara, ao fundo, que permite obter uma “paz visual”, uma vez que o resto da página é cheio de imagem e texto.
    Como já dito, além de foto no centro, que desta edição trata-se de um jogador, há ilustração dos símbolos dos times e imagens de camisas em cima do jornal.
    Em relação as cores na capa, o que se observa com maior destaque e curiosidade é o fato de cada título das matérias específicas de cada time é da cor de suas respectivas equipes. Por exemplo: o título da matéria do Palmeiras é verde, o título da matéria do São Paulo é vermelha , o título da matéria do Corinthians é preta e assim por diante, todos fazendo alusão as cores-símbolo de cada time. O que se mostra diferente disso ou é em preto normal ou amarelo, que seriam os “neutros”.
    A capa analisada é em geral bastante equilibrada. Não apresenta muita poluição visual. A maior parte da página é tomada pela manchete central, que tem uma foto enorme e possuem fundo claro, ajudando, assim, a manter uma leveza na edição.

    Michele Matos e Natalia Pinhabel

    18/06/2013 em 18:04

  61. Capa – correio brasiliense
    A capa apresenta um destaque principal para uma notícia, porém, disponibilizam chamadas menores para as notícias mais relevantes (além da capa) presentes no jornal. Há, também, diferença no uso de tipografia. Ao invés de uma frase como manchete, o texto que resume a reportagem principal, usa apenas uma palavra “fico”, não serifada e grifada. Além de uma foto principal, a primeira página usa um grande lide relacionado com a matéria principal, estes com fonte serifada. O estilo de manchete tradicional é usada para destacar as notícias “secundárias”, com fontes não serifadas. Nesta mesma capa, também, não há destaque para serviços que possam existir nas páginas internas do jornal. Enquanto a tipografia presente e no logotipo do jornal possui uma tipografia diferente das outras presentes na capa, mas a letra também é serifada. Provavelmente, não é uma letra tradicional.
    A partir do destaque feito na capa para a reportagem ou matéria principal outros elementos foram diminuídos, mas a construção foi produtiva para que toda página estivesse bem organizada e clean, diferente das capas mais tradicionais, mas mesmo assim, simples, sem grandes recursos gráficos, mas limpa e ainda sim, com manchetes e lidões das outras matérias da capa. Além disso, a maioria das informações visuais estão presentes nas poucas fotografias, não há um grande uso de recursos iconográficos, por exemplo. Uma maneira usada na capa para balancear o destaque da foto principal que pertence à matéria principal, é o uso da coloração vermelha de alguns pequenos lides que acompanham as outras fotos da capa Usando os critérios de simetria, regularidade e critérios de equilíbrio, de forma simples, a capa atende esses critérios e se diferencia do que as publicações brasileiras costumam usar.

    Letícia Ferreira

    18/06/2013 em 23:51

  62. Para uma melhor interpretação das capas de jornais, é interessante o entendimento de alguns termos relacionados ao planejamento gráfico editorial do periódico bem como aspectos semióticos. O sincretismo semiótico, por exemplo, seria a reunião de linguagens em um determinado texto. No jornal impresso, essas linguagens incluem a gra?a, tipogra?a, fotografia, entre outros,e, a partir daí, a análise dos elementos da capa se torna mais estruturada. A relação entre o autor (emissor) e o leitor (receptor) não se dá apenas pela transmissão de informações mas também pelo “fazer crer”, ou seja, mudar ou até mesmo reforçar crenças, mobilizar atitudes que vão resultar ou não em determinados atos. A capa do jornal, por oferecer ao público as primeiras impressões acerca do veículo, sintetiza todas as informações mais importantes.
    Composta por um contínuo que parte dos aparatos de edição, tais como os que constituem o cabeçalho: nome do jornal, data, número da edição, etc, até os componentes mais autônomos como manchetes, fotografias e chamadas, as capas devem persuadir o leitor quanto à leitura e compra do periódico.
    A fotografia não veicula apenas uma mensagem referencial; sua preparação (enquadramento, proporções respectivas dos objetos, luminosidade, cores, etc) e sua montagem a carregam de conotações bem complexas. Para interpretar a notícia, a foto e sua legenda tem um papel importante. Suas cores, tamanho que foi diagramada na página e expressões faciais, todos juntos formam um conceito, uma mensagem.
    Nem sempre a legenda é trabalhada com a atenção que merece como apelo. Essencialmente, seu papel tradicional seria formular um dado que diminua a ambiguidade da fotogra?a, ou nada mais que identi?car as pessoas fotografadas. Trata-se daí de um uso primitivo de legenda, porque os veículos mais modernos já se deram conta de sua força apelativa para as matérias. O jornalismo impresso, de todas as mídias, é o que mais lida, ou o que lida mais de perto, com a linguagem verbal. É a mídia que mais entende da linguagem verbal, de suas sutilezas e de sua possibilidade de fazer n referências a n objetos de maneira cruzada. É aí que a tipografia ganha papel fundamental.
    Dos jornais oferecidos no acervo da disciplina, um dos que mais me chamou atenção foi o The Orange County Register pela flexibilidade com que oferece as informações em sua capa: ótimo uso de espaços em branco, manchetes com tipografia variada, imagens impactantes e até o uso de um gráfico na primeira página.

    Laura Fontana

    19/06/2013 em 13:31

  63. Jornal utilizado: The Wall Street Journal, Europe Edition
    • A capa destaca poucos assuntos (no caso da edição analisada, apenas três assuntos) e utiliza bastante texto nas manchetes.
    • As fontes são todas muito simples e serifadas. Predominância de uma fonte, que é utilizada nos títulos e nos textos das manchetes.
    • A capa apresenta apenas uma linha em letras pequenas com os índices das principais bolsas de valores do mundo, na parte superior, em cima do título.
    • O logotipo está escrito em letras maiúsculas, em negrito e apresenta serifa. No geral, é bem simples.
    • Há uma imagem central de tamanho médio e outra bem menor no canto inferior direito. O resto é ocupado por texto.
    • A única iconografia presente é bem pequena, ao lado de cada índice da Bolsa de Valores. Há uma ilustração presente que é um pedaço da capa do caderno especial e mais duas imagens fotográficas.
    • Não há muita cor, apenas um quadro bege pequeno indicando matérias menores e menos importantes e um retângulo verde com o título da manchete principal do caderno principal, localizada em cima do logotipo do jornal.
    • A capa em geral é bem organizada e simplista, contendo 6 colunas e organizada de forma horizontal. Visual clean e simétrico.

    Giovanna Diniz

    18/09/2013 em 20:37

  64. CORREIO BRAZILIENSE – 10/05/2013

    O Correio Braziliense é um dos jornais brasileiros que mais se destaca quando falamos em planejamento gráfico. Suas capas exploram muito o uso do branco em equilibrio com imagens muito bem escolhidas – podendo ser usada uma única imagem que sintetiza a edição ou várias – e pouco texto, o que dá um ar moderno ao jornal. Algumas de suas capas, inclusive, já foram indicadas a prêmios internacionais.
    Na edição do dia 10 de maio deste ano observamos que foi usada uma imagem central maior para ilustrar a matéria principal e algumas outras menores para as matérias secundárias.
    Na capa não há nenhuma matéria completa, mas chamadas para as principais matérias de cada uma de suas editorias. Chamadas estas que estão bem divididas em duas colunas laterais, buscando o equilíbrio estético.
    As fontes utilizadas nos títulos são não serifadas, porém arredondadas, chamando a atenção aos olhos do leitor e dando mais peso às palavras. Já nos textos das chamadas, utiliza-se fontes serifadas.
    É interessante observar, também, a escolha de uma imagem com cores mais quentes posicionada no centro da página, o que também é um artifício muito utilizado para atrair a atenção dos leitores. Além de estar muito bem equilibradas com os tons mais frios (com predominância do azul) do logotipo do jornal, que se repete no restante das imagens.
    Os serviços da edição não aparecem na capa.

    Isabela Romitelli Rocchi

    18/09/2013 em 21:02

  65. A capa escolhida para análise foi a do jornal dinamarquês Politiken, fundado em 1884 e classificado como de centro-esquerda.
    A capa destaca poucos assuntos, aproximadamente oito. Além de algumas curtas chamadas com título, manchete e página, o jornal apresente ainda na capa o desenvolvimento de algumas matérias, que ficam bem no centro da página.
    É possível perceber uma variação tipológica entre os títulos, os textos, o nome do jornal, as manchetes e em cada propaganda.
    Os conteúdos de serviços aparecem no final da página do jornal. A previsão do tempo, por exemplo, está no canto inferior esquerdo da página e é destacado por um desenho.
    O título do jornal está escrito em caixa alta e em negrito, com fonte serifada.
    A capa do jornal apresenta uma grande quantidade de texto por contar matérias, entretanto, os elementos visuais são muito chamativos por causa da cor e por aparecerem em lugares estratégicos, como as bordas e o centro.
    Um das características que mais chama a atenção é que, o destaque visual da capa não é uma fotografia, e sim, uma caricatura. Aparecem alguns ícones, como o da previsão do tempo, e uma foto na parte de cima como chamada para uma matéria. Em outra chamada há um símbolo que representa um indicador gráfico e em outra há uma ilustração.
    As cores que mais aparecem são o vermelho e o azul. Eles aparecem na parte superior da página, chamando atenção para o nome do jornal. O restante da página não apresenta cores chamativas, o destaque fica para a caricatura e as propagandas apresentam cores mais sóbrias, como vinho e cinza.
    A capa é dividia em três partes: a superior com chamadas, o centro com matérias e a caricatura, e a parte inferior com propagandas. O grid é de seis colunas, apesar da capa não ser totalmente linear. A caricatura ocupa três colunas e não está exatamente no centro ou no canto direito, e marca o início de uma reportagem.

    Moema Novais

    19/09/2013 em 22:34

  66. Analisei três jornais espanhóis de modo a comparar as diferentes formas de abordar graficamente temas similares: EL PAÍS – o mais tradicional dentre os analisados -, EL PUNT AVUI e LA VANGUARDIA.
    Embora os três destaquem em suas capas os principais fatos abordados nas edições, o EL PUNT e o LA VANGUARDIA separam seu conteúdo por editoria, trazendo o destaque de cada uma. Nenhum dos três apresenta grandes variações tipológicas, à exceção da variação de letras serifadas para notícias e não serifadas para algumas chamadas ou indicações de editorias, que não ocorre no EL PUNT AVUI, em que todas as manchetes da capa vêm grafadas com fontes não serifadas. Além disso, esse e o EL PAÍS têm seus nomes grafados em tipos estilizados (traço bastante sutil, no caso do EL PAÍS).
    No EL PAÍS o texto é claramente predominante em relação aos demais conteúdos gráficos da capa. Embora haja imagens, o texto tem grande destaque. Na publicação LA VANGUARDIA há um equilíbrio maior entre texto e imagem; nesse há também o uso de alguns itens sinalizando chamadas. No EL PUNT AVUI, embora não haja tantas imagens, recursos gráficos tomam bastante espaço da capa: há boxes, fotos e propagandas.
    Em cada uma das publicações as cores utilizadas parecem ter um efeito e um propósito diferente, embora, como resultado, todas ajudem a compor suas identidades visuais. No caso do EL PAÍS, são utilizados diferentes tons de azul, cor predominante na publicação e que, no caso da capa, se concentram nas principais chamadas, no topo da página, e em detalhe no nome do jornal. No EL PUNT AVUI, as cores servem para diferenciar as editorias e seções da publicação. O vermelho tem um destaque relativamente maior por estar presente na editoria de política e por dar cor ao “AVUI” do nome. No LA VANGUARDIA, o azul e o vermelho são utilizados para indicar o nome das editorias. O vermelho também está presente em algumas das chamadas e em ícones presentes em frente a manchetes. Estão presentes, também, o azul marinho – utilizado como fundo no nome do jornal – e o amarelo, fundo de matérias e propagandas destacadas no topo da página.
    Dentre as capas, creio que a mais harmoniosa seria a do EL PAÍS. Embora não haja recursos gráficos inovadores, ou nada que se destaque esteticamente, o jornal se destaca em relação aos outros dois por não pecar pelo excesso. As cores utilizadas, os pequenos espaços em branco e o uso moderado de imagens e recursos gráficos fazem da capa do EL PAÍS uma primeira página não tão chamativa – o que talvez nem seja necessário, dada a importância que a publicação tem no país -, mas harmoniosa e visualmente agradável.

    Nathalia dos S Rocha da Silva

    20/09/2013 em 0:16

  67. Eu analisei a capa do Expresso Popular. É um jornal publicado na Baixada Santista(litoral Sul de São Paulo), de periodicidade diária. Ele começou a circular em 2001, e faz parte do grupo A Tribuna de Comunicação. Sua proposta, como o próprio nome diz, é ser um jornal popular, voltado às classes C, D e E. Seu nome surgiu depois de um concurso promovido pelo Jornal A Tribuna, que pediu para que os leitores enviassem sugestões de nome para o nome jornal do grupo. Logo, sua proposta também é ser um jornal que tenha um relacionamento mais próximo do público do que o jornal A Tribuna.
    A capa segue os moldes dos tabloides que são mais populares, como aqueles da mídia italiana e até mesmo os famosos casos do Extra e do Meia Hora, do Rio de Janeiro. Há a presença de uma manchete em caixa alta, com uma frase de efeito sobre a reportagem em destaque. Na capa que pego como exemplo, do dia 14 de março de 2013, a frase é sobre a escolha do novo papa: “DEUS É BRASILEIRO, MAS O NOVO PAPA É ARGENTINO”.
    Abaixo há o resultado do jogo do dia anterior de um time que esteja em evidência ou que tenha uma grande torcida(no caso, o Corinthians), seguida pela foto de uma personalidade artística que esteja vestida de modo que valorize sua sensualidade. A seguir, no canto da página, duas notícias sobre casos policiais, com frases que valorizem os detalhes mais pitorescos das ações de vítimas e ladrões. Se as manchetes desses casos são menores, eles sempre são acompanhados por recursos estéticos diferenciados, como um tema de fundo colorido para suas manchetes.
    Deve haver uma organização da capa em relação aos temas, mas quanto à disposição dos recursos gráficos eles se demonstram em desarmonia, valorizado a abundância de recursos em detrimento de uma praticidade que poderia valorizar uma lineariedade de leitura por parte do pública, que agora vê sua atenção valorizada mas recebe uma leitura confusa de uma capa que valoriza excessos.

    Agnes Sofia Guimarães Cruz

    20/09/2013 em 10:57

  68. A capa do jornal analisado, Lansing State Journal,disponível na rede de computadores do LEE, destaca apenas alguns poucos assuntos principais mais chamativos, a edição analisada contem uma chamada com foto da matéria principal, uma pequena matéria abaixo, uma propaganda grande e chamada para duas outras matérias no topo da página, apenas.
    Os conteúdos de serviço informativo da edição aparecem no final da página, acima da propaganda, com pouco destaque, mostrando apenas a temperatura média do dia.
    A informação textual e a informação visual são bem divididas, com bastante uso de branco, deixando a capa agradável de se olhar. Além das informações visuais, a capa também apresenta o ícone de uma nuvemzinha no espaço dedicado ao clima, além do desenho do logotipo do jornal, que apresenta tipologia serifada.
    Já no título da manchete principal, a tipologia é não-serifado. No resto do jornal, a tipologia é razoavelmente variada, utilizando diversas fontes, serifadas e não-serifadas.
    A capa se baseia nas cores preta e vinho, destacando uma das manchetes menores e palavras de impacto no texto da manchete principal, dando um efeito meio sensacionalista.
    A parte superior da capa é bem simétrica e agradável ao olhar, a parte inferior já foge um pouco dessa simetria, mas não altera a composição e equilíbrio da capa.

    Marília Garcia

    20/09/2013 em 17:00

  69. Jornal analisado: L’Équipe
    Aluno – Paulo Beraldo, segundo ano, turma c
    Diário Esportivo Francês
    Capa escolhida:
    http://images.quickblogcast.com/92912-88346/june_17_cover_lequipe_start_by_winning.jpg
    A capa sintetiza o conjunto da edição, com chamadas diversas das várias editoriais, ou destaca uns poucos assuntos principais mais chamativos? Na verdade, não. As capas do L’Équipe, e essa não é uma exceção, escolhem um tema para dar destaque, colocando os outros ao redor. Geralmente escolhe-se uma grande foto – em boa qualidade – com a manchete dentro do corpo da foto, em letras garrafais. Nesse dia, o tema era a entrevista do goleiro da seleção francesa que voltava a defender o time há um tempo. Acima da foto principal, pequenas chamadas para outras matérias. O detalhe é que, dentro do jornal, existem muitas matérias que não aparecem na manchete mas são importantes.
    Há variações tipológicas entre os diversos elementos textuais que compõem a capa? Sim. O título, em vermelho, é em itálico. As chamadas de dentro das fotos principais na capa são, geralmente, brancas ou pretas, a depender da cor do fundo da foto – elemento principal da capa do jornal.
    Como são representados, na capa, os conteúdos de serviço informativo da edição (clima, loterias, utilidade pública etc.)? Estes conteúdos não são representados na capa do jornal. O mais próximo de serviço é um anúncio, geralmente alocado na parte de baixo da página, ao estilo capa do Estadão, com aqueles anúncios da Hyundai dos últimos meses.
    Que estilo tipológico melhor define o logotipo com o nome do jornal? Estilo em itálico, letra próxima do Arial. Como é dividido o espaço entre informação textual e informação visual na capa do jornal? Existe um bom equilíbrio entre informação visual e textual na capa do jornal. Na minha opinião, a mais importante é a visual, já que a capa é muito chamativa e, após analisar a foto, leio qual a manchete referente a ela.
    As informações visuais são exclusivamente fotográficas ou há também ilustrações e iconografia? A capa contém fotografias, alguns ícones e linhas para mostrar a numeração das páginas correspondentes a cada chamada. Em algumas capas, existem algumas faixas dentro da foto, chamando para outras matérias ou falas de algum personagem estampado na capa. Como as cores são usadas, na capa, para destacar elementos específicos da composição? Quais seus efeitos de sentido? O vermelho é usado para chamar atenção ao nome/logotipo do jornal; o preto e o branco se alternam conforme a foto de destaque utilizada no dia a dia do jornal.
    Como é possível avaliar a composição da capa segundo critérios de equilíbrio, simetria, regularidade, entre outros? Acredito que exista simetria e coerência. A informação mais importante é destacada pela foto, seguida por boxes menores com fotos e pequenas chamadas na parte superior do jornal. Também na lateral, algumas chamadas para outras matérias do jornal. Gosto da ideia de utilizar fotos como principal elemento de destaque. As capas do L’Équipe lembram o caderno “Edição de Esportes”, do Estadão, veiculado aos domingos. Uma foto de altíssima qualidade, uma manchete chamativa e outras informações ‘orbitando’ a foto principal.

    Paulo Beraldo

    23/09/2013 em 13:11

  70. Ana Carolina Ribeiro
    Jornal SOL

    A capa do jornal que estou analisando, jornal semanario Sol, é composta por uma notícia principal destacada que ocupa, praticamente, metade da página e por outras chamadas de matérias com certo grau de relevância, logo a baixo da notícia principal. O jornal não traz na capa chamadas de todo conteúdo presente no seu interior, mas apenas de alguns itens selecionados.
    Há variação tipológica entre os títulos e textos presentes na capa. A matéria principal tem título com uma fonte não cerifada na cor vermelha e de tamanho considerável se comparada aos outros. Os demais título estao na mesma fonte, cerifada, cor e tamanho. As cores predominantes são, vermelho, preto e azul.
    Não há qualquer tipo de conteúdo de serviço informativo na Capa do semanário.
    O logotipo do jornal tem um estilo tipológico um pouco destoante das demais fontes. Ele traz a letra “S” e “L” em preto numa fonte diferente e “O” é formado pelo desenho de um sol com um horizonte embaixo.
    O espaço entre informação visual e textual é bem dividido, eu diria que está equilibrado. Há uma foto com bastante destaque e que ocupa bastante espaço, mas há também títulos e textos que trazem equilíbrio na disposição entre imagem e fotografias.
    Em sua maioria as informações visuais são fotografias, mas há iconografias presentes na capa também. O próprio logo do jornal traz um iconografia, como também algumas propagandas presentes na página.
    O uso de cor é restrito. Ela está presente no título da matéria principal, a cor é vermelha, ela traz o sentido de dramaticidade e atenção. As outras cores são utilizadas no logo do jornal, nas propagandas e para indicar as páginas. As usadas nas informações jornalísticas parecem que são para chamar atenção, destacar informações necessárias. Ou como no caso da matéria principal trazer um tom de dramaticidade.
    A capa no geral é agradável. Tem equilíbrio e regularidade. A única parte que traz um pouco de desconforto visual é o cabeçalho. O logo não está muito bem posicionado e as propagandas presentes nessa parte superior deixam um ar de confusão. Mas na composição entre texto informativo e imagens, ela é organizada e com todas as informações, visuais e textuais, bem distribuídas.

    Ana Carolina Ribeiro dos Santos

    16/07/2015 em 17:23

  71. Jornal: O Globo, edição de 9 de maio de 2013

    Conteúdo: A capa sintetiza todos os assuntos presentes no jornal e contém as principais chamadas de cada editoria, caderno e do suplemento. Não há conteúdo de serviços, como previsão do tempo, loterias, entre outros, na capa da edição analisada.

    Tipologia
    A capa apresenta 3 variações tipológicas:
    • Título: tipo sem serifa, em negrito e com primeira letra em caixa alta.
    • Linha-fina: a matéria em destaque apresenta linha-fina com tipo sem serifa, em negrito, mas o restante das chamadas contém linha fina com fonte serifada e sem negrito. Em ambos os casos apenas a primeira letra está em caixa alta.
    • Corpo de texto: fonte serifada, texto das matérias justificado. Pequenas notas e legenda tem alinhamento à esquerda.
    • Título do jornal (estilo tipológico):
    Estilo tipológico do logotipo: fonte não serifada, toda em caixa alta e em negrito. Letras em cor branca sobre a faixa azul padrão do jornal. Pode-se considerar, em comparação com outros jornais de grande circulação do Brasil, que esse logotipo traz ideia de modernidade e seriedade ao mesmo tempo.

    Divisão de espaço – texto e imagem: há a predominância de texto, que ocupa a maior parte da página. Há apenas uma foto em destaque e outras três ilustrações no final da página e em tamanho menor. O jornal aproveita a parte exposta para colocar o título da matéria em destaque.

    Informação visual: entre as quatro imagens presentes na capa, 3 delas são fotos e apenas uma é ilustração (cartoon, em tamanho pequeno).

    Cores: A retranca de cada matéria é colocada em laranja no caso das editorias principais (país, Rio, mundo, economia e ciência) e para o caderno de esporte. Um dado em destaque (“olho”) também é colocado em laranja. O suplemento e o caderno de cultura são destacados por suas cores padrões, verde claro e roxo, respectivamente, ajudando na identificação do tema e da localização no jornal (efeito de sentido).

    Critérios decomposição:
    • Desequilíbrio entre texto e imagem: capa apresenta muitas chamadas na capa, resultando em muito texto e poucas imagens. Apresenta apenas uma foto em destaque que está em tamanho médio. Apesar de haver mais três ilustrações, elas estão em tamanho reduzido e apenas no final da página
    • Regularidade: o jornal apresente regularidade na diagramação das chamadas. Elas são colocadas em pequenas notas ao redor da manchete principal, são separadas por um fio (padrão do jornal) e apresentam um padrão de tamanho.
    • Simplicidade: a capa do jornal é simples, com as notas, chamadas e manchetes sempre separadas por uma linha. Não é muito elaborada, mas apresenta a principal manchete em destaque no local onde apareceria na banca. As matérias principais também ficam nessa mesma região do papel.
    • Fragmentação: o uso de fios para separar uma chamada da outra dá ideia de fragmentação das ideias, ajudando o leitor a separar os temas de uma chamada para a outra.

    Thainá Zanfolin

    21/07/2015 em 0:31

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