teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Exercício de redação para internet

com 24 comentários

Leia o texto a seguir. Organize um pequeno roteiro com as informações centrais e os argumentos que apoiam a tese do autor. Redija, então, um texto com cerca de 1.500 caracteres sintetizando as ideias centrais, em estilo adequado para publicação na internet.

http://belda.wordpress.com/2008/08/24/o-gap-tecnologico-na-educacao/

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

13/05/2012 às 0:03

24 Respostas para 'Exercício de redação para internet'

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  1. Versão informativa do texto “O gap tecnológico na educação” de Francisco Rolfsen Belda.
    O autor inicia o texto ressaltando a dificuldade de implantar novas tecnologias em sala de aula e, em seguida, narra a grande transformação que representa a introdução dessas novas ferramentas no mundo da educação.
    A discussão sobre a necessidade de investimentos econômicos altos para que a mudança se torne realidade também é destacada, relevando o impacto cultural que pode representar.
    Para o autor, riscos são normais, mas a ineficácia de oposição à transformação é evidente, sendo que a mudança significa uma nova forma de aprender.
    A resistência ainda é colocada frente à necessidade de reciclagem dos professores, que devem encarar a tecnologia como uma forma de estimular os alunos.
    A desnecessidade de grandes gastos com o uso de softwares grátis é citada pelo autor como um alento contra o argumento econômico.
    Contudo, releva que a transformação deve ocorrer de forma coletiva com treinamento e capacitação em larga escala, ensinando primeiro os professores para que estes repassem o conhecimento aos alunos.
    Por fim, mesmo frente às prioridades do país, para o autor, a introdução da tecnologia no ensino deve ser encarada como essencial.

    Daniel Mastroiano

    14/05/2012 em 22:25

  2. RESUMO TEXTO: O gap tecnológico na educação (Dr. Francisco Rolfsen Belda)

    O que aconteceu de relevante no Brasil nos últimos 65 anos? Inúmeras coisas poderiam ser citadas, com destaque para o surgimento da televisão, o golpe militar de 1964 que alterou significativamente os rumos da nação, a redemocratização na década de 1980, a estabilidade econômica alcançada depois de um incontável número de tentativas de tirar o país do caos, o surgimento das interconexões e mais tarde da internet. Todas essas coisas dependeram, ou de alguma maneira se apoiaram no maior bem que uma nação pode ter: a educação. Pois bem, curiosamente se olharmos para o formato de transmissão de conhecimento praticado hoje na maciça maioria das escolas, sejam elas públicas ou privadas, vamos perceber que ele é feito exatamente como há 65 anos, ou seja, um professor “disseminando” conhecimento na frente de uma sala de aula e 30, 40 ou 50 alunos “captando” o tal conhecimento.
    Em sã consciência, é possível imaginar que o Brasil e o mundo tenham passado por transformações tão emblemáticas enquanto o formato de transmissão de conhecimento ainda siga o mesmo padrão de seis décadas atrás? Ora, há que ter a exata percepção de que os tempos mudaram e não se trata mais de passar conhecimentos e sim de trocá-los; a colaboração se faz imperiosa nestes tempos de internet dentro dos bolsos, a bordo de smartphones e tablets. Precisamos parar de saudosismos sem sentido e partir exatamente para o que de fato faz sentido: a postura colaborativa.
    Colaborar não é se diminuir; colaborar é potencializar o que realmente importa: VIVA O SER HUMANO

    Paulo H. R. Cardozo

    15/05/2012 em 17:06

  3. Resumo do texto “O gap tecnológico na educação” (Dr. Francisco Rolfsen Belda)
    Muitos são os debates se a tecnologia deve ser usada ou não nas escolas, mas será impossível ignorá-la, pois sua expansão se torna a cada dia maior. Os educadores, cientistas e intelectuais conservadores são contra a implantação da tecnologia no ensino, porque isso mudaria demais os costumes, a cultura e o fator econômico das escolas.
    O fato é que a tecnologia está cada vez mais evoluindo e vai entrar no ramo da educação. Hoje em dia podemos assistir aulas em casa através de uma webcam e conexão a internet. Basta os alunos e professores combinarem o dia e horário para realizar uma aula online.
    Mas ainda existem professores que insistem em continuar com suas aulas tradicionais. Alguns por não saberem usar os computadores e outros dizem que as escolas têm problemas a serem resolvidos primeiro, como salários, orçamentos, entre outros. Mas tudo isso pode ser resolvido, computadores podem ser aproveitados, existem softwares gratuitos e o professor que aderir aos métodos tecnológicos ganhará prestigio da sala.
    Alguns professores ainda têm preconceito com a internet, isso por causa da forma que os alunos a utilizam. Mas para mudar isso, eles deveriam começar a utilizar mais a internet e ensinar os alunos a usar os sites de forma educativa. Ainda não podemos exigir conhecimento dos professores sobre a internet, mas poderiam ser realizados treinamentos eles aprenderem os conceitos básicos e mudarem sua forma de ver a internet.

    Luiz Pereira Pardim Neto

    20/05/2012 em 13:08

  4. Resumo do texto: Gap tecnológico na informação
    Autor: Francisco Belda.
    A implantação de tecnologia da informação e comunicação na educação é uma questão discutida pelos educadores, cientistas e intelectuais. Há quem considere uma revolução, mas existem pessoas que têm a suas dúvidas sobre o benefício afinal, a educação passará por mudanças econômicas de gestão escolar e culturais, mas, se bem planejadas e com funções esclarecidas estas mudanças serão inevitáveis e lutar contra isso é perda de tempo.
    Atualmente já não bastam palavras e livros para educar, elas fazem parte de um mosaico midiático, com animações virtuais, vídeos explicativos em três dimensões, aulas e conferências digitais, ferramentas interativas e informativas, que podem ser acessadas de qualquer dispositivo. Estas soluções são práticas e fascinantes ao contrário de algumas aulas expositivas.
    Muitos professores resistem à adoção das tecnologias alegando que existem problemas muito mais graves na educação para pensar na tecnologia em sala de aula. Com a falta de estrutura, salário e material didático, torna-se comum a indisciplina e o desestímulo dos estudantes, e se implantada a tecnologia haveria um resultado positivo, pois com estímulo a educação fluirá.
    Falta uma mentalidade inovadora na pedagogia do país, os educadores devem se aliar as tecnologias e torná-las sua ferramenta de trabalho, criando ou utilizando as que estão disponíveis na internet. Com isso, a educação ficará mais precisa, estruturada, assim, os professores desenvolverão seu trabalho com riqueza em conteúdo e praticidade.

    Analy Prata Vieira

    21/05/2012 em 11:25

  5. Exercício do texto: O gap tecnológico na educação – de Francisco Rolfsen Belda.

    O texto do autor é focado no futuro da educação. Ele menciona o fato de “lousa e apagador” serem substituidos pelo computador.
    Além de agilidade para com o ensino, o autor também menciona a mudança de costumes que haverá entre alunos e professores. E no caso dos professores, seria uma mudança para eles mesmos, pois muitos ainda não usufruem de tal tecnologia. Nesse caso, o autor propõe um treinamento coletivo.
    Mas esse ainda é um assunto que gera preconceitos. Redes sociais, por exemplo, para muitos docentes é um desvio daquilo que realmente é importante.
    Seria necessário um incentivo à esses professores, para também usufruirem dessas tecnologias, e ver um beneficio para sí próprio. Para que isso possa ajudar na prática e ir além dos seus conhecimentos.
    E também investimentos econômicos para essa mudança.
    Esse seria o ínicio para atingir a idéia dessa modificação da educação. Uma idéia que veio para melhorar o Brasil, e não continuar no grau em que está.
    De acordo com o autor não é uma tarefa facil, pois o país têm urgencias e prioridades. Mas é um passo para o futuro.

    Taiana

    21/05/2012 em 13:46

  6. “Gap tecnológico na educação”

    O fato é que a grande parte da sociedade já está inclusa na tecnologia, menos uma aldeia ou parte ribeirinha que não se dispõe de mudanças tecnológicas. O acesso a ter aparelhos digitais ou conhecimentos sobre estes está cada vez mais fácil, tendo assim um público fiel, e por que não incluí-la na parte da educação?

    A educação um patrimônio precioso para o futuro da nação. É um trabalho sério a ser realizado com eficiência e qualidade excepcional, portanto é de se interessar em trabalhar com uma ferramenta sutil e previsível que esteja a todo o momento ajudando o educador.
    Educadores são ofícios que dependem de ferramentas, instrumentos para a admoestarem o trabalho pedagógico, este aparteio tecnológico já está aí há tempos para agilizar, facilitar, corroer e não romper como muitos especialistas ditam.
    Os pontos considerados positivos neste processo tecnológico é a interatividade que dispõem a oportunidade única para saber ligar os fatos de diversos assuntos ao mesmo tempo.
    Muitos educadores permanecem conservadores quando se pensa em unir a tecnologia com a educação, ficam com receio que este assunto torne-se o assunto com maior relevância do que aqueles que nunca se resolvem na educação, como: baixo salário, disciplina dos alunos, melhor infraestrutura e valorização profissional. Contudo todos estes problemas não podem tapar aquilo que pode ser a solução para a educação.
    Um dos maiores problemas é a incapacidade dos educadores na hora de prender a atenção do aluno nas aulas. Já passou o tempo em que professores tinham somente um método para lecionar estudantes. Os tempos são outros, a tecnologia na educação está na sociedade para acrescentar e para todos serem beneficiados. Educadores e alunos serão mais adeptos a criatividade que podem ser estimulada através de aulas com audiovisuais interativos; por exemplo.
    É necessário um trabalho conjunto para ajudar educadores a superar e reciclar suas ferramentas acadêmicas e assim levar como priori até na vida pessoal, pois está mais que provado que a tecnologia é fundamental para uma sociedade que sempre se modifica.

    Raíssa Vitulli

    21/05/2012 em 15:39

  7. Lutar contra o uso de novas tecnologias na educação é perda de tempo, diz jornalista

    A introdução de novas tecnologias na educação foi assunto de um artigo publicado pelo jornalista e professor universitário Francisco Rolfsen Belda. Segundo ele, as mudanças não são poucas. Mas, se feitas com planejamento, elas serão positivas.

    Para o autor, a ideia de transmissão vertical de saberes quase deixou de fazer sentido e “todos – professores, alunos, tutores, profissionais, amigos, familiares – têm algo a oferecer”. O principal desafio seriam os conservadores, que relutam em deixar de priorizar o quadro-negro.

    “Como toda inovação, tem lá seus riscos. Mas lutar contra é perda de tempo”, diz Belda. “As redes de interação social e troca de conhecimentos pela internet mudaram radicalmente as formas de aprendizagem”, completa.

    As aulas, em sua visão, não teriam que ser necessariamente presenciais. Algumas soluções, como conferências a distância, são apresentadas pelo jornalista, pois podem ser mais práticas e “tão fascinantes e informativas quanto poucas aulas expositivas o conseguem ser”.

    “Grande parte da indisciplina nas salas de aula deve-se à incapacidade de se estimular os estudantes. Trabalhos audiovisuais interativos são, em geral, mais motivadores do que aulas expositivas centradas na palavra do professor”, afirma Belda.

    Mas a falta de capacitação e a resistência de parte dos professores é um obstáculo. Belda acredita que eles precisam “redescobrirem-se como docentes”. Mas “treinamento coletivo de capacitação […], com sensibilidade e atualização periódica, poderia iniciar a transformação”, conclui.

    Celso Luís Gallo

    21/05/2012 em 21:23

  8. O gap tecnológico na educação
    Francisco Rolfsen Belda

    A adoção das novas tecnologias como ferramentas auxiliares na educação é sempre um assunto que gera grandes discussões. Muitos questionam até que ponto deve ir o envolvimento entre a educação e as tecnologias de informação e comunicação.
    Alguns profissionais vêem isso como uma revolução, outros, mais conservadores, são resistentes e mantém certa cautela em relação a tanta facilidade ao acesso de informações.
    Afinal, são grandes transformações. Há, também, outras questões envolvidas, como o impacto econômico e o impacto cultural, que estas mudanças trazem.
    São mudanças e movimentos inevitáveis, que podem ser positivos e ter bons resultados, se forem planejados em determinada situação.
    Além de praticidade, essas tecnologias usadas em favor da educação, se bem implementadas, podem ser fascinantes e informativas.
    Muitos professores, resistentes à adoção dessas tecnologias, usam o argumento de que há, nas escolas, problemas mais graves e urgentes a serem resolvidos do que o incremento tecnológico.
    Há ainda muitos profissionais que vêem com preconceito essas mudanças, consideram desvio de atenção, uma dispersão de foco.
    Mas não se pode esperar que todos os profissionais se adaptem rapidamente a essas novas mudanças e facilidades no método de ensino.
    Primeiro é preciso incentivar estes professores a usarem essas novas tecnologias, mostrando-lhes o beneficio para sua própria organização pessoal e atualização profissional, assim, poderiam usar essas ferramentas em seus propósitos educativos.

    Edna Adriana Novais Moreira

    21/05/2012 em 21:38

  9. Exercício do texto: O gap tecnológico na educação – de Francisco Rolfsen Belda.

    Somos envolvidos pelo progresso e não há como fugir. Finalmente transformarmos o processo pedagógico envolvendo o progresso tecnológico é no mínimo necessário para a saúde do avanço de nossa civilização. E quando o assunto são alunos e professores, tradição é algo difícil de tratar no imaginário popular. Dizer que todos, inclusive alunos tem algo a oferecer e sugerir novo formato de transmissão de conteúdo é mexer no fundo da caixa onde guardamos as palmatórias e declinações gregas.

    Professores passam por aflições com a necessidade de orientar os processos em ambientes virtuais, precisando renovar todo o paradigma escolar. Aulas com dispositivos bem utilizados podem ser mais envolventes e acessíveis pelos meios familiares a nova geração.

    Tudo mudou e não só de palavras se entende o conhecimento, nosso “timer” é diferente. Há novas ferramentas de ensino, que disponibilizam palestras interativas com baixo custo e alto aproveitamento. Hoje softwares simulam diversos processos tornando possível a percepção didática de uma forma totalmente nova, além de proporcionar a colaboração entre os usuários.

    Mesmo com tantas inovações o preconceito ainda é grande quanto ao uso por parte dos alunos e talvez o que mais faça falta seja uma mentalidade inovadora nos círculos pedagógicos e, principalmente, aprender a utilizá-las. Nada que fosse feito de maneira não programada ou utópica, mas com treinamentos atualizados e sensíveis. Procurando sempre estimular o educador a adquirir e renovar praticas, podemos assim, diminuir o abismo cavado entre a tecnologia e educação em nosso país.

    Anna

    25/05/2012 em 11:00

  10. Resumo do texto “O gap tecnológico na educação”
    O texto começa com a questão da implantação de tecnologias em salas de aula, e se isso é viável ou não para um país como o Brasil, que enfrenta dificuldades na educação. A maior dificuldade de instalar novas tecnologias nas escolas é o alto custo. Os residentes alegam que existem outros problemas mais graves para serem resolvidos, como os salários dos professores, a disciplina e o valor do magistério.
    Os livros e os conhecimentos didáticos antes eram a essência do conhecimento, mas agora são apenas instrumentos de ensino. Com a introdução da tecnologia, as aulas não precisam ser feitas pessoalmente, basta que um professor seja filmado e transmitido para salas de todo Brasil em tempo real. Mas poucos professores brasileiros têm intimidade com a tecnologia, no máximo eles utilizam só o serviço de e-mail.
    Muitos professores têm dificuldade em aderir o ensino virtual, alegando que os alunos não prestariam atenção na aula e aconteceria uma dissipação no foco. Porém a internet pode auxiliar com muita coisa importante, e ajuda a estimular com alunos. Mesmo o youtube, que não é considerado um site educativo, tem muitas coisas boas a oferecer e complementar.
    O autor do texto, Francisco Belda, afirma que os professores devem começar a dar o exemplo aos alunos. “Primeiro, talvez, seria preciso incentivar os professores a tornarem-se usuários dessas novas tecnologias”. Assim, os alunos iriam começar a ver o computador não apenas como um meio de lazer, mas também como um utensílio de estudo.

    Professor este é o link do meu blog
    http://larissamestieri.wordpress.com/

    Larissa Mestieri

    26/05/2012 em 14:56

  11. Síntese do texto “O gap tecnológico na educação” (Prof. Dr. Francisco Rolfsen Belda).
    Por que ainda é tão difícil usar a informática para inovar o ensino no Brasil?
    Talvez o que mais faz falta seja uma mentalidade inovadora nos círculos pedagógicos. Muitos consideram o uso feito pelos jovens dos ambientes virtuais um desvio de atenção ao que consideram ser importante.
    Persiste ainda o problema da resistência de muitos professores à adoção de novas tecnologias, talvez por medo da própria obsoleçência, defendem a existência de problemas maiores a serem resolvidos antes da incorporação de tecnologia. Muitos desses problemas são mitos, outros não, mas o fato é que nenhum deles impede essa inovação que, ao contrario, ajudaria a superar os problemas. Em vez de combater, os educadores poderiam saber como utilizar essas ferramentas para incentivar. Além de prática, toda essa tecnologia, se bem implementada, pode ser tão mais fascinate e informativa que aulas expositivas.
    Muito da indiciplina em sala de aula deve-se a incapacidade de estimular os estudantes. Já não são apenas as palavras que dão significado ao conhecimento, por vezes meras coadjuvantes no mosáico midiático contenporâneo. São necessárias transformações de impacto econômico com a necessidade de investimentos e possibilidade de redução de custos, impacto cultural com mudanças de costumes, comportamentos e papéis tradicionalmete atribuídos a alunos e professores. Movimentos inevitáveis e positivos, quando bem panejados em cada situação e propósito.
    Contudo, seria injusto esperar que todos proficionais da educação passem por conta própria a incorporar esses conhecimentos e práticas. Tornando válida uma capacitação em larga escala para iniciar a transformação, incentivando os professores a usa-la em seu benefício para agirem tambem como multiplicadores dessa experiência. Sendo o professor, que inova com tecnologia sem perda de conteúdo mais prestigiado. Vincule-se a isso, um plano de carreira que incentive o professor para termos o gap tecnológico na educação.

    Rafael Zuolo Alberici

    27/05/2012 em 20:36

  12. Resumo do texto “O gap tecnológico na eduação”
    A educação necessita de uma reciclagem e uma adaptação às tecnologias atuais. A maioria dos profissionais ainda não se rendeu a esse novo meio de educação, até pelo fato de falta de investimento na tecnologia com a educação. Alguns profissionais acabem sentindo uma forma de “preconceito” com as novas tecnologias, porém, com o número de produtos entrando no mercado, essa inclusão é inevitável.
    A internet ainda é cara no Brasil e não tem uma estrutura favorável para a inclusão em escolas e para o uso didático. Porém, é uma questão de tempo, essa ferramenta se tornar mais acessível ainda. A ajuda de empresas seria muito útil a isso. Mas existem resistências como, os salários baixos, valorização dos profissionais, que seriam mais importantes do que esse investimento no momento.
    Apesar dos fatos citados acima, existem muitos benefícios do uso dos computadores e da internet nas escolas. Existem diversos sites com conteúdo muito útil para o uso escolar. O extenso conteúdo útil na mesma, a troca de informações e experiência seria de ótimo efeito para os alunos. Além de tudo isso, a interatividade e a dinâmica de aulas através de computadores e outros aparelhos causaria um interesse maior nos alunos.
    Enfim, o autor explica que não seria possível adaptar- mos o sistema educacional brasileiro de uma hora para outra às tecnologias digitais, mas o mesmo seria importante e colaboraria muito para a educação nas escolas públicas, principalmente.

    Daniel Casimiro

    28/05/2012 em 21:43

  13. “O gap tecnológico na educação” de Francisco Rolfsen Belda.

    A tecnologia Digital vem apagando os ensinos anteriores ou vem aprimorando o que está faltando ,dando um brilho na sala de aula?. Com a sua chegada da internet na sala de aula os educadores, cientistas e intelectuais vem ficando bem atentos para não enterrarem o velho e bom pagador. Por causa da gestão econômica essa tecnologia ganha força e se torna mais fácil e ágil, tirando a tradição de alunos e professores usando somente o quadro negro.
    Sabemos que a tecnologia só veio para melhorar e aumentar o nosso conteúdo e se irmos contra essa inovação será em vão. Claro que não devemos deixar de lado o bom e velho livro que além de praticarmos a leitura, enriquece o nosso vocabulário, mas não podemos esquecer que a era digital, nos deixa ativo e essa tecnologia nos deixa antenados pois a conectividade nos mostra em tempo real e isso desperta o nosso interesse .
    Devemos aprimorar essa tecnologia com professores monitorando seus alunos, para que assim eles busquem apenas conteúdos favoráveis. E a questão salarial, pra tudo se dá um jeito ; basta apenas uma boa conversa. Devemos incentivar e capacitar os professores para entrar nessa era digital ,com isso só irá aumentar a tecnologia na educação , fazendo com que a carreira do graduado aumente e com isso ele também ganha reciclando suas ideias e práticas.
    A Educação é um alvo no qual devemos pensar como lhe dar, pois o futuro do País depende não só das crianças, mas também de seus ensinadores, E o futuro está em nossas mãos na frente de um computador.

    daianeluciano

    28/05/2012 em 22:14

  14. Síntese do texto: O gap tecnológico na educação – de Francisco Rolfsen Belda

    A educação deve transformar-se com as novas tecnologias de informação e comunicação? É o primeiro ponto a ser discutido e refletido no texto do Prof. Dr. Francisco Rolfsen Belda que diz que muitos debates, entre diversos profissionais, têm sido feitos sobre essa questão.

    Apesar das inevitáveis transformações e benefícios que a tecnologia trouxe para o campo educacional, segundo o autor, ainda há profissionais saudosistas e resistentes às mudanças, mas diz que “lutar contra o uso dessas novas tecnologias na educação é perda de tempo”.

    Para Belda, a questão chave não é o uso de novas ferramentas no ambiente educacional, mas de que maneira os educadores poderiam utilizar e administrar essas inovações no sentido de contribuir e incentivar os usuários com pesquisas e trabalhos interativos.

    O autor, porém, deixa claro que não é possível esperar que os profissionais da educação de uma hora para outra e sem um treinamento adequado migrem com seus conteúdos e aulas para o ambiente virtual; “Um treinamento coletivo de capacitação, aplicado em larga escala, com sensibilidade e atualização periódica, poderia iniciar a transformação”, enfatiza.

    Belda reconhece que em um país com tantas urgências e muitas prioridades não é uma tarefa fácil fazer com que todos os educadores tornem-se adeptos das novas tecnologias como ferramenta profissional, mas sabe que é imprescindível um incentivo para que os professores reciclem suas práticas e tenham outras maneiras de ensinar e aprender.

    Fabianne Herênio

    30/05/2012 em 0:46

  15. Resumo do texto “O gap tecnológico na educação” de Francisco Rolfsen Belda

    As novas tecnologias de informação e comunicação estão transformando o cenário da educação, no lugar dos velhos apagadores estão entrando computadores e tablets. Entre o impacto econômico e o cultural causados por essa mudança, temos os benefícios que as novas ferramentas trazem para a educação.
    A internet facilita a trocas de conhecimentos e permite até que aulas sejam ministradas, em tempo real, através do ambiente virtual, mesmo que professores e alunos estejam distantes geograficamente. Softwares livres e gratuitos, fórum de discussões, blogs, editores de textos e planilhas também facilitam a propagação e absorção do conhecimento adquirido, uma vez que são mas interessantes e informativos que as aulas expositivas tradicionais.
    Alguns professores são mais resistentes em relação ao avanço da tecnologia no ambiente educacional e sequer usam as ferramentas mais básicas como o e-mail, por exemplo, por medo de serem substituídos. Tudo isso na realidade não passa de um tradicionalismo barato, pois mesmo com o avanço tecnológico o material humano sempre será fundamental na hora de planejar e elaborar os conteúdos educativos.
    A maneira de ensino precisa ser inovada. É necessário atualizar o sistema pedagógico e usar as novas ferramentas tecnológicas como aliadas da educação. Estimular os alunos a fazerem pesquisas utilizando enciclopédias virtuais, grupos de debate, sites de participação colaborativa, tornam o ambiente de estudo mais dinâmico e interativo facilitando o aprendizado.
    Reciclar ideias, tecnologias e ferramentas de ensino são fatores essenciais para que a educação não se torne “coisa do passado” sendo dependente exclusivamente do giz e da lousa.

    Caliandra Segnini

    04/06/2012 em 14:26

  16. Resumo: “O gap tecnológico na educação” (Dr. Francisco Rolfsen Belda)

    O autor enfatiza que, nos dias de hoje mesmo com tanta informação tecnológica ainda, é difícil introduzir a informática para inovar o ensino e a educação nas escolas.
    De fato, a tecnologia está evoluindo constantemente, principalmente no ramo da educação, onde métodos antigos como lousa e livros vem dando espaço aos modernos computadores, câmeras, celulares, entre outros dispositivos.
    No entanto, dois fatores importantes, não deixam que o tradicional método de ensino em salas de aulas, se renove, aumentando assim, os conhecimentos: o impacto econômico onde existe a necessidade de investimentos, e o impacto cultural, com a possibilidade de novos costumes, uma nova atualização de conteúdo e principalmente um novo método de ensino.
    Mas ainda existe uma grande resistência dos professores, em utilizar essas ferramentas nas salas de aula, tornando-se úteis no ambiente educacional.
    Aguns professores não adeptos as inovações tecnológicas, continuam achando que, as escolas precisam de atenção em problemas mais graves, antes de uma implementação tecnológica, como por exemplo os salários.
    Mas, é necessário que haja um incentivo e reciclagem, visando um treinamento adequado periodicamente aos professores, introduzindo assim, as novas tecnologias e mídias, aliadas aos professores capacitados, aumentando o potencial comunicativo dos alunos.
    Até porque, as tecnologias necessitam ser incluídas nas salas de aulas, auxiliando nas matérias, trabalho, pesquisas, visando a atualização até mesmo dos professores.
    De certa forma, no Brasil existem outras prioridades, porém é fundamental que comece pela educação nas escolas, sem dúvidas a tecnologia em sala de aula é primordial.

    Daniele Merola

    04/06/2012 em 14:50

  17. A tecnologia não pode mais ser encarada como um instrumento opcional na vida das pessoas. A cada dia que passa estamos mais conectados e dependentes desses instrumentos que passaram a fazer parte da nossa vivência. Se isso é bom ou mau, é outra história. No entanto, o essencial é sabermos que as pessoas precisam se adequar ao novo mundo. E por que não colocar esse novo mundo dentro das escolas?
    Assim como muita coisa mudou ao longo dos anos, o modo de transmitir conhecimento também passou por uma revolução. É notório que a utilização de recursos tecnológicos no momento de ensinar pode trazer grandes benefícios aos alunos. Facilitar o aprendizado é indispensável, e isso é bom tanto para quem ensina como para quem recebe o conhecimento.
    Não podemos ser arcaicos em dizer que devemos manter crianças e adolescentes afastados dos computadores dentro das escolas para que eles não dispersem. Precisamos ensina-los a usar a tecnologia da forma correta.
    Alguns docentes realmente não se interessam pelo novo mundo. Mas fato é que boa parte deles já enxergam os novos aparelhos como as mais novas ferramentas de trabalho, que antes cabiam exclusivamente aos livros, papel, caneta, giz e um apagador.
    Acredito que a nova leva de professores, que já nasceram em meio a atual tecnologia, saberá lidar melhor com os novos recursos. E que assim também serão os novos alunos, haja vista que eles talvez não levarão mais uma mochila cheia de livros e cadernos para a escola, mas sim um pequeno aparelho chamado “tablet”, ou algo mais recente que vier. O que importará no final das contas é que dê resultado, seja através do papel ou da tela de vidro.

  18. Defendo o argumento do escritor norte-americano Nicolas Carr em relação a como a tecnologia está nos atrasando mentalmente.

    É claro que hoje a tecnologia nos traz a globalização. Conseguimos fazer várias coisas em apenas um clique. Mas esse é o grande problema. Não buscamos informações de variadas formas, estamos sempre satisfeitos com aquilo que encontramos na tela por ser fácil e rápido.

    Isso também está prejudicando nossas crianças, que cada vez mais estão deixando os brinquedos de lado, perdendo a cultura e vivendo de uma forma precoce com os famosos celulares e computadores.

    O segredo é saber usufruir dos grandes benefícios que a tecnologia nos traz sem deixar de lado os hábitos tradicionais de conhecimento.

    http://quemmexeunomeuparadoxo.wordpress.com/2012/06/10/comentario-sobre-a-entrevista-de-nicholas-carr-a-folha/

    Tamires Frasson

    11/06/2012 em 21:14

  19. Resistir ou inovar? O grande dilema da educação brasileira10

    jun
    A adoção das novas tecnologias em todos os sistemas de ensino do Brasil, gera grandes debates entre educadores, cientistas e intelectuais de toda espécie.

    A transformação não é pouca. Afinal, temos os dois lados da moeda. De um lado, o impacto econômico na gestão escolar com a necessidade de investimentos, e do outro, o impacto cultural, com a mudança de costumes e comportamentos.

    O fato é que as redes de interação social e troca de conhecimentos pela internet já mudaram radicalmente as formas de aprendizagem. Hoje já podemos encontrar grandes grupos de colaboração pela internet, apoiados por softwares livres e gratuitos. Aulas até então necessariamente presenciais, agora podem ser feitas em tempo real, em salas virtuais, onde basta uma webcam e uma conexão de banda larga.

    Um problema que persiste é a resistência de muitos professores à adoção dessas tecnologias. Alguns parecem temer a própria obsolescência, o que é uma bobagem, pois sempre será preciso planejar, elaborar, produzir e orientar o processo de aprendizagem em ambientes virtuais.

    Um argumento frequentemente empregado pelos resistentes é que há, nas escolas, problemas mais graves e urgentes do que o incremento tecnológico. Mas esses problemas não impedem esse tipo de inovação. Pelo contrário, ajudaria a superar muitos deles, como o estimulo aos estudantes, por exemplo.

    Muitos professores ainda vêem com preconceito o uso feito pelos jovens de ambientes virtuais de pesquisa e relacionamento, consideram como um desvio de atenção. Em vez de combater esses hábitos, educadores poderiam procurar saber como utilizar essas ferramentas para incentivar pesquisas e trabalhos interativos. Primeiro, talvez, seria preciso incentivar os professores a tornarem-se usuários dessas novas tecnologias, mostrando-lhes o benefício para sua própria organização pessoal e atualização profissional.

    É claro que tudo isso requer muito treinamento e paciência a longo prazo. A inovação na educação do nosso país, que tem tantas urgências e prioridades, não é uma tarefa fácil, mas é imprescindível para que se possa mirar o futuro.

    http://quemmexeunomeuparadoxo.wordpress.com/2012/06/10/resistir-ou-inovar-o-grande-dilema-da-educacao-brasileira/

    Tamires Frasson

    11/06/2012 em 21:16

  20. Com base na leitura do texto, identificamos que o autor inicia seu texto expondo a grande dificuldade que há para se implantar novas tecnologias dentro da sala de aula.
    Observando, nota-se que, atualmente já não bastam livros e boas palavras para se educar, e sim, outros métodos talvez, bem aceitos pelos alunos, como, vídeos explicativos com animações virtuais, ferramentas informativas, que podem ser acessadas de qualquer dispositivo a qualquer momento, entre outros. Portanto, estas são algumas das soluções práticas, que fascinam e despertam o interesse, a adquirirem esses métodos de aprendizagem em todas as aulas.
    No texto, o autor também menciona a mudança de costumes entre alunos e professores, que pode ocorrer daqui a algum tempo, bem próximo. E no caso dos professores, seria essa, uma mudança para si mesmo, pois muitos ainda, não usufruem de tal tecnologia.
    Seria necessário para essa mudança, um incentivo a esses professores, para que começassem a usufruir das tecnologias, e se dar conta, dos benefícios que essa “febre” de novos meios de informações, nos oferece, ajudando-os a ampliar o conhecimento que já possuem.
    Ainda vemos professores, que possuem certo preconceito com o uso da internet, pelo fato de como os alunos a utilizam, mas mesmo com esses “empecilhos” no caminho e mesmo frente às prioridades de nosso país, o autor expõe no texto, que pelo fato dessa tecnologia ter sido introduzida no nosso ensino, ela deve ser encarada por todos como algo essencial e de extrema importância para nossa educação.

    Jéssica Taboas

    19/06/2012 em 15:40

  21. O texto se inicia com o autor dizendo sobre as dificuldades de usar as novas tecnologias. Por exemplo, em escolas o que pode causar usando o uso de internet.
    Há meios de se usar as tecnologias sem prejudicar a educação em si, sem sair da tradicional forma de educar, mas claro agregando novos meios que estimulam o estudo como forma de crescimento amplo, dessa forma também estimula a mente.
    Depois o autor ressalta as ferramentas que podem e poderão ser usadas, esses meios são um dos melhores meios para que se aprenda de forma rápida e interativa, facilitando o ensino de forma digital, o que significa que nada de tecnologias digitais hoje atrapalharia um bom ensino.
    Em seguida vemos que o autor fala sobre atualização e inovação desses meios digitais. Atualizar os professores e educadores de que esse meio, afeta de forma positiva o estimulo de saber mais sobre a tecnologia, o que seria interessante, professores quebrarem “barreiras” entendendo que fica fácil pra eles e para os alunos, um meio novo de ensino que acaba se tornando um estudo descontraído, usando apenas um pequeno dispositivo móvel ou não.
    Inovar dessa vez, já não é só em aparelhos e mídias digitais, e sim na mentalidade de pessoas, educadores, e todos que desejam de alguma forma ensinar. O ser humano precisa inovar, acompanhar o crescimento rápido tecnológico, e aceitar que é esse o melhor meio, mudar os pensamentos, deixar a mente livre e ampla, clara e aberta, talvez, pronta para qualquer inovação que possa aparecer todos os dias.
    Lembrando sempre que se um ser humano tem a ideia de inventar algum dispositivo com uma super tecnologia, outro ser humano também pode inovar nos pensamentos e facilitar seu trabalho às novas mudanças.

    Gabriela

    23/06/2012 em 19:13

  22. Resumo do texto: “O gap tecnológico na educação” de Francisco Rolfsen Belda

    O autor fala sobre a implantação da informática nas salas de aula, mostrando a evolução do ensino, e como esse meio virtual é priorizado ou não pelos professores.
    Mesmo num país onde haja muita coisa a ser melhorada no âmbito econômico, há um grande acesso à informatização pelos estudantes de varias idades, não se pode negar. Ainda assim, a maioria dos professores não segue essa linha, questionando se os alunos aprenderiam da mesma maneira que aprendem no modo atual. Se analisarmos essa questão do aluno aprender melhor ou não com os meios virtuais, veremos que, fora da escola, a maioria deles já tem um contato com esse meio. Então o autor sugere que os professores usem essa deixa e incentivem-lhos a fazer pesquisas, facilitando a aprendizagem – que é a meta principal dos educadores, não importando como aprendam desde que aprendam.
    Há professores, ou até instituições, que não usam a informática em seu ensino justificando-se pelo custo, mas se eles próprios fossem fazer uma pesquisa na internet, achariam softwares gratuitos e conexões compartilhadas, além de muitas outras ferramentas que auxiliariam no ensino, facilitando a inclusão digital nas salas de aula e conseqüentemente a aprendizagem.
    Essa forma de educação, se bem feita, será tão bem aceita, ou melhor, ainda, do que o método atual pelos estudantes. Os professores, assim como qualquer empregado que queira ser bem sucedido, devem sempre se renovar. Nesse caso, deve ser oferecido a eles um treinamento na área da informática, pois é o meio que a geração dos alunos de hoje absorve mais facilmente.

    Simone Silva

    24/06/2012 em 19:14

  23. Síntese do texto: O gap tecnológico na educação – Profº. Dr. Francisco Rolfsen Belda.

    Muitos professores fazem uso das multimídias na sala de aula, levando-os ao laboratório de informática, fazendo-os manusear o data show, onde criam clipes, pesquisam músicas e montam animações, utilizando desenho, música, visitando museus, conhecendo a vida de pintores, por exemplo, e assistindo vídeos de várias áreas, tudo virtualmente…
    Nenhum meio de comunicação, como por exemplo, as aulas virtuais, substituem o papel do educador, pois o contato humano é muito importante, principalmente na educação infantil. O autor afirma que o uso de novas tecnologias é imprescindível, e como as mudanças estão ficando avalassadoras é preciso que o educador faça uso destas tecnologias. É fundamental que haja um programa de treinamento para que os professores possam se adaptar aos novos métodos.
    Para que a educação seja de qualidade, é necessário que se invista na capacitação constante de educadores. É de grande importância que os governantes tenham compromisso de não “quebrar” um trabalho iniciado.
    De acordo com o autor não seria justo que educadores de uma hora para outra faça uso de todas essas mudanças e conhecimentos. “Não seria justo, contudo, esperar que todos os profissionais da educação, de uma hora para outra e por conta própria, incorporassem todos esses conhecimentos e práticas. Mas um treinamento coletivo de capacitação, aplicado em larga escala, com sensibilidade e atualização periódica, poderia iniciar a transformação”, afirma.
    A mudança do educador para com as novas tendências tecnológicas, não é fácil, mas indispensável para que haja o gap tecnológico na educação.

    Bruna Fernandes Galo

    25/06/2012 em 18:30

  24. Jornalista acredita que inclusão tecnológica é essencial para inovar o ensino

    A inovação do ensino no Brasil através da informática e suas tecnologias, é o assunto que o Professor Doutor Francisco Rofsen Belda aborda no artigo “O gap tecnológico na educação”, publicado em seu blog. Ele considera positiva a inclusão tecnológica, que causaria um impacto econômico e cultural, tudo em prol do ensino.

    Belda acredita que o conhecimento pode ser adiquirido virtualmente. Existem ferramentas que possibilitam essa mudança tecnologica. Aulas até então presenciais, poderiam ser feitas em salas virtuais, reunindo professores e alunos com hora marcada. “Basta uma webcam e uma conexão banda larga para cada aluno. A câmera custa perto de R$ 50”, disse ele, que acredita que esse tipo de aula pode ser fascinante e informativa, ja que a nova geração de alunos possui meios de acesso à tecnologia, como tablets, celulares e se relacionam virtualmente com outras pessoas.

    Entretanto, o que impede muitas vezes esse avanço tecnológico é a resistencia na qual os professores tem em relação aos computadores. Segundo Belda, muitos deles não sabem manusear, outros ainda não acreditam no poder de uma aula audiovisual, que para ele ajudaria a melhorar o ensino, estimulando os alunos.

    A mudança deve ser feita a partir dos professores, que precisam ser incentivados a usar as novas tecnologias. Um curso ou treinamento para o uso de computadores seria o inicio de uma transformação. Para Belda existem muitas informações e inovações através da internet. Programas de vídeo, bibliotecas, imagens e textos disponíveis online para que o professor pesquise e trabalhe, adiquirindo novos conhecimentos. “Educadores poderiam procurar saber como utilizar essas ferramentas para incentivar pesquisas e trabalhos interativos”, afirmou.

    Alexandre Rocha

    25/06/2012 em 21:59

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