teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Glossário selecionado de termos e conceitos

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Definições de termos econômicos selecionados, conforme Glossário publicado pelo Portal Brasil. Refletir sobre seus contextos de aplicação no noticiário agroeconômico.

Ações – Títulos que indicam a participação do possuidor na propriedade de uma determinada companhia e lhe dão direito a parte dos lucros. O tipo e o número de ações adquiridas definem a extensão da participação na propriedade.Quando uma empresa precisa de recursos, procura uma corretora de valores credenciada na bolsa, que divide o capital da empresa em frações. Quando uma empresa passa por esse processo, está abrindo seu capital e ganha a denominação legal de sociedade anônima. Em relação aos direitos que conferem, as ações se dividem em dois tipos: ordinárias e preferenciais. As ordinárias dão direito a voto nas decisões administrativas importantes, como eleição de diretoria. Mas representam risco maior. De fato, esses acionistas só recebem os dividendos depois dos portadores de ações preferenciais. Estes têm prioridade na distribuição de lucros. Em compensação, não têm direito a voto nas assembléias de acionistas. O poder de um acionista de influir na administração ou de receber dividendos, ou as duas coisas, está relacionado à soma de dinheiro investida na empresa e, portanto, ao número e tipo de ações que possui.
Ativos – Bens, créditos ou valores que formam o patrimônio de uma empresa. Os três principais tipos de ativos são: o circulante, o fixo e o financeiro. O ativo circulante é o dinheiro que a companhia tem em caixa, ou qualquer outra coisa que possa ser transformada em dinheiro vivo imediatamente. O ativo fixo é tudo o que a empresa não tem intenção de vender no curto prazo, como prédios, móveis, máquinas e equipamentos. Ativo financeiro são as aplicações feitas no mercado financeiro. Aí entram títulos de renda fixa públicos e privados, caderneta de poupança, ações, ouro, moedas estrangeiras, entre outros.
Balança Comercial – Resultado das exportações e importações realizadas por um País. Quando as exportações são maiores que as importações registra-se um superávit na balança. O contrário significa déficit.
Balanço – Informações econômico-financeiras que uma empresa apresenta ao mercado com determinada periodicidade. Entram nesta lista bens, créditos, dívidas e compromissos da companhia. Quem negocia ações na Bolsa de Valores é obrigado a publicar o balanço para que sirva de referência a investidores na hora de decidir comprar papéis daquela empresa.
Balanço de pagamentos – Consiste no registro de todas as transações realizadas entre os residentes de um país e os residentes de outros países durante determinado período de tempo (usualmente, um ano). O Balanço de pagamentos pode ser preliminarmente dividido em duas grandes contas: Transações Correntes (que inclui a Balança Comercial e o Balanço de Serviços) e a conta de Capital.
Bens – Tudo aquilo que tem utilidade, com ou sem valor econômico. O ar, por exemplo, é um bem livre, mas o minério de ferro é um bem econômico, porque é escasso e depende do trabalho humano para ser obtido. Os bens econômicos se dividem em cinco grupos principais. São eles: bens de capital ou de produção (máquinas e equipamentos); bens de consumo (brinquedos, um par de sapatos – aqueles que podem ser comprados pelas pessoas depois de um processo de produção ou industrialização); bens de consumo durável (máquina de lavar roupa, imóvel – que só são trocados após períodos longos de uso); bens de consumo semi-durável (carro, roupa – os que precisam ser trocados periodicamente); bens de consumo não-durável (alimentos).
Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) – Sediada em São Paulo, ela realiza dois tipos de negócios: a vista ou futuro. Quem paga a vista movimenta um mercado em que são fechados contratos de compra e venda de commodities, principalmente mercadorias agropecuárias (gado, café, açúcar, feijão e soja) e o ouro. Nas negociações futuras entram os contratos de dólar, boi gordo, o índice Bovespa, juros, e a maioria das commodities. Quem recorre a esses mercados geralmente tem um objetivo: proteger-se de flutuações nos preços dos produtos ou mercadorias.
Bolsa de Valores – Local onde se negociam títulos emitidos por empresas privadas ou estatais. O título dá ao portador o direito de propriedade sobre uma quantia em dinheiro, pela qual responde o emissor do documento. Tais operações servem para as empresas captarem recursos dos quais não dispõem. As bolsas de valores funcionam como uma associação, um clube, cujos sócios são as corretoras de valores. Elas representam os interesses das empresas e negociam em nome delas. As bolsas negociam ações e debêntures. A oferta e a procura determinam o preço pelo qual um título é negociado. Assim que se fecha um contrato, os operadores registram a transação em terminais. A informação vai para um telão que indica a posição dos títulos. Dentro do pregão, as ações são classificadas da seguinte maneira: as ações mais negociadas e com maior valor são chamadas de bluechips ou de primeira linha. As ações de grandes empresas ou instituições financeiras são as de segunda linha nobre. As de segunda linha dizem respeito às empresas de médio e grande porte. E as de terceira linha correspondem a ações de empresas de pequeno porte. São negociadas somente a longo prazo, o que lhes confere pouca liquidez. No final do pregão apura-se um índice que representa o volume de negócios e a tendência geral do mercado – de queda ou valorização. Esse índice é calculado com base no comportamento das principais ações negociadas na bolsa, geralmente bluechips. Para cada ação é conferido um peso, determinado pelo volume de negócios daquele título. A comparação das transações naquele dia com o peso (revisto em períodos regulares) dá um determinado número de pontos. Comparados aos do dia anterior, resultam numa variação porcentual que traduz o comportamento da bolsa.
Câmbio – Operação financeira de venda, troca ou compra de valores em moedas de outros países. É um elemento do sistema monetário internacional, regulamentado durante a Conferência de Bretton Woods (New Hampshire, EUA, 1944), com o objetivo de facilitar as transações entre países. A partir desta Conferência, todas as moedas passam a ter o dólar americano como padrão em substituição ao ouro. Até 1976, o valor das moedas, baseado nas reservas de dólar, varia no máximo 2,25%. Com os Acordos da Jamaica (1976), a comunidade internacional abandona este sistema e legaliza as taxas de câmbio (preço de uma moeda em relação a outra) flutuantes.Taxa de câmbio é a medida pela qual a moeda de um país pode ser convertida em moeda de outro país de modo a viabilizar transações comerciais ou financeiras. Em geral, usa-se como referência cotar uma moeda em relação ao dólar norte-americano, porém também são utilizados o marco alemão (especialmente na Europa) e o iene – japonês (na Ásia). Variações na taxa de câmbio – A taxa de câmbio de um país, como qualquer preço da economia, varia em função da oferta e da procura.
Câmbio flutuante – É o sistema em que as operações de compra e venda de moedas funcionam sem controle sistemático do governo. Neste caso, o valor das moedas estrangeiras flutua de acordo com o interesse e com a oferta e a procura no mercado.
Capital – É o dinheiro investido em atividades em que existe possibilidade de perdas. Normalmente estes investimentos são feitos por empresas ou instituições privadas. As empresas de capital aberto são aquelas sociedades anônimas autorizadas a vender ações nas bolsas de valores.
Cartel – O termo é usado normalmente para definir grupos empresariais que se unem para controlar a oferta de determinado produto e obter preços mais altos. Para fazer isso, esses grupos impedem que novas empresas atuem no setor. Quando isso acontece, eles passam a praticar preços artificialmente baixos, até que o novo concorrente não consiga mais vender seus produtos e acabe quebrando.
Commodity – Termo usado em transações comerciais internacionais para designar um tipo de mercadoria em estado bruto ou com um grau muito pequeno de industrialização. As principais commodities são produtos agrícolas (como café, soja e açúcar) ou minérios (cobre, aço e ouro, entre outros).
Debêntures – A debênture é um título emitido para obtenção de empréstimos a longo prazo. Ao contrário das ações, representa uma dívida da empresa, garantida pela hipoteca de seu patrimônio. É utilizada por companhias que auferem lucros regularmente e possuem patrimônio sólido.
Derivativos – Operações feitas no mercado financeiro em que o valor das transações deriva do comportamento futuro de outros mercados, como o de ações ou de juros, por exemplo. Há portanto, um alto risco nessas aplicações, uma vez que o grau de incerteza que envolve essas previsões é sempre muito alto. Mas também os ganhos podem ser exorbitantes. Há três tipos de derivativos: futuros – que servem para proteger o investidor das flutuações nos preços normais – mercadorias negociadas pelo seu preço de entrega no futuro (dias, meses, anos). Opções – muito usada no mercado de commodities e mercado futuro de ações – contratos que reservam ao seu possuidor o direito de comprar ou vender mercadorias ou título em uma data futura e a um preço pré-determinado. Swaps – do inglês, troca, permuta – contrato que permite trocar em uma data futura pré-determinada, um investimento por outro. Dessa forma, é possível fazer um swap de ações por opções, por exemplo.
Globalização – Processo de integração econômica mundial que acontece com a abertura do comércio internacional. Significa um avanço do capitalismo, um mecanismo que busca a redução de custos e o aumento da produtividade na fabricação de mercadorias. Há dois ingredientes fundamentais para a consolidação desse fenômeno: a queda de barreiras alfandegárias entre os países e a revolução tecnológica, em particular no campo da informação (computador, telefone, televisor e internet). A combinação desses fatores provoca drásticas mudanças no processo produtivo, liderado por empresas transnacionais, e na forma como são feitos os investimentos mundiais.
Hedge – Em inglês significa resguardar-se, safar-se. No mercado financeiro o termo define a operação de venda de contratos na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) como soja, café, ouro, dólar e até juros. Como é difícil saber o comportamento do preço dos produtos agrícolas no futuro, por exemplo, os produtores costumam fechar contratos com preços pré-definidos. Assim, se lá na frente o preço da saca de café ou soja estiver abaixo daquele acertado na data do fechamento do contrato, garantem um lucro mínimo ao invés de registrarem perdas. Esta lógica é a mesma para negócios feitos com o dólar ou juros ou demais tipos de ativos negociados na BM&F.
Holding – Empresa que possui a maioria das ações de outras empresas e que as controla por isso. As multinacionais são exemplo, porque costumam controlar suas subsidiárias espalhadas pelo mundo a partir de uma holding.
Índices Financeiros – Valores numéricos utilizados para o cálculo de um determinado produto, setor ou da inflação entre um mês e outro e calculados por institutos de pesquisas, fundações especializadas, departamentos sindicais e órgãos governamentais, tomando-se por base determinados produtos ou serviços.
Investimento estrangeiro – O investimento estrangeiro consiste na aquisição de empresas, equipamentos, instalações, estoques ou interesses financeiros de um país por empresas, governos ou indivíduos de outros países. O investimento de capital estrangeiro pode ser direto ou indireto.O investimento estrangeiro direto é aquele aplicado na participação acionária de empresas já existentes ou na criação de novas empresas.O investimento estrangeiro indireto assume a forma de empréstimos e financiamentos a longo prazo.Os investimentos privados no exterior visam, principalmente, a obtenção de lucro maior ou com facilidades fiscais, a busca de variações de câmbio favoráveis ou por temor de mudanças políticas ou fiscais no país de origem.O investimento governamental é realizado por razões políticas, diplomáticas ou militares, independente de possíveis rendimentos econômicos, mas pode ter a função de equilibrar, a longo prazo, o balanço de pagamentos do país de origem.
Inflação – A inflação é usualmente conceituada como um aumento contínuo e generalizado no nível geral de preços, que resulta em perda ininterrupta do poder aquisitivo da moeda. Altas esporádicas e localizadas em alguns preços, portanto, não podem ser qualificadas como um processo inflacionário. A inflação é medida por meio de índices calculados por entidades governamentais ou privadas.
Juros – Juro é a remuneração que o tomador de um empréstimo tem que pagar ao proprietário do capital emprestado. O juro pode ser simples ou composto. O juro é simples quando calculado sobre o montante do capital. É composto quando o juro vencido e não pago é somado ao capital emprestado, formando um montante sobre o qual é calculado o juro seguinte (capitalando) e assim sucessivamente. O juro composto é sempre maior do que o juro simples  na medida em que é calculado sobre um montante cada vez maior. Juro nominal é o juro correspondente a um empréstimo ou financiamento, incluindo a correção monetária do montante emprestado. Quando a inflação é zero, inexistindo a correção monetária, o juro nominal é equivalente ao juro real. Juro real é o juro cobrado ou pago sobre empréstimo ou financiamento sem contar a correção monetária do montante emprestado. Os juros flutuantes (ou variáveis), ao contrário dos juros fixos, pagos por todo o período do empréstimo, segundo taxa preestabelecida em contrato, trazem surpresas aos devedores, pois podem elevar-se acentuadamente antes do final do pagamento de um empréstimo, onerando o serviço da dívida.


Mercado de capitais
– Rede formada pelas Bolsas de Valores e instituições financeiras (bancos, corretoras e seguradoras) que negociam papéis (ações e títulos) a longo prazo. Sua função é direcionar recursos para financiamentos ao comércio, indústria e até para o governo. Está, portanto, relacionado ao crescimento econômico do País.
Mercado Financeiro – Setor da economia responsável pela captação de recursos entre investidores para financiar atividades produtivas ou simplesmente gerar lucros para quem empresta dinheiro. Tanto o governo quanto as instituições privadas podem fazer a captação. Mas, em geral, ela acontece nas diversas bolsas de valores, corretoras, bancos e seguradoras. O gerenciamento dessa prática é regulado pelo governo dos países por meio de uma rede de instituições, em que se destaca o banco central. É dele que partem as regras de política monetária, que define a taxa de juros a ser paga a quem empresta dinheiro, e de política cambial, que fixa as regras para estabelecer a cotação da moeda local em relação às demais, em particular o dólar.
Moeda – Unidade de valor-padrão utilizada como instrumento de troca por uma comunidade. É o meio pelo qual os preços são expressos, as dívidas liquidadas, as mercadorias e os serviços pagos e a poupança efetuada. A moeda corrente é o dinheiro oficial de um país para todos os tipos de transação. Como o controle da moeda é vital não apenas para o equilíbrio da economia de um país mas também para as relações comerciais entre nações, é criado um sistema monetário internacional.
Monopólio – Situação em que uma empresa domina sozinha a produção ou comércio de uma matéria-prima, produto ou serviço e que, por isso, pode estabelecer o preço à vontade.
Moratória – Prorrogação do prazo concedido para pagamento de uma dívida, obtida em acordo entre o devedor e o credor. Nas relações comerciais internacionais, a palavra é usada para definir a declaração unilateral de um país de que ele não pagará sua dívida no prazo determinado.
Oligopólio – Grupo de empresas que detém o controle de determinado mercado, seja ele o fornecimento de um produto, serviço ou matéria-prima. Alguns economistas acreditam que esta prática é nociva porque, dominando um mercado, essas empresas limitariam custos de produção e ditariam o preço dos produtos para aumentar a margem de lucro. Mas, recentemente, há uma tendência em se defender o contrário. Com a formação de vários conglomerados concorrentes, seria possível garantir preço estável, inibindo a formação de cartéis.
Oligopsônio – Grupo formado de pequenos compradores que têm condições de negociar em condições privilegiadas, definindo o preço vendido por seus fornecedores.
Paraísos fiscais – Pequenos países onde os impostos são muito baixos ou inexistentes, o que atrai multinacionais. Para fugir da alta tributação em seu país de origem, elas acabam instalando suas filiais nesses paraísos. Outro atrativo é a garantia absoluta de sigilo bancário. É por isso que muitas pessoas depositam ali o dinheiro obtido em operações ilegais. São paraísos fiscais: Bahamas, Libéria, Ilhas Cayman, Luxemburgo e Suíça.
Patrimônio – Conjunto dos bens de uma pessoa ou empresa administrados de forma a dar lucro ou gerar renda. No caso de uma empresa, o patrimônio é a diferença entre o que a companhia tem (ativo) e suas dívidas (passivo). Se o resultado é positivo, obtém-se o patrimônio líquido. Se for negativo, o passivo líquido.
PIB – Sigla de “Produto Interno Bruto”, principal indicador da atividade econômica. É o valor de todos os bens e serviços produzidos dentro das fronteiras de um país, independentemente da nacionalidade do produtor. Existem dois tipos: o PIB total é expresso em valores do ano analisado; o PIB real é a “tradução” dos resultados para valores atuais, descontando-se a inflação e a variação da taxa de câmbio (uma vez que geralmente é expressa em dólares norte-americanos).
PNB – Sigla de “Produto Nacional Bruto”, que é a expressão em valor monetário de todos os bens e serviços produzidos com recursos de um país, empregados dentro ou fora do território nacional, pertencentes a pessoas ou empresas. Ao contrário do PIB, inclui o resultado de empresas no exterior e desconta os investimentos de capital estrangeiro dentro do território nacional. Na prática, a diferença entre PIB e PNB representa o tamanho da renda enviada ao exterior ou recebida dele. Quando o PNB é inferior ao PIB, o país remete mais renda do que recebe. Se a relação for inversa, o país recebe mais renda que envia.
Recessão – É uma fase em que a atividade econômica se encontra em contração. Os principais indicadores de que um país está em recessão são queda da produção, aumento do desemprego, diminuição das taxas de lucro e crescimento do número de falências e concordatas.
Risco – Possibilidade de um investidor ganhar ou perder dinheiro. Para compensá-la, pagam-se juros com o objetivo de oferecer lucros. Quanto maior o risco, maior a rentabilidade. O investidor somente deve aplicar seu dinheiro num investimento quando conseguir entender o nível de risco que está assumindo. No cenário internacional, avalia-se também a chance de um país mudar sua política a ponto de interferir nos pagamentos a credores estrangeiros. Este risco está embutido na taxa de juros cobrada por empréstimos estrangeiros
Royalty (Royalties) – Porcentagem definida sobre as vendas de um produto, marca, patente, processo de produção ou uma obra original pelos direitos de sua exploração comercial.
Selic – Sigla de Sistema Especial de Liquidação e Custódia. É um sistema computadorizado do Banco Central onde são registradas todas as operações de débitos e créditos feitas apenas entre bancos e demais instituições financeiras credenciadas. Seu funcionamento é parecido com o sistema de compensação de cheques só que para títulos públicos. É por meio dessas trocas que o governo consegue dinheiro emprestado dos bancos. Pelo Selic, portanto, é possível calcular a média dos juros que o governo paga aos bancos que lhe emprestam dinheiro. Essa média, que é a Taxa Over-Selic, serve de referência para o cálculo de todas as outras taxas de juros do País. Por isso ela é também chamada de taxa de juro básico.
Spread – Taxa cobrada pelas instituições financeiras em empréstimos ou financiamentos internacionais. Ela varia de acordo com o risco da operação. Um exemplo: se um país pede empréstimo e há chances de não honrar seus compromissos, o spread é alto. Quanto maior o risco, maior a taxa.
Títulos Públicos (ou títulos da dívida pública) – Emitidos pelo Banco Central e pelo Tesouro Nacional, são papéis vendidos no mercado para captar recursos financeiros e financiar a dívida pública federal, estadual e municipal. Em troca, pagam taxas de remuneração.
Volatilidade – É a intensidade e freqüência de variação de preços de um ativo financeiro ou de índices de uma Bolsa de Valores.
Wall Street – Nome da rua de Nova York onde se concentram a Bolsa de Valores, várias Bolsas de Mercadorias e a sede das mais importantes instituições financeiras dos Estados Unidos.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

01/09/2010 às 7:18

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