teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Leitura de livro para o 3o bimestre

com 22 comentários

Atenção, aluno: como leitura para este terceiro bimestre é indicado o livro “Ferramentas digitais para jornalistas”, de Sandra Crucianelli, editado pelo Knight Center for Journalism in the Americas. O livro em formato digital está disponível para download gratuito no seguinte endereço:

http://knightcenter.utexas.edu/digitallibrary

Trabalho: ler o livro e escrever um resumo de 30 linhas, a ser publicado como comentário neste post até o dia 24/9.

Valor do trablho: 3,0

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

13/08/2012 às 21:00

22 Respostas para 'Leitura de livro para o 3o bimestre'

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  1. Caro Belda boa tarde…Abaixo segue link do resumo do livro TECNOLOGIAS DIGITAIS PARA JORNALISTAS..Abraço..
    Paulo H. R. Cardozo
    03512-351
    http://phrcardozo.wordpress.com/wp-admin/post.php?post=148&action=edit

    Paulo H. R. Cardozo

    20/09/2012 em 18:12

  2. http://annadavilla.wordpress.com/2012/09/21/resenha-ferramentas-digitais-para-jornalistas-sandra-crucianelli/

    A obra “Ferramentas digitais para jornalistas”, de Sandra Crucianelli tem como seu principal objetivo ser um manual prático para estimular e auxiliar o jornalista, ou usuário em geral, no uso das ferramentas tecnológicas disponíveis hoje na rede e nos equipamentos digitais.

    A iniciativa é do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas e procura abordar de maneira extremamente funcional os temas e ferramentas mais úteis para o jornalismo como: a busca na web, recuperação e distribuição de dados e documentos, redes sociais e muitos mais.

    Uma das principais dificuldades que a escritora aponta é com a quantidade de dados e informações hoje disponibilizadas pela Internet, e as buscas feitas por esses jornalistas, que nem sempre são eficazes, ou alcançam o máximo possível em seus resultados.

    São citados, por exemplo, três maneiras de buscadores: diretórios (lista deweb sites por temas); buscadores (recuperação de informações, “o resultado remete à página exata, dentro do site, que contém os parâmetros solicitados na janela de busca”); meta buscadores (“buscadores avançados, que permitem a recuperação de sites a partir de buscas em paralelo, cruzando a informação trazida por buscadores separados”).

    A escritora visa reforçar a idéia de que o jornalista tem como obrigação renovar constantemente seu conhecimento sobre as formas disponíveis de meios de informação e mídias. E a maneira que Sandra aponta como mais efetiva é estar em contato contínuo com as Ferramentas digitais.

    As novas mídias concluem a obra que, realmente, abrange as Ferramentas Especiais com muita desenvoltura e com o tratamento que o Comunicador precisa para ter sempre consigo um manual de consulta útil e funcional. Afinal, pensar em comunicação sem pensar em todos os avanços tecnológicos seria como continuar tentando manter o transporte intercontinental em caravelas.

    http://annadavilla.wordpress.com/2012/09/21/resenha-ferramentas-digitais-para-jornalistas-sandra-crucianelli/

    Anna d'Ávilla

    21/09/2012 em 9:15

  3. ANÁLISE DO LIVRO “FERRAMENTAS DIGITAIS PARA JORNALISTAS”

    Ao escrever o livro “Ferramentas Digitais para Jornalistas”, Sandra Crucianelli tenta esclarecer aos profissionais da área, que novas tecnologias são sim ferramentas essenciais para o desenvolvimento do Jornalismo moderno. Fazendo cair por terra a resistência de alguns profissionais que ainda não aceitam a evidente necessidade de atualização para adequarem-se ao novo cenário existente no mercado.
    O livro ensina o jornalista a “se virar” em um mundo noticiado pelas redes sociais, fazendo com que o profissional esteja atento a tornar essa nova mídia uma aliada no dia-a-dia da profissão, traduzindo a linguagem desse mundo até então desconhecido pelo profissional leigo.
    Aquele que inicia a leitura do livro escrito por Crucianelli, logo percebe o mundo inexplorado das ferramentas de pesquisa, indo além do simples digitar de uma palavra no Google, explorando as inúmeras possibilidades desse e de outros instrumentos de pesquisa disponíveis no mundo virtual.
    Apesar do Google ser ainda o instrumento de busca mais utilizado e difundido da rede, o livro mostra que nem só de Google vive o mundo virtual, a jornalista explica que cada ferramenta, como o Bing que traz bons resultados na busca de imagens virtuais, pode ter uma utilidade específica que supere as generalidades de outras.
    A recuperação de documentos oriundos dos chamados “links quebrados”, é algo curioso e que passa longe do conhecimento dos usuários comuns das páginas de buscas. Assim, aquela informação essencial para o fechamento da pauta, já dada como perdida pelo não carregamento da página, pode ser resgatada utilizando-se de uma simples ferramenta do Google de nome “caché”, que grava a última imagem disponível da página perdida.
    Importante também ressaltar o destaque conferido às buscas direcionadas aos blogs, que hoje são fonte inesgotável de informações jornalísticas. O livro ensina como direcionar essas buscas para um melhor resultado.
    O livro também vai além do Youtube, ampliando a visão do jornalista sobre os sites de hospedagem de vídeos e sons disponíveis, garantindo a eficiência da pesquisa também no campo audiovisual.
    A autora deixa claro que o jornalista que deseja obter resultados melhores no exercício da profissão não pode ser um jornalista desorganizado, mostrando técnicas de organização aliadas a ferramentas encontradas no mundo virtual.
    O acesso a documentos obtidos através de sites governamentais e de órgãos jornalísticos é outra lição ensinada pelo livro, que mostra o caminho mais correto para chegar-se a este conteúdo, dando caráter de seriedade as pautas que necessitem desse respaldo oficial.
    O trabalho dentro da redação também é tema presente no livro, que mostra como traduzir números e fazer com eles tornem-se não mais uma preocupação para o jornalista, mas sim um aliado na confecção e criação de pautas.
    Contudo, ponto fundamental na análise da obra de Crucianelli são as mídias sociais. A Autora mostra que a visão daqueles que atuam no Jornalismo deve ser heterogênea dos demais, que somente acessam esse conteúdo com o objetivo de obter mais informações sobre a vida alheia. O jornalista deve ir além da fofoca, fazendo com que as redes sociais sirvam ao interesse básico da profissão, obter informação e difundi-la de modo a fazer com que ela chegue ao maior número de pessoas possível.
    Por fim, o livro da jornalista Sandra Crucianelli deve ser um dos livros de cabeceira de todo profissional da área interessado em produzir o melhor conteúdo informativo. Com o livro à disposição, baseando-se no conhecimento oferecido em suas páginas, facilmente problemas comuns encontrados na rotina da profissão podem ser resolvidos em um simples virar de paginas, fazendo com que o jornalista-leitor esteja sempre um passo a frente da concorrência, em um mundo em que um passo a frente significa quilômetros adiante.

    Daniel Mastroiano

    21/09/2012 em 9:55

  4. Bom dia professor! Aqui está o meu resumo do livro e o link do meu blog.
    http://larissamestieri.wordpress.com/2012/09/23/ferramentas-digitais-para-jornalistas-resumo/

    Ferramentas digitais para jornalistas – Resumo

    No capítulo 1 a autora mostra algumas ferramentas e métodos de internet. Ela ensina o leitor como utilizar esses instrumentos para agilizar e facilitar o uso da internet. Há poucos anos atrás a internet não era tão acessível como hoje, em pouco tempo nos tornamos totalmente dependentes dela. Quando pensamos em busca é instantâneo que pensemos no Google. Nele podemos achar qualquer tipo de arquivo, formatos e documentos, pdf, excel, vídeos, imagens, praticamente tudo que está na rede podemos encontrar no Google.
    Jornalistas precisam se dedicar à organização, mesmo aqueles que não tenham esse habito. O capítulo 2 mostra que é muito fácil se perder na internet, pois existem inúmeros sites, blogs e endereços interessantes que acessamos, mas não salvamos. Podemos colocar estes links nos favoritos para não perder, e dentro de cada plataforma pode formar grupos ou redes conectadas. Existem também sites específicos que servem para armazenar links, neles é possível organizar por grupos ou pastas.
    O capítulo 3 reforça os métodos de busca que podemos usar na internet. Se eu procuro um nome é preciso colocá-lo de todas as formas que ele pode ser escrito. Para localizar sites mais específicos e não os perder é preciso o mapa do site, fonte para contato, lista de fornecedores, atualizações entre outros. Também há alguns sites que permitem que você localize uma empresa, como o International Company Profile ou você pode encontrar empresários usando o Spoke. Banco de dados, listas de crises e emergências, bibliotecas e informações públicas tudo isso é possível encontrar usando alguns sites específicos.
    As redes sociais são usadas hoje não só como meio das pessoas se relacionarem, elas são importantes na seleção de empregos e na área de assessoria de imprensa, e são associadas à sites de notícias e de conhecimentos gerais. O capítulo 4 mostra como o twitter pode ajudar jornalistas e assessores a achar notícias, de uma forma que a informação venham até eles. Existem redes sociais específicas para profissionais como a Linkedin e Xing, que permitem divulgação de empregos e contatos com empresários.
    No capítulo 5 ela mostra a facilidade de utilizar números usando programas ou a internet. Os programas mais comuns são o IRE e o Nicar, há também programas de conversores de unidades como o Jumk. Está disponível na web também, site de matemática e estatística como o brankate, dietasan e portalmix.
    Blogs estão cada vez mais comuns, eles não servem apenas pra diversão como era usado no seu início, agora ele é visto também como um portal de notícias. O mais fácil de usar é o Vox, e o mais difícil, porém mais completo, é o WordPress. Alguns links servem para as partes gráficas do blog, como HeaderBar que gera cabeçalhos, Banner Generator para criar banners. Como mostra no cap.6 os blogs se tornaram tão comuns que hoje existem muitos recursos para melhorar sua página.
    O capítulo 7 mostra que alguns usuários convertem Web em infra-estrutura global, como RDF, SPARQL, OWL. Buscadores semânticos servem para entender as pesquisar de cada usuário, como o Twine e Swoogle.
    Há sites que disponibiliza gráficos de todas as formas, como o nationmaster. E também links que mostram planilhas e talelas online, você pode criá-las com as suas informações ou pegas direto no site. Para converter gráfico é só acessar o Gapminder. O Google também tem serviço de gráfico chamado Google Public Data.
    Para finalizar, o capítulo 9 compara as mídias antes e agora. Hoje elas são partes de qualquer empresa, e são contratadas pessoas que cuidam de determinadas áreas dela. Elas não existem mais apenas para lazer, agora fazem parte da corporação de uma empresa.

    Larissa Mestieri

    23/09/2012 em 11:54

  5. Boa tarde professor, segue abaixo link do meu blog e a resenha/resumo.
    http://taianavassoleri.wordpress.com/2012/09/19/resenha-do-livro-ferramentas-digitais-para-jornalista/

    O livro Ferramentas Digitais para Jornalistas, escrito pela Jornalista Sandra Crucianelli, foi uma iniciativa do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas em Austin. O livro é um manual prático para ajudar os jornalistas a desenvolverem suas atividades no dia a dia através da internet, onde se podem encontrar grandes fontes. De acordo com a autora, os jornalistas se interagem com os usuários da internet para a busca de informação, e assim sendo o publico pode ter esse compartilhamento social.

    Este livro é escrito em uma linguagem fácil de ser compreendida, e possui todas as ferramentas recentes para os determinados desenvolvimentos. Nota-se que é um livro que pode ser usado não apenas por jornalistas, mas também para quem trabalha ou de certa forma usa a internet no cotidiano.

    Sandra cita no livro 3 tipos diferentes de buscas na Web: Diretórios- que lista os websites classificados por temas; Buscadores ou Motores de Busca – que recupera informações, eles “incorporam” em seu sistema as novas inclusões das milhões de paginas que circulam na Web; Metabuscadores- que são buscadores avançados e permitem a recuperação de sites a partir de buscas em paralelo, cruzando a informação trazida por buscadores separados. E o livro mostra a forma de filtrar essas buscas, da exemplo de vários buscadores, inclusive o Google.

    O livro também fala sobre marcadores sociais e organização, nesse capítulo a autora diz “A Internet, definitivamente, não é um bom lugar para jornalistas bagunçados”. Ela dá exemplos de organizar pastas por assunto e por tipo de ferramentas. Menciona também sobre documentos oficiais governamentais e não-governamentais que dispõe de base de dados públicos com informações valiosas de interesse jornalístico. Para Sandra, no passado, os proprietários de meios de comunicação tinham o controle total do conteúdo que chegava ao público. Agora esse poder é compartilhado com os cidadãos. Pessoas com interesses comuns se organizam em redes. Em meio ao caos, a mídia parece estar perdendo poder e controle.

    A autora também fala sobre ferramentas online como conversadores, calculadoras que colaboram no trabalho de reportagem. Sobre números nas redações, ferramentas especiais e gratuitas como sites, blogs, e ensina a cria-los e manuseá-los. E o livro fornece vários links interessantes para um jornalista e também para uma pessoa comum no seu dia a dia.

    Taiana

    23/09/2012 em 15:11

  6. Boa tarde, segue o link do meu blog e o resumo do livro.

    http://gparis29.wordpress.com/2012/09/23/resumo-do-livro-ferramentas-digitais-para-jornalistas/

    O livro Ferramentas Digitais para Jornalistas, escrito pela Jornalista Sandra Crucianelli, foi uma iniciativa do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas em Austin. ‘Ferramentas digitais para jornalistas’ procura abordar por meio de textos, imagens e muitos links, como os jornalistas podem aproveitar a internet para encontrar dados, fontes, interagir e compartilhar.

    O objetivo do livro é ajudar os jornalistas a aprenderem a buscar e processar as informações por meio da internet, onde é possível encontrar uma enorme quantidade de fontes. A jornalista acredita que os jornalistas deveriam ter a obrigação de estudarem, compreenderem e praticarem a habilidade de realizar buscas eficientes e operar os recursos online com perícia.

    Crucianelli argumenta que o jornalista online precisa se familiarizar com elementos básicos como hardware, software, formatos, idiomas, critérios de avaliação, critérios de classificação e critérios eficientes de busca. Portando, quanto mais contato com as ferramentas digitais, o jornalista consegue com mais facilidade realizar buscas avançadas e interpretar os resultados sem abrir os sites, o que é bom, pois poupa bastante tempo.

    A autora cita no livro três diferentes ferramentas de busca e lista alguns exemplos: diretórios (lista de websites por temas); buscadores (recuperação de informações, “o resultado remete à página exata, dentro do site, que contém os parâmetros solicitados na janela de busca”); metabuscadores (“buscadores avançados, que permitem a recuperação de sites a partir de buscas em paralelo, cruzando a informação trazida por buscadores separados”).

    No livro você confere formas de filtrar a busca, por exemplo, por meio do Google, para conseguir os resultados mais relevantes possíveis, ou em uma série de buscadores, de acordo com o que está procurando e seus formatos. Também são abordados no livro: a organização e marcadores sociais, busca por documentos oficiais, mídias sociais e formas de distribuições de conteúdo na web, ferramentas de estatísticas, ferramentas online, web semântica, visualização de dados, novas mídias, além de muitos links interessantes para complementar a leitura.

    Gabriela Paris

    23/09/2012 em 15:29

  7. Professor, segue abaixo o link do meu blog, do resumo do livro de Sandra Crucianelli.

    http://jessicataboas.wordpress.com/2012/09/23/analise-do-livro-ferramentas-digitais-para-jornalistas-de-sandra-crucianelli/

    att
    Jéssica

    Jéssica Taboas

    23/09/2012 em 15:45

  8. Segue link e resumo:

    http://blognojornal.wordpress.com/2012/09/23/resumo-ferramentas-digitais-para-jornalistas-de-sandra-crucianelli/

    Sandra Crucianelli, ao escrever o livro “Ferramentas Digitais para Jornalistas”, faz um apanhado geral sobre a inserção das novas tecnologias na vida dos jornalistas. Sandra mostra diversas ferramentas que, quando dominadas, podem fazer (e fazem!) a diferença no exercício do jornalismo como profissão.

    Logo de cara, o livro ensina que existem outros buscadores além do Google, como Bing, que se mostra bastante eficiente na busca de imagens. Os leitores também são orientados sobre como agir quando uma informação é perdida, em caso de não carregamento de uma página de internet, e orienta a salvar links de tudo aquilo que posso considerado interessante e que possa ser útil em uma situação futura.

    As redes sociais são abordadas como um meio de relação interpessoal e empresarial que devem ser difundidas como forma de atingir o maior número de pessoas possível e, assim, servir de fontes de notícias, pautas e ajudar o jornalista na produção de conteúdo. O Youtube também é mencionado como uma fonte de conteúdo jornalístico que vai além da hospedagem de vídeos e sons.

    O livro tem foco nas mídias sociais e no uso das ferramentas que contribuem para o jornalismo moderno. Bastante informativo, contém orientações que facilitam a vida do jornalista e que colaboram para que a propagação das informações seja mais dinâmica e até interativa.

    Caliandra Segnini

    23/09/2012 em 20:36

  9. http://analyvieira.wordpress.com/2012/09/24/resumo-do-livro-ferramentas-digitais-para-jornalistas-autora-sandra-crucianelli/

    O livro “Ferramentas Digitais para Jornalistas”, de Sandra Crucianelli esclarece aos jornalistas que as novas tecnologias podem sim ser aliadas do jornalismo e que são fundamentais para a criação do “Jornalismo Moderno”. O livro também apresenta uma série de argumentos que quebram alguns paradigmas formados por professionais de comunicação que insistem em não utilizar as ferramentas tecnológicas a seu favor .

    O livro mostra para o jornalista de forma muito prática e objetiva, como trabalhar embasado em notícias que chegam via internet, como nas redes sociais por exemplo. A leitura deste livro leva o profissional de jornalismo a compreender desde ferramentas simples como fazer uma pesquisa até ferramentas mais sofisticadas que são desconhecidas por muitos profissionais da área.

    Uma das ferramentas citadas pela autora é o site de busca mais famoso do mundo o Google, porém ela argumenta que existem outros sites que são específicos para fazer pesquisas mais detalhadas sobre diversos temas e assuntos que de fato, fazem parte da vida de um jornalista moderno: pesquisar na internet e obter dados precisos e o mais importante, que sejam confiáveis.

    Além da explicação completa sobre como pesquisar, resgatar links no Google, o livro ensina ao jornalistas que existem muitas formas de direcionar pesquisas que o levam oj a blogs e livros específicos do assunto procurado, atualmente os blogs são fontes jornalísticas muito importantes.

    O livro também aborda temas como áudio e vídeo além de ensinar a utilizar ferramentas que são úteis para a organização profissional e virtual dos documentos e dados dos jornalistas. Este livro se torna um manual de ferramentas on-line para jornalistas, pois graças á tecnologia, o acesso a banco de dados é uma evolução e claro, torna o trabalho jornalístico muito mais confiável e rico em dados..

    Sandra relata em seu livro que o profissional de comunicação, especificamente os jornalistas tem que ter uma visão diferente das demais pessoas a respeito da tecnologia pois, a maioria das pessoas faz o uso da internet e mídias sociais para outras finalidades desnecessárias, chegando a ser até motivos banais, como pesquisar sobre as fofocas da semana na internet. A autora defende que o jornalista tem que utilizar essas mídias para enriquecer seu trabalho.

    Praticamente tachado por muitos jornalistas como manual do profissional de comunicação, o livro de Sandra é ideal para quem deseja sempre estar atualizado e ciente das ferramentas existentes para tornar o trabalho do jornalista cada vez melhor. E que fazer o uso da tecnologia a favor do jornalismo moderno e objetivo é um dever de todo bom profissional.

    Analy Prata Vieira

    24/09/2012 em 11:41

  10. Síntese do livro: “Ferramentas digitais para jornalistas”, de Sandra Crucianelli

    Capítulo 1) A eficácia da Web e o surgimento de ferramentas digitais tornam a informação cada vez maiores. A autora Sandra Crucianelli afirma que a recuperação digital de um documento também serve de base para a busca de outros, dando assim um significado jornalístico. Desde a criação da Web, temos usado diversos recursos para busca, informações, conteúdos, programas. Dentre esses diferentes recursos podemos citar: Google (que tem uma versão própria para cada país), Youtube, Yahoo, MSN, entre outros mais usados pelos navegadores. Ela também afirma que a melhor busca não é a que oferece mais resultados; uma boa busca é a que traz até 50 resultados. E não é o que na maioria das vezes achamos não é? Precisamos ter cuidado quando fazemos uma pesquisa, saber identificar se é garantido. O capítulo nos mostra também, onde encontrar documentos em PDF, Excel, Power Point, passo a passo para aprendermos fazer a pesquisa avançada no Google, buscar música para programas de rádio e TV e como salvar um documento obtido da internet.
    Capítulo 2) O capítulo mostra que precisamos nos organizar quanto aos documentos salvos. A melhor maneira é usando os Favoritos. Nessa pasta, quando concluímos algum trabalho ou matéria jornalística, podemos guardar os links mais importantes. Uma outra dica que a autora dá, é abrir a pasta “ferramentas” para salvar aqueles arquivos não muito conhecidos, logo, para podermos transferir para uma pasta mais apropriada.
    Capítulo 3) A autora trata da informação sobre base de dados de uso público. Como buscar informações por nome, inverter as variáveis de busca exemplifica outros recursos para investigar empresas. É bastante interessante também, quando cita as organizações de jornalismo, 17 itens exemplificando qual a função e o seu link para acessá-los.
    Capítulo 4) O capítulo mostra como as redes sociais como Facebook, Twiter podem contribuir para o trabalho dos jornalistas, isto é, os meios de comunicação tradicionais precisam dar maior atenção às revelações dos internautas, como por exemplo: manifestações sobre injustiças, e outros diversos assunto apontados que são defendidos ou criticados; essas reivindicações serve como prato feito para os repórteres buscando notícias. O impacto das redes sociais não ocorrem somente em grandes cidades do mundo, mas em um pequenas também com reduzido número de povos.
    Capítulo 5) Números. Algo que o jornalista detesta; é um dos principais motivos para a escolha dessa profissão, ficar longe da matemática, porém, o que o capítulo ensina é como converter os números, as unidades, cita o Jumk como um dos melhores conversores disponíveis; as calculadoras online são grande aliadas ao trabalho do jornalista.
    Capítulo 6) Neste capítulo a autora mostra como criar um blog gratuitamente. O WordPress é a ferramenta mais utilizada para blogs de notícias, conhecimento/informação, é um meio que podemos classificar como blog para profissão, conteúdos mais sérios. Sandra também cita como criar currículos online, incorporado ao blog.
    Capítulo 7) O capítulo aborda o assunto Web Semântica, permite adquirirmos melhores resultados nas pesquisas documentais, fazendo assim com que as pesquisas sejam mais aprofundadas e inteligentes. Sandra usando gráficos e links, cita alguns exemplos de buscadores semânticos, como: WolframAlpha, Twine, Bing, entre outros.
    Capítulo 8) Gráficos normalmente tendem a ser uma exaustão para os olhos e cabeças de alguns pesquisadores/alunos. Sandra Crucianelli ensina como transformar esse tipo de gráfico, em um interessante, de fácil entendimento. Há várias ferramentas para isso, ex: Google Public Data, que possibilita comparar dados numéricos com outros países, em vários modelos de gráficos: pizza, barras, linhas, bolhas… Essas ferramentas possuem facilidade para o trabalho do jornalista, quando se trata em números principalmente, pois o entendimento é mais simplificado, obtendo resultados imediatos.
    Capítulo 9) As novas mídias sociais tornam o trabalho do jornalista mais fácil, a qualquer momento as publicações feitas pelo Facebook e/ou Twiter, podem ser alvo de notícias quentes. Os jornalistas precisam estar sempre atentos a essas reivindicações, amostras de pensamentos, onde muitas vezes tratam de assuntos com grande relevância para a sociedade que busca por novos conhecimentos e informações. As novas mídias e redes sociais vieram para ajudar a profissão do jornalista. Antes era tudo mais difícil, não tinham as pesquisas prontas como hoje, para finalizar uma matéria ou algum trabalho que seja, necessitava de uma busca profunda em arquivos guardados, que levavam dias de procura. Hoje, temos tudo em nossa frente, é só buscarmos por novas tecnologias, novos documentos e conteúdos digitais.

    Bruna Fernandes Galo

    24/09/2012 em 13:31

  11. http://luiznetooficial.wordpress.com/2012/09/24/resumo-do-livro-ferramentas-digitais-para-jornalistas-de-sandra-crucianelli/

    Resumo do livro “Ferramentas digitais para jornalistas”, de Sandra Crucianelli
    •Capítulo 1: trata do assunto de busca de informações na internet. Da dicas de como usar diretórios, buscadores e metabuscadores. Também ensina como filtrar sua pesquisa para obter melhores resultados de textos, imagens e vídeos.
    •Capítulo 2: esse é um ótimo capítulo para jornalistas desorganizados. Ele ensina como armazenar links em pastas de favoritos, em navegadores. Um marcador social citado é o Publish2, que foi criado para jornalista e empresas jornalísticas. Nele os jornalistas podem encontrar links usando o nome de outros jornalistas.
    •Capítulo 3: aqui podemos encontrar dicas para não criticar o governo, pois muitas vezes a imprensa diz que o governo não disponibiliza informações, mas elas podem estar publicadas em algum site oficial que o jornalista não soube encontrar.
    •Capítulo 4: fala da importância das redes sociais para o compartilhamento de conteúdo dos jornalistas. Além divulgar um trabalho também existe a conversa com o leitor por meio de comentários. Explica também sobre aplicativos e das redes sociais mais famosas da atualidade, o Facebook, Twitter, entre outras.
    •Capítulo 5: esse capítulo fala de uma das maiores dificuldades dos jornalistas, lidar com números. Da algumas dicas de conversores de unidades online para facilitar a vida dos jornalistas quando necessário.
    •Capítulo 6: aqui são encontradas dicas de ferramentas especiais, como o Blog, editor de fotos, ferramentas para publicar documentos oficiais e livros. Explica as principais ferramentas de cada item citado, e detalhe, todos eles são gratuitos, o que ajuda e muito os jornalistas.
    •Capítulo 7: neste capítulo é apresentado aos leitores a Web Semântica, que consiste no sentido em que deve haver um pouco de inteligência artificial no conteúdo semântico da informação. Isso serve para facilitar na busca por informações, pois assim os buscadores podem identificar o que queremos.
    •Capítulo 8: trata da visualização de dados, ensina como tornar números chatos em um gráfico interessante para o público. Existem ótimas ferramentas online para visualizar dados, entre elas o Google Public Data, que também é apresentado neste capítulo.
    •Capítulo 9: apresenta as Novas Mídias para os jornalistas. Hoje podemos escrever notícias e contar com a participação do público para compartilhar e debater. Apresenta várias formas de jornalismo nas novas mídias, como por exemplo, o Repórter WiFi.

    Luiz Pereira Pardim Neto

    24/09/2012 em 14:28

  12. Ferramentas digitais para jornalistas
    Sandra Crucianelli
    Cap.1 – Busca na Web
    A melhor busca não é a que oferece mais resultados. Filtrar e fazer combinações ajuda a reduzir o número de links. Sugere a pesquisa avançada como melhor opção.
    Cap. 2 – Marcadores sociais
    Dá dicas de como manter arquivos da Web organizados em pastas definidas por assunto ou tipo de ferramenta.
    Cap.3 – Documentos oficiais e acesso a base de dados
    Neste capítulo são apresentadas diversas informações sobre como utilizar base de dados de uso público. Orienta como encontrar informações sobre documentos oficiais.
    Cap. 4 – Redes sociais e distribuição de conteúdo na Web
    Traz uma lista de aplicativos úteis. Mostra as vantagens que as redes sociais apresentam, com relação a maior interatividade e abrangência, podendo gerar assuntos de interesse jornalístico.
    Cap.5 – Números na redação
    Oferece dicas de como salvar documentos que contenham números de uma maneira simples, para facilitar a vida dos jornalistas.
    Cap. 6 – Ferramentas especiais
    Neste capítulo são apresentados recursos gratuitos e fáceis de operar. Expõe ferramentas para publicação de documentos online, mural e livro de fotos. Orienta como enviar e-mail pesado ou anônimo.
    Cap.7 – A Web semântica
    A Web 3.0 se caracteriza pela possibilidade de ‘máquinas’ se comunicarem entre si por meio de uma linguagem adequada. A Web semântica é uma rede de documentos ‘mais inteligentes’, para facilitar a localização de documentos.
    Cap. 8 – Visualização de dados
    Apresenta recursos para transformar números em dados interessantes para uma boa reportagem.
    Cap. 9 – Novas mídias
    A revolução digital trouxe novos conceitos para o jornalismo. Fez surgir meios de localizar assuntos interessantes para reportagens, através da grande troca de informações que as novas mídias permitem.

    Edna Moreira

    24/09/2012 em 15:35

  13. Ferramentas Digitais é um livro para jornalistas, escrito pela jornalista Sandra Crucianelli. Este livro foi uma iniciativa do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas em Austin. É um manual prático para ajudar os jornalistas a desenvolverem suas atividades do dia a dia usando a ferramenta internet, alem das atividades, é onde se pode encontrar muitas fontes importantes para cada trabalho apresentado para o jornalista. Para a autora, esse livro ajuda os jornalistas a se interagirem com os usuários da internet para a busca de informação, e assim sendo o publico pode ter esse compartilhamento social.
    Boa tarde professor. Segue o resumo do livro, e o link do meu blog.

    http://larissatmenezes.wordpress.com/

    É uma linguagem fácil de ser compreendida, e possui todas as ferramentas necessárias para um desenvolvimento pratico. Ferramentas Digitais é um livro que não é necessariamente escrito apenas para jornalistas, mas também para todas as pessoas que usam a internet para trabalho ou para diversão, pela sua linguagem fácil e pratica.

    A autora cita no livro três tipos de buscas na Web:

    Diretórios- que lista a web sites classificados por temas; Buscadores ou Motores de Busca – que recupera informações, eles “incorporam” em seu sistema as novas inclusões dos milhões de paginas que circulam na Web; Metabuscadores- que são buscadores avançados e permitem a recuperação de sites a partir de buscas em paralelo, cruzando a informação trazida por buscadores separados. O livro também mostra uma forma de filtrar essas buscas, tornando mais fácil o uso da internet dando como exemplo de buscadores a autora sita o Google.

    O livro também fala sobre organização e marcadores sociais, onde a autora diz que: “A Internet, definitivamente, não é um bom lugar para jornalistas bagunçados”. Dá exemplos de como organizar pastas por determinados assunto e por cada tipo de ferramenta. Fala também sobre documentos oficiais governamentais e não-governamentais que apresenta dados públicos para informações valiosas de interesse jornalístico. Para Sandra, no passado, os proprietários de meios de comunicação, principalmente da interne, tinham total controle do conteúdo que era apresentado para a população em geral. Hoje esse controle é compartilhado com todos, pessoas com interesses comuns se organizam em redes sociais.

    Larissa Menezes

    24/09/2012 em 15:42

  14. Professor esse é o certo, o primeiro desconsidera por favor.

    Ferramentas Digitais é um livro para jornalistas, escrito pela jornalista Sandra Crucianelli. Este livro foi uma iniciativa do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas em Austin. É um manual prático para ajudar os jornalistas a desenvolverem suas atividades do dia a dia usando a ferramenta internet, alem das atividades, é onde se pode encontrar muitas fontes importantes para cada trabalho apresentado para o jornalista. Para a autora, esse livro ajuda os jornalistas a se interagirem com os usuários da internet para a busca de informação, e assim sendo o publico pode ter esse compartilhamento social.

    É uma linguagem fácil de ser compreendida, e possui todas as ferramentas necessárias para um desenvolvimento pratico. Ferramentas Digitais é um livro que não é necessariamente escrito apenas para jornalistas, mas também para todas as pessoas que usam a internet para trabalho ou para diversão, pela sua linguagem fácil e pratica.

    A autora cita no livro três tipos de buscas na Web:

    Diretórios- que lista a web sites classificados por temas; Buscadores ou Motores de Busca – que recupera informações, eles “incorporam” em seu sistema as novas inclusões dos milhões de paginas que circulam na Web; Metabuscadores- que são buscadores avançados e permitem a recuperação de sites a partir de buscas em paralelo, cruzando a informação trazida por buscadores separados. O livro também mostra uma forma de filtrar essas buscas, tornando mais fácil o uso da internet dando como exemplo de buscadores a autora sita o Google.

    O livro também fala sobre organização e marcadores sociais, onde a autora diz que: “A Internet, definitivamente, não é um bom lugar para jornalistas bagunçados”. Dá exemplos de como organizar pastas por determinados assunto e por cada tipo de ferramenta. Fala também sobre documentos oficiais governamentais e não-governamentais que apresenta dados públicos para informações valiosas de interesse jornalístico. Para Sandra, no passado, os proprietários de meios de comunicação, principalmente da interne, tinham total controle do conteúdo que era apresentado para a população em geral. Hoje esse controle é compartilhado com todos, pessoas com interesses comuns se organizam em redes sociais.

    Larissa Menezes

    24/09/2012 em 15:44

  15. Resumo do livro “Ferramentas Digitais para Jornalistas”, de Sandra Crucianelli

    O livro começa dando auxílio ao pesquisar no google e obter informações mais precisas, usando a pesquisa avançada. Além disso há como fazer pesquisas específicas, do tipo imagens, vídeos, livros, blogs, áudios, músicas, conteúdos em pdf, word, excel, através das opções disponibilizadas pelo site de buscas. É importante saber usar diversos tipos de buscadores, pois será possível obter melhores resultados, conforme a pesquisa de determinado gênero que será feita. É necessário conhecer os diversos tipos de buscadores, para que sempre sejam obtidos os resultados desejados.
    Organizar o acervo de sites e informações do jornalista é importante. Usar melhor o favoritos e marcadores, ordenando por pastas, tendo como consequencia a organização para uma futura pesquisa dos dados ou informações.
    Existem também os marcadores sociais, que através de sites, possibilita você salvar dados e informações na web, compartilhando com amigos e afins.
    O bloquinho de anotações que o jornalista usa dia-a-dia, pode ser usado através de sites que tem o mesmo formato de anotações e até agenda. A intenção de tudo isso é digitalizar o acervo físico do jornalista e usufruir online.
    Informações governamentais, base de dados, documentos importantes. Tudo isso é possível achar nesses sites. Existem sites especificos com números, estatísticas e informações para o jornalismo produzir uma matéria recheada de dados oficiais, dando credibilidade maior a matéria.
    A autora faz um apanhado geral sobre as redes sociais existentes, ressaltando a importância de usá-las jornalisticamente. Ferramentas são importantes para manuseá-los melhor, algumas que já eram conhecidas, outras que poucas pessoas conhecem ou fazem utilizá-la.
    É possível integrar uma rede social com outra, adiquirindo informações por todos os lados, descobrindo quem fala de você, de seu site ou blog. Enfim, mostra a mudança da internet com a participação de milhares de pessoas conectadas e acessando conteúdos que podem ser modificados e criando conteúdos, para que o usuário da internet não esteja só recebendo informação, mas sim, trocando.
    Facilitar o uso da matemática nos textos jornalísticos, disponibilizando sites com aplicativos que resolvem uma equação um pouco mais complicada de fazer, pois é fundamental o uso de contas nas reportagens.
    É mostrado alguns dos blogs mais conhecidos e práticos para se utilizar como uma fonte de informação. Blogger e WordPress são exemplos. É possível personalizá-los com vídeos, fotos, áudios, etc., enfim, usando inúmeras ferramentas. Edição de fotos, edição de vídeo, inúmeras ferramentas essenciais para enriquecer o conhecimento cibernético do jornalista.
    Existe também, um novo conceito de pesquisa na web. Demonimada semântica, ela surge como um avanço para, quando for fazer uma pesquisa, os computadores que estão fazendo a ação, interprete com mais clareza a informação. O objetivo é chegar ao significado real do sentido da frase na qual foi digitada no buscador.
    Um buscador semântico fornece uma resposta diferente de um buscador normal. Ele apresenta como resultado o conceito, informações relevantes, como uma enciclopédia, diferente de buscadores convencionais que apresentam links. Ferramentas para visualização de dados, transformando números em gráficos também são abordados.
    Enfim, é possível interagir com a internet, alcançar resultados surpreendentes, atingindo um público imenso. Sabendo usar as técnicas disponíveis, programas que facilitam e complementam um texto, sejam com imagens, áudios, gráficos, fotos e outros, será possível desempenhar um bom trabalho e ser um jornalista com um conhecimento enriquecido “digitalmente”.

    Alexandre Rocha

    24/09/2012 em 16:56

  16. LIVRO: FERRAMENTAS DIGITAIS

    O livro Ferramentas Digitais pertence à Sandra Crucianelli é um livro super prático manual, seu principal objetivo é tirar a inércia de alguns jornalistas, esse livro ajuda a estimular e auxiliar o usuário em geral. Uma iniciativa do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas em Austin.
    Já no primeiro capitulo o livro nos revela o uso correto da web, ensinando buscadores a lhe dar com o Google e orienta a salvar links; Google é um instrumento que busca ser o mais utilizado na rede social, mas nem só de Google vive o mundo virtual, Sandra explica que cada ferramenta, como o Bing que traz bons resultados na busca de imagens virtuais, ferramentas digitais, simplesmente é um livro útil não só para os jornalistas, mas pra todos que queira aprender e buscar na web a distribuição de dados, documentos e muito mais.
    A escritora aponta em seu livro como saber lhe dar, para ter um uso contínuo com ferramentas digitais, sempre visando que o jornalista tem a obrigação de renovar seus conhecimentos a cada dia e a ferramenta online está aí pra isso é só saber manuseá-los.

    Nome: Daiane Luciano

    24/09/2012 em 17:06

  17. LIVRO: FERRAMENTAS DIGITAIS
    http://daianeluciano.wordpress.com

    O livro Ferramentas Digitais pertence à Sandra Crucianelli é um livro super prático manual, seu principal objetivo é tirar a inércia de alguns jornalistas, esse livro ajuda a estimular e auxiliar o usuário em geral. Uma iniciativa do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas em Austin.

    Já no primeiro capitulo o livro nos revela o uso correto da web, ensinando buscadores a lhe dar com o Google e orienta a salvar links; Google é um instrumento que busca ser o mais utilizado na rede social, mas nem só de Google vive o mundo virtual.

    Sandra explica que cada ferramenta, como o Bing que traz bons resultados na busca de imagens virtuais, ferramentas digitais, simplesmente é um livro útil não só para os jornalistas, mas pra todos que queira aprender e buscar na web a distribuição de dados, documentos e muito mais.

    A escritora aponta em seu livro como saber lhe dar, para ter um uso contínuo com ferramentas digitais, sempre visando que o jornalista tem a obrigação de renovar seus conhecimentos a cada dia e a ferramenta online está aí pra isso é só saber manuseá-los.

    Nome: Daiane Luciano

    24/09/2012 em 17:08

  18. O link do resumo professor!
    http://jonatandutra.wordpress.com/2012/09/24/ferramentas-digitais-para-jornalistas-resumo/

    O livro Ferramentas Digitais para Jornalistas, da escritora e Jornalista Sandra Crucianelli, é um manual prático de com o jornalista deve se portar na web. O livro também dá dicas interessantes de como usar a internet, como por exemplo, no primeiro capitulo, a autora ensina como filtrar uma pesquisa e encontrar somente aquilo que é desejado.
    Sandra ajuda também, aqueles jornalistas mais bagunçados que não sabem se organizar. Uma das opções que ela da aos “bagunceiros” é salvar links que são desejados em uma pasta nos favoritos, o que facilitaria muito a navegação pelo profissional. Outra coisa que ela cita são as redes sociais que crescem de maneira avassaladora na internet.
    Hoje em dia, esses meios de comunicação não são mais usados somente para relacionamentos pessoais, mas é uma ótima ferramenta para o uso profissional. Assessorias de clubes de futebol e empresas usam, por exemplo, o Facebook e o Twitter como forma de divulgar promoções, resultados e notícias do dia-a-dia para os navegantes. Se você que é jornalista tem dificuldade com números, com as dicas de Sandra Crucianelli no seu livro, não terá mais, ela te da dicas de como fazer uma conversão rápida caso necessária e tudo isso usando a rede.
    Os blogs que também vem crescendo muito rápido através da internet e com diferentes temas, também é assunto neste livro. Os blogs vêm sendo ferramentas essenciais para jornalistas e também para aqueles que pretendem ser profissional da área algum dia. A visualização de dados teve espaço no livro de Sandra, ela explica o Google Public Data, que pode transformar os números em gráficos bastante interessantes.
    Sandra finaliza o livro apresentando as novas mídias aos jornalistas, onde hoje em dia, podemos escrever e ter uma interatividade com o leitor. Sandra ainda afirma que o Jornalista deve sempre estar se atualizando com as novas mídias e nunca parar de aprender, pois o bom jornalista se mantém informado 24 horas por dia. O futuro está ai, e as novas mídias se aproximam cada vez mais da gente, não podemos parar se não paramos forçados.

  19. Fábio Penariol

    25/09/2012 em 8:10

  20. Professor, seguem o link e o resumo do livro.

    http://celsoluis.wordpress.com/2012/09/25/resumo-do-livro-ferramentas-digitais-para-jornalistas-de-sandra-crucianelli/

    Capítulo 1 – Neste capítulo, Sandra Crucianelli fala sobre recursos de busca na web e como eles podem auxiliar o jornalista na pesquisa de dados importantes para uma reportagem, utilizando desde bancos de dados da internet até uma pesquisa no Google, usando várias de suas técnicas (muitas delas pouco conhecidas).

    Capítulo 2 – Todo repórter deve ser organizado. Vários sites que salvam páginas da web foram apresentados, inclusive com opções de pesquisa por pasta, de acordo com o assunto tratado.

    Capítulo 3 – O capítulo mostra inúmeros bancos de dados oficiais (do governo dos EUA e de outros países da América Latina) e dá dicas de como encontrar preciosas informações.

    Capítulo 4 – Foi-se o tempo em que as informações estavam concentradas nos grandes meios de comunicação. Com as redes sociais, todas as pessoas podem produzir conteúdo e transmitir fatos aos seus amigos e seguidores.

    Capítulo 5 – Números e estatísticas são um obstáculo na vida de muitos jornalistas. A autora apresenta inúmeros serviços disponíveis na internet, como conversores, calculadoras etc., que facilitam o trabalho de um repórter e os faz gastar menos tempo.

    Capítulo 6 – Um dos principais temas tratados são os blogs, que se difundiram pela internet nos últimos anos. Também são apresentados recursos de edição de imagem, publicações de áudio e vídeo e conversores de formatos de arquivo, entre outros.

    Capítulo 7 – É abordado o conceito de “web semântica”, que seria como uma forma que a internet se comunica com ela mesma e entende o que o usuário está procurando.

    Capítulo 8 – Muitas vezes, as informações em si não são atraentes para o leitor. Para isso existem os mapas, gráficos e infográficos, que transmitem a mesma notícia, mas de uma forma mais didática. Entre os exemplos citados estão o Google Maps e Google Public Data.

    Capítulo 9 – A autora finaliza comentando como as novas mídias estão mudando o jornalismo. As pessoas estão cada vez mais participando do noticiário, enviando vídeos, denúncias, sugestões de pauta. Mas o jornalista segue tendo a sua importância, claro.

    Celso Luís Gallo

    25/09/2012 em 10:03

  21. Ao escrever o livro “Ferramentas digitais para jornalistas”, Sandra Crucianelli traz uma série de dicas práticas que podem ser executados no cotidiano da profissão. Neste resumo, cito uma série de aprendizados que tive com o livro.

    No primeiro capítulo, aprendi as diferenças entre as “versões da web”, passando de ‘Web 1.0’ a ‘Web 4.0’. Aprendi que conforme a tecnologia vai avançando, a web passa a integrar mais sistemas que facilitam o dia a dia do internauta. Por exemplo, pesquisar um “jornal na ‘Web 1.0”, era fazer o mesmo tipo de pesquisa com um jornal impresso em mãos, já que o documento apresentado era estático, não sendo possível usar recursos de pesquisa como o “Ctrl+F”, nos arquivos em PDF, por exemplo.

    Outro aprendizado com a apostila foi descobrir o site http://www.freeplaymusic.com, que disponibiliza centenas de músicas que podem ser utilizadas como trilha sonora em videorreportagens, por exemplo. Além disso, a maior parte do conteúdo disponível pode ser baixada gratuitamente pelo usuário e as demais trilhas, com licença paga, são vendidas a preços atraentes.
    O capítulo três apresenta uma rica relação de sites que podem ser acessados no momento de se buscar dados para a realização de uma matéria. Além disso, a autora também explica o modo correto de se pesquisar em bancos de dados disponíveis na web.

    No quarto capítulo, a autora apresenta uma série de sites de redes sociais que facilitam o trabalho dos jornalistas no contato com a informação, além de possibilitar a divulgação do trabalho desses profissionais. A autora também citou o jogo Second Life, como uma oportunidade do profissional descontrair e criar um mundo paralelo ao real. Ela cita que no jogo, é possível viver como um jornalista em uma “cobertura de situações de crise”, por exemplo.

    Um tópico interessante do livro é a relação da matemática com o jornalismo. A autora comenta a apatia de muitos jornalistas quanto aos números, mas não deixa de citar a importância dos algarismos com a produção da notícia. Para exemplificar o momento de saber se valores em números podem virar notícia, ela compara o tamanho do vazamento de óleo com uma piscina comum e no final, observa-se que a quantidade de óleo simboliza mais de 4 piscinas de 6 mil litros. Além disso, traz uma lista de sites que facilitam os cálculos, como a calculadora do cidadão, que permite calcular o valor de juros que será pago em uma transação financeira.

  22. Análise do Livro
    “FERRAMENTAS DIGITAIS PARA JORNALISTAS”

    Ferramentas Digitais para Jornalistas, ao escrever o livro Sandra Crucianelli consegue mostrar aos jornalistas , que novas tecnologias são essenciais ferramentas de conhecimento para os profissionais em jornalismo se aperfeiçoarem, mostrando a muitos que mesmo com tanta eficiência na tecnologia, ainda são resistentes não aceitando a nova geração de informação tecnológicas para enriquecer nosso conteúdo no dia-dia, esse livro traz conhecimento aos jornalista no mundo digital como as redes sociais, deixando o profissional mais antenado com as linguagem e mídias muitas vezes não conhecida, como exemplo existem outros geradores de conhecimento além do Google, como Bing, que se mostra bastante eficiente na busca de imagens, aprendendo também sobre como agir quando uma informação é perdida, em caso de não carregamento de uma página de internet, aprendendo a salvar links de tudo aquilo que é interessante e que possa ser útil para usar depois, vale lembrar que o destaque conferido às buscas direcionadas aos blogs, que hoje são fonte inesgotável de informações jornalísticas. O livro ensina como direcionar essas buscas para um melhor resultado.
    O livro também cita que Youtube vai além , ampliando a visão do jornalista sobre os sites de hospedagem de vídeos e sons disponíveis, garantindo uma boa pesquisa também pelo audiovisual, mostrando técnicas de organização aliadas a ferramentas encontradas no mundo virtual.
    O jornalista deve estar sempre atualizado com as novas mídias, sempre em busca de aprendizagem , procurando conteúdo e informação o dia todo, estando sempre um passo a frente.

    Elizandra

    15/10/2012 em 10:41

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