teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Livro em PDF: “Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar”

com 30 comentários

Como leitura introdutória para a disciplina, é sugerido o livro “Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar”, escrito pelo professor norte-americano Mark Briggs e apresentado como “um guia de alfabetização digital para a era da informação (…) um manual prático, mas (que) também traz elementos teóricos que servem como uma introdução ao jornalismo digital.”

Tarefa: A partir da leitura do livro, cada aluno deve elaborar um resumo sobre os conceitos e ferramentas apresentadas em cada capítulo. Esse resumo deve ser postado como comentário nesta página até o dia 23/04/2012.

 

Clique no link a seguir para fazer o download gratuito do arquivo do livro em formato PDF:

Jornalismo2ponto0

 

Link original:

Biblioteca Virtual do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas em Austin

http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/digitallibrary

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

12/03/2012 às 10:55

30 Respostas para 'Livro em PDF: “Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar”'

Acompanhe os comentários com RSS ou TrackBack para 'Livro em PDF: “Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar”'.

  1. JORNALISMO 2.0 – MARK BRIGGS – RESUMO

    Mark Briggs é um jornalista de formação nos esportes que está vivendo uma nova fase. Está descobrindo que é possível fazer jornalismo com e para a internet; e está descobrindo mais. Que se for bem utilizada, planejada e organizada, a internet pode ser um grande instrumento facilitador do trabalho jornalístico auxiliando no contato e por óbvio, na velocidade da checagem dos fatos.
    Briggs tem em sua biografia passagens importantes como editor no thenewtribune.com, Chefe de Equipe e diretor da New Media e atuou no The Herald como Gerente de Conteúdo. Atualmente é Editor Executivo de Notícias Interativas no The News Tribune em Tacoma, Washington. Seus artigos sobre o jornalismo e a internet tem merecido atenção especial dos veículos e seminários relevantes que debatem a temática.
    Briggs destaca em sua obra que é na dificuldade e nos momentos de crise que se prospera em qualquer área, pois, segundo ele, estes momentos permitem e mais do que isso, obrigam que seus atores busquem novas alternativas de sobrevida para o modelo de negócio e que com a chegada da internet impactando o mundo e especialmente o jornalismo, isso vem se tornando mais flagrante. “Como jornalistas, precisamos mudar nossas práticas para nos adaptarmos, mas não nossos valores”, afirma o autor.
    Segundo ele, este é um grande e oportuno momento para optar pela carreira jornalística, pois nunca houve forma tão vasta de se contar acontecimentos ao redor do mundo e mais, de maneira tão rápida. O choque entre o “tradicional” modelo de fazer jornalismo e a forma como isso é oferecido hoje, sem reservas de mercado aos profissionais e de modo que qualquer pessoa possa produzir conteúdo, é que realmente mudou e os jornalistas é que precisam perceber tal mudança e fazer com estas advoguem em benefício da notícia, da reportagem do acontecimento sob um ângulo que ninguém viu – criatividade e princípios da profissão e do profissional- essa a nova ordem no jornalismo.
    Briggs faz uma passagem didática sobre as siglas e palavras que nos auxiliam a conhecer um pouco sobre essa nova realidade digital, no sentido de prosperarmos com o menor “sofrimento” possível na nova realidade. Não adianta embater com o cenário; é preciso torná-lo um instrumento que auxilie o jornalista e principalmente, o jornalismo. Conta ainda sobre a internet e seu funcionamento propondo alguns exercícios e tarefas para a familiarização adequada ao ambiente virtual.
    O autor demonstra com clareza a relação entre abertura, organização e comunidade, a flexibilização dos conteúdos e da utilização destes e ainda, como os editores têm se constituído grandes garimpeiros de talentos nesse novo modelo chamado aqui de WEB 2.0. O conteúdo estático de antes vem dando lugar a repositórios de conteúdos dinâmicos que atraem e fidelizam os leitores, nessa nova ordem chamados usuários. Acabou a via de mão única. O usuário-leitor por meio dos sites de armazenamento como Flickr e Youtube são os co-conteudistas do momento e, ao contrario do que se pensava no passado não muito distante, seus posts, comentários e grande poder de articulação vem obtendo cada dia mais importância na construção de conhecimento e de formação da opinião pública.
    Outro destaque importante é dado pelo autor aos dispositivos móveis, isto é, o blogueiro, usuário, leitor, conteudista e todos que navegam nesse mar de novidades, podem fazê-lo através de dispositivos móveis, sem a necessidade de aguardar estar diante de um desktop ou transportar um laptop para fazê-lo, o que confere à novidade, notícia, repostagem etc, muito mais agilidade e dinamismo. E não adianta tentar adivinhar onde tudo isso vai dar; simplesmente não como há como saber, mas também não há como ficar de fora assistindo a passagem desse momento histórico.
    Talvez pela necessidade de apuração dos fatos e da checagem de ambos os lados, que são princípios inalienáveis do jornalismo, os jornalistas sempre foram resistentes às mudanças quando algum recurso tecnológico, em qualquer tempo, era introduzido nas redações, ainda que fosse com o intuito de agilizar o fluxo da informação para a reportagem. Entretanto hoje, os portais de notícias estão se transformando em verdadeiros armazenadores de banco de dados, com informações detalhadas sobre leitores, audiência em todos os horários e características especiais de cada um dos públicos, e por esta razão, o autor fornece dicas preciosas para que o jornalista diminua sobremaneira a quantidade de papéis e arquivos físicos de seus acervos, além de poder contar com conteúdos produzidos pelos usuários na internet. O CROWDSOURCING.
    Os conteúdos colaborativos são uma realidade e Briggs também fornece dicas para a construção de mecanismos interativos de compartilhamento, como blogs por exemplo. Como criá-los, administrá-los e fazer deles um instrumento fundamental para a colaboração de conteúdo também é objeto de abordagem na obra. Nessas dicas, inclui ainda informações de como produzir notícia para internet, com captura de áudio e vídeo, edição do referido material através do programa especialmente criado para tanto.
    Foto, vídeo, áudio, conteúdo. Enfim, ótimas dicas estão contidas na obra de Mark Briggs, que como dito no começo do livro e deste resumo, é um repórter que conseguiu visualizar uma oportunidade no jornalismo onde tantos só viam problemas sem solução, pregando que esse profissional estava com os dias contados. Embora todas as dicas sejam ótimas, penso que o ponto alto da obra é a redescoberta de que com os a percepção necessária, é muito oportuno ser jornalista atualmente, sobretudo porque os recursos da tecnologia permitem exercer o ofício com mais franqueza e verdade, lembrando que a humanidade do profissional permite que cometa erros e seja alertado pela opinião pública acerca de tais equívocos. A internet tornou isso mais rápido e mais honesto.

    Paulo H. R. Cardozo

    03/04/2012 em 12:06

  2. Resumo: “Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar” – Mark Briggs

    “Mudar é inevitável. Progredir é opcional. O futuro é agora.”
    (Mark Briggs)

    O objetivo é informar o leitor (jornalista ou não) sobre o básico das tecnologias digitais nos novos meios de comunicação. O autor coloca que não é possível jogar sem conhecer o jogo. Atualmente é fundamental identificar minimamente elementos e processos tecnológicos.
    Rompendo barreiras e definindo conceitos a obra pretende auxiliar no aprendizado prático das novas técnicas de reportagem e meios de publicação que se apresentam. Inovações trazidas pelo avanço tecnológico, e principalmente da influência causada na maneira de produzir e transmitir informação.
    Novas ferramentas transformam o dia a dia do jornalista, com economia de tempo e opções independentes de veículos, como por exemplo, um blog em que sozinho o jornalista veicula e conquista seguidores e patrocinadores.
    O autor introduz com o básico sobre siglas, termos e a rede. Já no segundo capitulo apresenta o WEB 2.0, ou seja, uma nova forma de compartilhar e distribuir informação, aumentando assim a interatividade e transformando o leitor passivo em colaborador ativo no conteúdo. Briggs nos mostra a possibilidade do “mojo” (jornalista móvel) que com os atuais tipos de hardwares (pen drives, smartphones, iPods) pode onde estiver alimentar a rede com noticias.
    Com o aprofundamento e evolução no tema o guia tem um crescimento de complexidade, mas sempre com linguagem simples. De forma bastante didática, nos apresenta o que é, e como criar cada novo meio de publicação de conteúdo na Web. Sempre estimulando o leitor a exercícios e interações com os meios apontados. Desde o blog (escrito) até q produção de pequenos vídeos ou trechos de áudio. Assim se dá o processo de alfabetização digital, através da experimentação virtual os jornalistas devem cada dia mais conhecer as “plataformas” online, tornando-se assim um Jornalista multimídia.

    Anna

    20/04/2012 em 9:07

  3. Uma desmistificação do mundo dos computadores para os jornalistas, foi isso que Mark Briggs promoveu ao escrever o livro Jornalismo 2.0. Briggs revela para os profissionais do Jornalismo a necessidade do uso de ferramentas digitais para que o jornalista se adéqüe aos novos tempos da profissão, deixando claro que aqueles que não acompanharem as mudanças se afastarão cada vez mais do público alvo, tornando-se profissionais ultrapassados.
    Essencialmente, Briggs ressalta que o leitor já não é mais somente um ser passivo na relação com a notícia, pois a “Era Digital” possibilita uma interação com o público, que repercute e também questiona a informação. Por isso, o jornalista deve estar preparado para possibilitar a repercussão de suas idéias junto ao seu público.
    Assim, a existência dessa necessidade cria a obrigatoriedade do conhecimento de ferramentas que tornem a propagação da informação possível. Nesse sentido, é que as ferramentas digitais são o meio mais eficaz para que o jornalista consiga repercutir para o maior número de pessoas possíveis ideias e notícias.
    Diante disso, Briggs revela o verdadeiro “mapa da mina” para aqueles que desejam conquistar cada vez mais o público.
    Blogs, softwares que facilitam o trabalho no dia a dia, programas de compartilhamento de informações, ferramentas como leitores RSS, que tornam possível ao jornalista ter acesso às principais informações veiculadas por suas fontes ou, possibilitam ao leitor ter informação imediata da nova postagem de seu jornalista preferido, são algumas das armas que o livro ensina a usar, ampliando a visão profissional sobre a Internet.
    O livro não somente apresenta essas ferramentas, mas ensina também a linguagem básica da informática, permitindo ao leitor criar identidade com conteúdos que antes não passavam de uma grande “sopa de letrinhas”.
    Com o domínio de tantas informações, o jornalista passa a ser polivalente, requisito que muitas das empresas atuantes na área consideram essenciais para a contratação de um profissional. Contudo, a principal mensagem deixada pelo livro não é a adequação à “Era digital” para a construção de um bom currículo admirado pelos empregadores, mas sim essa adequação como forma de ampliar o contato com o público, que pode alavancar o status do jornalista ao difundir seu trabalho.
    O novo leitor é mais exigente, questiona e contribui para a informação. Se o jornalista souber aproveitar esse novo perfil de seu público, possivelmente se destacará em seu meio de trabalho.
    Briggs também destaca a importância do uso das tecnologias móveis, chamando a atenção o conceito de “mojo”, descrito por ele como jornalista móvel, nascido com a necessidade de captar e divulgar a informação da maneira mais rápida possível.
    A utilização de celulares multifuncionais e outros aparelhos que permitam ao jornalista dar a notícia quase que simultaneamente ao fato divulgado, é ensinado como regra básica por Brigss em um mundo onde cada vez mais fica acirrada a disputa por quem dá a informação de modo mais rápido.
    Para o sucesso na profissão, organização e manutenção de um banco de dados disponível de modo rápido quando surgir à necessidade é fundamental, segundo Briggs. Por isso, conhecer as fontes, suas relações de trabalho, quem são seus familiares é lição essencial para o jornalista encontrar o personagem ideal para as matérias e reportagens.
    O que chama a atenção para os jornalistas iniciantes que buscam destaque na profissão é o capítulo que dedicado ao desenvolvimento de blogs, ferramenta que possibilita um contato mais próximo com o público e exprime de forma mais ampla a opinião pessoal do jornalista, coisa que é quase impossível quando este atua dentro de um veículo de comunicação.
    O livro ensina como criar um blog que traga prestígio ao blogueiro, dando a oportunidade ao jornalista de criar identificação com o público que o acompanha, criando “posts”, usando fotos e atualizando a página com frequência.
    Brigss dá dicas de como manter um blog de sucesso, ensinando o jornalista a ser simples e objetivo em suas postagens. De acordo com ele, esta é uma forma de pensar no público, que busca informações rápidas e que satisfaçam a sua “fome” por conhecimento do mundo que o cerca sem prejudicar a rotina de trabalho.
    Mas o livro não só ensina como criar blogs e os manter, como também a inserir reportagens que chamem a atenção do público e garantam o maior número de visitas possível.
    Além da pontualidade da notícia e a atualização em tempo real dos acontecimentos permitida pela Internet, Briggs ensina que títulos bem pensados podem atrair o leitor, aguçando a curiosidade, tornando quase que impossível para quem observa uma frase de efeito não ler o conteúdo de que ela trata.
    Já quanto a este conteúdo, importante é lembrar da dica de Briggs, a que incentiva o blogueiro a escrever criando o desejo do leitor querer saber mais. Assim, estará garantido um número ainda maior de acessos para o próximo post.
    O uso de gravadores, microfones e softwares que permitem a edição de arquivos de áudio também são dicas importantes trazidas por Briggs aos jornalistas dos novos tempos. A principal lição absorvida é que um investimento um pouco superior pode garantir maior qualidade às suas reportagens.
    Fotografia digital, um requisito tão necessário para a “Era Digital”, é também um assunto abordado pelo livro, que ensina sobre equipamentos, técnicas de fotografia, explica sobre formatos de arquivos e, principalmente, como adequar fotos ao seu site ou ao seu blog.
    A gravação de vídeos e as suas peculiaridades é um importante aspecto do livro. Tanto técnicas de filmagem como de edição de vídeo são destaques. Briggs procura ensinar o jornalista a adequar a filmagem a cada tipo de situação, a como se comportar durante uma gravação de vídeo para que o resultado seja o melhor possível e proporcione um bom respaldo de imagem para a reportagem.
    Programas de edição, que antes pareciam tão difíceis de utilizar, são desmistificados por Briggs, que ensina técnicas fáceis de como editar tornando sua matéria limpa e de fácil compreensão.
    Quase no fim do livro, Briggs ainda nos presenteia com um capítulo dedicado aos roteiros, gravações em off. Estimulando jornalistas da mídia impressa a se aventurarem por este campo. Para isso, o autor ensina que o improviso não é o melhor caminho, aconselhando a preparação como o meio mais eficaz para o sucesso de uma empreitada jornalística.
    Dicas como a escolha do melhor lugar para gravação, fugir de lugares aonde o barulho prejudicará a qualidade do áudio são temas abordados por Briggs. Ele ainda ensina a direcionar para as diferentes mídias os diversos tipos de gravação.
    Respeitar o entrevistado, o informando a respeito do conteúdo da entrevista e dando informações prévias sobre o assunto é também uma forma de garantir uma excelente entrevista.
    Truques simples durante a entrevista, como não demonstrar sinais de concordância ou negação com o entrevistado são essenciais para quem quer aprender a fazer uma boa entrevista. Permanecer em silêncio pode garantir uma boa qualidade para a gravação e preservar a isenção do jornalista em relação ao tema da entrevista.
    Facilitar o trabalho de edição de vídeo, guardando os momentos mais importantes da entrevista, é essencial, pois garante o ganho de tempo em uma atividade que corre contra o relógio.
    Enfim, Briggs encoraja jornalistas a dedicarem mais tempo ao aprendizado das atividades tão importantes para o sucesso na “Era digital”. Mostrando que, com um pouco de tempo e vontade, o jornalista pode garantir a sobrevivência na profissão. O medo das mudanças parece desaparecer depois da leitura do livro “Jornalismo 2.0”, e dedicar tempo à leitura, praticando os ensinamentos de Briggs, é o legado deixado, despertando naqueles com verdadeira vocação para o Jornalismo a vontade de seguir na profissão e se tornarem expoentes dentro de área de trabalho.

    Daniel Mastroiano

    20/04/2012 em 20:27

  4. Mark Briggs inicia dizendo que se as pessoas conseguirem aprender como fazer a tecnologia trabalhar a seu favor, o resto é apenas detalhe. Para ele, precisamos pensar de uma maneira diferente nas empresas jornalísticas para sobrevivermos no mundo atual da mídia.
    Ele mostra diversas ferramentas e como usá-las nos dias atuais. Diz também que hoje, os leitores não recebem mais as noticias e mensagens passivamente, os leitores interagem, compartilham e comentam através dessas ferramentas.
    Também mostra como interagir com a ferramenta móvel, pois a informação cuja atualização imediata é considerada valiosa. Assim, todos os tipos de informação farão parte dessa ferramenta.
    Briggs, dá muitas dicas sobre parar de usar papeis para lista de contatos, começar a trabalhar com planilhas para uma melhor organização. Também trabalhar com banco de dados e como pode utilizá-los. Tudo eletronicamente.
    O autor ensina passo a passo como criar um blog, para ele uma das razões pelas
    quais os blogs são populares é que eles levam em conta a interatividade e dão aos leitores um sentido de participação.
    Ensina também a escrever para uma web site, para ele a urgência faz parte da essência, ele informa que há noticias que podem não ser importantes para os jornais, mas para a web podem ser.
    Ele mostra a formatação básica de áudio, gravação e uso de microfone. Também ensina trabalhar com fotos digitais desde uma câmera digital a editar fotografias digitalmente até introduzi-las em blogs.
    Mark Briggs, fala sobre produção de vídeo para o jornalismo, ensina como focar, usar zoom, áudio e tipos de microfones. Tudo isso sempre citando a possibilidade de fazer com o celular também. Sempre evitando a perca de tempo.
    Ele encerra com gravações em off dando várias dicas como um breve aquecimento antes de tudo, escolher bem o lugar com boa iluminação para se gravar uma entrevista, perguntas prévias e claro escrever um bom roteiro.

    Taiana

    21/04/2012 em 12:56

  5. Capitulo 1 – Mark Briggs, explica as siglas usadas no meio virtual e quais as suas vantagens. Mostra também os programas para serem usados quando salvamos arquivos muito grandes e programas para facilitar nossa busca de informações na Web.

    Capitulo 2 – Explica o termo da da palavra “Web 2.0”, foi criado para descrever as limitações do desenvolvimento da rede. Fala também sobre as novas tecnologias básicas de Web Site, o My Space, Flickr, OhmyNews, Wikipédia e Del.icio.us, itens que alteram a forma faz pessoas consumirem informações e noticias.

    Capitulo 3 – Nesse capitulo, mostra como as pessoas estão usando os novos meio de conexão com o meio virtual, como o iPod,para o acesso de conteúdos produzidos por elas mesmo, em qualquer lugar, no carro, na rua em casa, etc.

    Capitulo 4 – Através do uso de tecnologia e de uma postura mais aberta no que se refere ai trabalho de coletar informação, repórteres, fotógrafos podem incrementar seu talento de reunir e avaliar informações sem perder a qualidade. Mostra como desenvolver um banco de dados, nem se vor apenas para guardar sua lista de contatos, e a adoção de novos métodos de reportagem, como maior participação do publico.

    Capitulo 5 – Nesse capitulo, explica alguns aspectos básicos para a criação de um Blog, para aumentar a credibilidade e autoridade do blogueiro iniciante ou ate mesmo pra um repórter.

    Capitulo 6 – Ensina como fazer reportagens para a Web, explica que quase igual a a fazer uma reportagem para uma agencia de noticias, onde um repórter se preocupa mais em mandar informações parciais atualizadas do que transmitir a meteria completa. O repórter da Web, tem que se importar em escrever o que os internautas querem saber.

    Capitulo 7 – Ensina como capturar áudio para colocar nas reportagens, como combinar som ambiente, gravação de uma entrevista e edição de um clipe. Com o baixo custo das gravações de áudio digital, os repórteres podem trazer os leitores para mais perto das reportagens.

    Capitulo 8 – Nesse capitulo o autor vai explicar como tirar fotografia digital, como manipular fotos digitais e como funciona o mundo da foto digital, hoje a foto é uma opção importante para quem publica uma informação.

    Capitulo 9 – Aprenda as técnicas para fazer um vídeo que parece profissional, com o surgimento das câmeras de vídeo digitais e de software gratuitos, provocou um crescimento rápido no setor de vídeo.

    Capitulo 10 – Ensina a editar vídeos para publicação em sites, onde estará pronto para todos verem. Apresenta também duas ferramentas que facilitam na importação de arquivos de musicas ou de voz, para terem impacto no vídeo criado.

    Capitulo 11 – Como fazer gravações em off e escrever roteiros, como fazer stand-ups, pois muitos jornalistas travam quando são submetidos a gravar com esses meios.

    Larissa

    21/04/2012 em 14:13

  6. No primeiro parágrafo o autor Mark Briggs já nos ensina passo a passo a lidar com a era digital, desde como funciona a Internet, Navegadores de Web, Leitores Feedes do RSS e muito mais.
    Briggs diz que o Jornalista, precisa ser também empresas de tecnologia, e isto significa que é preciso aumentar nosso QI tecnológico para competir dentro de um mundo hoje digitalizado para termos boas noticias tanto na forma impressa como em sites jornalísticos buscando um feedback de suas matérias para sobrevivermos no mundo da comunicação. Pois os leitores não são mais receptores passivos de mensagens, eles criam, compartilham e comentam.

    Ensina que o Jornalista precisa mudar suas práticas, adaptar e melhorar sempre o que está a nossa volta devemos passar a noticia como se fosse uma conversa e não palestra, temos que ser mais criativo e inovador, pois o Jornalista cria comunidades em muitos níveis.Podemos aprender bastante pelos jornais, estações de rádio e televisão e web sites.

    Estamos vendo que o publico está mudando e para melhor, notamos que a Tecnologia já chegou para nova geração, a conectividade sem fio para telefones móveis permite que celulares normais, telefones inteligentes e outros possam ser conectados à Internet através de uma rede de alta velocidade assim o publico terá a informação na hora exata, notamos que essa tecnologias é como tentar antecipar o futuro, pois ganham massa e muda o mundo das comunicações.

    Até cidades municipais estão trabalhando com o sistema de Internet pra todos ou sem fio que dá livre acesso a Internet. Fazendo que público online acesse sites de notícias atualizados ao longo do dia. O número de leitores usando a Internet farão que as4notícias da atualidade crescerá na medida em que o serviço de Internet sem fio se tornar grátis e puder ser operado em qualquer lugar.

    Notamos que ficou até mais fácil para nós Jornalista a elaborar uma entrevista com um gravador ou por um telefone sem fio, fazendo com que na hora do fato ocorrido possamos levar a noticia em primeira mão aos leitores conectados, fazendo que aumente a credibilidade dos Sites ou Blogs e claro levantando assim a auto- estima de nos Jornalistas..

    daianelciano

    22/04/2012 em 14:00

  7. De inicio Mark Briggs nos ensina passo a passo como lidar com a era digital, desde como funciona a Internet, até Navegadores de Web, Leitores Feedes do RSS. Briggs diz que o jornalista, precisa ser também empresas de tecnologia, isto significa que é preciso aumentar nosso QI tecnológico para competir dentro de um mundo hoje digitalizado, para termos boas noticias tanto na forma impressa como em sites jornalísticos buscando assim um feedback de suas matérias para sobrevivermos no mundo da comunicação.
    Em outros termos ensina que o Jornalista precisa mudar práticas, adaptar e melhorar sempre o que está a nossa volta e o que fazemos passar a noticia como se fosse uma conversa. Temos que ser mais criativos e inovando constantemente. Aprendemos bastante pelos jornais, estações de rádio e televisão e web sites. Observa-se que o publico está mudando, evoluindo de certa forma e isso é para melhor, nota-se que a Tecnologia chegou para nova geração. Conectividade sem fio para telefones móveis permite que celulares normais, telefones inteligentes e outros possam ser conectados à Internet através de uma rede de alta velocidade, assim o publico obtém a informação no mesmo momento em que precisa em tempo real a pessoa tem acesso à informação na qual precisa saber. Essa tecnologia mostra como se tivéssemos antecipando o futuro, pois ganham massa e o mundo das comunicações começam a mudar.

    No entanto, cidades municipais estão trabalhando com o sistema de Internet pra todos ou sem fio, que dá livre acesso a Internet. Isso faz com que o público acesse a internet e permite ficar online, acessando sites de notícias que vão sendo atualizados durante o dia. Número de leitores usando a Internet aumentará conforme as4notícias da atualidade forem crescendo, na medida em que o serviço de Internet sem fio se tornar gratuito e for possível ser operado em qualquer lugar, onde estiver.

    Portanto, concluímos que facilitou para Jornalistas também a questão de elaborar uma entrevista, seja com um gravador ou por um telefone sem fio, pois, esse recurso permite que na hora do fato ocorrido, o jornalista possa levar a noticia em primeira mão aos leitores conectados, anunciando em tempo real o fato, fazendo com que aumente a credibilidade dos Sites ou Blogs. Permitindo que os leitores participem de várias formas fazendo comentários e dando opiniões sobre o fato, acontecendo até um debate ou troca de ideias sobre algum assunto. Desta forma, o jornalista tem o privilégio de publicar a notícia de várias formas e como quiser, isso ajuda em seu trabalho dando credibilidade para a profissão de jornalistas.

    Gabriela Paris

    23/04/2012 em 1:24

  8. Resumo do livro “Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar”.
    •Capítulo 1 – trata de assuntos básicos para o uso do computador. Ele explica o que significa algumas siglas muito usadas para descrever o tamanho dos arquivos, e ensina como usar o RSS e o FTP. O RSS é uma opção muito interessante, pois com ele você pode ter acesso às informações de seu interesse em uma única página. O FTP é uma forma fácil de enviar arquivos grandes sem encher sua caixa de e-mail. É muito útil, pois alguns arquivos de áudio e vídeo podem ter mais do que 1MB, e com o FTP fica fácil compartilhar.
    •Capítulo 2 – explica a evolução da internet de Web 1.0 para Web 2.0. Essa evolução fez com que os leitores de notícias online tenham mais interatividade com os jornalistas. Além de trazer mais interatividade, a Web 2.0 permite que qualquer pessoa crie conteúdo e publique em seu blog ou perfil.
    •Capítulo 3 – fala sobre a chegada dos celulares com acesso a internet sem fio. Com a chegada desses aparelhos e com o avanço das conexões sem fio grátis pelas cidades, o numero de leitores online vai crescer. Antes os leitores tinham acesso limitado a internet, só conseguiam acessar em suas casas ou em lugares que tinham que pagar para usar. Agora podem acessar em qualquer lugar e na hora que quiser, e com isso o uso constante da internet exigirá a publicação constante de novas notícias.
    •Capítulo 4 – comenta sobre a era digital, e tenta incentivar os jornalistas de hoje a usarem as novas tecnologias em seu próprio benefício. Os jornalistas precisam utilizar os métodos tecnológicos para guardarem informações de contato para encontrarem de forma mais fácil suas fontes, e assim economizando tempo para escrever melhor suas matérias.
    •Capítulo 5 – incentiva os jornalistas a criarem blogs, e da algumas dicas de como montar um blog de sucesso. Os repórteres/blogueiros podem escrever suas matérias para o jornal e depois publicá-las em seus blogs para saber o que os leitores pensam sobre a matéria.
    •Capítulo 6 – da algumas dicas de como escrever uma reportagem para a Web. O jornalista precisa estar preparado para escrever textos para a Web, pois esse veículo precisa estar atualizado e seu editor pode pedir alguns parágrafos a qualquer momento.
    •Capítulo 7 – ensina como usar os gravadores de voz para fazer e editar entrevistas. Explica sobre os formatos de áudio e também mostra gravadores de vários preços que podem atender as necessidades do jornalista. Fala também sobre o Podcast, que são arquivos de áudio publicados na internet.
    •Capítulo 8 – este capítulo fala sobre as câmeras e fotos digitais. Explica os conceitos básicos das fotos digitais, desde pixels até a edição das fotos em programas como Photoshop. Pode ser considerado um curso para iniciantes na área de fotografia e para pessoas que gostam de fotografar.
    •Capítulo 9 – fala sobre a produção de vídeos. Com a chegada das fotos digitais, também chegaram os vídeos digitais. O baixo custo para produzir vídeos de alta qualidade hoje em dia, faz com que veículos de comunicação contratem Videojornalistas, eles fazem o papel de câmera e repórter. Neste capítulo também são dadas explicações técnicas de como produzir vídeos, e nos ensina como usar recursos e acessórios como o zoom, microfones, iluminação, entre outros.
    •Capítulo 10 – é um complemento do capítulo 9, que ensina a produzir vídeos. Neste capítulo são dadas explicações passo a passo de como editar vídeos no iMovie e no Windows Movie Maker. Esses dois softwares são gratuitos e fáceis de usar.
    •Capítulo 11 – este capítulo da dicas para os jornalistas sobre como gravar áudio em off e fazer stand-ups. Para gravar voz em off, devemos primeiro escrever um roteiro objetivo, com menos palavras possíveis. Devem ser utilizadas palavras-chave para expressar a essência da reportagem. Para passar essa essência, as palavras-chave devem ser faladas com outro tom de voz. Para fazer o stand-up, o jornalista deve escrever um roteiro curto. Usar as mãos para fazer gestos ajuda a conquistar o publico, pois isso mostra personalidade. A escolha do local também é importante, o lugar não deve ter muito movimento, barulho e pouca luz.

    Luiz Pereira Pardim Neto

    23/04/2012 em 8:25

  9. Resumo do Livro “ Jornalismo 2.0 – Como sobreviver e prosperar” de Mark Briggs.

    Com a leitura do livro Jornalismo 2.0 – como sobreviver e prosperar, de Mark Briggs, podemos observar que o autor aborda de uma maneira bem simples as mudanças das tecnologias digitais, nos auxiliando a adaptarmos perante a isso.

    No primeiro capítulo, aprendemos as noções básicas do uso da internet, de uma maneira bem interativa, conhecendo novas ferramentas bem fáceis de se utilizar, ensinando-nos coisas das quais utilizamos em nosso dia a dia, como enviar e –mails, baixar arquivos, e como utilizar mecanismos de busca. Ainda neste capítulo, conhecemos os “significados” e a importância dos termos, de bites, bytes e terá e outras definições.

    O livro aborda também, o desenvolver que a Web vem apresentando nos últimos tempos, criando recursos aos usuários, facilitando assim, o livre acesso para comentários, reclamações, denúncias e até mesmo elogios da parte dos que vêem o conteúdo postado. Os usuários que usufruem desses meios digitais, buscam interação e participação, o tempo todo. Mark Briggs, cita ainda, que a única forma que os jornalistas tem de tirar vantagem neste novo modelo é estar conectado às tecnologias e participar ativamente na mudança de cenário.
    Nos capítulos seguintes, vamos descobrindo dicas e métodos para reportagem, sobre “Ferramentas” e “Brinquedos” e o fácil acesso aos conteúdos. No decorrer do livro, o autor esclarece ainda, a importância das planilhas, deixando de lado os caderninhos de anotação que usamos, aprendendo a armazenar dados no computador para uma melhor organização das informações obtidas e dicas preciosas de como criar blogs e a explicação de termos usados atualmente pelos blogueiros, como post, trackback e blogroll.

    Também nos é apresentado, macetes a respeito do uso adequado das câmeras digitais, desde as mais simples que requerem cuidados para terem uma funcionalidade com qualidade, dicas como, observar o enquadramento, evitar o uso do flash e outras dicas importantes, são alguns fatores que devem ser considerados e bem aceitos pelos leitores.

    Aspectos importantes como truques para gravações em off, modos de entrevistas, com uma maior preparação, sem improvisos, exemplos de softwares diversos que nos auxiliam nas edições , a prática de áudio digital e podcasting, nos é ensinado no decorrer dos capítulos.

    Por fim, Mark Briggs, em seu livro Jornalismo 2.0 : Como sobreviver e prosperar, explica e nos ensina que temos todas “as cartas na mão” para sabermos usufruir de todo esse conhecimento que nos é passado, colocando em prática, e nos adaptando sempre com a evolução dessas tecnologias digitais, que cresce e aumenta cada dia mais.

    Jéssica Taboas

    23/04/2012 em 10:26

  10. Resumo do livro “Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar”

    O livro de Mark Briggs reforça o fato de que devemos aprender a usar os recursos tecnológicos a nosso favor, pois as tecnologias nos aproximam das muitas informações de nossa época e nos dão a oportunidade de contar histórias quase que em tempo real, conforme elas vão acontecendo. É necessário que o jornalismo seja preservado, porém seja também atualizado, para a sua sobrevivência.
    Briggs ressalta que é importante conhecer bem todo o processo digital e o funcionamento da internet, desde a criação de arquivos até os termos de linguagem e siglas. A web 2.o, com as novas tecnologias de sites, permite aos usuários mais liberdade, controle e flexibilidade de navegação. Os leitores deixaram de ser apenas receptores de mensagens e agora podem criar, compartilhar e comentar todo o conteúdo recebido. Isso significa um feedback instantâneo para o jornalista que pode então aperfeiçoar suas matérias e estar diretamente conectado com seu público.
    Pen drives e cartões de memória tomaram o lugar dos antigos disquetes. Com a capacidade de armazenamento muito superior aos seus antecessores, essas ferramentas são indispensáveis para os jornalistas que trabalham com textos. Celulares e Ipods também fazem parte do novo cenário da web 2.0, permitindo conexão com a internet, além de disponibilizar vídeo, jogos, músicas e e-mails. A portabilidade dessas novas tecnologias deixa a web a disposição de qualquer pessoa, em qualquer lugar. As tecnologias de conexão sem fio também são de grande auxílio ao repórter que precisa estar constantemente atualizado com as informações da web. Brigss ressalta que é importante que o repórter seja eficiente na coleta e armazenamento dos dados, e que o conhecimento das tecnologias digitais os torna mais rápidos e eficientes. Os jornalistas não devem ter medo das novas tecnologias, devem sim usá-las ao seu favor, sem resistência.
    Mark Briggs afirma que os Blogs mudaram a maneira como a informação é disseminada. Rápidos, interativos e livres, a cada dia eles se tornam mais fortes e ajudam a aumentar a credibilidade do autor/blogueiro. Os blogs são uma ferramenta de conversa entre leitor e público, onde não existe concorrência, e todos se ajudam para complementar a informação.
    Para fazer reportagens no universo web, o principal é estar constantemente antenado e atualizado. A urgência faz parte da essência do noticiário on-line. É importante que o texto seja vibrante e objetivo, com energia, um meio termo entre a televisão e o jornalismo impresso.
    Arquivos de áudio também aproximam o leitor da reportagem. E para que isso seja feito de maneira eficiente, é indispensável que o repórter conheça as tecnologias de áudio e compactamento de arquivo. O áudio auxilia trazendo diferencial para a matéria além de trazer emoção para a reportagem. A importância do áudio é tanta que hoje em dia podcastings já tem seu público fixo, sendo distribuídos pela internet e permitindo assinaturas RSS.
    As fotos digitais também fazer parte do mundo do repórter digital. Com o barateamento das novas tecnologias, as câmeras estão ficando cada vez mais acessíveis e oferecem grande vantagem sobre o equipamento comum. É importante conhecer e entender o pixel e os cartões de memória para fazer dessa tecnologia mais um aliado. Vídeos também são uteis e já é possível editá-los sem perder horas e nem qualidade de edição.
    O jornalista deve somar todas essas ferramentas para pensar “on-line” e produzir narrativas não lineares. Para criar um estilo próprio é importante que se leia bastante e interaja com seus leitores, tornando a prática do jornalismo on-line uma atividade divertida de confecção de informações.

    Caliandra Segnini

    Caliandra Segnini

    23/04/2012 em 11:11

  11. Jornalismo 2.0

    Mark Briggs é um jornalista esportivo que ganhou diversos prêmios por suas obras engajadas na causa das novas mídias e jornalismo, escreveu suas teses no livro “Jornalismo 2.0”.
    Em seu livro Briggs explica como funcionam as culturas e mídias digitais e sua ligação com o jornalismo. No primeiro capítulo, por exemplo, trata sobre FTP, MB e RSS, sendo que este último é uma ferramenta para assinatura de informações do interesse do leitor.
    Em outro capítulo, Briggs disserta a respeito das páginas web e sua interação com os leitores, que podem inserir fotos, vídeos e matérias. Também são citados sites de armazenamento de conteúdo como o You Tube e MySpace, além do Google.
    Como o “mundo digital” está em mutação constante, com as ferramentas e brinquedos não pode ser diferente. Atualmente existem dispositivos de armazenamento de informações muito poderosos se comparados aos disquetes e CDs, o pen drive é um deles. O que já é uma realidade é a Web móvel, através de tecnologias 3G. O Jornalismo tem um caminho aberto para esses dispositivos, pois há muitas pessoas que assinam conteúdos e aplicativos de notícias para seus Blackberries por exemplo.
    Essas tecnologias móveis também são utilizadas por jornalistas para suas matérias. Nos últimos anos os profissionais têm mais pré-requisitos em sua profissão devido ao grande número de avanços na mídia, muitos céticos as novas mídias digitais acabam ficando para trás. Um jornalista deve ter noções de técnicas e mídias digitais, trocar os papéispor planilhas para armazenamento de dados. No livro, o uso de banco de dados é bem defendido pelo autor, além disso, muitas redações fazem isso usando a Web.
    Nos novos métodos de reportagem, o banco de dados é vasto e ramificado entre os jornalistas, que enviam suas matérias para sites como colaboradores.Em resumo, os profissionais da informação podem usar o crowdsourcing que são os conteúdos produzidos por usuários da Web.
    Uma boa área para ser explorada é a dos blogs, que podem ser muito informativos, gratuitos, poderosos e livres para qualquer pessoa publicar o que quer e interagir com outras pessoas. O sucesso dos blogs vem das atualizações frequentes devido à participação dos leitores, que podem ler os posts, comentar e até mesmo dar ideias ao blogueiro.
    No que diz respeito às técnicas de como fazer reportagens para a Web vale lembrar que o repórter tem que atualizar as notícias, pois os leitores desse meio estão sempre atrás de novidades. Os repórteres também podem aproveitar as novas mídias e tecnologias para informar as redações sobre o que está acontecendo; um exemplo disso são os celulares com câmera e com acesso a internet móvel, pois eles podem gravar sonoras, vídeos e tirar fotos. Feito isso, o repórter usa a internet para enviar as informações para os redatores.
    Outra técnica que pode facilitar o entendimento do leitor é a utilização do hiperlink, que acrescenta informações extras a matéria.
    No livro também há instruções de como trabalhar com áudio digital e podcasting. O áudio digital possui vários formatos que são listados entre compactados (encontrados nos Web sites) e descompactados(não encontrados em Web sites). Os compactados são: MP3, WMA, Real, MPEG-4 e MPEG-4 AAC; já os descompactados são: WAV E AIFF( formato padrão da Apple). O podcasting é uma distribuição de arquivos pela Internet através da assinatura de RSS, que servem para equipamentos móveis em MP3 ou em computadores.
    Após áudio digital, vem o passo-a-passo de como tirar e administrar as fotos digitais, desde o básico até a edição das fotos em programas como o Microsoft Photo Editor e o Picture Manager. O uso de ilustrações nos blogs é fundamental, para isso há métodos de redimensionar fotos.
    Os vídeos são outro modo muito apreciado no jornalismo, pois eles podem ter áudio, imagem e o texto. Para elaborar uma boa gravação de vídeo é necessário saber sobre técnicas de uso, reportagem, edição e até manutenção das maquinas. A preferencia é que os vídeos sejam curtos e simples. Existem alguns programas para edição de vídeos como o iMovie e MovieMaker, estes servem para inserir efeitos, títulos, fazer ajustes, inserir locuções, entre outras funções.
    Depois de editado o vídeo pode ser exportado para a Web, porém, geralmente os vídeos são grandes e pesados, para isso eles devem ser salvos, exportados e compactados, em seguida deve se seguir um tutorial para concluir o processo.
    Para finalizar, Briggs relata como fazer entrevistas gravadas em off. Algumas técnicas como saber o local adequado para gravar; como o áudio será utilizado; quantas perguntas irá fazer; entre outras, são fundamentais no desenvolvimento do trabalho. O stand-up também é uma ferramenta importante para o jornalismo e deve se ter um roteiro em mente, além de dispor de calma na hora de gravar.
    Portanto o Jornalismo é um dos meios que mais depende de novidades e o jornalista é quem deve estar por dentro das atualidades. Quem não se adapta as tecnologias digitais tende a ficar para trás, pois o mundo está cada vez mais em rede e a informação está em todos os lugares.

    Fábio Rodrigo Penariol

    23/04/2012 em 13:05

  12. Professor, queria lhe perguntar, se tenho que entregar hoje, ou posso postar o resumo até o fim do bimestre?

    Jonatan

    23/04/2012 em 13:06

  13. A data de entrega é hoje. O prazo extra até dia 30/04 é para ser usado em caso de emergência. Att, Belda

  14. Vivendo na “Era da Informação”, onde as tecnologias têm avançado cada dia mais o livro Jornalismo 2.0, escrito por Mark Briggs, apresenta e ensina como utilizar das novas tecnologias, voltadas para a área da comunicação.
    Além de informação de como criar um blog, como mantê-lo com informações (que devem ser escritas de forma coloquial, usando palavras simples e direta), logo em seu primeiro capítulo, Mark dá dicas de como ser um “candidato a vaga”, em relação a exposição em redes sociais, não somente nas próprias, mas também nas dos amigos.
    O livro chama atenção em como ser um “mojo” (jornalista móvel) o qual comparece a locais de fatos, cheio de ferramentas, os verdadeiros mochileiros, que poderão filmar, fotografar e gravar áudio. Com todas as tendências que chegam, a praticidade e a rapidez são fundamentais para o Jornalismo midiático, segundo o autor o número do público online que acessa sites de notícias atualizadas diariamente irá crescer cada dia mais.
    No geral, o livro foca em “como criar um blog” e ter para este um sucesso jornalístico. Um bom jornalista fica atento às novas tecnologias e a tudo que possa incrementar em sua carreira e suas publicações.
    Segundo o autor, o que torna o Jornalismo online diferente não são as ferramentas mas sim o modo específica de pensar, com isso podemos chegar a conclusão que com todas as informações transmitidas no livro a maneira como você irá colocá-las em prática é que fará o diferencial no seu jornalismo , e a frase que está no incio do texto é que, na minha opinião, é o que resume todo o livro: “Mudar é inevitável. Progredir é opcional. O futuro é agora.”
    As mudanças ocorrem constantemente, sem que nada possa ser feito, aquele que adquire experiências, que vai atrás de coisas novas, que busca adquirir mais conhecimento é aquele que irá se destacar no “novo mundo” e irá aproveitar mais na “Era da Informação”
    Lembrando sempre que para sobreviver e prosperar na mídia digital o segredo é a atualização.

    Rafaela

    23/04/2012 em 13:47

  15. Resumo do livro Jornalismo 2.0

    O capítulo 1 aborda a internet. Como devemos usar os navegadores e as funções que estão disponíveis mas que nunca utilizamos, como por exemplo o RSS que pode buscar todas as informações que você necessita de uma forma automática e rápida. Há também modos de utilizarmos diferentes navegadores e sistemas de mensagens instantâneas, que servem para todo o tido de ocasião, seja formal ou informal.
    O capítulo 2 mostra como alguns sites criaram plataformas de informações, e seus visitantes internautas criaram o conteúdo, como é o caso do youtube e do facebook que tem suas informações postadas pelos freqüentadores. Ele também relata como é o funcionamento dos blogs e sites.
    O capítulo 3 relata sobre a importância do armazenamento das informações, pois assim você pode usar qualquer computador, em qualquer lugar, mas tendo os mesmos arquivos que seu próprio computador tenha. Além do armazenamento, ele explica como baixar e transferir arquivos de forma mais rápida. A intenção das empresas que providenciam isso é que sua marca seja divulgada de forma eficiente. A internet cresce mais a cada dia e com isso seu acesso se torna mais fácil e melhor.
    O capítulo 4 ensina formas de arquivas os documentos, matérias e fotos em arquivos no computador, pois anotações em papel gastam muito tempo e podem ser perdidas facilmente. Usar banco de dados e blogs pode facilitar o trabalho e diminuir o tempo perdido. O melhor seria arquivar no computador também contatos de fontes, rascunhos e entrevistas, assim melhora a organização e a facilidade de localizar as informações.
    Para fazer um blog, o capítulo 5 mostra as etapas e as utilidades de ter um blog. Ter sua própria pagina na web é uma maneira de livre expressão e opinião. Eles são tão populares e foram tão bem recebido por adicionar uma interatividade entre o escritor e o internauta. Qualquer um pode criar um blog e ter suas idéias lidas e discutidas na web, de uma maneira saudável e divertida.
    Reportagens na web precisam de atenção especial, como mostra o capítulo 6, pois geralmente serão as primeiras noticias colocadas na rede, com isso, tendem a ser o ponto de referencia e por isso não podem deixar a desejar. Estas reportagens precisam ser escritas de forma fácil e de leitura rápida, pois os internautas não gostam de jornalistas que perdem tempo. São as manchetes que vendem as matérias, por isso elas não relatam à notícia, mas sim deixam o leitor com vontade de saber.
    No capítulo 7 o autor relata a importância de um gravador de voz em entrevistas. O gravador não é importante apenas para você escrever o conteúdo, ele também serve para você perceber a entonação da voz do entrevistado e tentar passar aquilo para o papel com a pontuação adequada. Também é necessário editar o áudio pra que só o que for importante seja publicado, pois muitas coisas são relevantes e desnecessárias. Podcasting é quando você coloca na rede os arquivos de áudio, para oferecer aos leitores outras alternativas que não seja a leitura.
    O capítulo 8 fala da importância da câmera digital, por motivos como número de fotos tiradas maior, apagar as que não ficaram boas e transferi-las direto para o computador. Para a foto ficar boa, você pode edita-la deixando só o foco em evidencia, mudando o tom e mexendo na iluminação. O jornalismo não é feito só de palavras, às vezes uma foto diz mais que um longo texto, por isso é importante sempre ter á mão uma câmera fotográfica.
    O capítulo 9 ensina como fazer e publicar um vídeo que pode acompanhar sua matéria ou ser sua matéria jornalística. Uma coisa muito importante, mas que muitos relevam, é sempre levar uma bateria extra, e um tripé que proporcione maior estabilidade. Uma boa dica para testar o som é usar fones de ouvido durante a gravação, assim você tem um melhor retorno e averigua o volume. Microfone e caixas de som também são úteis para gravações, principalmente quando se trata de um local a céu aberto ou muito movimentado. Procure filmar só o essencial, para não perder tempo editando nem filme.
    No capítulo 10 o autor explica como editar vídeos. Muitas pessoas se prendem apenas na qualidade da imagem, e se esquecem do áudio, luz e cor. Usando o programa de edição certo, você pode alterar todos esse fatores no computador, mesmo que sua filmagem esteja com resolução ruim (como o iMovie ou Movie Maker). Seja criterioso na hora de decidir o que é melhor entrar ou não.
    Nervosismo e ansiedade fazem parte das características da maioria dos jornalistas da mídia impressa, o capítulo 11 ensina truques que podem acalmar. O ideal é você estar sempre preparado para a ocasião; tende prestar atenção a pessoa que está falando, para não se perder no assunto; treinar o que falar gravando em off; escrevendo um roteiro fácil de ser seguido. É claro que o local e o entrevistado ajudam, porém como você pode não ter escolha, esteja sempre preparado para todo tipo de situação crítica e em como sair dela.
    Em suma, um bom jornalista sabe lidar com todos os tipos de momentos difíceis, e sabe concertar os vídeos, as gravações ou entrevistas que não ficaram muito boas. O conteúdo digital é descartável, você pode sempre adquirir algo melhor e mais eficiente.

    Larissa Mestieri

    23/04/2012 em 14:16

  16. Como sobreviver e prosperar
    – Um guia de cultura digital na era da informação.
    O mundo evolui e está se modificando com a digitalização, principalmente no campo jornalístico. Por isso são necessárias pessoas inovadoras polivalentes para trabalharem em empresas jornalísticas com a tecnologia. Segundo Mark Briggs que é um jornalista, editor e executivo de notícias no “The News Tribune” em Washington.
    A economia digital com grande opulência modificou o mercado de notícia e informação. E para executar essas tarefas com qualidade é preciso conhecimento como: regras, termos e motivação.
    Facilitador, objetivo, digital e mais poderoso do que salvar suas páginas na web em seus favoritos o programa RSS que significa: “realmente simples”. Este permite capturar centenas de Feeds (mensagens) dos conteúdos de interesse dos leitores sem precisar visitar várias páginas para aderir a notícias. Essa ferramenta é uma tecnologia avançada que permite um volume extenso de informação numa velocidade muito significante. O objetivo é transformar uma leitura mais fácil. Segundo o editor do Times, Jim O’Shea “é preciso ter objetivos na versão digitalizada para atrair os usuários à grandes quantidades de fonte e informação simultaneamente”.
    O meio jornalístico captado por meio da web tem permutado. Porém as principais pessoas que tem desenvolvido conteúdos são os usuários ao invés de verdadeiros editores. De acordo com Francis Pisani “o novo pensamento do jornalismo deve-se começar pelos mais antenados (nova geração) e depois se dispersará para a classe mais madura”. Com tantas mudanças pode-se perceber que o público on-line não é apenas mais um receptor, somente recebendo informações, mas são interativos, estes participam ativamente das atividades na web.
    É um lado imensamente positivo para jornalistas, mas para que isso aconteça às empresas jornalísticas precisam estar atentas às mudanças do comportamento social ligados a vida digital. Um grande exemplo é a empresa “Google” que trabalha com um ponto forte: a dinâmica, incluindo a publicidade em vários sites e mapas; consequentemente lucram e ganham fama.
    Grande tem sido a evolução digital, a tecnologia nova que proporciona a cada momento interesses maiores as empresas de notícias. Hoje se vive em um mercado jovem onde o que mais mudou o cenário da mídia foi à invenção “Ipod”, aparelho da “Apple”. Umas de suas maiores curiosidades é a capacidade para inclusão de vídeos e grande quantidade de músicas, e sem fio. Também mudou a conexão da internet: hoje a internet pode se conectar a qualquer lugar com acesso livre, pois muitos lugares utilizam redes wi-fi. Tecnologias de comunicação móvel alteram a chegada de notícias e modo de produção; é preciso ser flexível frente às mudanças.
    Para compartilhar informações com praticidade e rapidez basta usar a tecnologia e se digitalizar. Com o volume de informações que se recebe é preciso muitas vezes armazenar e hoje há programas que organizam e facilitam como banco de dados.
    O Blog é uma ferramenta revolucionaria que propagou a informação. Há grandes motivos como: independência e interatividade. Sua tendência é ficar mais forte e crescer. A grande popularidade dos blogs deve-se a participação que o leitor pode ter com o editor assim interagindo assuntos e informações. Um site interessantíssimo sobre os mais acessados blogs é o site http://technorati.com. Já para trabalhar na Web site: necessita-se de informações atualizadas, para cobrir notícias de atualidade é necessário usar ferramentas de multimídias. Reportagens na web geralmente são interessantes, pontuais, claras sem frases longas e linguagem exagerada.
    Organização é umas das características para quem quer fazer parte da era digital.
    O “Podcasting” (Playble On demand + broadcasting) é uma das ferramentas de arquivos sonoros hoje mais utilizados nos meios digitais. Este tem a vantagem de facilitar o trabalho do jornalista quanto à do leitor. Colocar vídeos de uma entrevista feita em seu site ou blog e deixar armazenado é uma das principais características para obter uma notícia sua de interesse a qualquer hora. Outra ferramenta essencial para a captação de informações é a fotografia Digital: a câmera digital trouxe uma evolução para a sociedade e vários trabalhadores que se utilizam da máquina. O pixel mede o poder da câmera, é um representante visual das imagens e grafias, o mais recomendado na hora da compra é o Megapixel (um milhão de pixels). Sua vantagem maior é imediata, rever a foto logo após de tirada. A fotografia é muito importante, pois é informação, além de deixar a matéria mais rica. Já o “O vídeo é umas das ferramentas mais poderosas de se contar estórias”, segundo David Leeson.
    Mais tecnológicos os vídeos digitais registram qualquer acontecimento, principalmente através de celulares, muito empresas de jornalismo adquirem esses vídeos pelos “jornalistas cidadãos”, assim complementando a matéria; isso já se tornou comum. Mas é preciso editá-los e deixá-los mais coerentes, pois envolve toda a ação de cortes, cenas que geralmente não precisam ser exibidas além de acrescentar imagens e palavras (escritas). Com isso trará maior interatividade e resultado de trabalho bem acabado.
    As gravações são de extrema importância, por exemplo, em uma entrevista, mas é preciso toda diligência principalmente entrevistas com áudio, é importante manter o cuidado e a maior parte se estabelecer em silêncio para não haver interferências. Sendo que o mais importante é somente o que entrevistado relatará e não sobre você (suas opiniões).
    Para pensar no mundo digital é preciso notar num modo peculiar, não basta ter somente as ferramentas que estão disponíveis no dia a dia e nascem a cada instante; é necessário inovar e enfrentar os novos desafios midiáticos para então fazer cada vez mais um trabalho de excelência.

    Raíssa Vitulli

    23/04/2012 em 15:31

  17. O livro fala sobre a relação entre os avanços tecnológicos e jornalistas, e como os profissionais estão tendo que se adaptar, estudar e conhecer essas tecnologias para utilizá-la em sua atuação.
    Graças a essas novas tecnologias, o jornalista consegue uma interação maior com o leitor e consegue diminuir as fronteiras de tempo e espaço, além de conseguir uma rapidez na postagem e espalhar a notícia. Tudo isso graças à internet. Para o autor, Mark Briggs, esta forma atrai pessoas com um novo olhar de mercado e inovadores com relação ao jornalismo. Ele destaca os blogs, por ser aberto e interativo, um veículo onde o retorno é rápido sobre as notícias que interessam o público do repórter. Sem conta que, esse público de blog, compartilha a notícia para outras ferramentas da internet, espalhando a notícia.
    Mark Briggs fala, também, de web sites que servem como estoque de conteúdo, do wi-fi (internet sem fio), dando mobilidade ao jornalista para escrever onde ele estiver, através de Ipod, Ipad, notebook etc..
    Portanto, o autor reafirma a necessidade do profissional de comunicação ser cada vez mais atualizado às novas ferramentas de mídia, para que possa utilizar qualquer ferramenta, ou exercer qualquer função jornalística dentro dessa área. Cabe ao profissional a curiosidade e o estudo dessas novas ferramentas, afinal, a todo instante surge uma nova e, não basta criatividade para pautas e reportagens, mas também dominar como e onde publicá-las.

  18. Resumo
    Jornalismo 2.0
    Como Sobreviver e Prosperar
    Um guia de cultura digital na era da informação
    Escrito por Mark Briggs
    Prefácios de Phil Meyer (Edição norte-americana) e Carlos Castilho
    (Edição brasileira) Editado por Jan Schaffer Traduzido por Carlos Castilho e Sonia Guimarães

    Existem vários tipos de arquivos digitais: arquivos, de áudio, arquivos de fotografia e arquivos de vídeos, e de vários tamanhos : Megabytes, gigabytes e terabytes

    A Internet é o conjunto de computadores que estão conectados e
    trocam informação. Um servidor Web é um tipo especial de computador que armazena e distribui/
    apresenta a informação na Internet.
    O endereço IP (IP= Internet Protocol – protocolo da Internet) que funciona como a
    identidade numérica de um servidor da Web.
    O navegador da Web é a ferramenta que as pessoas usam para acessar as informações da
    Internet que são publicadas como parte da World Wide Web. É um software que você conhece
    pelos nomes de Internet Explorer, Safari ou Firefox e que faz três coisas importantes:
    1)Busca e localiza informações
    2) Recupera a informação e a traz de volta para você
    3)Converte a informação para exibição no seu computador.
    Os modernos navegadores da Web podem exibir mais do que apenas texto e grafismos, mas
    normalmente precisam de softwares adicionais (plug ins) e extensões. Alguns desses programas
    adicionais são muito populares, como o Adobe Acrobat Reader (para PDFs), Flash
    (para animação), e programas de execução de áudio e vídeo como Quick Time, Windows
    Media Player e Real Player.
    apenas o clicar do mouse.
    O RSS ainda é uma ferramenta recente para os usuários da Internet. Como ela
    é gratuita, os responsáveis pela publicação de páginas Web –
    O RSS é uma das razões para isto. (Procuras no Google e Yahoo são uma razão ainda maior, é claro).
    Alguns feeds do RSS dão ao leitor apenas o primeiro parágrafo de um artigo e obrigam o
    usuário a visitar a página da Web, onde o material está hospedado, para ter acesso ao texto
    integral, é similar às páginas de abertura personalizadas oferecidas,
    há anos, pelo Yahoo! e pelo Google.
    Web sites que não são mais depósitos isolados de informação com canais de comunicação
    de uma só via ,um entre muitos, mas que, ao invés disso, são fontes de conteúdo
    e funcionalidade, tornando-se assim plataformas de computação para oferecer
    aplicativos da Web aos usuários finais.
    Os tags são escolhidos informalmente e não pertencem a
    nenhum esquema de classificação formalmente definido. Isto é chamado de folksonomia e
    é diferente de uma taxonomia, na medida em que a estrutura é definida pelos usuários e
    está mudando constantemente.
    Diggs (nome dado a um voto no Digg). Se um texto receber muitos Diggs,
    ele será publicado na primeira página do site.
    O efeito Digg pode ser visto em muitas páginas importantes de notícias que acabaram adicionando
    a seus sites uma lista dos mais lidos, dos mais enviados por e-mail ou dos textos
    impressos mais publicados.
    A noticia para nos jornalista se tornou bem mais rápida e acessível, tudo mais fácil, com a internet sem fio, os celulares, IPod, num tamanho bem reduzido do que se tinha antes.
    O público online que acessa sites de notícias atualizados ao longo do dia vai continuar.
    E é dentro desse enfoque, abordando o jornalismo dos blogs, que o autor ensina aos leitores conceitos, termos e até mesmo o passo-a-passo para a construção e manutenção de um blog. Uma aula sobre a era digital e sobre cada detalhe necessário para “caminhar” nesse universo.
    O livro perpassa ainda por web sites, que são úteis no estoque de conteúdos, além também da própria criação de notícias e retorno dos usuários; ipods e o armazenamento de arquivos “baixados” da internet; wi-fi, a internet sem fio; áudio digital e podcast; fotos digitais; vídeo e edição; gravações, textos e roteiros para a web.
    Reafirma, então, a necessidade recorrente do mercado de ter profissionais de comunicação cada vez mais muitimidiáticos, capazes de utilizar qualquer ferramenta técnica para o ofício jornalístico e capacitados para exercer qualquer função ou qualquer atividade dentro dessa área, sabendo também administrá-las juntas, convergidas, num mesmo canal ou veículo de mídia. Cabe ao jornalista o estudo e o aprendizado constantes, já que a cada dia surgem diversas novidades tecnológicas. A versatilidade não só na criação de assuntos e pautas, mas também no domínio de mídias e ferramentas.

    a crescer,como uma audiência influente, o número de leitores potenciais de notícias de atualidade crescerá na medida em que o serviço de Internet sem fio se tornar grátis e puder ser operado em qualquer lugar.
    Seja um jornalista móvel , obtendo toda informação que puder, por todos os meios que a área digital proporcionam.

  19. Resumo do Livro “Jornalismo 2.0 – Como sobreviver e prosperar”, de Mark Briggs:

    Capítulo 1 – Mark Briggs passa alguns conceitos básicos sobre a vida digital, desde o bit, menor unidade de informação; dá noções de siglas como HTTP, serviço RSS, troca de mensagens instantâneas, navegadores e transferência de arquivos (FTP).

    Capítulo 2 – O autor ressalta o papel colaborativo da internet, ou seja, a comunicação deixa de ser unilateral e os internautas também produzem conteúdo.

    Capítulo 3 – Briggs fala sobre novas ferramentas móveis, como o ‘pen drive’ (para transferência e backup de arquivos) e o iPod (tocador de música). A internet sem fio, acessada em qualquer laptop ou celular, também é utilizada como exemplo de novas experiências que ajudam o jornalismo.

    Capítulo 4 – Os temas tratados foram a digitalização de informações e a reportagem distribuída, que é a participação dos leitores nas reportagens. Abandonar as anotações em papéis é uma das dicas para que o processo de coleta de informações seja menos trabalhoso para o repórter.

    Capítulo 5 – O capítulo foi dedicado aos blogs, ferramentas que revolucionaram a comunicação e a transmissão de informações. Suas principais características são a objetividade e a interatividade, que podem transformar a página em um bom espaço para troca de ideias.

    Capítulo 6 – Escrever reportagens para a web requer algumas técnicas, e elas foram apresentadas pelo autor. Caso da linguagem coloquial, direta ao ponto, com uma boa manchete. Se necessário for, é recomendado ir atualizando uma postagem com novas informações.

    Capítulo 7 – O assunto abordado foi áudio e podcast. Desde a gravação, edição e até a publicação online, Briggs dá dicas de como inserir um áudio ilustrando uma reportagem, com uma entrevista (sonora) ou uma trilha simples.

    Capítulo 8 – Briggs informa noções básicas de fotografia, dando características das imagens, dicas para uma boa tiragem de fotos e edição. Qualquer pessoa com uma câmera digital é capaz de fazer boas fotos.

    Capítulo 9 – São apresentadas dicas para produção de vídeos, que inclusive aparentam ser profissionais. Tomadas de câmera, áudio, ângulo de filmagem: elementos importantes para que um vídeo tenha qualidade e chame a atenção do espectador.

    Capítulo 10 – Todo bom filme precisa de uma boa edição. Nesse capítulo é relatado o passo a passo de dois programas editores de vídeo gratuitos e simples de usar: o iMovie, do Mac, e o Windows Movie Maker, para PCs.

    Capítulo 11 – Os roteiros para gravações em offs devem ser preparados com antecedência, para evitar que o improviso atrapalhe. Ser breve e coloquial na linguagem utilizada é uma dica importante.

    Celso Luís

    23/04/2012 em 17:19

  20. Primeiro capítulo – Retrata sobre alguns termos técnicos e explica também, como podemos iniciar nossa caminhada para aprender e conhecer os termos básicos e modernos de que se utiliza a tecnologia nos dias de hoje.
    Segundo capítulo – Abrange uma visão primária das novas tecnologias e Web sites, que modificaram a forma das pessoas procurarem por informações, notícias, esclarecimento de dúvidas entre outras funções e principalmente relata sobre a influencia da Web sites para com os jornais (impressos).
    Terceiro capítulo – Explica que celulares e aparelhos portáteis estão cada vez mais sendo adotados pelas pessoas, e dá dicas de como podemos utilizar essas ferramentas para produzir conteúdos e ter acessibilidade a eles.
    Quarto capítulo – É enfatizado nesta parte a importância de organizar dados e arquivos eletronicamente, isto também é válido para o campo profissional onde textos jornalísticos poderiam ter maior acesso por parte do público, se estiverem em meios eletrônicos.
    Quinto capítulo – Explica em detalhes como criar um blog, quais são os seu princípios básicos , e quais podem ser suas finalidades.
    Sexto capítulo- Esta parte do livro, dá dicas de como escrever reportagens para Web sites, e explica que é fácil e rápido. É importante saber o que o leitor quer ouvir, quais são as notícias da atualidade. Basta escrever como se um Web site fosse uma agência de notícias.
    Sétimo capítulo – Ensina a teoria de como colocar áudio em reportagens, combinações de sons, vídeo – clips entre outros . Enfatiza que isso é muito importante e enriquece o texto jornalístico.
    Oitavo capítulo – É descrito neste capítulo como é feita uma fotografia digital, quais são os equipamentos necessários para uma boa foto e qual a sua importância em um texto.
    Nono capítulo – Explica como são feitos vídeos para complementar notícias, quais são os segredos e os termos utilizados para se fazer um vídeo. Comenta-se também que os materiais para se fazer um vídeo estão muito acessíveis e variados como câmeras e celulares.
    Décimo capítulo – Relata sobre a utilização de um softwares baratos, que ajudam na edição e produção de vídeos , filmes que dão mais riqueza em uma matéria jornalística por exemplo. Afirma que um bom áudio é extremamente importante em um vídeo, e enfatiza o vídeo digital, onde é personalizado de todas as maneiras.
    Décimo primeiro capítulo- Dá dicas e alguns truques para jornalistas se tranquilizarem quando estiverem no ar, para que sua matéria seja sempre limpa de ruídos, falhas entre outras interferências. Ensina a escrever roteiros e a trabalhar em off.

    Analy Vieira

    23/04/2012 em 21:18

  21. Resumo do Livro “Jornalismo 2.0 – como sobreviver e prosperar” de Mark Briggs

    O livro de Mark Briggs, Jornalismo 2.0 – como sobreviver e prosperar, nos auxilia em nosso dia a dia, dando exemplos de como podemos trabalhar online usando ferramentas e habilidades tecnológicas que podemos trazer para o nosso trabalho. O livro nos mostra que é simples se adaptar as mudanças que as tecnologias digitais nos trazem.

    No primeiro capítulo o livro trata das informações básicas da Web, como a mensagem instantânea, por exemplo, que está se tornando uma grande forma de comunicação, mas devemos souber usar. Outro exemplo é o RSS, que também nos traz grandes praticidades e em segundos conseguimos informações globais na nossa tela.

    A Web 2.0, que é o tema do segundo capítulo, nos mostra como a web está se desenvolvendo cada vez mais e se destacando com os novos recursos e práticas que deixam os leitores participarem, saindo da plataforma em que só se encontravam as publicações dos editores, agora podem criar conteúdo, comentar e publicar. Como exemplo, temos o Youtube, que contém um armazém de estocagem de conteúdos publicados apenas por internautas.

    Sobre “Ferramentas e Brinquedos”, encontramos como as tecnologias digitais nos trazem novas facilidades a cada dia, como os celulares e iPods, em que podemos acessar as principais ferramentas da web. Aprendemos também a deixar mais acessível nossos conteúdos para que outras pessoas possam acessar com esses “brinquedos”.

    No capítulo quatro aprendemos como desenvolver novos métodos de reportagem, assim como criar banco de dados para facilitar nosso cotidiano e maximizar o uso no futuro. Dados que mantínhamos em papel, como listas de contatos, podem ser transformados em planilhas, reportagens compartilhadas e colaborativas, aumentando a participação do público consumidor de notícias. Buscando novas ferramentas e equipamentos para o nosso trabalho, podemos sair do nível simples de digitação, tornando-o mais relevante.

    No capítulo seguinte, aprendemos e encontramos dicas de como criar um blog e vincular a ele nossas reportagens. As dicas podem nos ajudar a cultivar uma comunidade online.

    Para fazermos reportagens para a Web, precisamos ser rápidos e antes de tudo, compreender o texto e o que os leitores estão querendo. Para escrevermos para a Web, devemos nos preocupar mais em mandar informes parciais atualizados do que em transmitir a matéria completa. Aprendemos mais detalhes sobre este tópico no sexto capítulo do livro.

    Durante os quatro próximos capítulos, nos é ensinado a prática do áudio digital e podcasting, tirar e administrar fotos digitais, produzir vídeos para noticias de atualidade e variedades e edição básica de vídeo. Temos exemplos de softwares diversos que nos auxiliam nas edições e de como utilizar os aparelhos usufruindo da tecnologia.

    No último capítulo aprendemos a escrever roteiros fazendo gravações em off, que é um grande problema para jornalistas da mídia impressa. Encontramos tópicos para fazer uma boa entrevista, sempre fazendo um roteiro e um aquecimento antes, sem improvisos, sempre transmitindo confiança para o ouvinte.

    Tamires Frasson

    23/04/2012 em 21:19

  22. Jornalismo 2.0 – Como sobreviver e prosperar
    Um guia de cultura digital na era da informação
    Por Mark Briggs

    O livro de Mark Briggs é realmente interessante, pois possui dicas úteis e fundamentais para que possamos entender e usufruir dos benefícios da tecnologia.

    Capítulo 1: FTP, MB, RSS, oh!!!, Briggs fala sobre a quantidade de siglas que são usadas na Internet e dá dicas de como usá-las para trabalharem a seu favor. O RSS é um exemplo disso.
    RSS – Really Simple Syndication (realmente simples) permite fazer uma assinatura para ter acesso a um feed de informação, assim ao invés de visitar diferentes páginas, você pode acessar um leitor de RSS que fará toda a coleta dos feeds automaticamente.

    Capítulo 2: Web 2.0 – tem tudo a ver com abertura, organização e comunidade. Ela permite aos usuários maior controle, flexibilidade e criatividade online.
    No modelo 1.0, um editor colocava o conteúdo no site para que todos pudessem ler, mas não havia comunicação interativa. Já o modelo 2.0 permite que comentem e colaborem com o conteúdo publicado, também permite que os usuários coloquem material original.
    Os usuários querem criar, compartilhar e comentar, não querem ser mais receptores passivos de informação.

    Capítulo 3: Ferramentas e Brinquedos
    Os perfis pessoais são ferramentas que podem ser usadas em buscas, por isso é preciso ter certo cuidado e ficar atento para evitar imagens ou informações comprometedoras.
    Atualmente há disponível uma infinidade de pequenos dispositivos com grande capacidade de armazenamento de dados, são pen drives, cartões de memórias, MP3, celulares, Ipods, etc.

    Capítulo 4: Novos métodos de reportagem
    Se você conseguir superar a retórica, vai encontrar oportunidades inéditas para fazer um jornalismo melhor, adotando a tecnologia e a transparência.
    Neste capítulo Briggs diz que é hora de abandonar o uso do papel e criar planilhas e armazenamentos de dados. Isso facilitaria muito na hora de buscar um contato.
    Apresenta ainda o conceito de Crowdsourcing – o público como fonte de noticia ou conteúdos produzidos por usuários. O sistema Crowdsourcing reforça, de forma contínua, o poder da comunidade gerando uma melhoria na base de serviços e de informação pública.

    Capítulo 5: Como fazer um Blog
    Os blogs são rápidos, interativos e livres, e estão se tornando cada vez mais influentes.
    São vantajosos porque a leitura é mais fácil que na versão impressa.
    Contam com a interatividade do leitor, são os leitores que ajudam o blog a ganhar importância, e podem até permitir comentários sobre as matérias postadas.

    Capítulo 6: Como fazer reportagens para a Web
    É preciso ser rápido pontual e relevante. A urgência faz parte da essência da noticia online.
    O texto deve ser escrito com energia, com verbos e substantivos fortes. A versão online deve ser diferente, a escrita deve ser feita num estilo leve, mas com firmeza, pois o publico online aceita melhor as formas não convencionais de se escrever.

    Capítulo 7: Áudio digital e Podcasting
    Briggs neste capitulo mostra o básico de como capturar áudio para ser colocado em uma reportagem. Ele dá dicas sobre gravadores e como usar um microfone. Explica também como gravar com um computador e editar áudio.O Podcasting é a distribuição de arquivos de áudio pela Internet usando uma assinatura do RSS.
    Capítulo 8: Tirando e administrando fotos digitais
    Para tirar fotos básicas, neste capítulo, é apresentado um “curso para iniciantes”.
    Briggs mostra as vantagens de se ter uma câmera digital, define a iluminação ideal (dias nublados e parcialmente ensolarados são os que fornecem melhor luz para a fotografia), a melhor posição e como editar fotografias digitalmente.

    Capítulo 9: Produzindo vídeos para notícias de atualidade e variedades
    O surgimento de câmeras de vídeo relativamente baratas e de software gratuitos para edição de vídeo provocou um crescimento rápido do setor.
    Mark Briggs apresenta os fundamentos básicos para produzir e editar vídeos digitais. Com instruções passo a passo de como fazer uma cobertura e publicar online.
    Ele fornece dicas de câmeras de vídeos digitais, acessórios, zoom , foco da imagem, e ressalta principalmente a qualidade do áudio, que é fundamental para a qualidade de um bom vídeo.

    Capítulo 10: Edição básica de vídeo
    A mágica do vídeo digital está na simplicidade com que você pode reordenar as sequências de cenas filmadas em vídeo.
    Além de escolher a ordem da sequência e das cenas, pode-se também acrescentar trilha sonora, narração, transições e títulos. Um bom áudio faz toda a diferença no vídeo.

    Capítulo11: Escrevendo roteiros, fazendo gravações em off
    Prepare-se para entrar “no ar”. Nada de improviso. Gaste um pouco mais de tempo no seu projeto multimídia com o planejamento e preparação do seu áudio e valerá à pena.
    Briggs dá dicas importantes de como conduzir uma entrevista que está sendo gravada. Como a escolha do lugar ideal, ter perguntas prévias, e a uma dica importante, permanecer em silêncio enquanto o entrevistado estiver falando.
    É importante se preparar. Escrever um roteiro antes, fazer um aquecimento da voz e escolher palavras chave ajuda muito.
    Quando se está entrevistando não há como controlar tudo o que acontece, mas a narração em off permite controle total para gravação em vídeo ou áudio.

    Briggs finaliza dizendo que de nada vai adiantar ter um treinamento digital, se você não consegue ter uma cabeça digital. Encontre tempo e pratique, pois é tempo de aprender a sobreviver e prosperar na era digital.

    Edna Adriana Novais Moreira

    23/04/2012 em 21:24

  23. Ao longo de sua história, nunca o jornalismo sofreu mudanças tão radicais e tão aceleradas quanto as que estão acontecendo agora por conta da internet. Na verdade, podemos ressuscitar uma expressão já meio gasta, mas que cai como uma luva no processo em curso: uma reinvenção do jornalismo.
    Nunca houve uma época tão boa para ser jornalista. Isto pode soar estranho, se levarmos em conta o número de jornalistas que perderam seus empregos desde o ano de 2.000 (três mil demissões). Mas também nunca houve antes uma época que oferecesse tantas formas de se contar estórias e levar informação aos leitores. Se você gosta de jornalismo, vai gostar ainda mais de poder dispor de mais ferramentas para fazer seu trabalho, de mais interação com seu público e do iminente desaparecimento das tradicionais limitações de tempo e espaço.
    Com um pouco de prática e experiência, o jornalismo digital vai ajudá-lo a economizar tempo. O blog, por exemplo, se transformou numa grande ferramenta organizacional para os repórteres especializados. É um caderno de anotações aberto ao público de modo que os repórteres ficam sabendo que assuntos são mais atraentes aos leitores, ajudando-os a priorizar as matérias que eles devem fazer.
    Francis Pisani afirmou: “Os leitores potenciais de amanhã estão usando web de uma forma que dificilmente poderíamos imaginar e, se quisermos continuar tendo alguma influência sobre eles, precisamos aprender como interagir com eles. Apesar disso, as empresas jornalísticas têm sido muito lentas quando se trata de cobrir aquilo que está fora do que foi até hoje seu centro de interesse.
    Os leitores não são mais receptores passivos de mensagens. Eles criam, compartilham e comentam. E eles esperam poder fazer isso também nos sites de notícias. As pessoas querem participar, portanto ajude-as a fazer isso. Se você tiver oportunidade leia os comentários sobre suas matérias e escreva para aqueles que merecem resposta.
    Parte da dificuldade enfrentada hoje em dia pelos jornalistas tradicionais é que nós não somos muito bons em caminhar para frente, se não sabemos para onde estamos indo. O problema é que ninguém sabe o quanto da comunicação online vai mudar o que nós fazemos ou que oportunidades este novo modelo nos apresenta. A única forma que temos de tirar vantagem é estarmos conectados às tecnologias e participarmos ativamente na mudança de cenário.
    Descubra a habilidade digital que mais lhe interessa e mergulhe nela. Seja fazendo um blog, um podcast ou produzindo vídeos, experimente colocar conteúdo em qualquer um desses meios e procure fazer você mesmo, mesmo que seja apenas para praticar. O bom do conteúdo digital é que ele é descartável. Você pode testar a gravação de áudio e vídeo, criar planilhas com dados ou até mesmo fazer blog, sem custo ou publicação. Descubra uma atividade que seja interessante e procure brincar com ela. Foi assim que muitos jornalistas se adaptaram à era digital.

  24. O capítulo 1 do livro de Mark Briggs, Jornalismo 2.0 – como sobreviver e prosperar, mostra a dimensão de tamanho de arquivos em bytes, quando estes estão sendo usado para mandar emails, sejam eles em formatos de fotos ou vídeos. O funcionamento do plugin RSS e sua utilidade, criado para que o leitor assine e tenha informações de temas específicos que lhe interessam.

    O segundo capítulo mostra a evolução da internet. O termo usado web 2.0 é possível enxergar uma nova era e notar que as pessoas é que fazem a internet nos dias de hoje. Os usuários não querem só ler, mas sim produzir notícias, vídeos, comentar e interagir nesse mundo digital. Sites que evidenciam essa mudança de comportamento são o Youtube, Flickr, MySpace, Wikipedia, entre outros, onde são produzidos vídeos, informações, divulgações, grupos de interesses mútuos, etc.

    No capítulo 3 fala sobre ferramentas como o pen drive e cartões de memória, substitutos do disket, que possibilita carregar grande numero de arquivos dos mais variados tamanhos, passando de um computador para outro. Existem também várias opções digitais para manter-se conectado nas novidades e noticias da rede. Os celulares, por exemplo, hoje possuem uma capacidade de acessar a internet muito avançada, e através do 3G é possível acessar de onde estiver e ilimitada, como se estivesse em casa. Financeiramente hoje está acessível obter e usufruir dessas ferramentas citadas.

    O Capítulo 4º do livro dá diversas dicas para digitalizar informações e dados que o jornalista de hoje acostuma anotar em folhas de papéis. A intenção é modernizar e simplificar as informações obtidas para a produção de uma matéria.

    Como fazer um blog é o foco do capítulo 5, que incentiva o jornalista a ter seu próprio blog e interagir com os leitores. Dicas de como abordar os textos, inclusão de fotos e participar dos comentarios feitos pelos leitores são essenciais para possuir um blog atrativo.

    No capítulo 6 trata de como fazer reportagens para a web, publicando notícias que chamem a atenção para o leitor clicar e ler. A matéria deve ser apurada e logo publica-lá com o que tem de informações, depois continuar apurando e atualizando com o que é checado de novo. Vibração e objetividade são fundamentais para reportagens na web. O título também tem de ser atrativo, consequentemente obtendo maior interesse do leitor.

    O sétimo capítulo dá uma aula sobre áudio digital, apresenta vários tipos de gravadores, seus preços, vantagens, etc. Neste capítulo mostra como pode ser feita a edição de áudio através do Audacity e converter a qualidade para MP3. Podcasting também é tema do capítulo, que caracteriza-se como distribuição de arquivos de áudio via web através de assinatura RSS.

    O capítulo 8 busca dar uma noção básica sobre fotografia. Começa explicando sobre pixels, quanto mais pixels a foto tiver maior será o tamanho e megapixels, quanto mais megapixels a câmera possuir, maior será a qualidade da foto. Para tirar uma boa foto com uma câmera digital é preciso iluminação boa e se posicionar para ter uma boa angulação. Existe também a possibilidade de melhorar a foto tirada com o auxílio de programas de edição, como o Photoshop, Microsoft Photo Editor, etc.

    Produzir vídeos para notícias de atualidade e variedade é o que aborda o capítulo 9. Tipos de câmera, boa iluminação, tripé e áudio de qualidade definem uma filmagem de boa qualidade. O zoom deve ser usado com cautela, para que a filmagem não perca a qualidade. É possivel também ter algumas noções de angulação para captar a imagem desejada da melhor maneira possível.

    O capítulo 10 ensina de forma básica editar vídeos pelo Imovie e Windowns Movie Maker. Com estas ferramentas é possível cortar imagens, colocar legendas, inserir áudio, fotografias, entre outras ferramentas.

    No capítulo 11 do livro, escrever roteiros e fazer gravações em off são dicas para o jornalista se preparar melhor antes das gravações. Uma melhor preparação consiste em uma melhor execução da informação. Neste capítulo contém várias dicas para entrevista enquanto grava e gravação de voz em off. Seguindo as informações será possível desenvolver um conteúdo de qualidade.

    Alexandre Rocha

    23/04/2012 em 21:42

  25. Resumo do livro: Jornalismo 2.0 Como sobreviver e Prosperar
    O livro Jornalismo 2.0 mostra uma nova forma de jornalismo que está sendo inserida, com as novas tecnologias em evidência é preciso conhecer e explorar este “novo jornalismo”.
    Há bastante clareza em mostrar que é uma evolução no jornalismo, que já passou da fase de simplesmente informar, agora com as mídias digitais, o leitor se informa e também OPINA.
    Quanto mais informação, mais conhecimento e quanto mais conhecimento, mais opinião. No livro é mostrado que as pessoas estão em busca de informação e indagação e que o profissional de jornalismo deve estar apto para isso. O jornalista deve-se sempre estar preparado para as mudanças, ter receio do novo é normal, saber explorá-lo é a melhor forma de se tornar um melhor profissional.
    No primeiro capítulo, por exemplo, é mais uma introdução um primeiro passo mostra como funciona a internet, os navegadores da web, como administrar e como usar o RSS. O bom do livro é quem explicativo e possui uma linguagem clara e fácil de entender.
    No segundo capítulo, mostra como é a Web 2.0, a diferença entre ela e a 1.0. Na 2.0 é clara a diferença: nela, os usuários também fazem parte da matéria ou blog o que não era feito na web antiga.
    Em ferramentas e brinquedos, é mostrada a capacidade dos pen-drives e cartões de memória que fora os substitutos do disquete. É uma boa forma de esclarecimento para quem está na fase de “transição” do jornalismo. Entre o “velho” e o “novo”.
    No quarto capítulo são mostrados os novos métodos de reportagem e os novos repórteres, uma forma mais dinâmica de se fazer o jornalismo, a transferência de usar o papel para usufruir dos programas de computador para obter melhor organização.
    O quinto capítulo é mostrado como fazer um blog e como usá-lo de forma benéfica para você e seu trabalho. Atualmente o blog é uma das maiores potências da web, jornalistas usam o blog como forma de opinião e muitas vezes são recordes de acessos.
    Nos demais capítulos Briggs mostra que tecnologia não é um bicho de sete cabeças e que fazer gravações em off, escrever roteiros, fazer reportagens para web podem ser fáceis e divertidos de se usar. Inicialmente pode haver um receio (principalmente dos jornalistas tradicionais), mas depois, quando é explorado, o jornalismo digital pode abrir muitas portas e um lado que antes ninguém veria. Você tem a ferramenta, agora é usá-la ao seu favor.

    Simone Silva

    23/04/2012 em 21:43

  26. Resumo do livro: Jornalismo 2.0 – Mark Briggs (VALE ESTE)

    Mark Briggs fala em seu livro sobre as a era digital 2.0, onde a interação do leito para com o editor existe de uma forma mais ampla, podendo o leitor, comentar e dar opiniões sobre as informações lidas. Hoje em dia, os usuários querem participar mais com as informações e não só ler, querem comentar e opinar sobre tal fato. Briggs dá exemplos de perfis de internet e fala dos cuidados que deve se tomar com seu uso, evitando postar imagens comprometedoras. Além disso, ele dá dicas de como fazer uma melhor reportagem, por exemplo deixar a retórica de lado e interagir com a tecnologia de uma melhor forma. Ele enfatiza o blog como um dos maiores exemplos de interação do leitor com o editor, onde os usuários dão comentários sobre os posts do blogueiro.

    Briggs fala sobre o texto da web onde deve ser mais rápido e pontual, pois o internauta quer alta velocidade e saber dos detalhes do ocorrido o mais rápido possível. Ele fala também do podcasting e sobre o áudio por exemplo, ele dá dicas de como usar o microfone. Briggs fala das vantagens de ter uma câmera digital e apresenta os fundamentos básicos para, por exemplo, editar uma foto. Fala sobre as câmeras de vídeos e seus acessórios. Na hora de fazer uma entrevista gravada, ele dá dicas quentes, fala que tem de ser escolhido um bom lugar e fazer perguntas rápidas e fáceis e o a principal dica é, jamais falar emitir algum som enquanto o entrevistado dá a sua resposta. Briggs fala que o mais importante hoje em dia, é estar ligado com o mundo virtual e não só ter um conhecimento teórico, mas ter acesso aos acessórios e aplicativos que hoje movem o mundo.

    Jornalismo 2.0 é um livro que fala das vantagens que o mundo virtual nos proporciona e Briggs dá várias dicas de como usufruir desse “novo mundo” que hoje em dia, impera. É um livro que busca deixar o leitor cada vez mais antenado com as tecnologias e seus benefícios. Hoje em dia nada funciona sem a tecnologia, temos que, cada dia, buscar mais aprendizados sobre os novos aplicativos que não param de surgir. Principalmente, para o jornalista, é de vital importância, essa interação com as novas tecnologias.

  27. Com a era digital, o jornalismo passa por mudanças inegáveis e o jornalista precisa aprender a se adequar a esta nova realidade. Mark Briggs, aborda de maneira clara, linguagem fácil e objetiva que é possível, mesmo para aqueles que não têm muito domínio no universo tecnológico, correr atrás e se familiarizar com essas ferramentas.

    Segundo o autor, o uso da internet possibilita várias formas de se contar estórias e levar informação para os leitores; De uma maneira interativa, rápida e barata. No caso do blog, os repórteres têm a possibilidade de ficar sabendo quais assuntos são mais atraentes aos leitores, ajudando-os a priorizar matérias que eles devem fazer.

    Os conceitos básico e a explicação de alguns termos, como bites, bytes e tera, e a definição de abreviação de símbolos digitais, são abordados logo no primeiro capítulo, que também esclarece como baixar arquivos, enviar e-mails e utilizar mecanismos de busca.

    Os leitores não são mais receptores passivos de mensagens. Eles criam, compartilham e comentam. E eles esperam poder fazer isso também nos sites de notícias. As pessoas querem participar. Briggs enfatiza que a única forma que o jornalista tem de tirar vantagem neste novo modelo é estar conectado às tecnologias e participar ativamente na mudança de cenário.

    O livro também aborda o novo perfil do jornalista (o jornalista móvel), ou mochileiro, que pode carregar uma quantidade de ferramentas para o local do acontecimento e produzir notícias de uma forma multimídia. Com um laptop, com conexão sem fio, uma câmera de vídeo e um gravador de áudio, o profissional da notícia pode produzi blog, fotos, vídeo ou áudio.

    Dicas de novos métodos de reportagens são apresentadas de maneira bem simples. O autor esclarece a importância de planilhas e armazenamento de dados no computador e sugere tarefas básicas como transferência de contatos para o formato eletrônico e dicas de como fazer um blog e explica termos usados pelos blogueiros, como post, trackback e blogroll.

    No capítulo 6, são mostrados métodos de fazer reportagens para a web, e Briggs dá dicas de como escrever adequadamente, por exemplo, sendo objetivo e escrevendo com vibração, usando verbos e substantivos fortes. Em seguida, o autor mostra como capturar áudio para colocar na reportagem e explica como usar gravadores, microfones e podcasting, que é a distribuição de arquivos de áudio pela internet usando uma assinatura de RSS.

    Outro aspecto importante são os macetes apresentados a respeito do manuseio das câmeras digitais, mesmos as mais simples requerem alguns cuidados para funcionarem com qualidade. Segurar a câmera com firmeza, observar o enquadramento, focalizar algo, se aproximar do objeto ou pessoa e evitar usar o flash, são alguns fatores que devem ser considerados.

    Na produção de vídeos, Briggs ressalta que o jeito mais fácil de fazer o vídeo parecer profissional é usar sempre o tripé. Firmeza é essencial para a qualidade do vídeo. Algumas técnicas digitais, como modificar a cor do texto, o estilo da fonte, selecionar as cenas onde o título será colocado, também são esclarecidas e ajudam quem não está familiarizado com este universo.

    Alguns truques para gravações em off também são abordados. Briigs sugere que seja escrito um roteiro, seja feito um aquecimento para alongar os músculos do rosto e da boca e utilizar palavras-chave, sem esquecer do volume da voz, tonalidade, ritmo e velocidade.

    A descoberta de uma habilidade digital mais interessante para cada um é que deve ser explorada, explica Briggs. Seja fazer um blog, um podcast ou produzir vídeos; Experimentando colocar conteúdos em qualquer um desses meios, mesmo que seja apenas para praticar. “Foi assim que muitos jornalistas se adaptaram à era digital”, comenta.

    Portanto, por mais que pareça difícil mudar e se adaptar a novas ferramentas, Mark Briggs, através deste livro “Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar,explica que é possível, usando experiências que podem ser testadas em casa e que com a prática poderá se transformar em uma nova habilidade.

    Fabianne Herênio

    24/04/2012 em 0:12

  28. Professor estou postando o texto novamente, não tive nenhuma resposta na segunda -feira que recebeu, e não estou vendo o meu texto postado

    Abraços

    Daniele

    JORNALISMO 2.0
    COMO SOBREVIVER E PROSPERAR

    O livro “Jornalismo 2.0 Como sobreviver e prosperar,” é uma grande ferramenta para algumas dúvidas que ainda existe sobre o mundo digital.
    O jornalismo nunca sofreu mudanças tão radicais e aceleradas quanto as que estão acontecendo agora por conta das novas formas de fazer jornalismo, com o auxílio da tecnologia.
    Sem falar dos rádios, jornais, televisão, web sites e outros, que com a tecnologia mudou a maneira de fazer, de forma prática e rápida, o jornalismo digital passou a economizar tempo.
    Importantes informações Mark Briggs ressaltou nesse livro.
    Como por exemplo, o Capítulo 1, nos mostra a quantidade de siglas usadas hoje em dia que muitas vezes não nos damos conta, nem o que significa, Megabytes, gigabytes e terabytes, que se resumem em espaços, arquivos grandes com fotos. A web busca e localiza informações na Internet. O RSS, que permite fazer assinatura para acesso a um feed de informação que é transmitido diretamente a seu leitor RSS ou navegador Web.
    Já o Capítulo 2, o autor fala das páginas da Web, que vem melhorando cada vez mais, como exemplo, o Google que oferece a ferramenta de maps e o youtube que são vídeos vistos por milhões de pessoas.
    No entanto, o capítulo 3, mostra o assunto dos perfis pessoais, preocupando-se com assuntos comprometedores e materiais impróprios, como exemplo, os que são postados em Myspace e Facebook.
    O autor lembra também da época dos disquetes, hoje em dia no mundo digital, são usados pequenos dispositivos com grande capacidade de armazenamento de dados como os Pen drives USB e cartões de memórias, facilitando no trabalho do dia-a-dia.E também da conectividade sem fio para telefones móveis, que permite ser conectados a Internet através de uma rede de alta velocidade. Sem falar da grande mudança do cenário da mídia com o Ipod da Apple e o iTunes.
    Já o capítulo 4, fala dos novos métodos de reportagem, de como se fazer um jornalismo melhor com as novas tecnologias.
    Para os repórteres, fotógrafos e editores podem acrescentar novas técnicas para melhorar a qualidade do trabalho.
    Como adotando o método de planilhas e armazenamento de dados e usar banco de dados numa cobertura jornalística.
    No capítulo Capítulo 5, Mark ressalta como fazer um blog, a importância dos blogs para os jornalistas, onde podem testar idéias, receber feedback instantâneo e publicar no menor tempo possível, tendo a ajuda dos leitores e opiniões, tornando-se práticos e interativos.
    Já no Capítulo 6 refere-se a, como fazer reportagens para a Web, como escrever de uma forma objetiva, checando os fatos da mesma maneira que na versão impressa.
    Então o capítulo 7, orienta o uso do áudio digital e Podcasting, aconselhando sempre o formato MP3, como usar um gravador, microfone, editar um áudio e podcasting.
    Capítulo 8- Como tirar fotos digitais, já que o mercado das câmeras digitais vem crescendo a cada ano e cada vez mais com ferramentas inéditas, e boas dicas de como editar fotos, já que o fotojornalismo tem uma grande exigência dessas técnicas básicas.
    Já os Capítulos 09, 10 e 11, mostram como produzir vídeos para notícias de atualidade e variedades, já que hoje com a praticidade dos aparelhos móveis, como o celular, de qualquer lugar que testemunham algum fato, conseguem gravar um vídeo e enviar o mais rápido possível paras as páginas da Web.
    Como editar um vídeo tanto para usuários do Windows Movie Maker como também para usuários do Mac. Ótimas dicas na escolha de músicas para áudio, optar por músicas isentas de pagamentos de direitos autorais. Como adicionar narração de voz, músicas, transições,como disponibilizar na Web, e escrever roteiro, fazendo gravações em Off.
    Mark Briggs completa que: “ A beleza do conteúdo digital está no fato de ele ser descartável”.
    Por isso nós jornalistas, devemos estar sempre dispostos a entrar na era digital, e capacitados para exercer qualquer função ou qualquer atividade dentro dessa área, sabendo também administrá-las.
    Cabe ao jornalista o estudo e o aprendizado constantes, já que a cada dia surgem diversas novidades tecnológicas.

    Daniele

    27/04/2012 em 1:51

  29. O livro: Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar traz explicação de forma fácil e compreensível sobre as características da web, detalhando alguns conceitos básicos, mostrando o funcionamento dos novos equipamentos eletrônicos destacando sobretudo suas aplicações no exercício do jornalismo.
    Aborda sobre o envolvimento das pessoas com as novas mídias e tecnologias, valorizando o pensamento individual sobre como se posicionar nesse cenário. “São elas que importam, não o software mais recente ou o web site. Se as pessoas conseguirem aprender como fazer a tecnologia trabalhar a seu favor, o resto é apenas detalhe”.
    O livro tem o intuito de ser uma espécie de guia para ser utilizado no dia a dia, de forma prática e não conceitual. Trazendo informações sobre alguns conceitos e termos básicos que fazem parte dessa “sopa de siglas”, preparando você para ser digital.
    Mostrando como funciona a internet, sendo um conjunto de computadores conectados trocando informações. Sobre navegadores da web que conhecemos como Internet Explorer, Safari ou Firefox. Plugins e extensões, leitores e feeds do RSS e protocolo de transferência de arquivo como possível forma de abrir um novo mundo para você e render dividendos em um futuro próximo.
    Busca oferecer uma visão básica de tecnologias novas e websites que hoje alteram a forma que as pessoas consomem notícias e informações e o significado desta mudança para os jornais. Aonde os usuários criam conteúdos através de plataformas criadas por editores da web. Novas formas de organizar esse conteúdo e através disso destacando qual é o significado disso para o jornalismo e onde vai nos levar, ressaltando que a única forma que temos de tirar vantagem é estarmos conectados às tecnologias e participarmos ativamente na mudança de cenário.

    Rafael Zuolo Alberici

    30/04/2012 em 18:44

  30. O livro “Jornalismo 2.0” tem como objetivo atualizar os jornalistas e fazer uma convocação para que eles passem a usar as ferramentas que as novas tecnologias têm a oferecer. Além disso, o autor propõe desafios aos leitores, para que como uma “lição de casa” eles façam na prática o que o livro sugere e que assim possam verificar se a ideia pode ou não ser uma importante ferramenta no seu dia a dia.

    O autor traz dicas importantes como criar uma agenda eletrônica em planilhas do Excel por exemplo. Isso facilita no momento de encontrar uma determinada fonte. Se compararmos com o tempo que levaríamos para encontrar essa fonte numa agenda de papel, o ganho de tempo é incrível. Além do que poderemos incluir informações mais detalhadas na planilha eletrônica.

    Outra dica interessante é quando o autor explica sobre o processo de edição de áudio e vídeo, já que muitos jornalistas que trabalham em mídia impressa não tem esse conhecimento. Saber que enquanto se capta a sonora de uma entrevista é necessário que o jornalista não faça afirmações verbais, é algo genial. E falo isso porque em minha primeira experiência desse tipo, passei muitos apuros no momento de editar o áudio, já que havia mais “concordâncias” minhas que a fala do entrevistado.

    Em suma, apesar do livro trazer informações conhecidas para muitos, traz também dicas muito interessantes e que se aproveitadas podem facilitar e muito o trabalho dos jornalistas.

Deixe uma resposta