teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Mãos à obra: vamos criar um jornal!

com 43 comentários

Neste trabalho, serão aplicados, na prática, os conhecimentos e as experiências adquiridas a partir do exercício de análise de jornais e das aulas expositivas da disciplina. A proposta consiste na elaboração, pelos alunos, de um projeto gráfico-editorial original para jornal impresso.

O roteiro segue os mesmos tópicos indicados para a análise de jornal, já concluída. Cada aluno (ou dupla de alunos) deve, portanto, conceber e desenvolver seu produto de acordo com os quesitos previamente indicados (disponível neste link): segmentação, papel, formato, organização editorial, tipologia, estilo de diagramação, cores e iconografia.

Uma vez definidos esses pontos, deverão ser desenvolvidas três páginas representativas do projeto gráfico de seu jornal, sendo elas a capa, uma página de reportagens e outra página contendo conteúdos de serviços (agenda cultural, meteorologia, indicadores econômicos, por exemplo). Os textos usados para preenchimento das páginas desse projeto gráfico não precisam ser originais. Pode ser usado, para isso, material gratuito de agências noticiosas (Agência Brasil, por exemplo) ou mesmo textos padronizados de efeito meramente ilustrativo (Loren ipsum…).

As atividades práticas de elaboração do projeto gráfico-editorial serão feitas presencialmente no Laboratório, sob orientação do professor, e irão envolver tarefas específicas sobre os principais tópicos do projeto gráfico-editorial, reuniões individuais e/ou em grupos para planejamento e definição de cada projeto, além de demonstrações e solução de dúvidas sobre o uso de software de editoração (InDesign, Scribus etc.).

Ao final do semestre, deverão ser entregues, para avaliação, os seguintes itens:

  • Relatório descritivo do projeto gráfico-editorial (com tópicos correspondentes aos itens do roteiro). OBS: O texto do relatório deve ser postado nesta página, para efeito de registro.
  • Três páginas editoradas com aplicação do projeto gráfico (capa do jornal, página de reportagens, página de serviços). OBS: As páginas devem ser exportadas e salvas em formato PDF.

O produto final do trabalho deve ser entregue em um arquivo único, em formato PDF, contendo a descrição do projeto gráfico-editorial (mesmo texto postado nesta página) com o fac-símile das páginas em anexo. A entrega deste arquivo unificado será feita através da pasta compartilhada da disciplina na rede do Laboratório.

Prazo de conclusão: 10 e 11/8

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

30/03/2017 às 19:15

Publicado em Planejamento Editorial

43 Respostas para 'Mãos à obra: vamos criar um jornal!'

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  1. Nome do jornal: Mosaico
    Slogan: A cada fragmento, mais conhecimento

    Formato e tipo de papel: Formato berliner, com papel do tipo papel couchê.

    Segmentação temática: Notícias gerais, de caráter nacional e até internacional, abordadas com uma visão crítica, contendo recursos de ironia e até humorísticos ao transmitir a informação. Enfoque em questões culturais.
    Características do conteúdo editorial: Reportagens especiais com abordagem analítica, além de notícias de caráter opinativo com um toque de humor. Serviços como agenda cultural e seções de entretenimento com charges e palavras-cruzadas estão presentes.

    Abrangência de circulação: Nacional.
    Logística de distribuição: Bancas, pontos de venda e distribuição em domicílio para assinantes.
    Periodicidade: Semanal
    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura: R$9,90 avulso e R$33,60 assinatura mensal.
    Tiragem média prevista: 70 mil exemplares, sendo 45% destinados à região Sudeste, 25% ao Sul, 5% ao Norte, 15% ao Nordeste, 10% ao Centro-Oeste.

    Número médio de páginas: 20 páginas
    Organização editorial:
    Caderno único (20)
    Capa (1)
    Editorial e Diz aí Leitor (1)
    Que país é esse?! (política – nacional) (4)
    Falando em arte… (cultura) (4)
    Around the World (internacional) (3)
    Gol! (esportes) (2)
    Grana (economia) (2)
    O que está rolando (agenda cultural) (2)
    Diversão! (entretenimento) (1)

    Camila Calvo Pasin

    14/06/2013 em 10:19

  2. Relatório Final – Sudeste Gol

    Identificação e segmentação: nome do jornal, país/estado/cidade de publicação, tipo de público, periodicidade, segmento temático, nível de especialização, abrangência da circulação.
    Nome e slogan do jornal: Sudeste Gol – A informação em campo
    São Paulo, SP – Brasil
    O Sudeste Gol é um jornal diário que visa atingir um público jovem e adulto. O jornal é temático, especializado e abordará o futebol nacional, internacional, mas principalmente, da região sudeste do Brasil, com enfoque nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, regiões na qual o jornal circulará, sendo assim um jornal de circulação regional.
    Logística de distribuição (bancas, entrega a domicílio, entrega nas ruas, outros pontos de venda)
    Assinatura, distribuição em bancas, gazeteiros nas ruas e outros pontos de venda
    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura (considerar variação entre dias úteis e fim de semana)
    Assinatura Mensal: 30,00
    Anual : 330,00
    Capitais : Terça, Quarta, Sexta e Sábado – 1,25
    Interior : Terça, Quarta, Sexta e Sábado – 1,50
    Capitais : Domingo, Segunda e Quinta – 1,75
    Interior: Domingo, Segunda e Quinta – 2,00
    Tiragem média prevista (se a circulação for regional, nacional ou internacional, indicar a divisão da tiragem por cidade/região/país)
    40 mil exemplares : 5 mil para o estado do Espírito Santo, 15 mil para o estado de São Paulo, 12 mil para o estado do Rio de Janeiro e 8 mil para o estado de Minas Gerais.
    São Paulo: 10 mil – Capital e região
    5 mil – Interior
    Rio de Janeiro: 8 mil – Capital e região
    2 mil – Interior
    Minas Gerais: 6 mil – Capital e região
    2 mil – Interior
    Espírito Santo: 4 mil – Capital e região
    1mil – Interior

    Papel e formato: tipo de papel, dimensões da página e, eventualmente, uso de dobras e outros recursos especiais.
    Formato e tipo de papel: Tablóide – Papel Jornal de média gramatura
    Dimensões da página: 28×43 cm
    Dobras e grampos

    Organização: volumes, com número de páginas e divisão de cadernos; descrição de editoriais, seções, suplementos; modelo de encadernação e acabamento.
    Características do conteúdo editorial (notícias factuais, análise, serviços etc.): O conteúdo editorial será composto basicamente por notícias factuais dos times de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Nos dias posteriores as rodadas dos campeonatos estaduais e nacionais, a edição virá acompanhada de análises táticas e técnicas sobre a atuação dos times. Haverá também uma coluna de entrevistas com ex-jogadores, tabelas de classificação dos campeonatos, programação dos jogos, serviços de ingressos etc.
    Organização editorial (estrutura de cadernos, editoriais e seções, considerando o número médio de páginas de cada segmento temático)

    Terça, Quarta, Sexta e Sábado – 32 páginas
    Capa (1)
    Editorial/Expediente/ Carta do Leitor (1)
    Futebol Geral – Nacional / Seleção Brasileira, outros times que não da região sudeste(2)
    São Paulo (SP) – Corinthians(1), Palmeiras(1), São Paulo(1), Santos(1), Interior (2)
    Rio de Janeiro (RJ) – Vasco(1), Flamengo(1), Fluminense(1), Botafogo(1), Interior (1)
    Minas Gerais(MG) – Cruzeiro(1), Atlético – MG(1), Interior (2)
    Espírito Santo (ES) – (2)
    Tabelas, Programação, Serviços (2)
    Perfil/ Coluna ( 2)
    Futebol Internacional (2)
    Anúncios – Página Inteira (5)

    Domingo, Segunda e Quinta: 42 páginas
    Capa (1)
    Editorial/Expediente/ Carta do Leitor (1)
    Futebol Geral – Nacional / Seleção Brasileira, outros times que não da região sudeste(2)
    São Paulo – Corinthians(2), Palmeiras(2), São Paulo(2), Santos(2), Interior(2)
    Rio de Janeiro – Vasco(2), Flamengo(2), Fluminense(2), Botafogo(2), Interior (1)
    Minas Gerais – Cruzeiro(2), Atlético – MG(2), Interior (2)
    Espírito Santo – (2)
    Tabelas, Programação, Serviços (2)
    Futebol Internacional (2)
    Anúncios – Página Inteira (7)
    Suplemento: No início de cada competição, publicaremos um guia do campeonato, com informações e curiosidades dos times participantes.

    Tipologia: critérios de aplicação de diferentes famílias tipológicas e variações conforme categorias textuais, gêneros jornalísticos etc.
    Letras não-serifadas nas chamadas da capa para dar leveza e descontração ao jornal(Arial Rounded MT Bold).Já nas páginas internas, adotamos o uso de fontes serifadas(Adobe Garamond Pro), para dar um tom mais sério, dando credibilidade as noticias. No “Tabelão” optamos pelo uso das fontes em caixa alta(Candara), já que há pouco texto e este serve apenas para dar nome à tabela, sendo assim, deve ser chamativo.

    Diagramação: esquema de modulação das páginas, flexibilidade no uso de padrões, uso de branco, relações significativas entre texto, imagem e recursos gráficos (fios, linhas, molduras, texturas, boxes etc.)
    Na capa, não há uma modulação ou padronização fixa. A colocação das imagens e textos podem ser maleáveis, no entanto, sempre haverá uma foto no canto superior esquerdo, ligada ao logo do jornal e uma outra na parte inferior da página.Utilizamos boxes intercalados na lateral esquerda para chamar a atenção para as chamadas. Nas páginas internas, há uma padronização fixa de 4 colunas, seguindo o modelo padrão básico dos tablóides e a utilização de linhas para a divisão de alguns textos. As fotos e ilustrações também se encaixam nessa modulação.Na página das tabelas, essa modulação é flexível, já que há diversas tabelas, com diferentes números de linhas e colunas.Utilizamos linhas para fazer a divisão das tabelas e constantes ilustrações, fotos de jogadores etc.

    Cores: identidade cromática dos elementos de diagramação, paletas de identificação de cadernos, tonalidades predominantes e seu valor significativo.
    Escolhemos a cor laranja para o nosso logo por ser uma cor neutra, porque não queríamos privilegiar nenhum dos times que iriam ser pautados pelo jornal. Constatamos que não havia nenhum time que tivesse a cor laranja como identidade.
    Para a identificação dos cadernos, colocaremos a sigla do estado (SP, RJ, MG e ES) em diferentes cores, por exemplo, SP em vermelho, RJ em azul, MG em verde e ES em amarelo. As páginas destinadas a cada time serão identificadas através da marca d’água do brasão do time. O tabelão é identificado pela cor azul que aparece também na identificação do número das páginas.
    Fizemos a combinação entre o laranja e azul, porque, além de ser harmônico, apenas um time da região sudeste utiliza o azul como cor principal.

    Iconografia: uso de ícones, marcas, selos, vinhetas, tarjas, timbres de logotipos, logomarcas e outros elementos componentes da identidade visual.
    Utilizamos um círculo, já que o tema é futebol, para a numeração das páginas. Para cada página, há uma vinheta, contendo o estado, o time, a marca d’água do brasão do time, a data, o logo do jornal e o número da página.
    O logo do jornal busca contemplar o futebol na região sudeste, ou seja, colocamos o mapa da região sudeste com símbolos de bola de futebol e com uma bola de futebol no “o” do SUDESTE GOL.

    Beatriz R. Vital e Tiago Pavini

    14/06/2013 em 23:25

  3. 1) Identificação e segmentação:
    Nome e slogan do jornal: Poder Nacional – “O país no seu jornal”
    Brasília, DF – Brasil

    O Poder Nacional é um jornal que sai duas vezes por semana, às terças e sextas, e contempla um público envolvido e/ou interessado em política. Sendo assim, o produto é temático e foca-se nas decisões e informes políticos de âmbito nacional e regional. A circulação acontece exclusivamente no Distrito Federal e nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro , Salvador e Porto Alegre, com impressão simultânea.

    Logística de distribuição
    Majoritariamente por assinaturas mensais, divulgadas por meios virtuais, e em bancas. Distribuição de exemplares grátis em eventos políticos expressivos.

    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura
    Duas edições por semana, nas terças e sextas-feiras;
    avulsa: R$1,50;
    assinatura anual: R$100,00

    Tiragem média prevista
    Salvador: 7.000;
    Porto Alegre: 7.000;
    Rio de Janeiro: 10.000;
    São Paulo: 20.000;
    Brasília: 10.000
    Total: 54.000/edição

    2) Papel e formato:
    Formato e tipo de papel: Berliner – Papel Jornal de média gramatura
    Dimensões da página: 470×315 mm
    Dobras e grampos

    3) Organização:
    Características do conteúdo editorial: Aprofundamento e distinção do conteúdo apresentado pela mídia tradicional, ampliando para além da pura explicitação de fatos e denúncias e atingindo a verdadeira influência dos acontecimentos na sociedade, destacando a fundamental importância das decisões políticas no país.

    Organização editorial:
    32 páginas – aumento em período de eleições para 45.
    Capa (1)
    Editorial (1)
    Opinião (2)
    Espaço do leitor (1)
    Bastidores (2)
    Serviços (1)
    Câmara (2)
    Senado (2)
    Justiça (2)
    Em foco (notícias factuais) (12)
    – SP (2)
    – RJ (1)
    – BA (3)
    – RS (2)
    – DF (4)
    Humor (1)
    Por Trás dos Palanques (2)
    Publicidade (3)

    Suplemento: Em tempos de eleição, o Poder Nacional traz cadernos adicionais com dados específicos e tabelas com as principais pesquisas eleitorais do país, além de cobertura dedicada e extensa da campanha e do processo eleitoral.
    Encadernação com dobras e grampos

    4) Tipologia:
    Nas chamadas da capa e nos títulos, a opção foi com fontes não serifadas pra conferir certa leveza ao tom da página e quebrar a sisudez do conteúdo essencialmente político. Nos títulos, linhas-finas e chapéus a família escolhida foi a Humnst, com suas variações. No corpo dos textos e nas legendas, a Cambria foi utilizada. Para as vinhetas, fez-se uso da Myriad Pro. Para fins de diferenciação de conteúdo e entre textos informativos/opinativos, emprega-se o uso do itálico em algumas seções.

    5) Diagramação:
    Para a capa, não existe uma modulação definida quanto ao número de colunas (normalmente variando entre 4 e 5). A posição das imagens é variável de edição para edição também, muitas vezes com sutis referências gráficas ao assunto tratado (com certa “ousadia”, dado o teor do conteúdo da publicação). As chamadas e diferentes seções aparecem bem diferenciadas na capa. Para as páginas internas, são utilizadas 6 colunas em um modelo mais simétrico e sóbrio. Fotos e imagens variam a ocupação de 3 e 2 colunas, dependendo do destaque pretendido. A seção de serviços (Painel) busca mais uma síntese visual dos conteúdos do que uma disposição plenamente textual.

    6) Cores:
    A composição do logotipo e dos principais ícones do Poder Nacional está toda pautada no azul e no vermelho, principalmente no azul. A razão para tal escolha está vinculada ao tom de sobriedade que a cor confere. A maioria dos títulos e chamadas também usa o azul para diferenciação. Em alguns boxes e quadros informativos da seção de serviços, a cor caque é empregada ao fundo ou preenchimento para destaque.

    7) Iconografia:
    O logotipo faz referência ao edifício do Congresso Nacional, símbolo da política nacional. Uma versão miniaturizada aparece em todas as páginas, nos cantos superiores direito ou esquerdo, ao lado dos nomes das seções. Também existe o uso de alguns recursos visuais como as aspas azuis diferenciadas para indicar citações e referências diretas à declarações.

    Henrique Cézar e Mauricio Daniel

    17/06/2013 em 15:51

  4. Relatório Final

    Nome do Jornal: Diário Trezoitão
    Slogan: Já pegou seu Trezoitão hoje?

    O Diário Trezoitão é um jornal local da cidade de Bauru, no estado de São Paulo, de periodicidade diária e voltado para um público “povão”, com tiragem inicial de 3800 unidades. Sua proposta é assumir o buraco editorial existente desde o fim do genial Notícias Populares.
    A publicação será em formato tabloide clássico, de 43×28 cm, sem dobraduras especiais e em papel jornal de baixa gramatura (ou algum outro papel, caso seja encontrada uma opção ainda mais barata). O foco não é pensar num produto de qualidade material mas, sim, de qualidade editorial e preço baixo, para que o Diário Trezoitão possa ser vendido sem problemas pelo seu preço de R$0,38.
    A organização do jornal será bem simples e direta, consistindo num único caderno (sem divisão de editorias) de 12 páginas que falará sobre as notícias mais bizarras – ou do modo mais estranho possível – sobre assuntos como assassinatos, chacinas, brigas domésticas, churrascos na laje, aparições de Ets, bebês diabos, futebol e novela – basicamente, tudo aquilo que consagrou o folclórico NP. A seção de serviços falará sobre aquilo que interessa a todos – resultados do futebol, da Megasena e do Jogo do Bicho – e, para manter os custos de produção os mais baixos possíveis, há um grande espaço reservado para publicidade.
    Como é de se esperar, não há muitos segredos na parte gráfica. Toda a parte interna do jornal (títulos, linhas-finas, autores, matérias, créditos e legendas de fotos) é utilizada fonte Adobe Hebrew, tamanho 30 para títulos, 14 para linhas-finas, 12 para nome do autor e matéria, 10 para legenda das fotos e 8 para o crédito da fotografia. Para o cabeçalho a fonte usada é a Helvetica Ultra Compressed, tamanho 12 para nome do jornal, edição, número e site, e 18 para o número da página. Essa lógica é seguida durante todo jornal, independente da categoria em que se encontra. Apenas os infográficos e capa não a seguem, sendo utilizadas fontes diversas e que melhor se adequam às necessidades gráficas em questão. A diagramação também é bem simples, com páginas divididas em 5 colunas durante todo o jornal, e a utilização de linhas que servem para separar tanto o cabeçalho do restante da página quanto uma matéria da outra. Apenas a capa será colorida, com todo o restante da publicação em preto-e-branco, para diminuir os custos. Também haverá pouco uso de iconografia, se atendo apenas a um pequeno quadrado preto ao lado do nome do autor, para facilitar a identificação.
    Como pode-se ver, o Diário Trezoitão é um jornal simples, com linguagem simples, para gente simples. E é essa simplicidade que nos torna muito mais do que um simples jornal.

    Rafael e João Otávio

    17/06/2013 em 15:58

  5. [RETIFICAÇÃO]

    Henrique Cézar e Mauricio Daniel

    Relatório Final de Criação de Publicação – Poder Nacional

    Identificação e segmentação
    Nome e slogan do jornal: Poder Nacional – “O país no seu jornal”
    Brasília, DF – Brasil
    O Poder Nacional é um jornal que sai duas vezes por semana, às terças e sextas, e contempla um público envolvido e/ou interessado em política. Sendo assim, o produto é temático e foca-se nas decisões e informes políticos de âmbito nacional e regional. A circulação acontece exclusivamente no Distrito Federal e nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre, com impressão simultânea.
    Logística de distribuição
    Majoritariamente por assinaturas mensais, divulgadas por meios virtuais, e em bancas. Distribuição de exemplares grátis em eventos políticos expressivos.
    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura
    Duas edições por semana, nas terças e sextas-feiras;
    Avulsa: R$1,50;
    Assinatura anual: R$100,00
    Tiragem média prevista
    Salvador: 7.000;
    Porto Alegre: 7.000;
    Rio de Janeiro: 10.000;
    São Paulo: 20.000;
    Brasília: 10.000
    Total: 54.000/edição

    Papel e formato
    Formato e tipo de papel: Stander – Papel Jornal de média gramatura
    Dimensões da página: 540×320 mm
    Dobras

    Organização
    Características do conteúdo editorial: Aprofundamento e distinção do conteúdo apresentado pela mídia tradicional, ampliando para além da pura explicitação de fatos e denúncias e atingindo a verdadeira influência dos acontecimentos na sociedade, destacando a fundamental importância das decisões políticas no país.
    Organização editorial:
    32 páginas – aumento em período de eleições para 45.
    Capa (1)
    Editorial (1)
    Opinião (2)
    Espaço do leitor (1)
    Bastidores (2)
    Serviços (1)
    Câmara (2)
    Senado (2)
    Justiça (2)
    Em foco (notícias factuais) (12)
    – SP (2)
    – RJ (1)
    – BA (3)
    – RS (2)
    – DF (4)
    Humor (1)
    Por Trás dos Palanques (2)
    Publicidade (3)

    Suplemento: Em tempos de eleição, o Poder Nacional traz cadernos adicionais com dados específicos e tabelas com as principais pesquisas eleitorais do país, além de cobertura dedicada e extensa da campanha e do processo eleitoral. Encadernação com dobras e grampos

    Tipologia
    Nas chamadas da capa e nos títulos, a opção foi com fontes não serifadas pra conferir certa leveza ao tom da página e quebrar a sisudez do conteúdo essencialmente político. Nos títulos, linhas-finas e chapéus a família escolhida foi a Humnst, com suas variações. No corpo dos textos e nas legendas, a Cambria foi utilizada. Para as vinhetas, fez-se uso da Myriad Pro. Para fins de diferenciação de conteúdo e entre textos informativos/opinativos, emprega-se o uso do itálico em algumas seções.

    Diagramação
    Para a capa, não existe uma modulação definida quanto ao número de colunas (normalmente variando entre 4 e 5). A posição das imagens é variável de edição para edição também, muitas vezes com sutis referências gráficas ao assunto tratado (com certa “ousadia”, dado o teor do conteúdo da publicação). As chamadas e diferentes seções aparecem bem diferenciadas na capa. Para as páginas internas, são utilizadas 6 colunas em um modelo mais simétrico e sóbrio. Fotos e imagens variam a ocupação de 3 e 2 colunas, dependendo do destaque pretendido. A seção de serviços (Painel) busca mais uma síntese visual dos conteúdos do que uma disposição plenamente textual.

    Cores
    A composição do logotipo e dos principais ícones do Poder Nacional está toda pautada no azul e no vermelho, principalmente no azul. A razão para tal escolha está vinculada ao tom de sobriedade que a cor confere. A maioria dos títulos e chamadas também usa o azul para diferenciação. Em alguns boxes e quadros informativos da seção de serviços, a cor caque é empregada ao fundo ou preenchimento para destaque.

    Iconografia
    O logotipo faz referência ao edifício do Congresso Nacional, símbolo da política nacional. Uma versão miniaturizada aparece em todas as páginas, nos cantos superiores direito ou esquerdo, ao lado dos nomes das seções. Também existe o uso de alguns recursos visuais como as aspas azuis diferenciadas para indicar citações e referências diretas à declarações.

  6. GAZETA PASSENSE
    ??Um passo a frente na notícia

    O Gazeta Passense foi idealizado com o intuito de competir no mercado jornalístico impresso diário com o único jornal atualmente produzido na cidade de Passos, Minas Gerais. A proposta se constitui em pegar o que já é feito e aprimorar, incluindo elementos que facilitem a leitura sem deixar de informar a população.
    As notícias serão produzidas pela equipe de jornalistas da Gazeta na cidade de Passos (com maior número de profissionais na redação) e em cidades da região. As principais matérias das editorias Brasil e Mundo contarão, também, com o auxílio de material de agências de notícia.
    O jornal terá presença de infográficos, tabelas, imagens expressivas com legendas informativas, entre outros – sempre que possível, apresentará essa ligação visual com o texto. As propagandas ao decorrer do jornal serão raras, mantendo o conforto visual do leitor.
    O conteúdo será destinado ao público passense em geral, principalmente às famílias. Jovens terão seu espaço nos suplementos de turismo, moda e cultura. Assim como seus familiares, que terão análises financeiras, informações locais, regionais, nacionais e internacionais, entre outros. As notícias serão factuais, mas também haverá a presença de entrevistas, reportagens mais frias, coberturas, colunas de opinião e crítica, além do espaço para o leitor.
    Organização do jornal
    O formato será standard, em papel jornal, visando à relação entre o uso dos recursos visuais e do texto, além da possibilidade de ser organizado em cadernos. Apesar de não oferecer ao leitor o mais fácil dos manuseios, tem base nos seguintes princípios: organização, partilha, conforto visual e aprofundamento das notícias. O caderno de Esportes e os suplementos serão em formato berliner.

    O jornal, inicialmente, teria três cadernos: o Caderno Principal traria as principais notícias de Passos e Região (12 páginas). Nele, as cidades de São Sebastião do Paraíso e Piumhi teriam uma editoria cada (2 páginas). A editoria de Opinião (2 páginas) traria, cada dia, a coluna de um especialista sobre os problemas da região ou do país, espaço do leitor, crônicas e charges.

    O segundo caderno traria as principais notícias do Brasil e do Mundo, com as editorias Mercado, Política, Educação, Saúde, Tecnologia, Ciência, Agronegócios, Nacional e Mundo (16 páginas). As amenidades, como horóscopo, jogos, programação da TV aberta seriam seções da editoria Passatempo (4 páginas). Por fim, o caderno traria o serviço, com previsão do tempo em Passos e região, espaço para o leitor (reclamações, pedidos), obituário, dicas de trânsito (2 páginas).
    O caderno Classificados terá 14 páginas, contendo todos os anúncios que não foram divulgados ao decorrer do jornal.
    Às segundas e quintas-feiras, a editoria de Esportes teria um caderno separado, para informar ao leitor o panorama completo dos principais jogos, campeonatos e jogadores. E o caderno não seria destinado apenas ao futebol, outros esportes teriam espaço também. Infográficos, entrevistas, tabelas de jogos, entre outros. (10 páginas)
    Às quartas-feiras, o suplemento gastronômico Trem Bão apresentaria o cenário da culinária mineira, desde as origens dos pratos aos restaurantes e bares do estado. O suplemento teria receitas, reportagens, entrevistas e um espaço destinado ao leitor, a fim de que ele mande suas dúvidas ou curiosidades a respeito do tema. (6 páginas)
    Todas as sextas-feiras, o suplemento O que se passa? traria um panorama do que foi tema de discussões na televisão, no cinema e nas artes, em geral. Teria um aspecto mais informal, falando diretamente ao jovem. Para esse público, agendas culturais, apresentando informações sobre festas, shows musicais e teatrais, entre outros. Repleto de reportagens, cobertura de eventos, painéis do leitor (com comentários, recomendações, impressões), charges e crônicas. Por fim, colunistas e críticos teriam seu espaço para enriquecer o conteúdo. (6 páginas)
    O suplemento Passarela seria distribuído aos sábados. Seu enfoque seria em moda e confecções. Passos é uma cidade marcada pelas mais de 100 fábricas de roupas. Por essa razão, o suplemento apresentaria um panorama de vendas na cidade e na região. Além disso, mostraria as novas tendências no Brasil e no mundo, o que são (e o motivo de serem assim) os diferentes estilos. (6 páginas)
    Aos domingos, o suplemento Passeio seria direcionado ao turismo nas cidades mineiras. As matérias seriam mais aprofundadas: reportagens, entrevistas com personalidades do estado (desde políticos ao dono de um armazém) e perfis, fotografias, anedotas, crônicas e contos (ou como diriam os mineiros, causos). (8 páginas).
    Outro suplemento distribuído aos domingos seria o Memória Passos. As pautas, mais frias, conteriam entrevistas, perfis, fatos do passado, entre outros. A seção No passado seria destinada às fotos, tanto escolhidas pela redação quanto pelos leitores. (8 páginas)

    Tipologia, diagramação, paleta de cores e iconografia
    A tipologia da logomarca do jornal é não serifada, mais arredondada. A escolha da fonte foi feita em função do contraste com o fundo da logo, que é retangular. A fonte dos textos é serifada, também mais arredondada. A seção “Na mira!” apresenta uma fonte formada por bolinhas – a intenção do uso é dar um caráter mais descontraído.
    O uso de branco e de ilustrações, imagens ou ícones será bastante frequente, para dar ritmo de leitura e manter a atenção do leitor na página. Os textos serão separados, muitas vezes, por linhas. Algumas notas ou dados importantes estarão dispostos em boxes, com fundo colorido (geralmente, na cor azul, em tons mais claros).
    A cor escolhida para dar personalidade ao jornal foi o azul em um tom mediano. Essa coloração foi pensada a fim de conferir um aspecto de vivacidade e ânimo ao veículo, não o deixando tão sóbrio quanto os demais, mas mantendo a credibilidade e a postura. É a cor que está presente em todas as páginas como predominante e representa, de certa forma, a essência do jornal.
    A iconografia será disposta de modo a complementar a informação textual e também a visual que já esteja prevista. Não serão utilizados ícones apenas para preencher espaço – cada um terá sua função, seja ela exemplificar o que está sendo informado ou dar identidade a uma editoria, seção ou até mesmo caderno. Por exemplo, na página de serviços, a seção “Na mira!” será acompanhada por um ícone em que bonecos estão sobre a figura de um alvo. Na mesma página, a seção “Levante sua voz” trará uma figura com uma lupa e a de “Previsão do tempo”, a ilustração de um sol.

    Giovanna Hespanhol de Oliveira

    17/06/2013 em 23:50

  7. 1) Identificação e segmentação:
    Nome do jornal: Corpo & Mente
    País/estado/cidade de publicação: circulação nacional, mas principalmente nas capitais São Paulo e Rio de Janeiro
    Tipo de público: Mesmo público de um jornal diário, como o Estadão, porém, com interesse em matérias mais aprofundadas sobre saúde, bem estar, alimentação
    Periodicidade: semanal
    Segmento temático: Saúde

    2) Papel e formato:
    Tipo de papel: papel-jornal
    Dimensões das páginas: formato tabloide
    3) Organização:
    – Capa (1)
    – Fique por dentro (notícias factuais, pautas quentes) (3)
    – Alimentação (2 ou 3, se tiver alguma receita)
    – Movimento (matérias sobre esportes, exercícios físicos, novas técnicas) (2)
    – Estética (não voltada apenas para mulheres, mas também para homens que querem saber mais sobre como cuidar de sua aparência) (2)
    – Reportagem Especial (matéria aprofundada sobre alguma doença, algum tópico que esteja em pauta nas mídias, determinada dieta ou exercício físico, etc) (4)
    – Serviços (horóscopo, charges sobre o tema, indicação de produtos e propagandas) (2)
    4) Tipologia:
    As fontes da matérias e manchetes é Trebuchet MS. Já no logo e em alguns títulos, eu usei a fonte Nyala. Escolhi fontes mais clássicas, mas também fui mais flexível nos títulos de reportagens, por exemplo, para chamar mais atenção.
    5) Diagramação:
    Os espaços em branco são poucos, mais restritos às bordas . Tentei usar bastante a relação de foto e imagem, com imagem chamativas e maiores e alinhadas aos textos. Usei poucos fios e também utilizei o recurso de boxes na capa. Aderi ao esquema de quatro colunas.
    6) Cores:
    Escolhi a cor verde para ser predominante no jornal, pois é uma cor que remete à saúde. Pelo jornal, utilizei diversos tons dessa mesma cor para os títulos, linhas e iconografia.

    7) Iconografia:
    Usei poucos ícones. O que mais aparece é uma sinalização no fim de cada matéria e algumas linhas para separar os segmentos e olhos.

    Marina Gonçalves Moia

    18/06/2013 em 10:24

  8. Relatório descritivo
    • O nome do jornal é “O Avanço” e o seu slogan é “Um jornal para os novos tempos”. Esse jornal foi idealizado para a nova geração de jovens e adolescentes que buscam conteúdo e espaço para reflexão nos meios de comunicação em massa. O nome do jornal faz referência ao aumento visível do interesse do jovem em assuntos mais politizados, vamos dizer. Dessa forma, demonstra um avanço intelectual na sociedade. Já o slogan do jornal foi pensado para classificar o jovem que busca conhecimento de mundo e conteúdo que no passado, era considerado “problema de adulto”, busca essa nova geração mais intelectualizada e interessada. O público é essencialmente seleto e busca adequar à linguagem e o estilo para a sua melhor compreensão e absorção. O conteúdo veiculado segue o modelo tradicional, abrangendo política, economia, esportes, cultura, classificados, o Brasil e o mundo, além de suplementos com temas mais dinâmicos e modernos nos finais de semana.
    • O jornal O Avanço seria desenvolvido no formato tablóide (265×290) para facilitar a leitura do jovem que está sempre se movimentando e indo para diversos lugares com muitas pastas, bolsas, livros nas mãos. Além de que grande parte dos jovens brasileiros são estudantes e fazerem o uso do transporte público, sendo o veículo em formato tablóide, o espaço fundamental para a abertura do produto não precisa ser muito significativo.
    • O Avanço não possui uma segmentação temática, pois segue o modelo tradicional. Todo conteúdo de significância para o Brasil e o mundo, seja ele social, político ou cultural será veiculado em suas edições. A diferenciação é a linguagem e a estética, que busca especificamente o jovem brasileiro, adequando-o para esse público. O intuito é valorizar o interesse dessa geração, incentivando a sua leitura e conhecimento de causa. A realização de adequações visuais e de apresentação desse conteúdo é o principal e fundamental proposito do jornal para atingir o leitor jovem no país.
    • O conteúdo editorial do jornal segue da mesma forma o padrão de editoração, com notícias factuais e de importância social, colunas de opinião de profissionais conscientes do foco do jornal e mais os serviços. As colunas expostas deverão apresentar o conteúdo visando o entendimento do público jovem especificamente.
    • O jornal busca atingir o público jovem do país todo, tendo abrangência nacional. Visa valorizando o interesse do jovem já engajado pelo conhecimento e procurando incentivar outros que ainda não fazem parte desse conjunto ascendente.
    • Assim como veículos tradicionais, o jornal O Avanço terá a sua distribuição feita em banca de jornal de todo o país, independente do estado, assinaturas com entregas em domicílio e a versão digital, onde o cliente poderá selecionar um dado período de tempo para receber o jornal digital ou compra avulsa/diária.
    • O preço do jornal foi estipulado em R$3,50 a unidade. Foi considerado uma balaço médio, porque o jornal apresenta folhas de materiais diferenciados, cores na maioria das imagens, além dos ícones, títulos e slogans coloridos. A capa de todos os cadernos possuirão cores e muitas imagens, dentro de cada um, apenas as matérias mais importantes terão suas imagens coloridas e a reportagem de maior peso e significância será publicado em papel diferenciado, offset de gramatura baixa. Esse uso da ausência de cores na maior parte dos cadernos equilibra os gastos que existirão com as páginas diferenciadas. Cada caderno terá um ícone específico no topo da página, e serão coloridos em todas as páginas do caderno. Esse ícone dispensará o título do caderno em todas as páginas. O nome do jornal e o seu slogan também aparecerão em todas as páginas, mas em preto e branco, dando destaque ao ícone que caracteriza o caderno. A sua assinatura mensal tem um desconto, custa R$69,90 incentivando a fidelidade do consumidor. A assinatura anual possui um desconto ainda mais significativo, custa R$599,90 com os dois primeiros meses de graça. O desconto é para favorecer o leitor diário, além de possibilitar a uma comodidade de ter o produto entregue na sua própria casa todos os dias. A versão online tem um custo mensal fixo de R$2,50.
    • A tiragem prevista para o jornal O Avanço é de 300 mil exemplares diários, foi considerado o número médio de jovens no país e a taxa de leitura desse público. Cada edição terá em média 30 páginas, com exceção aos fins de semana que terão 10 páginas de suplementos. A Capa será apenas de frente, então terá uma página; o Primeiro Caderno e o caderno de Economia terão três páginas; os cadernos Mundo, Política e Cultura terão quatro páginas cada; Esportes terá cinco páginas exclusivas. O caderno de Classificados sofrerá alteração de duas páginas nos fins de semana, nos dias úteis terá seis páginas e no sábado e domingo, oito páginas. Os suplementos de finais de semana terão oito páginas.
    A sequencia de cadernos será Capa, Primeiro Caderno, Mundo, Política, Esportes, Economia, Cultura, Classificados e Suplementos. Foi idealizado dessa forma para intercalar temas mais leves dos mais socialmente intensos.

    Francielle Kuamoto e Isabelle Hoffmann

    18/06/2013 em 11:34

  9. Dupla: Andrey Donizete e Willy Delvalle

    Nome: Contexto

    slogan: É preciso, sobretudo, provocar.

    Formato e tipo de papel: tabloide, papel jornal.

    segmentação temática: informações gerais

    Características do conteúdo editorial: o elemento norteador do jornal deve ser sempre a contextualização e interação entre uma informação e outra. Uma notícia não pode estar necessariamente desconectada da outra. O jornal deve ser um continuum. Este efeito contínuo deve ser proporcionado pela forte relação de interatividade entre notícias, análises, gráficos e infográficos. A preocupação maior é situar o leitor no contexto do acontecimento, para que ele possa ter uma noção de conjunto a respeito, seja do ponto de vista da política, da economia, da história, da antropologia, da biologia, da filosofia, da engenharia, etc.
    Um dos maiores aliados à contextualização é a História, que necessita sempre ser buscada.
    As pautas precisam encaminhar as notícias à discussão. Isto é, as notícias não podem ser veiculadas apenas como tal. Elas precisam fazer com que o leitor se sinta provocado e tente tomar um posicionamento, opinar ou discutir com alguém. O factual é nossa fonte, mas vestido de reflexão.
    Para integrar uma edição à outra, assim como o leitor ao jornal, um espaço do Contexto é reservado a alguns modos de expressão do leitor. Na seção “Expressão”, o leitor pode enviar suas opiniões por carta, e-mail, pode twittar, enviar fotografias, crônicas e contos de sua própria autoria. As cartas, e-mails, tweets, fotografias, crônicas e contos mais interessantes serão escolhidos por nós e, então, serão publicados.
    A interatividade digital é também uma das linhas editoriais do jornal. Praticamente todas as matérias deverão contar com um ícone que remeta ao site do Contexto, sendo que algumas destas são livres para não-assinantes, mas a maioria para assinantes. Na versão para assinantes do site, é possível encontrar vídeos, fotos, entrevistas, infográficos e reportagens extras à publicação, que não foram publicadas.
    Quanto ao espaço para colunistas, cronistas e articulistas especializados, lhes serão reservadas duas páginas (a mesma quantidade da seção “Expressão”), de modo que colunistas e leitores possam ter igualdade de expressão no Jornal.
    Em relação aos serviços, “Contexto” oferece junto às reflexões, serviços culturais [principais atrações que acontecem no país (internet, televisão, peças de teatro, espetáculos de dança, cinema, exposições/feiras; shows)]; financeiros (análises, dicas de mercado e exemplos de pequenas histórias de pessoas que ilustram a economia, sejam grandes, médios, pequenos empresários ou pessoas em geral que praticam o empreendedorismo); meteorológicos; astrológicos; lúdicos (jogos-passatempo que estimulem a inteligência do leitor).

    Para dar um caráter estimulante à leitura do jornal, ele deve ser colorido e ter um design ousado.

    Abrangência de circulação: nacional.

    Logística de distribuição: bancas, entrega a domicílio (assinatura) e distribuição gratuita de versão compacta em metrôs, praças, rodoviárias, aeroportos (pontos de movimentação popular).

    Preço de venda: R$ 2,00 em estabelecimentos comerciais. Aos domingos, o preço do jornal é de R$ 3,00, em função de um suplemento com uma retrospectiva da semana. Para assinatura mensal, o leitor ganha um desconto de mais de 25%, totalizando R$ 50 (edições diárias e suplementos). Assinantes de fim de semana ganham desconto de 20%, tendo assinatura no valor de R$ 16,00 (edição sábado, edição domingo e suplemento).
    A assinatura digital custa R$ 60,00, um desconto de quase 10%. O desconto é menor em função de conteúdo muito mais abrangente (versão digital para assinantes) que o da versão impressa, que está inclusa na assinatura. Contém ainda uma versão em PDF.

    Tiragem média prevista: 400 mil exemplares.

    Número médio de páginas: 25, edição diária. Edição domingo: 25 + suplemento (10).

    Organização editorial
    CONTEXTO (25)
    – Capa (1)
    – Expressão (2)
    – Close (2) – fotografias;
    – Mundo (5)
    – Matérias
    – Serviços
    – Comentários [colunistas, articulistas e cronistas]
    – País (9)
    – Matérias
    – Serviços
    – Comentários [colunistas, articulistas e cronistas]
    – Torcida (2)
    – Palco (4)
    – Matérias
    – Comentários [resenhas
    – Serviços

    Andrey Donizete Seisdedos

    18/06/2013 em 13:48

  10. A Folha de Arujá surge da necessidade dessa cidade da Grande São Paulo de ter um jornal que seja mais imparcial em relação à Prefeitura e que seja mais abrangente em suas notícias, tratando de temas locais, regionais, nacionais e internacionais que interessem ao público-alvo do jornal.
    A publicação, além de ser mais analítica, trará fotos coloridas e um aspecto gráfico maior que seus concorrentes. Quanto à publicidade, esta aparecerá de forma moderada, para manter o conforto visual do leitor.
    A maior parte das matérias serão produzidos por repórteres da redação da Folha de Arujá, mas matérias de Internacional e algumas de Nacional poderão ser de agências de notícias.

    Nome: Folha de Arujá.
    Slogan: Trazendo muito mais notícia pra você.
    Formato e tipo de papel: O jornal será impresso em papel jornal e no formato tabloide, visando maior praticidade para o leitor, permitindo que ele possa ler o jornal em qualquer local, sem ter a necessidade de sentar para ler, como o formato standard requere.
    Segmentação temática: O jornal é voltado para a classe média alta da cidade de Arujá e traz assuntos que interessam as pessoas desse município de forma mais analítica e imparcial.
    Características do conteúdo editorial: O jornal traz notícias factuais e serviços, entretanto, seguindo a nova tendência do jornalismo impresso, o jornal será mais analítico, suas matérias têm como objetivo informar o leitor sobre o fato como um todo, dando um panorama do que o gerou e o que ele pode causar.
    Abrangência de circulação: É um jornal local, mas que traz notícias locais, nacionais e internacionais.
    Logística de distribuição (bancas, entrega à domicílio, entrega nas ruas, outros pontos de venda): A Folha de Arujá será vendida nas bancas da cidade, mas será focada em assinaturas.
    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura: Durante a semana o preço do jornal avulso será R$1,00; aos domingos, R$1,50. A assinatura semestral será R$180,00 e a anual R$360,00.
    Tiragem média prevista (se a circulação for regional, nacional ou internacional, indicar a divisão da tiragem por cidade/região/país): 5 mil exemplares
    Número médio de páginas: Ao menos 25 páginas de conteúdo editorial em dias úteis e 35 páginas de conteúdo editorial aos finais de semana
    Organização editorial:
    Capa (1)
    Nacional (2)
    Internacional (2)
    Região (2)
    Cidade (2)
    Esporte (4)
    Cultura (escola de música, resenhas, agenda cultural) (3)
    Saúde (1)
    Ciência e tecnologia (1)
    Economia (1)
    Do leitor (1)
    Serviços e classificados (5)

    Tipologia, diagramação, paleta de cores e iconografia
    O logotipo do jornal é composto por letra serifada em caixa alta e em negrito, optando-se por uma fonte mais clássica e limpa. O jornal não possui variação tipológicas, sendo que todas as letras são serifadas, apenas variando em títulos e intertítulos sendo em negrito ou em negrito e itálico.
    O jornal possui forte aspecto gráfico, fazendo uso do branco e de fotos e/ou ilustrações para permitir o descanso do leitor e também como forma de atrair sua atenção para as matérias.
    Por Arujá ser conhecida como “cidade natureza” optou-se por usar tons de azul, que está na bandeira da cidade e lembra os rios, e de verde, que lembram as matas que cercam a cidade. Essas tonalidades foram usadas nos títulos e intertítulos e também em alguns box para destacar algum serviço.
    Nas páginas apresentadas há pouco uso de iconografias, aparecendo apenas alguma linhas e alguns box.

    Bianca Arantes dos Santos

    18/06/2013 em 14:54

  11. 1)Identificação e segmentação:
    O Politizado – Política sem rodeios
    Publicado no bairro Ferradura, periferia da cidade de Bauru, São Paulo
    O público é composto pelos moradores do bairro, alcança as pessoas jovens, adultas e idosas de baixa renda.
    A publicação segue a temática política.
    Devido às “limitações” do público do jornal (interesse, formação, etc), o nível de especialização pode ser considerado raso.
    As edições objetivam circular apenas no bairro em que foi criado o jornal (Bairro Ferradura, em Bauru), apesar do fato de que a temática e a fórmula em que ele é feito poderia, facilmente, ser explorada em outros bairros, cujos moradores tem o mesmo perfil.

    2) Papel e formato:
    O papel utilizado nas publicações deve ser o papel jornal simples, de baixa gramatura.
    O formato do jornal deve ser o tablóide simples, com 33 x 28 cm.

    3) Organização:
    Todas as edições devem ser cadernos únicos, com cerca de 10 páginas. A publicação é feita bimestralmente.
    A divisão por editorias (seções) se dá da seguinte manheira:
    Capa (1)
    Editorial, carta ao leitor e do leitor, passatempos (1)
    Nacional (2)
    Bauru (3)
    Ferradura (1)
    Classificados Ferradurenses (1)
    Anúncios Ferradurenses (1)
    É utilizada apenas uma dobra. Há o uso de grampos.

    4) Tipologia:
    Em todo o corpo de texto há a aplicação da fonte Californian FB, serifada, com exceção do título do jornal, das vinhetas e dos títulos que dizem respeito ao conteúdo editorial, onde é usada a fonte HP PSG, não serifada.
    O uso do negrito aparece nos subtítulos das matérias, na manchete principal da edição e também fica a disposição das atividades e passatempos.
    Já o sublinhado, aparece nas manchetes de menos destaque na capa, e nos títulos de colunas, podendo servir também aos passatempos, se necessário.

    5) Diagramação: esquema de modulação das páginas, flexibilidade no uso de padrões, uso de branco, relações significativas entre texto, imagem e recursos gráficos (fios, linhas, molduras, texturas, boxes etc.)
    Na diagramação, nota-se o padrão fixo do grid: o conteúdo sempre é encaixado nas 4 colunas, mesmo se estiver solto, centralizado ou ocupando duas colunas.
    No geral, há um grande aproveitamento dos espaços, por isso, o uso de branco não parece ser uma preocupação primária. Sua presença é significativa apenas na capa.
    Devido à falta de oferta de fotografias, por causa da temática do jornal, deve haver, sempre que possível a presença de infográficos.
    As capas de O Politizado devem sempre explorar uma manchete que possa ser acompanhada por uma fotografia.
    O uso de fios separa as reportagens de colunas, posicionadas no canto das páginas.
    Há o uso de boxes coloridos, que diferenciam um tipo de conteúdo do outro (como será especificado no item a seguir).

    6) Cores:
    As editorias não possuem uma paleta de identificação.
    Os elementos coloridos do jornal são apenas as fotos e os fundos acinzentado no editorial ou azul claro na capa.
    O fundo acinzentado característico da editoria permanece imutável em todas as edições do jornal.
    Já o fundo colorido da capa pode sofrer variações, onde cada edição pode vir a apresentar uma cor diferente.

    7) Iconografia:
    Na iconografia se destaca o uso de linhas compostas no cabeçalho, rodapé e divisão de coluna com reportagem.
    No cabeçalho de todas as páginas, podemos ver a vinheta “Politize-se”, com a mesma tipologia no título do jornal.
    O slogan está presente em todas as páginas de número ímpar (lado inferior direito) acompanhado do e-mail para contato (lado inferior esquerdo). E a paginação está sempre nas páginas de número par (lado inferior direito), acompanhada pelo número da edição correspondente (lado inferior esquerdo).
    Nas informações de rodapé, como edição e slogan, assim como no slogan que acompanha o título do jornal, podemos observar a marcação •.
    Outro caráter que compõe a identidade visual do jornal O Politizado, é o uso da fonte HP PSG no título do jornal, nas vinheiras e nos títulos que compõe o editorial, como citado no item Tipologia.

    8) Conclusão:
    Trata-se de um jornal que promete abordagem dos fatos políticos nas esferas políticas sob um viés de análise e explicação. Assim, ele deve servir à população de um bairro carente levando explicações acessíveis sobre os atuais acontecimentos políticos com um vocabulário simples e didático.
    O jornal deve circular apenas no bairro Ferradura (Bauru-SP), bimestralmente, com entrega à domicílio. Sua realização é totalmente voluntária, contando com o auxílio de muitos profissionais de Bauru para a composição das reportagens, enquanto que a impressão é feita através da arrecadação de taxas para anúncios publicitários de estabelecimentos do bairro. A entrega também é realizada por uma equipe de colaboradores.
    O seu principal objetivo é informar o leitor, mostrando a ele que as questões políticas podem ser simples e acessíveis e que um conhecimento básico sobre as atualidades nessa segmentação podem garantir a ele a facilidade de lidar com questões cotidianas. Além disso, deve servir como incentivo à participação dos leitores na política da cidade.

    Isabella Holouka

    18/06/2013 em 15:24

  12. 1) Identificação e segmentação
    Nome e slogan do jornal: Toma Roque, Cultura em alta dosagem.
    Segmentação temática: Jornal de conteúdo cultural e regional. Explorará artistas da região de Bauru, Jaú, Botucatu e Marília que não são contemplados pela mídia tradicional. Ajudará a divulgar shows e recreação nos centros e nas periferias das cidades, englobando artistas e consumidores de arte.
    2) Papel e formato
    O jornal será produzido em formato Magazine, as folhas maiores ajudarão a exibir melhor a arte dos grafites e quadrinhos, por exemplo. Será utilizado o papel jornal.
    3) Organização:
    O jornal contará com as seções: Música, Teatro, Cinema, Arte das ruas, Quadrinhos e Agenda Cultural.
    4) Tipologia:
    Foram utilizadas letras serifadas, e evitam-se tudo que pode ser considerado exótico, já que a intenção é criar o hábito de leitura no seu público alvo.
    5) Diagramação:
    O jornal respeita o grid de quatro colunas, mas que em seções como a de quadrinhos podem ser quebradas livremente.
    Capa (1)
    Música (5)
    Teatro (3)
    Cinema (3)
    Arte das ruas (2)
    Quadrinhos (2)
    Agenda cultural (1)
    6) Cores:
    O jornal Toma Roque terá como característica a cor preta marcante, pois a variação de cores, na capa, por exemplo, se dará de acordo com a foto escolhida para compor a página. Cada edição uma seção do jornal comporá a maior parte da capa, e a cor predominante na foto será a escolhida para ser utilizada com mais força.
    7) Iconografia:
    O símbolo marcante de nosso jornal será um copo americano, simbolizando a “dose” de cultura.
    As páginas pares trarão no rodapé o endereço online do jornal, e a páginas ímpares a data da edição.
    8) Logística de distribuição:
    Distribuição quinzenal em Bancas tradicionais e “banquinhas” em eventos.
    – Preço de venda: Apenas vendas avulsas por R$ 5,00
    – Tiragem: 2500 em cada cidade.
    – Número médio de páginas: 17

    Análise das páginas produzidas:
    Capa:
    A intenção da capa será sempre trazer uma grande foto, que poderá ser recortada, utilizada de pôster, etc. A cada semana uma seção diferente do jornal receberá seu espaço na capa, tendo assim maior visibilidade. Na parte inferior caberão sempre quatro chamadas de outras seções, ou anúncio de apresentações e shows que ocorrerão no período do exemplar.
    As cores utilizadas nela serão sempre escolhidas a partir da foto publicada.

    “Segunda página”:
    Escolhemos representar nessa opção a página de resenhas. Será um espaço mais textual, mas que caberá uma ou duas fotos para compor a resenha. Mesmo tendo uma característica mais simples, acabou tornando-se uma página charmosa, e com um ar de seriedade que provavelmente agradará o alvo da resenha.

    “Terceira página”:
    Nos foi proposto que essa fosse a última página do jornal, contendo classificados ou outra maneira de prestação de serviços. Poderia ter sido feita uma agenda cultural, ou uma página de anúncios. Mas como o intuito do jornal como um todo é trazer a informação cultural, a agenda acaba se dissolvendo entre as páginas e seções, e classificados não agrada o visual do jornal, por isso optamos por deixar a seção de quadrinhos por último, utilizando as páginas finais. Trocando os “quadrados” dos classificados pro “quadrados” ou demais formais, mais interessantes.

    Aline Antunes e Julia Bacelar

    18/06/2013 em 15:49

  13. Relatório Final – Culturativa
    Nome e slogan do jornal: Culturativa – Cultura além do Vitória Régia

    O Culturativa é um jornal semanal, voltado para o público bauruense, jovem, de faixa etária entre 14 e 30 anos. Temático, irá retratar toda a cultura independente da cidade de Bauru, tentando mostrar que não é só o Parque Vitória Régia que recebe esse tipo de atração.

    Logística de distribuição: distribuição em bancas do centro da cidade. Sem planos de assinatura, apenas venda avulsa, custando 2 reais cada edição.

    Tiragem: 2 mil exemplares, circulação somente em Bauru.

    Formato e tipo de papel: Tablóide – Papel Jornal, com dobras

    Características do conteúdo editorial (notícias factuais, análise, serviços etc.): O jornal apresentará notícias factuais, análises de apresentações e obras culturais, bem como notícias políticas envolvendo cultura. Em serviços, oferecerá Agenda Cultural. Apresentará também ensaios fotográficos em uma de suas seções.

    Organização editorial (estrutura de cadernos, editoriais e seções, considerando o número médio de páginas de cada segmento temático)

    Capa (1)
    Editorial (1)
    Agenda Cultural (2)
    Coolturou (10): apresentará coberturas de eventos, sessão de reportagens culturais.
    Destaque (4): Uma grande reportagem, de quatro páginas, podendo ser fria ou não.
    Shooting (4): Ensaios e/ou coberturas fotográficas.
    Post-it (1): Opinião.
    Contra-capa (1): Cada edição trará uma ilustração diferente na contra-capa, de autorias diferentes também.

    Tipologia: foi utilizada nas notícias a tipografia Helvetica. Não houve preferência por utilizar tipografias serifadas como Times New Roman porque o público-alvo é diferente dos que lêem o Jornal da Cidade, por exemplo, que utiliza as tipografias serifadas. O público-alvo é alternativo, jovens de 18 anos que possuem renda entre 1 e 3 salários mínimos, classe B, C e D.

    Diagramação: formas geométricas e cores inspiradas nas formas modernas do movimento Bauhaus. Utilizavam muitos materiais para a produção das artes e utilizavam muito espaço (respiro) nelas. Hoje o Bauhaus está presente no design da Apple e até na identidade de bandas, como Franz Ferdinand.
    Mesmo assim, não há regularidade alguma no jornal, que preza por um bom espaçamento em branco. Seu número de colunas irá buscar sempre a variação, para fugir da mesmice. Na capa, mais valor às imagens e menos aos textos. Na Agenda Cultural, a página usada para trabalhar as novidades da música também dá maior valor a imagens e textos pequenos, mas com fluência.

    Cores: A publicação não busca uma identidade através das cores, assim como a publicação Element da Russia. O conceito aqui é trabalhar sempre com harmonia e fluidez, algo que pareça bagunçado mas seja, de certa forma, agradável. As cores de seções irão se alterar em cada edição, mantendo um rodízio aleatório, com exceção às cores do título do jornal. Boxes, cabeçalhos e etc terão sempre cores diferentes, buscando fugir da uniformidade.

    Higor Boconcelo

    18/06/2013 em 17:26

  14. Relatório
    Modeco: moda livre e ecológica
    Formato: Tablóide (metade das medidas, mas respeitando as proporções); papel jornal.
    Segmentação: Jornal mensal sobre moda sustentável
    Característica do conteúdo editorial: Sobre a moda, tendências, criações de roupa e assessórios que não agridam e se preocupam com o meio ambiente ao longo de toda a cadeia de produção. A moda que se sustenta. Espaço para estilistas pouco conhecidos e engajados no tema e para a arquitetura e design sustentável. A viabilidade das ideias será mostrada através da preocupação com o meio ambiente e acessibilidade nos preços.
    Circulação Nacional
    Logística de distribuição: bancas, entrega a domicilio, outros pontos de venda.
    Preço: 3,15 avulso; 3,00 assinatura.
    Tiragem média: (9000 exemplares. 4000 região sudeste; 2000 região sul; 2000 nordeste; 1000 norte).
    Número de páginas: 20
    Organização editorial: Patchwork 8 páginas; underlock 5 páginas; serviços 2 páginas.
    – Patchwork: regiões do Brasil com suas respectivas tendências de moda sustentável. (sul, sudeste, centro-oeste, nordeste, norte).
    – Underlock: textos que analisarão a moda e seu contexto social, com críticas sobre as tendências impositivas e sobre as tendências como forma de expressão individual, social e livre.
    – Ecotece (Serviços): contatos de estilistas, agenda cultural, meteorologia, indicadores econômicos.

    Capa

    A ideia do logotipo foi usar elementos que remetam ao universo do que é ecológico e sustentável. A montagem da palavra Modeco se deu da seguinte forma: Mod vem de moda e Eco vem de ecológico. No logotipo é possível ver bem essa origem distinta das palavras, uma vez que as letras do radical ECO são formadas por pessoas nuas, diferente de MOD em que cada letra é representada de forma diferente.
    O M em mod é feito de folhas verdes. A letra O está sendo representada por um chapéu Panamá feminino que atualmente é considerado símbolo de sofisticação e luxo, mas que tem sua origem na civilização Inca, no Equador, e até hoje é feito de modo artesanal e sustentável.
    A letra D de Mod é representada pelo Patchwork que é um tipo de padrão feito com retalhos. A técnica une tecidos de formatos e estampas variadas para os mais diversos fins, desde roupas até decoração. A composição do logotipo tem a intenção de transmitir a ideia da sustentabilidade que vem de Mod, naturalidade e liberdade que vem de ECO, como se as estampas e padrões usados na composição de Mod estivessem em harmonia e prontas pra serem usadas por ECO.
    As fotos usadas na capa são de peças e acessórios feitos por técnicas preferencialmente artesanais e de baixíssimo impacto no meio ambiente como o tricô, o croché, reutilização de garrafas de vidro como decoração. E também o Slow Fashion, um movimento de moda sustentável, que prega a moda elegante e duradoura, e condena tendências passageiras e extravagantes. A capa tem uma margem fina, aproximadamente 0,5cm da borda da página. Logo abaixo do logotipo, a data, o ano, o número, o site e o preço do jornal – esse padrão vai se repetir em todas as páginas.

    Reportagens

    Patchwork (reportagens sobre moda no Brasil): No logotipo da seção foi usado o mapa do Brasil construído no padrão patchwork. Como a seção traz notícias e reportagens de moda de todo o país, dividida por região, quis fazer uma analogia ao próprio padrão usado no logotipo – regiões do país/ retalhos de tecido usados no patchwork unidos em um só lugar, e vários pedaços de Brasil distribuídos no logo. No exemplo, a primeira página da seção fala sobre a moda do nordeste, mais especificamente do Ceará.
    Grid de três colunas, texto não justificado para passar a impressão da irregularidade e despadronização que as modas com um viés mais artesanal, que estão fora do circuito comercial, possuem.

    Underlock (opinião): O nome da seção remete a overlock, um tipo muito comum de ponto industrial feito por uma máquina de costura de mesmo nome. O ponto overlock executa simultaneamente a costura e o chuleio – acabamento que impede que o tecido desfie. Como é uma seção de opinião e críticas à moda comercial e impositiva, coloquei o nome de underlock (talvez algo que remeta a underground) para representar a não industrialização, a não padronização, o retalho, o desfiado, o ponto irregular. No logo da seção há figuras de máquina de costuras antigas, daquelas que funcionam no pedalo, mais uma vez há a contraposição com as máquinas industriais. Texto não justificado pelo mesmo motivo da seção Patchwork.

    Serviços

    Logotipo da seção com figuras que representam os serviços que ela traz. Cinema, meteorologia, horóscopo e indicadores econômicos. Na página de exemplo vem os serviços de cinema, meteorologia e indicadores econômicos. Procurei usar muitas cores em todas as seções, primeiro porque é um jornal de moda e segundo, pelo tipo de moda que ele representa.

    Tânia Rita Mendes de Camargo

    18/06/2013 em 17:36

  15. A seção de serviços deixei só com o nome de serviços mesmo, porque depois vi que já existe um site chamado ecotece…

    Tânia Rita Mendes de Camargo

    18/06/2013 em 17:37

  16. Trabalho individual realizado por: Renan Hass
    Nome: Adrenalina
    Slogan: Você precisa de mais Adrenalina na sua vida
    País: Brasil
    Tipo de Público: Jovens e adultos praticantes de esportes radicais
    Periodicidade: Semanal
    Nível de Especialização: Requer um conhecimento pelo menos básico do assunto a ser tratado. Não é para leigos no tema.
    Abrangência da Circulação: Nacional
    Tiragem Média Prevista: 150 mil exemplares por semana

    20 mil para São Paulo
    20 mil para o interior de São Paulo
    15 mil para o Rio de Janeiro
    15 mil para Minas Gerais
    40 mil para a região nordestina
    20 mil para outras regiões litorâneas
    10 mil para Brasília
    10 mil para demais capitais

    Preço de Venda Avulsa: R$3,00
    Preço da Assinatura Anual: 6 x R$20,00 ou 12x R$11,00

    PAPEL E FORMATO
    Tipo de Papel: Papel Jornal
    Formato: Tablóide (43×28)

    ORGANIZAÇÃO
    Voltado para o público jovem e adulto, serão produzidas apenas matérias no âmbito dos esportes radicais. Traremos entrevistas com grandes representantes do esporte, notícias sobre torneios e novidades, além de dicas de local para praticar o esporte.

    Caderno Único (20)

    Capa (1)
    Editorial/ Fala, brother! (espaço do leitor)/ Ranking de competições (2)
    Surf (2)
    Skate (2)
    Trekking, montanhismo, mountain bike, camping e afins (1)
    Esportes radicais aéreos: skydiving, bungee jumping, hang gliding… (1)
    Esportes radicais aquáticos: mergulho, canoagem, remo, kitesurf… (1)
    Outros esportes radicais: slackline, longboard… (1)
    Faça isso em casa! – dicas de manobras (1)
    Qual é a boa? – Apresenta lugares paradisíacos para a pratica do esporte (1)
    Tirando onda com ………. – entrevista com algum atleta (2)
    Fora do board – Apresenta músicas, livros e dicas de eventos relacionados com a cultura – (2)
    Na brisa… – Apresenta palavras cruzadas, sudoku, seção “Tá dando onda?” (metereologia dos principais estados) (2)
    Última Página – Coluna com algum especialista e dicas de produtos. (1)

    Tipologia

    Uso de fontes não serifadas para dar leveza na leitura.
    Nome do jornal na fonte estilo cursiva e maiorias dos títulos de manchete também, além do uso de caixa alta neles para chamar a atenção do leitor.

    Diagramação

    Predominantemente o uso de quatro colunas, porém o número é flexível.
    Constante uso de boxes e infográficos para facilitar a leitura.
    As fotos contornam os textos e costumam ser grandes.
    Freqüente uso de linhas para delimitar a matéria e seção.

    Cores

    Predomínio das cores azul claro e preta. O azul claro por representar o lado mais praiano e o preto as ruas.
    Títulos serão escritos em negrito e na cor preta.
    As seções têm uma tonalidade azul claro designando-a.
    Fotos coloridas.

    Iconografia

    Em cada seção há ao lado do nome um símbolo que a represente: na seção de surf há uma prancha, na de skate um skate…
    O número da página é sublinhado.
    Utilizamos logos e símbolos próprios.

    Renan Hass

    18/06/2013 em 22:20

  17. Camila Valente e Giovanna Cornelio

    Relatório descritivo do projeto gráfico-editorial

    1. Identificação e segmentação:
    Journal de Quartier – Brasil/São Paulo/Bauru
    O público desse jornal é especificamente os moradores do bairro Parque Jardim Europa da cidade de Bauru.
    Periodicidade: quinzenal.
    Segmentação temática: o jornal trata sobre os acontecimentos que envolvem o bairro Parque Jardim Europa como um todo.
    Nível de especialização: baixo, pois apenas tem o intuito de informar os moradores do bairro Parque Jardim Europa sobre o mesmo, mas principalmente prestar serviços em prol da comunidade.
    Abrangência da circulação: a circulação é restrita aos moradores do bairro, então sua abrangência é local.

    2. Papel e formato:
    Tipo de papel: papel jornal com gramatura média.
    Formato: tabloide (230mm X 320mm).
    O jornal é grampeado e não possui dobras.

    3. Organização:
    São 2.500 exemplares a cada 15 dias com 8 páginas em todas as edições, sem exceção.
    Caderno único, dividido nas seções: Meu bairro, Agenda e Serviços.
    Por ser um jornal muito específico e direcionado a um público limitado, não há suplementos e o acabamento é bem simples.

    4. Tipologia:
    Quando à mudança de famílias tipológicas, o único caso é entre o título e as demais matérias que possuem mudança em suas fontes. Os títulos e as matérias possuem a mesma fonte, pois se trata de um jornal simples e que precisa ser de fácil e rápida leitura.

    5. Diagramação:
    A capa está diagramada com uma divisão em duas colunas e possui logo do jornal acima com o slogan logo abaixo, seguidos da data, ano de circulação, número da edição e um indicativo de que o jornal é apenas para assinante, título da matéria de capa seguido de imagem bem grande, com legenda dentro da foto e indicação da página na qual a matéria se encontra, e duas chamadas para matérias também com títulos e indicações de páginas.
    As páginas internas estão diagramadas com uma divisão em quatro colunas e possui a identificação da seção centralizada acima da página, com o logo do jornal à direita ao lado do número da página. Separando o cabeçalho dos títulos há uma linha. As matérias, em geral, ocupam apenas uma coluna, enquanto as imagens que as acompanham ocupam as outras três. Cada página apresenta, em média, duas matérias. A página que ilustra a seção “Meu bairro” fala sobre implantação da coleta seletiva do lixo e sobre a revitalização da Praça Santa Bárbara.
    A página que representa a seção “Serviço” possui organização diferente, pois apresenta, além do cabeçalho e a linha, previsão do tempo com ícones ilustrativos e dois anúncios: um com a promoção de um salão de beleza e outro com ofertas de supermercado, além de um espaço livre chamando a atenção para ser anunciante no jornal.

    6. Cores:
    A identidade cromática do jornal é o azul, pois remete à cor da bandeira da União Europeia, que faz referência ao nome do bairro (Parque Jardim Europa). Não há diferenciação de seções a partir de cores, o azul está em todas as páginas com o mesmo tom.

    7. Iconografia:
    Não há nenhum tipo de ícone, marca ou selo, pois o jornal é bem simples e direcionado a um público seleto, portanto sem quaisquer rebuscamentos. Apenas há a presença do logo do jornal compondo o cabeçalho de todas as páginas.

    Giovanna Cornelio

    18/06/2013 em 22:33

  18. Relatório Final – Guilherme e Fabiane

    – Nome: The Goldsmith
    – Slogan: Knowledge means Profit
    – Formato: Tabloide, papel couché, gramatura 90, sem brilho.
    – Segmentação temática: Economia Internacional
    – Características do conteúdo editorial: Com o advento da Revolução Virtual o jornalismo impresso sentiu a necessidade de uma mudança interna para que continuasse sendo um produto vendável. A proposta do The Goldsmith é se tornar uma referência global na editoria de economia e otimizar o uso de ambas plataformas, reconhecendo a necessidade de ambas para oferecer um conteúdo especializado completo e de extrema qualidade.
    O jornal possui periodicidade semanal e tem como público alvo os grandes líderes, empresários e gestores internacionais. O jornal impresso proposto neste documento se trata de um encarte analítico daquilo que é disponibilizado diariamente pela página online do mesmo veículo. Neste caso, o site apresentaria uma oferta de notícias com o caráter hardnews para nossos leitores, com tabelas atualizadas em tempo real, índices de mercado, valores constantemente atualizados e todo tipo de informação útil para o homem de negócios do século XXI. Ao mesmo tempo, o jornal impresso passa a ser produzido com um cuidado muito maior e de maneira muito mais sofisticada: mais analítico, editorial, com colunas produzidas pelos melhores profissionais do segmento da economia especializada e recursos gráficos muito mais elaborados. As plataformas além de se completarem, oferecendo o que há de melhor em cada veículo para fornecer a informação de maneira total e completa, elas se integram através do dispositivo conhecido por QR CODE- Ao longo de suas páginas os leitores terão acesso à essa espécie de “código de barras” que ao ser fotografada, por qualquer smarthphone, redirecionarão o leitor para a página do site que apresenta a tabela atualizada referente aquela matéria indicada ou a qualquer dado atualizado em tempo real relacionada àquele tema, proporcionando assim todo conforto e interatividade que o nosso leitor poderia exigir. Abaixo dessas imagens também existem links curtos, com 3 ou 4 letras, para que o leitor possa acessar o mesmo conteúdo que os QR’s no site. Ex: tgs.com/br12

    – Abrangência de circulação: Internacional e semanal
    – Logística de distribuição: Impressão nas grandes capitais globais, favorecendo a distribuição. (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Nova York, Chicago, São Francisco, Paris, Berlim, Londres, Madri, Frankfourt, Istambul, Hong Kong, Tóquio).
    – Preço de venda: USD 7.00 a unidade impressa | Online Free Access: 15 textos grátis por mês | Online Partner: Acesso ilimitado ao site por USD 10.00 por mês | Big Boss: Assinatura mensal do impresso + acesso online ilimitado por USD 30,00 por mês.

    – Tiragem: 2500 em cada cidade.
    – Número médio de páginas: 27
    – Organização editorial:
    Front Page (1)
    Index (1)
    Editorial (1)
    North America (2)
    South America (2)
    Europe (3)
    Asia (2)
    Middle East (1)
    Internacional (2)
    Up and Down (2)
    Market (2)
    Numbers to Letters- Coluna Opinião (2)
    Novelty (1)
    Publicidade (5)

    Descrição do Produto apresentado:

    1#Front Page- A escolha do nome do jornal partiu do princípio que o trabalho do “Goldsmith” ou ourives, em português, se trata de uma função análoga à que procuramos exercer dentro deste veículo. Todo cuidado, atenção e esmero com o produto confeccionado resultam em um trabalho final digno de ser cuidadosamente apreciado, como uma joia realmente, com uma aura em torno da mesma. Um conteúdo precioso e irretocável.

    O símbolo escolhido procurar lembrar, além da própria figura do ourives, os timbres que eram utilizados nas cartas ao longo dos séculos XIII, XIV e XV. A tom aveludado do vermelho e a faixa dourada no canto superior direito da página trazem também tons mais nobres para o produto. A fonte utilizada no nome do jornal foi a Perpetua Titling MT, a serifa proporciona um caráter mais tradicional e sofisticado à marca.

    Na parte inferior do logo da empresa, envolvendo o cabeçalho e também na parte inferior da página existem linhas finas e horizontais, que buscam trazer clareza e organização para o jornal, que apesar de possui elementos que remetam a um certo tradicionalismo, é um produto que veio com o objetivo de inovar o mercado e unir de forma equilibrada e plena, o melhor da plataforma impressa e digital. Assim como as linhas, os boxes inferiores, a foto em forma de caricatura e as fontes utilizadas no título da matéria (Geosans) e no texto em si (Times), refletem o perfil inovador e empreendedor que o jornal propõe. As cores se mantém ao longo da página a critério de identificação da marca e também, por se tratar de um produto semanal, permite o uso de elementos iconográficos e figuras mais estilizadas e artísticas.
    Os boxes vem na parte inferior para dar equilíbrio à pagina. A fonte é utilizada em caixa alta também por esse motivo e para que também possa ter destaque, mesmo em uma página com figuras de caráter mais artístico. As pontas coloridas, no canto superior direito de cada box, diferenciam as editorias as quais aqueles títulos dizem respeito, a indicação de página ajuda o leitor a organizar sua leitura, mesmo antes de verificar o índice que segue já na segunda página, com todas as matérias elencadas.

    2#Europe- A página trata de toda atividade comercial em solo europeu.
    A apresentação da editoria vem no canto esquerdo da página, representada pelo pequeno mapa ali visível. Logo abaixo, no mesmo canto esquerdo, a foto e a coluna do economista responsável pelo continente e com a sua consideração principal sobre o decorrer da semana. O QR foi posicionado logo abaixo, de maneira discreta para não chamar mais a atenção do leitor do que a própria página. – Este código direciona o leitor para as tabelas e dados disponíveis no site, assim como o link também abaixo.
    A matéria principal da página possui o título no mesmo tom de vermelho característico do jornal. Esta não possui foto, seu foco é exclusivamente a análise profunda de determinado fato. Já as outras duas notícias presentes na página vem acompanhadas de fotos, que bem ilustrem a informação, acompanhadas de textos mais curtos, mas ainda sim mais incisivos, trazendo a análise da notícia que já havia sido veiculada na internet, apresentando relações entre fatos, etc.

    #3-North America- Seguindo o padrão do caderno anterior, esta página também possui um colunista especializado no tema America do Norte, escrevendo sobre o destaque da semana, em sua opinião, sempre apontando elementos que devem ser analisados pelo leitor para melhor compreender o tema. O colunista busca contextualizar e opinar no destaque da semana, que já foi veiculado de maneira mais branda e imparcial no site do veículo. O recurso do QR e link também são utilizados.
    Nesta coluna também pode-se observar a presença de elementos iconográficos que dão mais vida à página, dando equilíbrio a página que possui
    A diferença é que neste, a segunda matéria ganha maior espaço, proporcionando uma análise ainda mais detalhada e completa sobre o tema proposto.

    Fabiane Carrijo e Guilherme Costa

    18/06/2013 em 23:19

  19. Planeta Bola

    1) Identificação e segmentação:
    O nosso projeto é denominado ‘Planeta bola’ e seria um jornal semanal sobre futebol internacional. Ele preenche uma lacuna do jornalismo esportivo impresso, o qual ainda não possui uma publicação específica para esse nicho que tem crescido nos últimos anos.
    Ele seria veiculado às sextas-feiras, para que já servisse como guia durante as rodadas dos finais de semana e focaria no público que realmente acompanha futebol, sendo, portanto, algo bem específico. A circulação, a princípio, estaria nos grandes centros futebolísticos, como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Minas Gerais e Bahia.

    2) Papel e formato:
    O tipo de papel usado é de gramatura alta e impresso no formato tabloide (265 x 290). O jornal recebe dois grampos na dobra, para facilitar na hora de folhear rapidamente.

    3) Organização:
    O jornal apresenta um caderno único, dividido por ligas nacionais. O número de páginas está atrelado à quantidade de clubes ‘relevantes’ que cada liga possui.

    1. Caderno Único (25)
    1.1. Capa (1)
    1.2. Editorial e Opinião (1)
    1.3. Classificações e tabelas (1)
    1.4. Campeonato Inglês (5)
    1.4.1. Manchester United (1)
    1.4.2. Manchester City (1)
    1.4.3. Chelsea (1)
    1.4.4. Liverpool (1)
    1.4.5. Tottenham/adicionais (1)
    1.5. Campeonato Espanhol (4)
    1.5.1. Barcelona (1)
    1.5.2. Real Madrid (1)
    1.5.3. Atlético de Madrid e Málaga (1)
    1.5.4. Valencia e Sevilla/adicionais(1)
    1.6. Campeonato Alemão (4)
    1.6.1. Bayern de Munique (1)
    1.6.2. Borussia Dortmund (1)
    1.6.3. Bayern Leverkusen e Schalke 04 (1)
    1.6.4. Wolfsburg e Werder Bremen (1)
    1.7. Campeonato Italiano (5)
    1.7.1. Milan (1)
    1.7.2. Inter de Milão (1)
    1.7.3. Juventus (1)
    1.7.4. Roma (1)
    1.7.5. Napoli e Lazio/adicionais (1)
    1.8. Campeonato Francês (PSG, Lyon, Marseille e Mônaco)(1)
    1.9. Campeonato Português (Porto, Benfica e Sporting)(1)
    1.10. Outras Ligas (Russia, Holanda, Argentina, Japão…)(1)
    1.11. Humor, Cruzadas e Serviços (Programação, jogadores da semana e mercado da bola)(1)

    4) Tipologia:
    A tipologia é bem simples. Basicamente, as chamadas d capa, os títulos e os escritos em boxes estão em Verdanda, sem serifa. Para facilitar a leitura, as matérias são escritas com fonte serifada. Por fim, as linhas finas são grafadas em itálico, diferenciando bastante do restante da matéria e também do título

    5) Diagramação:
    A capa do jornal é basicamente formada por uma foto estourada, destacando a principal matéria da publicação. Logo abaixo, sempre, haverão três chamadas, com os símbolos dos clubes em opacidade muito abaixo. Em cada uma das chamadas, há a indicação de qual campeonato nacional estamos falando. Ainda na capa, há uma moldura, para não atrapalhar na hora de grampear a publicação e também dando um aspecto mais ‘clean’.
    Nas capas internas, o que predomina é o equilíbrio. Os únicos elementos que podem ‘desequilibrar’ a simetria, são a foto da matéria principal e o símbolo do clube, que identifica logo acima da página qual agremiação estamos tratando. Por isso, os dois estão em lados opostos.
    As matérias menores sempre estão dentro de boxes e com uma tarja na cor do clube, deixando a publicação bem colorida.

    6) Cores:
    A cor predominante da identidade visual do jornal é o marrom, já que esse tom não remete a nenhum clube ou agremiação futebolística, ou mesmo a algum país. A cada seção nas página de reportagens, que corresponde a uma liga nacional, a arte com a bandeira identifica de qual nação estamos falando. Logo abaixo, há uma tarja com a cor que remete ao clube da página. Por exemplo, a página do Manchester United é vermelha.

    7) Iconografia:
    O logotipo do jornal vem em destaque na capa, bem acima, sobre um fundo marrom em degrade, não remetendo a nenhum clube, fator imparcialidade. Dentro da publicação, ele não aparece mais, por ser bastante grande. Nossa intenção é focar nos clubes em si, na informação.
    Como já ressaltado anteriormente, todas as matérias ‘menores’ vem dentro de boxes e com uma tarja acima, para evitar possíveis ‘confusões’.
    Em cada capa interna, a bandeira do país, bem acima na página, identifica de qual país estamos falando e uma tarja logo abaixo, na cor característica do clube, junto com o símbolo do time, trazem um caráter visual bem descolado.

    João Victor Belline Correia

    18/06/2013 em 23:31

  20. Planeta Bola, post acima, por José Guilherme Magalhães e João Victor Belline.

    João Victor Belline Correia

    18/06/2013 em 23:35

  21. Nome e slogan do jornal:
    Impacto Ambiental – Uma experiência em jornalismo ambiental
    Formato e tipo de papel:
    Papel-jornal de gramatura-média, tamanho 26 x 30,7cm
    Tipologia:
    As fontes do texto do jornal e da legenda da imagem é a “Georgia”, do box “Arial”, do headline é a “Lithos Pro”, os títulos de matéria são “Source Sans Pro”, as linhas finas são “Liberation Serif”, a identificação da reportagem é “Constantia” e a das dicas ambientais é a “Tekton Pro”. Decidimos manter a serifa apenas nos textos das matérias e reportagens do jornal, para manter um tom de seriedade na parte da informação. Colocamos o slogan do jornal no headline para reforçar a marca do jornal, assim como o símbolo da folha na indicação de página. Outra mudança foi o ponto final de cada matéria, na forma de um quadradinho da cor verde.
    Diagramação: A mudança na diagramação foi no número de colunas. Inicialmente, o projeto não possuía um número padrão de colunas, a partir dessa reestruturação ficou estabelecido quatro colunas por página e duas colunas para imagem. Outra mudança foi nas “dicas ambientais” que anteriormente eram colocadas no canto esquerdo das páginas, depois da mudança as dicas possuem linhas próprias que determinam seu espaço na folha e um sombreado na cor verde para destacar essa mudança.
    Cores:
    O jornal utiliza em sua maioria a cor verde e variações dessa cor, por ser um jornal de conteúdo ambiental escolhemos manter essa preferência por remeter automaticamente ao meio ambiente. Já o logotipo oficial branco e preto, dependendo da imagem de capa.
    A reestruturação do jornal
    Segmentação temática:
    O jornal visa apresentar questões ambientais voltadas à linguagem do público estudante do ensino médio público brasileiro (14 a 19 anos), mais especificamente da cidade de Bauru/SP.
    Características do conteúdo editorial:
    O jornal contará com análises sobre questões do meio ambiente, explicando o que acontece, suporte de conscientização, passatempos, notícias, crônicas, perfil de pessoas que possuem atitudes ambientais, etc.
    Abrangência de circulação:
    Local, escolas de ensino médio público da cidade de Bauru.
    Logística de distribuição:
    Entrega em mãos diretamente nas salas de aula
    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura:
    Gratuito, feito em parceria com o “JC (Jornal da Cidade) na Escola”
    Tiragem média prevista:
    2.000 exemplares bimestrais
    Número médio de páginas:
    16 páginas
    Organização editorial:
    Caderno único de 16 páginas
    1. Capa
    2. Editorial
    3 a 8. Matérias em geral
    7 a 9. Matéria de capa (pode ocupar a página 10, caso seja necessário)
    10 a 15. Matérias em Geral
    15. Perfil (pode ocupar a página 14, caso seja necessário)
    16. Passatempos

    Isabela Giordan e João Pedro Ferreira

    18/06/2013 em 23:45

  22. Nome do Jornal: Cultura Gratuita
    Slogan: “um jornal da livraria cultura”
    Sede: São Paulo – São Paulo – Brasil.
    Público-alvo: classes A e B
    Preço: Gratuito
    Periodicidade: mensal
    Segmento temático: Cultura e Entretenimento (altamente especializado)
    Abrangência: Jornais disponíveis em todas unidades da Livraria Cultura no Brasil (São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Fortaleza, Salvador, Distrito Federal

    Papel e formato: papel couché, de gramatura médica [115g/m²], em formato tabloide (aprox. 31,7×28), com acabamento altamento brilhoso e superfície uniforme. A encardernação é do tipo industrial.
    Organização editorial
    – capa (1)
    – editorial/seção do leitor – [Leitor Cultura] (1)
    – reportagem [Cultura Reportagem]- (1)
    – entrevista/perfil [Cultura Entrevista/Perfil] (1)
    – resenha sobre livros, shows, teatros, filmes, séries, entre outros – [Cultura Crítica] (1)
    – serviços (agenda cultural) [Cultura +] (1)
    O caderno é único, e não há utilização de suplementos.
    A tipologia é algo de grande destaque no jornal, visto que são utilizadas 7 fontes distintas ao longo do jornal, uma vez que o Cultura Gratuita imagina que uma maior variedade de formas tipológicas facilitam a leitura e trazem uma harmonia estética mais agradável aos olhos.São utilizadas as fontes Arista 2.0 (Logo, cabeçalho, editorias, páginas), Californian FB (chamadas da editoria na capa, títulos), Cambria Math (texto do que é apresentado na capa), Book Antiqua (legendas), Baskerville Old Face (linha final e reportagem da Editoria Cultura Reportagem), Berlin Sans FB (título da reportagem), Corbel (informação de serviço)
    Haja vista que a temática do jornal passa longe do conteúdo “hard news”, com um conteúdo bem informal, a diagramação apresenta uma proposta leve e descontraída. Indo ao encontro dessa informalidade, o Cultura Gratuita aposta em um visual clean, com uma diagramação que dispensa o uso de linhas, fios, e outros elementos tradicionalmente utilizados para separação e demarcação de textos. Para alguns assuntos, o jornal às vezes utiliza infográficos e boxes, a fim de facilicar a compreensão do leitor. Modulação de páginas estilo numeral [ex. 2, 3,4 … ]. Há o uso de branco.

    As variações cromáticas do jornal são grandes, devido principalmente a dois pontos-chave: como o jornal dispensa utilização de fios e linhas, a distinção no uso das cores acaba por delimitar o início e o fim de um texto, além de facilitar a identificação visual do jornal no todo. Além disso, o Cultura Gratuita acredita que uma maior palheta de cores enriquece visualmente o jornal, e, assim como uma variada utilização tipológica, isso vai ao encontro da proposta básica do jornal, que é transmitir cultura sob uma ótica informal e visualmente agradável aos olhos. Logotipo, título das editorias (com exceção da capa)e os números das páginas possuem uma nuance de azul que é marca registrada do logotipo Livraria Cultura. Em cada editoria, há uma cor específica para que o leitor cria um vínculo de identificação com cada parte do jornal. Em algumas editorias, como por exemplo em Cultura Reportagem, há utilização da mesma cor sólida no título e linha fina (verde), porém em tonalidades distintas. Todas as legendas de fotos e imagens (com exceção da capa) são em tom alaranjado.
    Em termos de iconografia, há o logotipo do jornal em azul, que é referência ao logo da Livraria Cultura (no jornal, essa cor é utilizada também somente nos números das páginas e também no nome de cada editoria fora da capa). Além disso, o jornal sempre utiliza um box de fundo cor de rosa em alguma das editorias(a cada mês, há uma alternância). Essa foi uma proposta apresentada por um dos estagiários, justamente porque o jornal precisava criar alguns elementos que consolidassem sua identidade visual (vale observar que, sempre que há utilização do box cor de rosa, ao lado dele haverá espaço em branco, afim de balancear o jogo de cores). Além disso, todas as editorias (Leitor Cultura, Cultura Reportagem, Cultura Entrevista/Perfil, Cultura Crítica e Cultura + ) do jornal levam o termo “Cultura”, diafanamente para fins de conexão entre as editorias, a proposta temática e o nome do jornal.

    Pedro Cardoso

    19/06/2013 em 0:00

  23. Relatório
    Jornal: Leitor
    Slogan: Informação com qualidade
    Formato e tipo de papel: Tabloide Germânico em papel sulfite
    Segmentação temática: Informação geral
    Características do conteúdo editorial: poucas matérias mas com aprofundamento do assunto. Análises, com diversas fontes. Pautas com abordagem transversal.
    Abrangência de circulação: Circulação Nacional
    Logística de distribuição: Vendas em bancas e livrarias, com opção para assinatura
    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura: Valor de 3 reais e a assinatura mensal de 78,40
    Tiragem média prevista: 200 mil por dia, distribuidos 50% na região Sudeste, 20% para as regiões Norte e Centro Oeste e 30% para as regiões Nordeste e Sul
    Número médio de páginas: 16 páginas
    Organização editorial: Caderno único.
    Editorias de Nacional (3 páginas)
    Política (2 páginas)
    Economia (2 páginas)
    Internacional (2 páginas)
    Américas (2 páginas)
    Cultura (2 páginas)
    Esporte (1 página)
    Serviços (1 página)
    Opinião e crônica ( 1 página).

    O objetivo do jornal é ser fácil de se manusear e ler, por conter muitos textos, de forma a não ser cansativo e conseguir trazer a informação completa. Para isso, a fonte deve ser leve, bem como a cor escolhida, verde, ser uma cor que passa leveza e tranquilidade.

    Heloise Montini

    19/06/2013 em 0:12

  24. Relatório Final – O PLURAL // Isabela Ribeiro // Jornalismo Noturno

    Identificação e segmentação
    Nome e slogan do jornal: O PLURAL – Onde a diversidade e a unidade se encontram
    País: Brasil / Produzido em São Paulo / Público: interessados em cultura antropológica e artes / Periodicidade: quinzenal / Segmento temático: cultura antropológica e artes / Abrangência da circulação: nacional.

    O Plural é um jornal temático, especializado em cultura de povos (antropologia) e artes. O objetivo principal do jornal é mostrar as diferentes culturas, povos e tribos existentes no mundo, as diversas manifestações artísticas, reverenciar o trabalho de fotógrafos, além de publicar e analisar as notícias dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo, especialmente daquelas que tratam de temas de interesse cultural, antropológico, político, universal e social. O jornal traz uma diagramação próxima à diagramação de uma revista a fim de trazer uma leitura diferenciada, dinâmica e leve, e também por se tratar de um jornal de grandes reportagens, reportagens especiais, que demandam um grande tempo de produção. A grande quantidade de imagens é uma característica inegociável, além das cores fortes, a fim de representar a diversidade mundial. O jornal, a princípio, circula apenas no Brasil em sua forma impressa.

    Logística de distribuição: bancas, e entrega à domicílio por meio de assinatura.
    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura: avulsa R$10,00 – assinatura semestral: R$100,00 – assinatura anual: R$180,00

    Tiragem média prevista: 30 mil. 20% por cento para cada região.

    •Número médio de páginas:
    30 páginas:
    – (1) Capa
    – (2) O AUTOR/O LEITOR (editorial/opinião autor e leitor/cartas)
    – (5) O POVO: Grande reportagem sobre um povo específico
    – (3) O BRASIL: Análises de/e notícias do Brasil, factuais ou não, relacionadas a povos e tribos (inclusive tribos urbanas)
    – (5) O MUNDO: Análises de/e notícias do mundo, factuais ou não, relacionadas a povos e tribos (inclusive tribos urbanas)
    – (2) O ECONÔMICO: economia nacional e internacional (dados, indicadores, estatísticas e matérias)
    – (2) O FOTÓGRAFO: Perfil e mostra de fotos de um fotógrafo.
    – (1) O ESPORTISTA: descobrindo os diferentes esportes praticados pelos diferentes povos e grupos.
    – (4) encarte O INFANTO: páginas dedicada às crianças, com matérias relevantes na linguagem delas, além de jogos e desenhos.
    – (1) O TURISTA: página de turismo.
    – (1) Sessão O CULT (agenda cultural/cinema)
    – (1) Sessão O SERVO (serviços/mapa mundi/mapa Brasil/infográficos/endereços, telefones e sites de museus e organizações culturais)
    – (1) Sessão O FEITOR: entrevista com um profissional de alguma área sobre a profissão.
    – (1) Contra-capa: Foto atual de destaque nos últimos dias ou de algum fotógrafo renomado.

    Formato e tipo de papel: Tablóide – Papel Jornal reciclado de média gramatura

    Tipologia: Para o título do jornal foi escolhida a fonte Trajan Pro, de linhas finas, arredondadas e cerifadas, o que traz leveza e linearidade. Para títulos, nome de cadernos e chamadas, a fonte utilizada é a Impact, por transmitir força e chamar atenção pelas linhas grossas. Já para os demais textos, linhas finas e legendas a fonte escolhida foi a Helvetica, com formas bastante arrendondadas e lineares ao mesmo tempo, garantindo a clareza e leveza na leitura.

    Diagramação: Nenhuma edição deve ser totalmente padronizada. A disposição das imagens e notícias dependerá do material produzido para cada publicação. Os padrões são o uso de muitas imagens, cores vivas e quentes, e equilíbrio. A capa deve trazer uma foto ocupando toda, ou quase toda, a página, da principal reportagem da edição, e conter apenas as principais chamadas, para não sobrecarrega-la. A utilização de fotos com path é comum. O uso do branco também é valorizado, além de linhas finas e delicadas para separação de matérias e assuntos. Fotos-legenda também estão presentes em larga escala. A variedade e o equilíbrio devem ser a marca registrada do jornal e transparecer em cada página, a fim de representar o slogan do jornal.

    Cores: cores quentes, vivas e diversas, ás vezes suavizadas para não sobrecarregar, a fim de representar a diversidade da cultura universal. Os títulos são de preferência são pretos, para ter equilíbrio diante das várias cores ao redor.

    Iconografia: a logo do jornal é formada por 3 pessoas, brancas e pretas, mais uma vez a fim de representar a diversidade e unidade. Muitas das linhas utilizadas são linhas pontilhadas.

    Isabela Ribeiro

    19/06/2013 em 2:04

  25. Relatório
    O Olhar Paulista – Uma visão de todos

    O Olhar Paulista foi pensado para ser um jornal tão grande quanto o Estadão ou a Folha, mas a sua proposta não é “ser mais do mesmo” e sim inovar o modelo atual das publicações impressas brasileiras. Tal inovação começa pelo formato: inspirada por grandes jornais europeus como o Le Monde e o El País, resolvi que o Olhar teria caderno único com formato Berliner, o que facilita sua leitura e armazenamento.
    O uso de branco na capa produzida é intencional. Com base em uma das edições do jornal norte-americano The Hartford Courant, concluí que o recurso do branco contribui para uma publicação mais atrativa desde que os elementos sejam bem dispostos. Para que a capa não seja limitada a um só assunto, a alternativa que utilizei foi colocar chamadas das editorias mais lidas do jornal (supostamente, claro).
    A tipografia escolhida para a publicação é do tipo serifada, tanto por seu aspecto esteticamente bonito, tanto pela leitura agradável proporcionada por ela. As únicas variações ocorrem no logotipo do jornal e nos créditos das imagens: optei pelo uso de fontes não-serifadas por motivos de diferenciação e destaque.
    O Olhar Paulista é marcado pelo uso de diferentes tipos de linhas em suas páginas. Inspirada pelo Le Monde – jornal que analisei para um dos trabalhos da disciplina – encontrei nas linhas uma maneira dinâmica de dividir os elementos de uma página e ao mesmo tempo deixar a publicação organizada e agradável aos olhos do leitor.
    A fim de “quebrar” um pouco o cinza natural de um jornal impresso em papel-jornal, resolvi utilizar cores de uma forma sutil para identificar cada editoria. Algumas delas foram escolhidas de forma aleatória, outras possuem significado: o verde da editoria de Economia remete à cor do dinheiro – no caso, o dólar, uma das moedas mais influentes do mercado financeiro – já o vermelho da editoria especial intitulada Conclave remete à cor da batina dos cardeais do Vaticano.
    Para que a página de reportagem não se tornasse cansativa, a imagem em destaque e o uso de boxes foram os recursos que julguei mais interessantes. Já na página de serviços – inserida na editoria São Paulo – mapas e ilustrações são recursos atrativos, ideais para acompanhar notícias sobre trânsito e previsão do tempo.
    Por fim, as páginas internas do Olhar têm um pequeno ícone em um dos cantos superiores (depende da abertura da página), o qual contém o logotipo do jornal, dia da semana e data da publicação. Esse é um recurso apenas para identificação.
    Posso dizer que a criação do Olhar foi uma atividade gratificante que me proporcionou grande aprendizado e um resultado satisfatório.

    Tatiane de Sousa

    19/06/2013 em 2:34

  26. O jornal Tribuna de S. Paulo foi formulado para competir com os três maiores jornais brasileiros – Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo – a fim de que possa levar ao leitor seriedade, compromisso com a informação com um modo diferente de se noticiar.

    O logotipo do jornal é feito em letras góticas para levar ao público seriedade e credibilidade, assim como os grandes e antigos jornais existentes no mundo, como o Le Monde e o The New York Times. Na capa, há a presença do logo, do slogan logo abaixo do logo e da linha-data, que possui o nome do diretor de redação, da data baseada no calendário cristão e a edição a qual pertence o jornal, assim como o horário de fechamento e o valor unitário para bancas e demais locais de venda.

    A manchete principal fica em destaque na página: é escolhida uma foto simbólica que represente o tema, assim como um pequeno texto é formulado e o tema da manchete é destaque um pouco acima da foto para que, com o jornal dobrado ao meio, o leitor possa ver do que se trata o assunto principal do jornal.

    Mesmo com um logotipo tradicional e formato standard, a Tribuna de S. Paulo pretende ser moderna apostando num design diferenciado e que atraia um público mais jovem e atendo a notícias sérias: o uso do branco na capa do jornal, com uma grande imagem que ateste o que de mais importante acontece serve para chamar a atenção de quem passa na rua rapidamente. Além disso, pequenas chamadas de outras editorias são feitas na capa. Cada editoria possui uma cor. Na capa, estão representados os cadernos Nacional (azul claro), Economia (verde), Opinião (roxo), Cotidiano (amarelo), Tecnologia (lilás), Esporte (laranja) e Cozinha/suplemento (vermelho). Ao final da capa, há uma propaganda em formato horizontal.

    As cores destacadas para cada caderno foram escolhidas aleatoriamente, com exceção de algumas. Esporte é laranja devido a nenhum time de futebol grande utilizar tal cor em seu uniforme, assim como Economia é verde porque a cor remete à cor do dinheiro sempre presente em desenhos, histórias em quadrinhos, no dólar real etc. Cada caderno, também, é marcado, na capa, com duas linhas que, no seu meio, são “interditadas” por um losango, para que tenham destaque na capa, chamando a atenção do leitor para que ele veja onde está o que ele deseja ler.

    Deve-se destacar que, na legenda da foto, há uma nova maneira de se colocar crédito nas fotos: a tipologia da fonte usada para caracterizar o fotógrafo é não serifada, diferentemente de todo o restante do jornal. Além disso, os créditos vêm ao lado direito da legenda, e não ao lado da foto, como de costume. Assim sendo, o fotógrafo tem mais destaque e o seu trabalho pode ser melhor avaliado.

    Na página de reportagens e na página de serviços, o cabeçalho é semelhante, visto que contém a indicação da página (caderno e número da página), dia da semana, data e logotipo do jornal em tamanho menor.

    Na página de reportagens, há a simulação de que a página seja a primeira página do caderno Nacional, em que há, portanto, o nome do caderno (Nacional) e uma linha que o separa do conteúdo do caderno. Logo abaixo, a linha fina junto com o título da primeira matéria são destaques, com ênfase na linha fina vindo acima do título.

    A foto sobre o tema – no caso, o mesmo que o da capa –, ocupa todas as seis colunas da página (visto que as páginas internas do jornal possuem, todas, seis grades a fim de que haja seis colunas em cada). O nome dos repórteres bem em negrito e itálico, sendo separados do texto em geral. Na legenda da foto, o mesmo da capa ocorre: o nome de quem tirou a foto é destacado em letra não serifada, em negrito, no canto direito, ao lado da legenda e não ao lado da foto.

    Ao longo do texto, podem ser vistos intertítulos os quais são utilizados para dar fluidez ao texto. Logo no começo, a capitular ocupa três linhas. Nos intertítulos, há um espaço de uma linha (em branco) para que o leitor possa “respirar” durante o texto. Com o maior uso de imagens e de uma página mais colorida, pretende-se levar seriedade ao leitor sem que, para isso, haja um uso de “mais do mesmo” utilizado pelos grandes jornais. Assim sendo, utiliza-se, portanto, um maior uso de branco e de imagens como contraponto aos outros jornais.

    Na página de serviços, há, em primeiro lugar, uma coluna cujo tema principal é o retrato da cidade de São Paulo feito pelo colunista. Além disso, há a previsão do tempo com uma previsão detalhada para a cidade de São Paulo, além das capitais dos demais estados Brasileiros e de algumas das principais cidades do mundo. Também há o setor de loterias e o de rodízio veicular da cidade de São Paulo. Ao fim da página, obituário e reclamações dos leitores acerca da cidade.

    Victor Francisco Rezende

    19/06/2013 em 3:38

  27. Nome e slogan do jornal: Maracutaia, a mais nova armação cultural
    Formato e tipo de papel: Tabloide normal em papel-jornal colorido
    Segmentação temática: Jornal cultural
    Características do conteúdo editorial:
    agenda cultural do fim de semana e análises críticas de conteúdo cultural
    Abrangência de circulação:
    local, apenas na cidade de São Paulo
    Logística de distribuição: distribuição nas ruas e em estações de metrô/trem
    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura: gratuito
    Tiragem média prevista: 200 mil diário
    Número médio de páginas: 8 páginas
    Organização editorial (estrutura de cadernos, editoriais e seções, considerando o número médio de páginas de cada segmento temático)
    *capa
    – seção do leitor/editorial (1)
    – literal (seção de crítica literária) (2)
    – reportagem especial/ perfil (2)
    – eventos/shows (crítica) (1)
    – agenda cultural (1)

    O Maracutaia é um jornal cultural, criado para atuar principalmente na periferia de São Paulo, mas com o propósito de espalhar a cultura e a arte urbana para o resto da cidade. Dessa forma, a proposta do jornal seria abordar a agenda cultural de final de semana de eventos de bairros periféricos, além de realizar análises críticas de músicas, performances, filmes e artistas da periferia. Para poder atingir tal público, o objetivo do jornal é ser distribuído gratuitamente, utilizando-se de recursos de propaganda para se manter. O papel, o tamanho e o número de páginas também foram pensados para servir ao baixo custo do jornal. O tamanho em tabloide normal serviria para tornar a leitura mais rápida e prática.
    Tive como influência o tabloide liberal francês Libération – também utilizado na aula de análise de jornais – e outras publicações que abordavam temas da periferia. Esta última influência, inclusive, me pôs em dúvida em relação às diferenças entre um jornal e revista, já que excluindo se o fato do Maracutaia ser publicado em papel jornal, sua estrutura assemelha-se a revistas culturais. Apesar disso, grande parte do design foi pensado tendo como modelo o Jornal Libération, que possui visual clean, com pouca iconografia. Apesar disso, são utilizadas fontes personalizadas para cada seção do jornal – como exemplo, temos a seção “Literal”, onde foi utilizada uma fonte que lembra a escrita cursiva -, além de possuir um esquema variado de cores – que traz a ideia de espontaneidade e diversão – e possuir alguns recursos visuais para organização das matérias e divisão com a propaganda, localizada na parte inferior da página. As cores da capa não seriam fixas, mudando de acordo com a foto principal.
    A diagramação da página conta com o número fixo de três colunas, não utiliza recursos como intertítulos ou olhos. A iconografia é quase inexistente, contando apenas com a presença do logo do Jornal com uma pequena imagem de dançarino de hip hop acompanhado com o nome do jornal em fonte original – que remete ao grafite, à arte urbana. Para um visual mais despojado, a capa conta com diversas fontes diferentes, como Gentium Basica, Bell Gothic e Minion Pro, além de ter colunas sem justificação gráfica. Já a tipologia do interior do jornal é mais simples, quase toda em Garamond, com diferença apenas na legenda, que é em Times New Roman.
    OBS.: as informações técnicas do jornal ocupam a segunda página do jornal, junto com a seção do leitor e editorial.

    Giovanna Diniz

    16/09/2013 em 0:04

  28. CORREIO BAURUENSE
    Bauru em suas mãos

    Identificação e Segmentação: O jornal Correio Bauruense surge com o propósito de preencher uma lacuna na imprensa bauruense na questão referente ao conteúdo analítico e à cobertura jornalística. O projeto pretende trabalhar com textos opinativos e que garantam identidade à publicação, considerando que o jornalismo impresso encontra-se em um modelo saturado e dificilmente pode se sustentar apenas com notícias factuais, que possivelmente são veiculadas em outros meios anteriormente. Tal necessidade de estabelecer um modelo característico, principalmente através de textos exclusivos, mostra-se ainda mais válida em caso de um jornal novo, com público a ser conquistado. Quanto ao público-alvo, o Correio visa atingir todas as idades, mas mantém o desafio de alcançar prioritariamente uma população de meia idade, entre os 20 e 35 anos, que pode ser enquadrada, de certa forma, como uma geração posta no meio termo entre aqueles completamente afeitos à internet e os assinantes cativos e fiéis de determinados jornais impressos. O conteúdo vai englobar temas gerais e nacionais, mas mantém foco principal em questões municipais, para poder tratá-las de modo mais próximo e evidenciar as coberturas exclusivas.
    Papel e Formato: O jornal é impresso em papel-jornal, com gramatura média (70-90g/cm2) e segue o formato Berliner (480 × 280 mm).

    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura: Assinatura mensal díária de 34,90. Apenas de edições de finais de semana, 9,90. Valor unitário de 1,50 para as edições de segunda a sexta-feira e 2,50 aos fins de semana.

    Tiragem média prevista: 14 mil exemplares de segunda a sexta-feira e 18 mil aos fins de semana.

    Organização: Caderno Único
    – Capa
    – Opinião/Leitor(2)
    – Política(6) – Esta é a maior editoria do jornal por abordar não apenas os fatos diretamente ligados à política, mas também a repercussão das questões do poder para a sociedade e a comunidade bauruense.
    – Geral (1) – Tratará de outros assuntos da cidade, como educação, saúde ou destaques que não se enquadram especificamente em política.
    – Economia(2)
    – Cidadão (Serviços)(3) – Espaço para ser composto com todos os fatos e informações que se classificam como serviço para o leitor, incluindo matérias de prestação de contas e respostas a necessidades ou reclamações da comunidade.
    – Nacional (3)- Apenas notícias de grande relevância estadual e nacional, principalmente aquelas que afetam mais diretamente a cidade.
    – Geral (1) – Informações relacionadas ao noticiário internacional.
    – Cultura (4) – Ampla cobertura e análise do cenário cultural nacional e, principalmente, regional.
    – Esporte(1 a 3) – Acompanhamento dos acontecimentos esportivos das modalidades de relevância para Bauru e nos principais campeonatos do país.

    Suplementos:
    – Sábado – “Semanal”: Encarte separado com caráter mais analítico, que apresenta um resumo dos principais temas da semana em forma de reportagens maiores (média de 8 páginas).
    – Quarta-feira – “Saúde”: abordagem da questão da saúde e temas afins, com enfoque mais leve, abordando temas comportamentais e estéticos. (média de 6 páginas).
    – Domingo – “TV e Entretenimento”: aprofunda a temática de TV e entretenimento que nos outros dias da semana são agregados à editoria de Cultura.

    Tipologia: O jornal utiliza as fontes Lithos Pro e OCR a Std em logotipo, slogan e linha-data. Esse padrão tipológico transmite uma maior leveza e impacto visual, por se limitar a títulos especiais e curtos. No resto da publicação, a fonte predominante é a Gill Sans MT, tipologia não serifada simples, mas não tão clássica quanto fontes mais básicas, em razão do caráter que mescla tradicionalismo e inovação no jornal.

    Diagramação: As páginas trabalham com grid que varia entre 4 a 5 colunas. Observa-se o padrão do uso de linhas duplas para separação e ênfase ao longo do jornal. O espaço em branco e o rompimento do grid por imagens é utilizado, principalmente, em páginas de cadernos como o de cultura e os suplementos, que pressupõem assuntos a serem abordados de modo mais leve, mais semelhante à diagramação de uma revista.

    Cores: O jornal é colorido, sem restrição quanto ao uso de cores, entretanto, tem uma inclinação ao maior uso das cores da bandeira da cidade de Bauru, principalmente o verde, presente de forma mais constante entre as páginas.

    Iconografia: O jornal faz utilização de iconografia referente à bandeira do município de Bauru em seu logo, na forma que corresponde ao C da palavra “Correio”. Além disso, na sessão de carta do leitor, há o símbolo de um envelope ao lado do título; o enunciado para o quadrinho, insere a palavra ‘tirinha’ em um modelo quadriculado, fazendo referência à formação do elemento que se segue e no título para a exibição dos resultados das loterias, o ‘s’ final da palavra é substituído por cifrão, aludindo imediatamente à ideia do dinheiro.

    Amanda de Moura Costa

    18/09/2013 em 1:02

  29. Nome e slogan do jornal: Brasileiríssimo: o seu brado retumbante
    Formato e tipo de papel: O jornal será em modelo berliner (315×470) com encarnação única, e os suplementos serão impressos em meio-standard, sendo vendidos dentro do jornal ou separadamente. O papel utilizado será o papel-jornal, com média gramatura. A capa do jornal e as primeiras de cada editoria, e as páginas com fotos ou infográficos serão coloridas.
    Segmentação temática: O jornal é destinado às classes A, B e C do país. Ele aborda notícias das áreas de política, economia, ciências e tecnologia, esportes, cultura, internacional, nacional e serviços. As matérias terão sempre uma abordagem analítica, sendo que a editoria de nacional será sempre o destaque do jornal.
    Características do conteúdo editorial: O jornal buscará ser analítico, deixando as matérias e notas factuais para o site. O objetivo é oferecer ao leitor uma visão mais aprofundada e a repercussão de fatos que foram divulgados anteriormente, trazendo a opinião de especialistas, editoriais e artigos. O jornal oferecerá ainda serviços, como loteria, e classificados. Na contra capa, serão apresentadas as informações técnicas do jornal, o editorial e os meios do leitor entrar em contato com o jornal, como o email e as redes sociais.
    O jornal possuirá aproximadamente 43 jornalistas fixos e com algum tipo de especialização, sendo que 27 estarão nas capitais do país e sete correspondentes internacionais nos continentes (dois na América, um na anglo-saxônica e outro na latina). O jornal terá nove editores, sendo que cinco estarão e serão responsáveis por cada região do país e os outros quatro trabalharam com a comunicação dos setores do jornal. O Brasileiríssimo contará ainda com o trabalho de freelancers e outros analistas.
    Abrangência de circulação: O objetivo do jornal é ser de abrangência nacional, oferecendo a mesma quantidade de espaço para os estados brasileiros e, portanto, a mesma quantidade de exemplares para circulação. O maior foco será nas capitais, mas, dependendo da demanda, ele será distribuído também no interior dos estados.
    Logística de distribuição: O jornal será vendido nas bancas, postos de gasolina e padarias, sendo que os suplementos podem ser vendidos à parte. Há a possibilidade também da assinatura mensal ou anual, além da assinatura digital para computadores e tablets.
    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura: O preço do jornal com o suplemento será de R$2,00. Somente o jornal R$1,40 e somente o suplemento R$1,00. A assinatura mensal do impresso é de R$55 e anual é R$550,00. A assinatura da versão digital é de R$40,00 mensal e R$515,00 a anual. O preço da assinatura de somente os suplementos é R$28,00 mensal e R$312,00 a anual.
    Tiragem média prevista: Inicialmente, será distribuída a mesma quantidade de exemplares nas capitais do país como forma de teste. Cada uma dessas cidades receberá 10.000 exemplares de teste, e, conforme a procura, esse número aumentará ou diminuirá. Para as cidades de grande porte dos estados, serão distribuídos 4.000 exemplares, também sujeito a alterações.
    Número médio de páginas: O jornal possui aproximadamente 60 páginas e os suplementos possuem entre 30 e 50 páginas, dependendo do dia da semana, sendo quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo os dias com o maior número de páginas nos suplementos.
    Organização editorial: O jornal está organizado com as seguintes editorias:
    No poder: trata sobre a política do país, abrangendo o governo federal, os governos estaduais e, em caso de valor-notícia, os governos municipais. Além de abordar questões partidárias, fala sobre políticas públicas e decisões oficiais que afetam o cotidiano da população. Veicula também matérias especiais que explicam conceitos políticos e o funcionamento dos três poderes no Brasil, podendo fazer relações com outros países.
    Finanças: aborda a economia, com dados e análises das principais bolsas do mundo, sempre fazendo duas ligações: como a economia internacional afeta o país e quais são os reflexos da situação econômica do país na população. Apresenta ainda matérias especiais que explicam conceitos de Economia, dicas para empreendedorismo e economia pessoal.
    Popularesca: editoria responsável por abordar a cultura através de temas como cinema, televisão, moda, artes visuais, música e gastronomia. Os temas são diversificados e apresentados por especialistas e críticos. A editoria faz a cobertura de grandes eventos no país e divulga os destaques de cada região.
    Caramuru: é a editoria responsável por assuntos internacionais, mas buscando sempre saber como o Brasil é afetado. Isso não significa que as decisões internacionais que não se relacionem diretamente com o país não são abordados. Elas aparecem com menor destaque (a não ser em casos extraordinários) e sempre com a visão de um correspondente brasileiro.
    Nação: é a principal editoria e a que possui maior espaço no jornal. As pautas são de abrangência nacional e tratam de assuntos que merecem discussão, seja uma tragédia (como o atentado à escola de Realengo, no Rio de Janeiro), um fato positivo (como as manifestações pela diminuição da tarifa de ônibus em São Paulo) ou a realidade de algum lugar (como os conflitos entre índios e fazendeiros no Mato Grosso do Sul). A editoria é o destaque da capa do jornal, ocupando a maior parte dela, como capa-mural.
    Pra você: é a parte de serviços do jornal, que oferece uma boa parte do conteúdo de entretenimento como tirinhas, palavras-cruzadas, sudoku e caça-palavras. Mas apresenta também o espaço para o leitor se manifestar e no início da semana a previsão do tempo para as capitais do país, junto com a cotação das principais bolsas de valores do mundo e o resultado da loteria no final de semana.
    Fôlego: é a editoria de esportes. Além da cobertura dos principais jogos de diversas modalidades, apresenta também um espaço para comentaristas falarem sobre o que vem acontecendo nessa área, mostrando diversos pontos de vista e análise.
    Micromundo: essa editoria aborda assuntos da área de ciências e tecnologias, divulgando as descobertas e avanços, entrevistas com especialistas e matérias especiais que expliquem conceitos científicos.
    O jornal terá ainda suplementos diários com enfoque nas regiões brasileiras, sendo divididos da seguinte maneira:
    Nortista (segunda-feira): principais acontecimentos da região Norte.
    Centro-oestista (terça-feira): principais acontecimentos do Centro-Oeste.
    Sulista (quarta-feira): principais acontecimentos do Sul.
    Nordestino (quinta-feira): principais acontecimentos do Nordeste.
    Sudestino (sexta-feira): principais acontecimentos do Sudeste.
    Culturalismo (sábado): apresenta uma grande agenda cultural com os principais shows das capitais e destaques de artistas sugeridos pelo público nas redes sociais. O foco desse suplemento é apresentar no mínimo, duas opiniões sobre um produto cultural, qualquer que ele seja, além da cobertura detalhada de grandes eventos, como por exemplo, as Semanas de Moda do país.
    Candango (domingo): tem o foco nos acontecimentos políticos do Palácio do Planalto, Supremo Tribunal Federal e Congresso Nacional, todos com sede em Brasília. Além de matérias especiais, boletins informativos seguidos de análises e a opinião de especialistas, o suplemento apresenta também entrevistas e matérias com abordagens históricas.
    Tipologia: Não há muito variação da tipologia do jornal, sendo basicamente três: a do logotipo, a do slogan e a utilizada nas matérias. A principal variação é o tamanho das fontes utilizadas. O jornal apresenta essa característica por ter um logo bastante chamativo e destacar as fotos das matérias. Mantendo uma mesma fonte é uma maneira de manter um padrão mais forte no jornal.
    Diagramação: A diagramação varia entre a utilização de três colunas nas capas e quatro nas matérias. O jornal procura manter um alinhamento padrão e dividir as subseções com linhas e colunas bem definidas, facilitando a leitura de textos longos e densos. A utilização do branco é estratégica. Como o Brasileiríssimo apresenta muito recursos visuais, o branco aparece para equilibrar o esquema de cores e texto. As fotos possuem destaque nas publicações e são o chamativo e um complemento para o texto escrito. Tabelas e gráficos são auxiliares para a matéria.
    Cores: O jornal utiliza como base as cores da bandeira nacional: verde, amarelo e azul. Os textos são sempre em preto para facilitar a leitura e evitar que o leitor se distraia com tanto apelo visual. As editorias No Poder, Finanças e Caramuru, são azuis, a Nação, a Popularesca e a Micromundo são amarelas, e, a Fôlego e a Pra você são verdes. A ideia é relacionar o conteúdo das editorias com as suas cores. Por exemplo, a tabela dos campeonatos de futebol é divulgada na Pra você, por isso, ela possui a mesma cor da Fôlego.
    Iconografia: O jornal utiliza poucos recursos gráficos, tendo apenas um logotipo na capa e um simplificado para ser utilizado na contracapa indicando os contatos do jornal. Há uma boa utilização de linhas para coordenar textos e fotos, que são o destaque em muitas matérias.

    Moema Novais

    18/09/2013 em 4:47

  30. Nome: Primeiro Caderno
    Slogan: Cultura em primeiro lugar
    O jornal Primeiro Caderno foi concebido a partir da ideia de um jornal semanal dedicado à cultural principalmente. Tradicionalmente a editoria cultural ocupa o espaço do segundo caderno nos jornais, sendo que as notícias são tratadas, de forma geral, da cultura de elite. Tendo isso em vista, o Primeiro Caderno tem o objetivo de inverter esses valores, a editoria cultura passa a ser o primeiro e principal caderno do jornal, sendo noticias do estado de São Paulo e do Brasil menos focadas e compondo o segundo caderno do jornal.
    O Primeiro Caderno terá formato tabloide e será impresso em papel jornal. A fonte de todo o jornal, inclusive seu logotipo, é não sarifada, com o objetivo de deixar a estética do jornal mais leve, facilitando a leitura.
    A cor característica do jornal será azul marinho, presente no logotipo, nas linhas, nome de seções e etc. O Primeiro Caderno não trabalhará com outras cores para separar as editorias. Porém as fotos serão coloridas para ter mais destaque e valorização, assim como as propagandas, infográficos (quando for necessário) e ícones da previsão do tempo.
    Capa do jornal Primeiro Caderno é composto pelo Logotipo, no topo da página, seguido pelo slogan e pela linha data, que contem a data, o nome do diretor da redação o site do veículo. A manchete da principalmente matéria da edição ocupará o maior espaço da capa, com foto(s) e resumo da matéria. A legenda das fotos na capa será sobreposta à imagem e os créditos na lateral direita da foto. Também estará presente na capa uma manchete da editoria Nacional (que trará notícias de relevância nacional) e uma manchete da editoria Sampa (que trará notícias do estado de São Paulo). Ao final da capa terá as principais obras analisadas pelos críticos nas seções Preparando a Pipoca, que trará resumo e críticas dos filmes, e Ouve Essa, que trará lançamentos e críticas de música. Na capa terá apenas um resumo de cada crítica. E para completar a capa, todo edição terá uma pequena propaganda de empresas do ramo da cultura.
    A página com a matéria principal da edição ocupará a uma ou duas páginas completas, ilustrada com fotos ou desenhos relacionados à notícia. No topo da página terá o logotipo do jornal e ao lado direito estará o número da página, destacado por duas linhas na cor azul marinho. A capitular de cada matéria ocupará 3 linhas.
    A página de serviço, assim como as demais páginas, será dividida em 3 colunas. A primeira coluna dessa página será dedica à seção “E o tempo?” dedicada à previsão do tempo de todos os dias até a próxima edição. A segunda coluna terá duas seções: uma será “Procura-se” área para a publicação de anúncios culturais, como bandas procurando novos músicos e galerias divulgando espaços para exposições, cada anúncio será separa com linhas azuis marinhas. A outra seção será “O Leitor Contou” que divulgará depoimentos de um ou mais leitores do jornal. A terceira coluna da página de serviços será ocupada pelo Editorial do Primeiro Caderno. No final da página de serviço teremos uma parte da seção “Preparando a Pipoca” com o resumo das principais estreias da semana, ilustrados pelos cartazes dos filmes. O título de cada seção será escrito em caixa alta na cor azul marinho. Cada coluna será separada com linhas para deixar mais claro a separação de cada seção

    Ihanna Barbosa

    18/09/2013 em 8:39

  31. Nome do Jornal: Grand Jeté
    Subtítulo: Um jornal para quem entende de dança

    Grand Jeté – “ Neste passo as pernas são jogadas a 90 graus com um salto
    correspondente. O grand jeté é um dos símbolos do ballet. Ao ver a imagem de uma
    pessoa voando assim, pensamos no ballet e das coisas impossíveis que só os bailarinos
    são capazes de fazer.”

    O jornal Grand Jeté foi desenvolvido a partir das necessidades de bailarinos e bailarinas
    para saber o que está acontecendo no mundo da dança. Atualmente há uma carência
    muito grande de notícias vinculadas à arte, principalmente no ballet clássico. Há
    festivais e competições pelo país e pelo mundo que bailarinos se quer ficam sabendo em
    virtude da falta de um meio que disponibilize essas notícias. O Grand Jeté é feito para
    todo o público que aprecia a dança, mas é mais segmentado para o público que dança o
    ballet clássico.

    As notícias são produzidas pela equipe de jornalistas bailarinos que entendem de dança
    e sabem passar todo o conhecimento para o papel. Por ser um jornal muito segmentado,
    a equipe Grand Jeté precisa ser seleto em seu corpo de reportagem para saber
    exatamente o que publicar com a veracidade das matérias.

    O jornal apresenta notícias Nacionais, falando sobre os mais diversos festivais de dança
    que ocorrem Brasil a fora; escolas de dança que realmente investem nos alunos e
    entrevistas com bailarinos que foram premiados. O Grand Jeté também tem a parte
    Internacional. Nela são apresentadas todas as notícias de dança que estão acontecendo
    ao redor do mundo. Os bailarinos sempre querem saber notícias e detalhes verídicos e
    muitas vezes não conseguem por causa da falta de um veículo que possibilite isso. Além
    da parte noticiosa, o Grand Jeté oferece a parte de serviços para o público clássico
    seleto. Nessa parte, os bailarinos podem procurar as melhores lojas para alugar seu
    figurino ou cenário, saber qual marca é melhor para a sapatilha ou para os objetos de
    dança. Todas as recomendações são passadas pelo nosso selo de qualidade, já que todos
    da redação são bailarinos também.

    O jornal tem alcance nacional e internacional a fim de que todas as regiões do Brasil e
    do mundo se sintam privilegiadas com um veículo de qualidade que informe sobre o
    mundo da dança. No brasil, a quantidade de exemplares que serão distribuídos por
    região são:

    o Sul: 5 mil
    o Sudeste: 10 mil
    o Centro-oeste: 4 mil
    o Norte: 3 mil
    o Nordeste: 5 mil

    Fora do país, o Grand Jeté será distribuído apenas para Nova Iorque, com 5 mil
    exemplares, e para a França, com 3 mil exemplares. Ele será um jornal semanal, no
    formato Berliner, cada edição custará R$ 10,00 e será feito em papel revista. Ele sairá
    para as bancas todas às terças-feiras.

     Aspectos técnicos:
    o Cor predominante: Azul. Um dos ballets mais famosos, Giselle, a cor do vestido
    da protagonista é azul
    o Logotipo: Feito com a letra Sybil Green
    o Textos feitos com a fonte Garamond, tamanho 12.
    o A iconografia são desenhos ilustrativos referentes à dança, por exemplo,
    sapatilhas, notas musicais, etc.

    Gabriela Sanches de lima

    18/09/2013 em 8:51

  32. O GRANDE ANGULAR
    O Brasil em perspectiva

    IDENTIFICAÇÃO E SEGMENTAÇÃO
    – ‘O Grande Angular’ é um jornal semanal, distribuído aos domingos, que sintetiza em suas edições os principais acontecimentos da semana. Com pretensões nacionais, tem sedes de redação fixas nas principais capitais dos estados brasileiros, mas com matriz em São Paulo. Dessa forma, procura-se diminuir a centralização de informações do jornal do eixo sudeste do país.
    – Com cadernos de assuntos mundiais, nacionais e regionais, o jornal tem enfoque político, com conteúdo crítico e analítico sobre as notícias.
    – A produção de conteúdos noticiosos mundiais e nacionais é igual nos exemplares das diferentes localidades, porém a redação do caderno regional é diferenciada, focando as notícias das respectivas capitais e regiões.
    – Com pretensão de atingir o público jovem-adulto, utiliza um modelo gráfico dinâmico e atrativo, próximo às novas mídias, tecnologias, à internet e às redes sociais.
    – Centrada em política, a publicação tenta não especializar demais as notícias, facilitando a compreensão mesmo daqueles que a leem pela primeira vez. O tom humorístico e crítico está presente em várias seções da publicação.
    – O nome do jornal é inspirado na fotografia. A objetiva ‘grande angular’ das máquinas fotográficas amplia o campo de visão da lente, conseguindo incluir vários planos no enquadramento, assim como o jornal tenta fazer: abordar um pouco de tudo. Também por isso que o slogan do jornal é ‘O Brasil em perspectiva’, pois a publicação intenciona ampliar a visão dos leitores; no entanto, sem deixar de tomar partido, como analogia aos próprios fotógrafos.

    PAPEL E FORMATO
    – Impresso no formato Berliner, com gramatura média/alta e em papel Couchê, tem uma média de 30 a 40 páginas por exemplar; todas características utilizadas para facilitar a leitura.

    ORGANIZAÇÃO
    – O jornal se divide nos cadernos:
    > Mundo (10)
    > Brasil (12)
    > Cidades (8)
    > Opinião (2)
    > Serviços (2)
    – A numeração das páginas é feita por letras e números. Como a diagramação é, de certa forma, livre, o número total de páginas pode variar de acordo com a necessidade gráfica, e da quantidade de informações.
    – O encadernamento é feito de forma separada.

    TIPOLOGIA
    – O jornal utiliza tipos pouco cerifados, com a intenção de transmitir um caráter nada conservador e mais moderno. No entanto, assim como a diagramação, os tipos não são completamente fixos, e podem ser alterados, desde que facilitem a interpretação das notícias para o leitor. A capa é a página que mais pode deixar de seguir os padrões.
    – Nos textos e títulos foi utilizada a fonte Minion Pro; no logotipo, que intenciona ser mais moderno, foi utilizada a fonte Kartika; e no fio-data foi utilizada a fonte Estrangelo Edessa, que não apresenta cerifa. As letras em negrito foram utilizadas apenas para se estabelecer uma hierarquia visual.

    DIAGRAMAÇÃO
    – A diagramação do jornal é bem flexível quanto a padrões, principalmente na capa, valorizando a criatividade e não seguindo grids rígidos.
    – A capa do jornal não sintetiza a edição, mas destaca alguns poucos assuntos principais, com intenção de diminuir a quantidade de textos e dar mais espaço para imagens.
    – Para também chamar a atenção do leitor, a impressão é colorida, o que permite maior variação gráfica. Também são bem utilizados recursos como fios, linhas, boxes e infográficos.
    – O espaço em branco deve ser bem explorado, sempre que possível, para não deixar a publicação tão carregada de imagens e figuras, já que a utilização delas também é grande.
    – As páginas são marcadas por números e letras, como foi explicitado no item ‘Organização’.

    CORES
    – A cor que define e representa o jornal é o vermelho. Nas três páginas produzidas foram utilizadas cores que não contrastassem tanto com o vermelho, como laranja, amarelo e rosa. Alguns tons de azul também aparecem nas páginas.
    – Como o número de cadernos é reduzido, eles não apresentam, para a sua identificação, cores e variações muito diferentes.

    ICONOGRAFIA
    – O logotipo do jornal resgata o significado do nome ‘O Grande Angular’ e apresenta duas marcas de enquadramento do lado direito, marcas que aparecem quando se olha pelo visor de uma câmera fotográfica.
    – O fio-data apresenta linha vermelhas para a divisão de itens. Ao lado, o logotipo do jornal é de apenas uma linha em cima das páginas e também possui os indicadores vermelhos de enquadramento, como na capa.
    – Todas as fotos quadradas ou retangulares do jornal também apresentam esses indicadores.
    – A página de serviços, que inclui no caso a previsão do tempo, possui ícones bastante característicos, como as figuras relativas ao estado do tempo.

    Lígia de Morais Oliveira

    18/09/2013 em 8:59

  33. New York Guardian. Edição de 25 de março de 2013

    Quando foi apresentada em aula a possibilidade de criar um jornal, decidi fazer um jornal com sede em Nova York por gostar da língua inglesa e dos exemplos editoriais norte-americanos (o maior desses sendo o jornal The New York Times). Imaginei que fazer um jornal local, ou mesmo nacional, seria muito semelhante aos jornais que já existem no país. A escolha dos temas dos cadernos seguiu minhas preferências, bem como os temas tratados nos cadernos (peças teatrais e literatura em Culture, por exemplo).
    O projeto gráfico do New York Guardian foi idealizado para se assemelhar a uma revista, uma vez que é esperado de um jornal que trate de política e economia um visual mais sóbrio, carregado de texto e com uso predominante das cores preta e branca. Imaginei que utilizar o branco, letras coloridas e títulos assimétricos fosse tornar o jornal único e mais interessante.

    Identificação e segmentação
    O New York Guardian é um jornal de língua inglesa com sede em Nova York. Sua proposta é tratar, de maneira diferenciada e setorizada, temas políticos, econômicos e culturais, sendo esses de esfera local, nacional ou internacional. A segmentação se dá em três editorias: Política, Economia e Cultura, além de suplementos sobre Gastronomia (terças-feiras), Viajem (sextas-feiras) e Literatura (domingos).

    Papel e formato:
    Berlinense, impresso em papel couchê de gramatura média.

    Organização:
    O jornal consiste em três editorias, encadernadas “em cebola”. Os suplementos também são cadernos independentes do restante do jornal. As seções de política e economia tem em média 15 páginas cada uma, enquanto que a sessão de cultura tem em média 10.
    1. Politics: Apresenta notícias e análises aprofundadas sobre a política norte-americana e mundial. Não há uma divisão fixa de páginas para cada sub tema (política local, política nacional,etc. Tem em média
    2. Economy: Apresenta notícias de teor econômico e análises financeiras. Juntamente às notícias, estão tabelas de análise econômica e outros indicadores econômicos.
    3. Culture: Trata principalmente de cinema, literatura, teatro e artes plásticas. Essa editoria também engloba a sessão de serviços do jornal, trazendo a agenda cultural de Nova York: programação (horário, local, preço) de shows e apresentações da cidade.

    Tipologia:
    O nome (New York Guardian) e o slogan (The Big Apple on the Print) estão em negrito, assim como os títulos das matérias. Tanto os títulos quanto os corpos das matérias são da fonte Baskerville Old Face.

    Diagramação:
    O fio-data é no canto superior esquerdo e a numeração das páginas no canto superior direito. O jornal valoriza o branco e as fotos, que são sempre coloridas. A diagramação é feita sempre em três colunas, não havendo regra de quantas colunas uma foto ou o texto de uma matéria pode ocupar. Há, também, pouco uso de propagandas e, quando são utilizadas, quase sempre são relacionadas ao tema tratado no caderno – o caderno de cultura, por exemplo, apresentaria uma propaganda de um musical em exibição na Broadway.
    Somente matérias principais e análises mais aprofundadas têm seus títulos acompanhados de linha fina; as legendas das fotos não são em negrito e podem estar em cima da foto, quebrando o padrão da coluna em que a imagem está inserida. O nome dos autores aparece imediatamente abaixo do título da matéria sublinhado com uma linha vermelha.

    Cores:
    O jornal é colorido, havendo predominância das cores: preta, vermelha e verde. O nome (New York Guardian) e o slogan (The Big Apple on the Print) são escritos em preto, sendo a palavra “apple” no slogan a única em verde. Os títulos das matérias podem ser pretos, vermelhos ou uma combinação das duas cores (com algumas palavras de cada cor).
    A separação entre matérias, tanto na capa quanto dentro dos cadernos, se dá com uma linha fina da cor verde. As fotos são sempre coloridas. Há, também, uma valorização do branco, isso é, em alguns lugares o espaço não é preenchido por figura ou texto de maneira proposital, a fim de que o olhar não fique sobrecarregado.

    Iconografia:
    Cada caderno apresenta no topo de suas páginas, uma série de boxes vermelhos, cada um com uma figura que representa um ícone do tema que trata o caderno. Culture, por exemplo, tem em seu topo figuras de: sapatilhas de balé, livros, CD’s, uma claquete e máscaras de teatro.

    Caroline Braga

    18/09/2013 em 9:12

  34. THERE WILL BE NEWS
    You need to read.
    Segunda-feira, 10.06.2013

    IDENTIFICAÇÃO E SEGMENTAÇÃO
    O “There Will Be News” foi formulado como um jornal de circulação diária, produzido e veiculado em Los Angeles, Califórnia, e distribuído por todo o território norte-americano. O jornal tem como públicos-alvo jovens e adultos de classe média, na faixa entre os 17 e os 35 anos. Seu conteúdo traz notícias de forma clara e direta, além de, ocasionalmente, reportagens especiais e análises aprofundadas. A questão digital também é presente, com referências às redes sociais ao longo de todo jornal. Alguns textos abrem mão da objetividade em detrimento do humor inteligente, buscando entreter, informar e interagir com o leitor.

    PAPEL E FORMATO
    O TWBN apresenta formato Tabloide (280 x 430 mm), impresso em papel-jornal de gramatura média. O suplemento semanal segue o formato do jornal, mas é impresso em papel couché, gramatura média. Os cadernos são dobrados e desafixados.

    ORGANIZAÇÃO
    Edição de segunda-feira, 10 de junho de 2013. 38 páginas.

    1. Primeiro caderno, “There Will Be News” (10) – Caderno independente subdividido em duas editorias, “Around The World” e “Homeland”. Dez páginas de conteúdo intercalado com anúncios publicitários.
    1.1. Capa (1) – As matérias de capa indicam as matérias que estão no jornal. O quadro “Inside” mostra os destaques da edição.
    1.2. “Around The World” (5) – Editoria internacional.
    1.2.1. “There Will Be News Information Directory” – Telefones e e-mails para contato de cada departamento.
    1.2.2. – “Oops” – Seção com correções de edições anteriores.
    1.3. “Homeland” (4) – Editoria nacional.

    2. Segundo caderno, aglomerado. Dez páginas de conteúdo intercalado com anúncios publicitários.
    2.1. “There Will Be Business” (6) – Caderno subdivido em duas editorias, “Economics” e “Practical Political”.
    2.1.1. Capa (1) – Traz uma matéria em destaque de uma das editorias do caderno.
    2.1.2. “Economics” (2) – Editoria de economia.
    2.1.2.1. “Into The Market” – Seção com os mercados ascendentes e dicas de como e onde investir.
    2.1.3. “Practical Political” (3) – Editoria de política.
    2.2. “There Will Be Sports” (4) – Editoria de esporte.
    2.2.1. Capa (1) – Matéria em destaque.
    2.2.2. “Score!” – Seção com as pontuações dos principais jogos, campeonatos e torneios do país.

    3. Terceiro caderno, “There Will Be Variety” (18) – Caderno subdividido em cinco editorias: “Applause”, “Showbiz”, “Daily”, “SciTech” e “Especial”. Dezoito páginas de conteúdo intercalado com anúncios publicitários.
    3.1. Capa (1) – Matéria em destaque.
    3.2. “Applause” (3) – Editoria de cultura, focada em teatro, cinema e outros eventos culturais do país.
    3.2.1. “On Stage” – Seção diária com horários e endereços de espetáculos teatrais.
    3.3. “Showbiz” (4) – Editoria de televisão e notícias dos bastidores.
    3.3.1. “On Air” – Seção diária com a programação da TV norte-americana.
    3.4. “Daily” (2) – Editoria regional.
    3.4.1. “Will It Rain?” – Seção diária com a previsão do tempo no país.
    3.5. “SciTech” (4) – Editoria de tecnologia e ciência.
    3.6. “Especial” (4) – Editoria especial, focada em grandes reportagens.

    TIPOLOGIA
    A tipologia utilizada no TWBN é variada. O corpo do texto, as linhas-finas e os títulos das matérias secundárias apresentam a fonte serigrafada “Century Schoolbook”; o título-logo do jornal apresenta a fonte não serigrafada “Century Gothic”, já as editorias possuem títulos com fontes diferentes, como a “Futura” na editoria de ciência e tecnologia. Optei por manter as principais tipologias em uma mesma família, usando o contraste da “Schoolbook” com a “Gothic”. Esse contraste adequa-se à linha editorial do jornal, que visa atender o público jovem e adulto. O negrito e o itálico também são muito utilizados em manchetes e linhas-finas. Todos os títulos são em caixa-alta.

    DIAGRAMAÇÃO
    As páginas do TWBN são padronizadas em cinco colunas. As matérias mais importantes ganham destaque (como, por exemplo, na página V5, onde o texto foi sobreposto à imagem). Mesmo com um grande apelo imagético, especialmente no caderno de variedades, procurei manter certo equilíbrio entre a quantidade de texto e imagem. Utilizei linhas para separar alguns itens e criar boxes. Os espaços em branco são utilizados para proporcionar certo alívio ao leitor. Os recursos gráficos são simples e funcionais. Ao todo, diagramei o TWBN fora da padronização mais formal dos demais jornais, mas mantendo a familiaridade do meio.

    CORES
    Fiz duas versões do TWBN, uma monocromática e uma colorida. Optei pela colorida por condizer com a linha editorial do jornal. A paleta de cor vária de acordo com a editora. No caso, a editoria “Showbiz” recebe a cor amarela (Pantone Yellow U), remetendo ao brilho, à riqueza e à notoriedade. A editoria “SciTech” recebe a cor prata (Pantone 877 Silver) e branca, remetendo à modernidade e à clareza, pureza. Ademais, as imagens são impressas em tons fortes e chamativos.

    ICONOGRAFIA
    A iconografia do TWBN é constante. O título-logo do jornal busca comungar imponência com linhas simples. O negrito é utilizado para destacar as palavras “will” – vontade, determinação, decisão – e “news” – notícias. Esse padrão é repetido nos títulos dos demais cadernos, substituindo o “news” por “variety” no caderno de variedades, por exemplo. Cada editoria possui um título-logo em uma fonte que interage com seu conteúdo. Procurei configurar títulos diferentes para as matérias principais, jogando com as variações da “Century Gothic”. Utilizei alguns ícones na primeira página, como os de redes sociais, recorrentes ao longo do jornal. Para acompanhar a interatividade do jornal pelo meio digital, inseri um código de barras QR na editoria de ciência e tecnologia (ligado a um vídeo do item analisado no infográfico). Além disso, todas as matérias são sinalizadas com indicações de continuidade (pequenos triângulos) e de finalização (pequenos quadrados).

    William de Moura M. Orima

    18/09/2013 em 12:10

  35. Criação

    Para que o projeto editorial desse jornal fosse criado, buscou-se inspiração de ideias em dois jornais franceses: o Libération e o Le Journal du Dimanche. No caso da capa, tentou-se crirar um design um tanto que sóbrio, com textos de chamadas e títulos posicionados em uma única margem do jornal, de modo que o olhar corra em uma única direção, sem precisae “caçar” títulos pela capa. Além disso, optou-se por manter espaços em branco relativamente grandes para que tivesse um “respiro” de leitura e de visão.
    As cores utilizadas na capa do jornal foram estabelecidas, primeiramente, com o parâmetro de sensação “nude”, do minimalismo. Utilizou-se o dourado envelhecido por essa questão e também por se relacionar ao título do jornal, o qual é Lumières de la Ville (Luzes da Cidade).
    Optou-se por uma única foto de capa para que a atenção caísse mais à notícia principal, que também faz parte da principal editoria: Política. Além disso, como o nome do jornal vem escrito em tipos grandes, mais fotos contradizeriam a proposta de minimalismo.
    A página em que se inicia a editoria de Cultura faz um experimento próximo a diagramação de revistas. Foi utilizada uma foto grande, que ocupa quase que metade da página e que delimita a posição das caixas de texto. Assim como na capa, nessa página interna também foi mantido os espaços em branco, porém utilizou-s de mais de um elemento tipográfico de modo a demarcar o que é olho, título e subtítulo. A cor vinho foi escolhida como cor da editoria, por ser um tom também sóbrio e que não chama toda a atenção para si, mas também ao texto. Para essa diagramação foram analisadas as páginas internas do Libération e também para as intercalações dos elementos tipográficos.
    Já na página de Serviços limitou-se a fornecer apenas a previsão do tempo e uma palavra-cruzada. Isso se deu porque serviços como cotações economicas estariam listados nas páginas condizentes com o segmento; outros como horóscopos ou tiras não combinaria muito com o estilo do jornal. Foi escolhido o verde escuro (verde musgo) por ser considerada uma cor elegante e também discreta (o mesmo caso do vinho)
    Em suma, na construção das páginas do Lumière de la Ville esperava-se criar um jornal sóbrio, que não cobrasse do leitor uma “procura” da informação pela página e sim um apontamento de onde as informações estavam, de forma organizada. Também um jornal para um grupo específico de ingressados no mundo das artes, política e economia mas que também desse a oportunidade de “novos interessados” de aderir a esses campos, mas sem baixar a qualidade.

    DADOS TÉCNICOS:
    Nome e Slogan

    A produção recebeu o nome de Lumières de La Ville (Luzes da Cidade). O nome, além de fazer referência à obra homônima de Charles Chaplin, também se corelaciona ao fato do periódico ser um produto um tanto quanto elitizado, seleto. Quanto ao slogan, Nouvelles em plein Jour!, se relaciona a ideia de luminosidade. Sua temática é restrita a leitores que buscam um conteúdo específico e até mesmo mais aprofundado, que não vise demais a “didática”.

    Formato e tipo de papel
    O Lumières de la Ville deve ser impresso em papel Couchê, devido à sua natureza de produto mais sofisticado. Quanto ao formato, seguiria o mesmo padrão do Libération, de tablóide e de fácil mobilidade.

    Segmentação temática
    O Lumières possui uma segmentação temática um tanto que reduzida. Limita-se à Cultura, Política e Economia, uma vez que visa aprofundar-se em cada segmento. No caso de Cultura, os assuntos seriam separados por Cinema, Literatura e Teatro, indicando os principais eventos que estariam para ocorrer na metrópole francesa. Política e Econômia receberiam mais pautas quentes – ao contrário de Cultura – e buscariam informações de âmbito nacional, sendo Economia voltada para investidores e empresários, por exemplo.

    Características do conteúdo editorial
    De modo geral, em se tratando das editorias de Política e Economia, o jornal traria análises financeiras feitas por especialistas nos assuntos, assim como críticas literárias, do teatro e do cinema mundial, no caso de Cultura. Além de artigos e críticas, cada segmento também contaria com notícias factuais, tentando ao máximo trazerda totalidade para o interesse pessoal do leitor.

    Abrangência de circulação
    O Lumières de la Ville teria abrangência nacional, apesar de seu enfoque estar na capital do país. Seria como um guia dos principais temas culturais do país e também dos acontecimentos políticos e econômicos da capital e que atingem todo o país.

    Logística de Distribuição
    As entregas poderiam ser feitas tanto por meio de assinaturas (domicílios) e também em bancas, livrarias e cafeterias – no caso de maiores cidades.

    Preço de venda avulsa e/ou assinatura
    O jornal seria vendido ao custo de € 2,50.

    Tiragem
    A tiragem do Lumières seria próximo aos 300 mil exemplares. Essa tiragem ficaria dividida em 40% na capital, 30% entre as maiores cidades e o restante nas médias cidades.

    Número de páginas
    O jornal teria em torno de 20 páginas em dias úteis e chegaria a marca de 30 nos fins de semana.

    Organização editorial
    O Jornal seria em caderno único,com separação das editorias em Política, Cultura e Economia, com seções, em média 6 páginas para cada uma, contando colunas e artigos.

    Marina Rufo Spada

    18/09/2013 em 19:31

  36. 1) Identificação e segmentação: nome do jornal, país/estado/cidade de publicação, tipo de público, periodicidade, segmento temático, nível de especialização, abrangência da circulação.

    O jornal Sua Pólis é uma publicação que conta com sedes em quatro capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. Além da circulação nos estados-sede, também é distribuído em Santa Catarina, Salvador e Manaus.
    Trata-se de uma publicação sobre política nacional e internacional, com conteúdo analítico e de fácil compreensão. A valorização que dá ao seu leitor – valor expresso em seu slogan “O panorama político de que você precisa” -, é expressa através de cobertura e apuração abrangente, trazendo o maior número possível de versões acerca de um fato, e de análises claras e completas. O jornal é voltado para o jovem adulto (de 20 a 30 anos), e atinge, sobretudo, as classes A e B. Trata-se de um público bastante ligado à tecnologia e às mídias sociais, o que faz com que o jornal também tenha forte relação com esses meios e ofereça seu conteúdo através da plataforma digital e que procure estabelecer um vínculo com seu público através das mídias.
    2) Papel e formato: O Sua Pólis é impresso em papel jornal de gramatura média e formato berliner. Tem dobra simples e não é refilado.
    • 3) Organização: O jornal, publicado sempre aos domingos, possui, em média, 56 páginas, divididas em quatro cadernos separados:
    SEU PAÍS (18 páginas): Traz notícias de caráter nacional, aborda os principais fatos políticos da semana e traz, além do editorial, uma coluna opinativa sobre algum tema-destaque.
    SEU MUNDO (16 páginas): Caderno voltado ao cenário político internacional. Suas notícias, além de abordarem os principais ocorridos políticos do mundo ao longo da semana, procura, quando possível, trazer o desdobramento e influência desses no Brasil. Traz, também, matérias mais analíticas.
    SEU DINHEIRO (16 paginas): É dividido em três seções: MACRO, com notícias e análises sobre macroeconomia e os cenários político-econômicos nacional e internacional; FINANÇAS, que traz um panorama geral sobre transações e tendências do mercado financeiro ao longo da semana; e INVESTIMENTO, com análises sobre o mercado financeiro, o mercado de trabalho e oportunidades de empreendedorismo e investimento.
    SEU MOMENTO (6 páginas): Traz notícias sobre cultura e arte, além de crônicas ou colunas sobre fatos políticos engraçados e/ou interessantes da semana. Contém indicações de filmes em cartaz e exposições, além de dicas de gastronomia, destinos turísticos e tecnologia (produtos interessantes ligados ao setor).
    4) Tipologia: Há três fontes predominantes ao longo da publicação: Para o nome da publicação, chamadas de matérias, nomes de seções e subseções, fio-data e cabeçalhos, são utilizadas fontes não serifadas, conferindo destaque em relação ao restante do texto. Para tanto, são utilizadas três fontes: Candara, Segoe UI Symbol e Trebuchet MS. Para os textos, uma fonte serifada, mais séria: Garamond.
    5) Diagramação: esquema de modulação das páginas, flexibilidade no uso de padrões, uso de branco, relações significativas entre texto, imagem e recursos gráficos (fios, linhas, molduras, texturas, boxes etc.)
    As páginas estão divididas em quatro colunas, de modo que o jornal, de formato Berliner, seja de fácil leitura e bom espaçamento entre um texto e outro. O padrão só é quebrado em alguns momentos na capa, de modo a conferir maior destaque a imagens e a algumas das chamadas.
    De um modo geral, há bastante equilíbrio entre o uso do branco e o texto e, à exceção da capa, há grande utilização de linhas entre uma matéria e outra ou entre imagens.
    Por procurar conferir um caráter mais dinâmico e explicativo a algumas de suas matérias, há grande uso de infográficos e tabelas.
    6) Cores: identidade cromática dos elementos de diagramação, paletas de identificação de cadernos, tonalidades predominantes e seu valor significativo.
    Embora a identidade visual do jornal seja marcada por apenas cinco cores – branco, preto, variações de cinza (uso predominante em nomes de seções e subseções, linhas e cabeçalhos) verde (bastante utilizado na capa da publicação) e vinho (utilizado no nome de algumas subseções e de algumas chamadas) -, há bastante utilização de cores devido ao uso de imagens, tabelas e infográficos.
    7) Iconografia: A padronização do jornal ajuda a compor sua identidade visual: as cores predominantes (branco, preto, cinza, verde e vinho), a forma como são grafados os nomes das editorias e o próprio nome dessas (seguindo a ideia de que o jornal oferece o conteúdo de que seu leitor precisa, o nome da publicação e o nome das editorias são acompanhados pelos pronomes seu/sua).

    Nathalia dos S Rocha da Silva

    20/09/2013 em 0:19

  37. 1) Identificação e Segmentação:
    Colore – Pra quem tem fome por música, curiosidade e entretenimento

    Segmentação temática: Destinada principalmente ao público jovem e adulto, vai tratar assuntos culturais basicamente. Música, arte, histórias ousadas, colaborações de blogs, curiosidades sobre tais temas, cinema, etc.

    Características do conteúdo editorial: Jornal semanal que vai trazer as principais notícias factuais em linguagem simples e coloquial para ter aproximação com o leitor. Análise de CDS, filmes e livros. Reportagens sobre temas da revista, sempre buscando alguma história inusitada ou algo que esteja em alta. Coberturas inéditas. Serviços sobre o preço de itens, site, faixas selecionadas pelo repórter, link de videos, agenda cultural, etc.

    Abrangência de circulação: Nacional.

    Logística de distribuição: Bancas de jornal, entrega a domicilio e assinatura da versão web estendida (computador e tablet).

    Preço de venda avulsa e/ou de assinatura: Jornal semanal avulso: 4,50 Versão Web e Tablet: 6,20 (conteúdo estendido)
    Assinatura mensal: 16,90
    Assinatura web e tablet: 22,90

    Tiragem média prevista: 100 mil exemplares (45% Sudeste, 30% Sul, 10% Centro-Oeste, 10% Nordeste e 5% Norte)

    2) Formato e tipo de papel: Tablóide em papel jornal. Faz uso da dobra.

    3) Organização:
    Número médio de páginas: 24 páginas
    Caderno Único dividido nas editorias:
    – Colore & Você: Seção do leitor, temas mais citados, erramos, etc. (1 pág.)
    – Música (7 pág.):
    Som Externo (2)
    Som Interno (2)
    Achados e perdidos (1)
    Fone de Ouvido (2)
    – Arte (3)
    – História Bizarra (2)
    – E agora com a palavra… (2)
    – Na web (2)
    – Cobaia (2)
    – Outro Olhar (2)
    – O que ta passando aí? (2)
    – Agenda Cultural (1)

    4) Tipologia:
    A fonte que consiste as matérias é a mesma, podem haver algumas variações de acordo com a editoria, mas isso se direciona apenas aos títulos e subtítulos no sentido de chamar a atenção do leitor de acordo com o tema da matéria.

    5) Diagramação: Fios linhas separam matérias ou para marcar espaços, mas isso acontece principalmente na capa do jornal. Como por exemplo, na capa uma linha fina preta divide o título e marca o nome do jornal. No restante do jornal, o uso do branco e infográficos é relevante, para que a leitura seja leve e que informação e desenho combinem. Creio que acabar com essa rígida forma com que a maioria dos jornais é feito deve ser mudada e aproximar das ferramentas e design que as revistas usam, por exemplo. Boxes são mais usadas na área de serviço, para ser de fácil visualização.

    6) Cores: As cores utilizadas são o preto, cinza e vermelho. Outras cores vão estar presentes em fotos, gráficos ou qualquer outro elemento em que se faça necessário. Tentar ser criativo para captar o olhar do leitor através das cores é um elemento relativamente fácil e que agrada. Dessa maneira, surge a necessidade de acabar com esse aspecto sóbrio a que estamos acostumados.

    7) Iconografia: O Jornal tem como cores principais o preto, o branco e o cinza, assim sendo o uso de boxes e infográficos estarão sempre presentes. No modelo que foi feito isso é feito de modo grosseiro, já que não tenho tanta experiência na prática. Cada título de editoria tenta buscar o uso de algum item para destacá-la e manter um padrão nesse sentido faz disso um “costume” que faz parte do jornal.

    Maria Esther Castedo Valdiviezo

    20/09/2013 em 10:52

  38. Jornal: MEGA SPOILERS

    • Identificação

    • Nome do jornal: Mega Spoilers

    • País, estado/ cidade: Brasil, São Paulo/ Bauru

    • Tipo de Público: O jornal é voltado para o público em geral, principalmente para

    leitores jovens, pois possui conteúdos voltados para o entretenimento escritos de

    maneira descontraída. Ele possui matérias sobre o mundo cultural, musical e da

    TV e fala sobre a vida dos astros e estrelas mais queridos pelo público.

    • Periodicidade: Diário

    • Segmento Temático: Sua temática é cultural, trazendo novidades tanto no

    âmbito musical, artístico e da leitura.

    • Nível de especialização: Possui um grande nível de especialização. Cada uma

    das suas editorias é muito bem explorada, abordando a fundo suas reportagens.

    • Abrangência da circulação: Circulação nacional. Sua circulação é no país todo,

    pois pode atingir público de todos os cantos. Seu assunto não é local, fala sobre

    conteúdos televisivos e artísticos tanto nacionais quanto internacionais.

    • Papel e Formato:

    • Tipo de papel: Papel-revista ?

    • Dimensões da página: Tabloide (265×290).

    • Organização:

    • Volume: Gramatura Média Média (70-90g/cm2)

    • Número de páginas:

    -Dias úteis: 27 páginas

    -Fim de semana:

    Sábado: 35 páginas

    Domingo: 41 páginas

    • Divisão de cadernos: Não possui divisão de cadernos

    • Editorias:

    – Editorial (1 página)

    – Fatos e Flashes (2 páginas)

    – Cinema (4 páginas):

    – Literatura (4 páginas)

    – Música (2 páginas)

    – Seriados (2 páginas)

    – Televisão (2 páginas)

    – Lançamentos e Estreias (2 páginas)

    – Diversão (2 páginas)

    – Suplemento (4 páginas): pôster

    Há mudanças no suplemento nos finais de semana:

    Sábado:

    Suplemento de Lançamentos (10 páginas)

    A editoria Fatos e Flashes não é publicada nas edições de sábado.

    Domingo:

    Suplemento dedicado à música (20 páginas)

    A editoria Música e o suplemento diário (pôster) não são publicados nas edições

    de domingo.

    • Modelo de encadernação e acabamento: possui um único caderno e uma dobra

    simples

    • Organização: O jornal possui uma ordem linear e todas as suas páginas

    são partes de apenas um caderno. O suplemento vem no meio podendo ser

    destacado do jornal. As editorias são organizadas da seguinte forma:

    – Fatos e Flashes: Seu conteúdo é composto por notas sobre os

    acontecimentos culturais da semana e fotos marcantes

    – Cinema: Apresenta resenhas críticas sobre os lançamentos, reportagens

    sobre clássicos, entrevista com elenco, produção e direção. (Dividido em

    nacional e internacional)

    – Literatura: Críticas literárias, perfil de escritores, reportagens sobre

    clássicos da literatura e sobre novos estilos literários

    – Música: Traz comentários sobre as novas bandas/músicos, crítica sobre

    uma banda antiga e de sucesso, análise de um CD por edição (comentários

    sobre cada música), Top 5 das melhores músicas de um determinado

    artista/banda, Top 5 decrescente das músicas mais tocadas da semana (uma

    posição por dia e o Top 5 completo e comentado na edição de sábado).

    – Seriados: Traz novidades sobre as séries, informações sobre outros

    trabalhos e vida pessoal dos elencos, apresentação de uma série por dia.

    – Televisão: Resumo das novelas, entrevista/perfil de um autor/ator/

    atriz/diretor/apresentador, programação das emissoras, destaque para os

    melhores programas do dia.

    – Lançamentos e Estréias: Apresenta comentários, fotos, entrevistas e

    críticas.

    – Astros e Estrelas: fotos e comentários de artistas em eventos/estreias/

    apresentações/gravações/fotos promoções/ensaios fotográficos.

    – Diversão: Traz palavras cruzadas, horóscopo, sudoku, tirinhas da Mafalda,

    charges, charadas, testes sobre TV e séries.

    – Suplemento: Traz sempre pôsteres

    Há mudanças no suplemento nos finais de semana:

    Sábado:

    Suplemento de Lançamentos (dividido em: filmes, livros, shows, peças de teatro,

    stand up, musicais, entre outros).

    A editoria Fatos e Flashes não é publicada nas edições de sábado.

    Domingo:

    Suplemento dedicado à música, com uma banda em destaque. A banda da semana

    teria sua trajetória contada, discografia comentada, entrevista com fãs, letras e

    traduções (quando necessárias) das principais músicas, crítica/comentário de um

    artista da área sobre a banda. Pôster da banda.

    A editoria Música e o suplemento diário (pôster) não são publicados nas edições

    de domingo.

    4) Tipologia:

    Critérios de aplicação de diferentes famílias tipológicas:

    – O nome do jornal vem escrito com a fonte A star is born. Já o logotipo, as manchetes

    da capa, o ano e a edição do jornal são escritos na fonte Hobo Std. Essa fonte é usada

    em todo o restante do jornal, variando apenas o negrito nos títulos e o itálico na linha

    fina. As chamadas na capa e os nomes das editorias também estão em negrito, sendo

    que os nomes das editorias estão com todas as letras em maiúsculo.

    – Não há o uso de cerifa.

    – A manchete da notícia principal da capa possui tamanho de fonte maior do que as

    demais manchetes, além de estar em Negrito.

    – Na capa há o índice das editorias, elas estão em negrito e na cor branca dentro de um

    box preto.

    5) Diagramação:

    Na maioria das páginas os textos são distribuídos em boxes coloridos sendo intercalados

    por fotografias. O jornal é bastante visual, trabalhando bem o uso da imagem em suas

    páginas. Normalmente as matérias são escritas em quatro colunas, podendo variar nos

    artigos de opinião.

    Os títulos das reportagens são escritos em letra minúscula e seus textos são justificados,

    alinhados e possuem parágrafo. A primeira letra é sempre capitular. As reportagens são

    divididas por linhas.

    As entrevistas com astros famosos, diretores de cinema, escritores e músicos vêm

    sempre na lateral direita do leitor em um box dividido por linhas, com as perguntas em

    negrito e as respostas em itálico, ele possuí uma foto do entrevistado e uma pequena

    descrição sobre ele.

    6) Cores:

    As cores predominantes no jornal são: vermelho, preto e branco. Essas cores estão

    sempre alternadas de modo que chama a atenção do leitor para as páginas. Essas cores

    também são escolhidas devido ao ar “rock and roll” que o jornal transmite.

    7) Iconografia: Há a presença de boxes, logotipo e vinhetas. Há a presença do símbolo

    do Darth Vader, no canto superior esquerdo do leitor, com um balão contando que é pai

    do Luke, isso representa a identidade do jornal, que é contar as novidades, que muitas

    vezes são encaradas como spoilers para os leitores.

    Laís Bianquini e Danielle Demarchi

    20/09/2013 em 11:29

  39. Nome do Jornal: Moitará
    Slogan: A Amazônia é aqui
    Público-alvo: leitores do Jornal Cidade de Bauru
    Descrição: seria um suplemento publicado toda semana,aos sábados,durante apenas um mês. Dessa forma, seriam quatro edições. Toda semana, o leitor receberia notícias sobre a região amazônica, mas colocando aquele cenário em um contexto mais próximo ao vivenciado pelo público. Por exemplo, haveria uma reportagem sobre assentamentos na Amazônia e toda a questão fundiária, e o leitor receberia uma informação sobre trabalhos desenvolvidos em São Paulo com assentamentos, mostrando que a exploração latifundiária acontece em todo lugar. Podemos também falar sobre impactos urbanos de Manaus no bioma amazônico e lembrar que também sofremos problemas de poluição e que Bauru está localizado dentro de um Cerrado que, cada dia que passa, é vítima da especulação imobiliária.
    O logotipo seria uma máscara, em referência ao ritual indígena que dá nome ao suplemento. Também é para lembrar que Bauru possui uma efervescência cultural muito rica, e no suplemento haveria uma grande destaque à cultura. Logo, nesse suplemento de oito páginas haveria uma reportagem especial, política, seguida por matérias menores e culturais(e aqui, cultura se refere às artes e também a costumes).
    Na capa, haveria a manchete da reportagem política, mas haveria poucos recursos estéticos porque ela sempre viria com uma marca d´água do logotipo como fundo do jornal. O formato seria tabloide, já que seria um suplemento do Jornal da Cidade. No total, são oito páginas.
    A elaboração do jornal foi difícil, eu não sei ainda utilizar o InDesign, e fiquei um pouco frustrada, porque tive muitas ideias, mas não pude colocá-las em prática. Escrevi matérias para o suplemento, mas acabei não utilizando nenhuma, mas como conversei previamente com o professor, pretendo publicar um suplemento de verdade no Jornal da Cidade e o trabalho ajudou nessa idealização, que ainda pretendo amadurecer.

    Agnes Sofia Guimarães Cruz

    20/09/2013 em 11:40

  40. • Nome e slogan do jornal: BraSil for foreigns – A sight from inside

    • Formato e tipo de papel: tablóide em papel jornal

    • Segmentação temática: o jornal trataria apenas de notícias nacionais, porém seria destinado a um público fora estrangeiro, dentro e fora do país. A proposta é mostrar o país para os estrangeiros da maneira como ele realmente é, pois por falta de conhecimento, muitos deles têm uma visão totalmente errada ou estereotipada do Brasil.

    • Características do conteúdo editorial: notícias factuais, porém a parte de cultura trataria de curiosidades sobre o Brasil e em cada edição teria um resumo de um período da história do país. Teria a presença de colunistas também.

    • Abrangência de circulação: internacional. BraSil for foreigns, como o próprio nome já diz, focaria no público não-brasileiro.

    • Logística de distribuição: em cidades como Nova York, Londres, Berlim poderia ser vendido no metrô. Mas a ideia é que seja vendido nas bancas.

    • Preço de venda avulsa e/ou de assinatura: preço de 2 dólares nos países estrangeiros e 2 reais no Brasil.

    • Tiragem média prevista: considerando a população de cada cidade, a tiragem seria de: 50.000 (Nova York) 20.000 (Berlim) 10.000 (Paris) 50.000 (Londres) 50.000(São Paulo) e 40.000 (Rio de Janeiro).

    • Número médio de páginas: 20 páginas durante a semana e 22 nos finais de semana.

    • Organização editorial: capa (1)
    Política (2)
    Economia (2)
    História e Curiosidades (5)
    Esporte (2)
    Tecnologia (2)
    Saúde e Ciência (2)
    Negócios (2)
    Colunistas (2)
    Nos finais de semana, mais colunistas escreveriam para o jornal, aumentando o número de páginas.

    • Tipologia: o jornal usa como fonte Arabic Typesetting e não há variações tipológicas, segue um padrão em toda a publicação. A fonte é uma fonte serifada e terminal, como é o caso da letra “a” e da letra “s”, respectivamente. O nome e os títulos da matéria são em caixa alta e caixa baixa, além de serem negritos.

    • Diagramação: casamento de texto e imagem na maioria das matérias, margem pequena e área de mancha bem aproveitada e sem espaços em branco. Uso de linhas apenas para separar o nome do jornal do seu slogan e do restante da capa e o nome de cada editoria do restante da página.

    • Cores: o jornal é predominantemente preto, com exceção das imagens, que são sempre coloridas e do nome do jornal que além do preto, utiliza o azul, amarelo e verde, fazendo alusão a bandeira do Brasil.

    • Iconografia: não há ícones, marcas, selos ou vinhetas. A identidade visual está muito atrelada a forma como o nome do jornal é disposto, com a quebra do texto linear.

    Amanda Fonseca

    20/09/2013 em 13:26

  41. Identificação e segmentação:
    O Jornal Bafão é produzido e impresso em São Paulo e circula nas regiões Sul e Sudeste. Trata-se de uma publicação semanal voltada para o público homossexual. Embora também traga notícias de interesse geral, focaliza, sobretudo nas editorias Cultura e Consumo, o setor LGBT. Além de abordar temas sérios ligados a seu público-alvo, a publicação também trás humor e linguagem descontraída em suas matérias mais leves, fator que explica que o jornal atinja, principalmente, o jovem adulto (de 25 a 30 anos). Quanto à classe socioeconômica, o Jornal Bafão abrange classes A e B.
    Papel e formato:
    É uma publicação no formato tabloide impressa em papel jornal de alta gramatura, com grampos e acabamento refilado.
    Organização:
    O Bafão possui cinco editorias: Mundo (2), em que são abordados temas internacionais de interesse geral, destacando aqueles de maior relevância para o público GLS; Brasil (3), que traz temas nacionais, com foco naqueles que dizem respeito aos homossexuais; Editorial (2); Consumo (17), em que são trazidas notícias e dicas do mundo da moda, além de sugestões de bares e restaurantes voltados para o público gay; e Cultura (13), que aborda notícias sobre ícones do pop, críticas sobre exposições, filmes e teatros, e agenda cultural.
    Tipologia: A tipologia da publicação é bastante moderna e ao mesmo tempo preocupa-se com o conforto visual. As fontes utilizadas são da família SlabTall em sua maioria (SlabTallX-Medium Bold nas manchetes e SlabTallX Regular no texto). As únicas exceções são o logo (Habara), os título e subtítulo da coluna #FicaDica (Nilland e Grandesing Neue Serif, respectivamente) e as legendas das imagens (Arial Rounded MT Bold).
    Diagramação:
    Na publicação, organizada em quatro colunas, faz-se grande uso de boxes e imagens. Ainda assim, há equilíbrio entre o texto e o conteúdo gráfico-visual. Há uso de fio data com elementos que remetem ao nome e à identidade do jornal como um todo. Para os boxes, os cantos arredondados têm como proposta não só a harmonia em relação aos demais elementos gráficos, mas também à temática descontraída trazida por algumas das matérias. O branco é utilizado para separar os conteúdos, uma vez que não se faz uso de linhas divisórias. De um modo geral, o espaço das colunas é respeitado.
    Cores:
    Trata-se de uma publicação que, sobretudo pela temática e pelo público-alvo, faz grande uso de cores. O fundo do nome do jornal traz as cores da bandeira gay compondo um mosaico. As mesmas cores são utilizadas em boxes, títulos e chamadas, e como fundo do fio-data contido nas páginas do produto. Utiliza-se, ainda, a cor cinza para subtítulos.
    Iconografia:
    As cores do jornal, por si só, ajudam a compor sua identidade visual. Mas, além disso, faz-se uso de ícones, para indicar o nome de editorias e subsessões (como a televisãosinha e o símbolo de “curtir” do Facebook). Mais do que isso, a linguagem utilizada na publicação – gírias do setor homossexual -, e elementos gráficos como o código de barras com as cores da bandeira gay não só auxiliam na composição da identidade do jornal, mas também procuram tornar claro o foco do produto e criar uma identificação e proximidade com o leitor.

    Isabela Romitelli Rocchi

    21/09/2013 em 0:01

  42. Nome: Planeta em Pauta
    Slogan: O jornal do cidadão globalizado
    Formato: Berliner, baixa gramatura, pepel jornal
    Preço: 2,50
    Circulação nacional
    Especialização média
    Organização geral: 2 cadernos, Esporte e Meio Ambiente.
    5 colunas, texto alinhado a esquerda, textos com fonte serifada e títulos sem serifa.
    Organização dos cadernos: 3 matérias em cada.
    Esporte em laranja e azul
    Meio Ambiente em verde e azul
    Local de produção: São Paulo

    Giovana Matos Moraes

    27/07/2017 em 9:22

  43. Nome do Jornal: Planeta em Pauta
    Slogan: O Jornal do cidadão globalizado
    Local de Produção: São Paulo
    Perfil do Público: Pessoas de classe média/alta de todo Brasil, com faixa etária bastante variada, entre 20 anos e 65 anos.
    Linha editorial: O Planeta em Pauta é um jornal lido por todo país, com notícias de meio ambiente e esporte nacional e internacional.
    Nível de especialização: O Jornal teria especialização média, ou seja, teria uma linguagem não muito rebuscada e acessível para as pessoas que já tenham uma noção básica sobre os assuntos tratados pelo Jornal.
    Formato: Berliner, com papel jornal e baixa gramatura.
    Organização e estrutura dos conteúdos: O Jornal seria dividido em dois cadernos, os quais seriam:
    • Esportes (abordaria assuntos relacionados a várias modalidades como Tênis, Badminton, Handball, Vôlei, entre outros, nacional e internacional)
    • Meio Ambiente (diversos assuntos relacionados ao clima, preservação, legislação, políticas, entre outros, nacional e internacional)
    O Jornal teria 5 páginas, sendo uma capa, duas para Esporte e duas para Meio Ambiente, e seria publicado todo domingo pelo preço de R$: 2,50
    Elementos característicos de estilo (grid, tipologia, cores e ícones):
    O Jornal será impresso em cores, sendo predominante o azul (vários tons), laranja e verde.
    O Planeta em Pauta teria muitas fotos, infográficos e, por isso, os cadernos não teriam ícones.
    A página do jornal seria dividida em cinco colunas, o texto seria alinhado à esquerda, a fonte dos textos será serifada, porém, para chamar a atenção do leitor, teria os títulos sem serifas. Além do título, as matérias teriam a linha fina e olho.

    Giovana Matos Moraes

    27/07/2017 em 10:42

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