teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Prova sobre “Cultura da convergência”

com 29 comentários

A partir da leitura do capítulo introdutório do livro “Cultura da convergência”, de Henry Jenkins, disponível aqui, responda às seguintes questões. Publique suas respostas como comentário ao final deste post. Os comentários serão mantidos ocultos para avaliação individual. Esta avaliação vale 50% da nota do bimestre. Boa prova!

  1. Como o autor define o conceito de convergência em torno das novas mídias?
  2. Por que, segundo o autor, a ideia de “convergência” é melhor do que a ideia de “revolução” para entender as recentes transformações que envolvem os meios de comunicação?
  3. Cite alguns dos processos de produção e dos comportamentos de consumo de conteúdos midiáticos que caracterizam essa convergência.
  4. Você se considera imerso na cultura da convergência descrita pelo autor? De que forma?

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

12/11/2012 às 10:31

29 Respostas para 'Prova sobre “Cultura da convergência”'

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  1. Belda boa tarde…Abaixo o link com a prova sobre CULTURA DA CONVERGÊNCIA..abç

    http://phrcardozo.wordpress.com/category/posts-da-disciplina/

    Paulo H. R. Cardozo

    12/11/2012 em 17:25

  2. Respostas da prova

    1 – O autor define o conceito de convergência em transformações tecnológicas, dependendo de quem está falando e do que imaginam estar falando. Cada um de nós constrói a própria mitologia pessoal. O autor levanta alguns conceitos sobre convergêngia, essas transformações são benéficas, o que vale nelas é a interpretação. Na nova tecnologia, o que você entende ou acha que entende é muito importante para conhecer ou deixar de conhecer.

    2 – O mercado midiático vem passando por transformações, as novas mídias vieram para acrescentar, antes as pessoas achavam que essa revolução do celular e agora da internet iriam engolir as velhas tecnologias. O próprio autor citou no texto essa idéia que ele tinha antes (a ideia do celular de uma função, por exemplo), mas na verdade os novos meios vieram para acrescentar, um novo jeito (mais acessível) de ter informação, e não para excluir.

    3 – A expansão do rádio rumo às plataformas digitais reconfigura as práticas comunicacionais, acelerando a concentração empresarial, mas também permitindo o surgimento de novos atores – notadamente, do setor de telecomunicações. Analisa-se, portanto, o novo lugar do rádio, indústria cultural que hesita entre as ondas eletromagnéticas e a multiplicidade de oferta de conteúdos e de canais de difusão do novo mundo digital. Estuda-se, aqui, o chamado rádio comercial, discutido em quatro âmbitos: 1) tecnológico; 2) empresarial; 3) profissional e 4) de conteúdos.
    Tem também as web-rádios que vêm ganhando espaço no meio cibernético e é um novo modo das rádios se popularizarem com a nova geração. Na verdade a internet é uma fusão das comunicações que atinge um novo público. A melhor forma de atrair esse novo púlico é por meio da sweb-rádios e para as rádios tradicionais e de conteúdo, inserir esse meio como forma de novos ouvintes.

    4 – Sim, da forma que não consigo mais ter um celular de apenas uma função, por exemplo. Acho que hoje a vida é gerada em torno da informação, umas importantes (e extremamente) e outras não. Todos querem saber de algo todo o tempo, por isso o sucesso dos aparelhos multifuncionais e da internet. essa snovas transformações vem trazendo um público mais crítico, que começa a ter uma visão que antes não tinha, já que a maioria dos meios de comunicação são manipulados. Essa convergência é benéfica, e as transformações não irão parar por aí.

    Simone Silva

    12/11/2012 em 21:16

  3. 1-Jenkins descreve como uma ação de cooperação, troca, e acréscimo entre mídia, produtor e usuário. Cada veículo não possui apenas um canal informativo, mas “n” formas de se transmitir e, principalmente, de receber a informação. Com o constante avanço das tecnologias isso se torna cada vez mais atraente permitindo que o usuário “passeie” por mídias e conteúdos.

    2-Porque uma revolução poderia ser caracterizada por mudanças radicais nos meios informativos, e não é isso que acontece em tal transformação. O que houve durante este avanço foi uma mutação e congruência dos veículos, acrescido a isso uma mudança de postura interativa do usuário. Além disso, nenhum meio de comunicação, ou mídia, foi extinto definitivamente, mas sim de maneira cada vez mais sofisticada enriquecido para alimentar o público de informação e oferecer-lhe interação.

    3-Quando um programa de TV, por exemplo, é produzido ele se apresenta com opções de “extras” em algum meio online. Além disso, um jornal que possui também sua versão online oferece espaço para comentários do leitor, fazendo de seu público um parceiro na criação do conteúdo. Temos inúmeros exemplos, como pesquisas de opinião que se camuflam nos celulares como jogos, notícias e etc.

    4-Sim,é inerente. Tenho aula através de portais pontocom. Uso redes sociais para todo tipo de relação, seja ela profissional ou pessoal, e todos esses meios servem também para produção de trabalho ou lazer. Os jornais que leio oferecem diversos tipos de convergências entre TV, Internet, enfim. Posso utilizar o GPS do Iphone para me localizar, divulgar minha localização ou rota em forma de post na internet e ainda me tornar notícia se for de alguma forma relevante para alguém.

    Anna Dávilla

    12/11/2012 em 21:22

  4. 1) Como o autor define o conceito de convergência em torno das novas mídias?
    O conceito de convergência de Henry Jenkins estabelece um paradigma criado para representar a mente dos consumidores enquanto indivíduos, em suas interações sociais, nas formas de consumo e nas relações dos usuários com a tecnologia atual. Jenkins cria um conceito para definir as transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais observadas no cenário contemporâneo dos meios de comunicação, analisando o fluxo de conteúdo que vão além dos suportes variados e dos mercados da mídia, sempre levando em conta o comportamento migratório observado no público, que oscila entre os mais variados canais, em busca de experiências sempre novas de entretenimento.
    Ele fundamenta seu argumento em três conceitos: convergência midiática, inteligência coletiva e cultura participativa. Inteligência coletiva, de maneira muito sintética, é a nova forma de consumo, um processo conjunto, considerado uma nova fonte de poder. Cultura participativa caracteriza o comportamento do consumidor midiático da atualidade, distante da condição de receptor passivo cada vez mais, pessoas que interagem com um sistema de regras nada simples, criado para ser dominado coletivamente. A definição de convergência, para Jenkins, não se pauta pelo determinismo tecnológico, mas fundamenta-se em uma perspectiva culturalista, trazendo três noções pilares para o seu argumento: a convergência midiática como processo cultural e não tecnológico, o modelo da narrativa transmidiática como referencial da noção de convergência e o conceito de economia afetiva, que serve para pensar o comportamento de consumidores e produtores na contemporaneidade.

    2) Por que, segundo o autor, a ideia de “convergência” é melhor do que a ideia de “revolução” para entender as recentes transformações que envolvem os meios de comunicação?
    Porque, como acontece na maioria dos setores, os mercados midiáticos vêm, através dos tempos, passando por mudanças de paradigma. Nos meados de 1990, as pessoas criaram a ideia de que os novos meios de comunicação “engoliriam” os antigos, com internet substituindo as rádios, por exemplo. Era a ideia de “revolução digital”. Isso, segundo aquelas teorias, permitiria que as pessoas acessassem mais facilmente os conteúdos pelos quais se interessassem. Os velhos meios de comunicação eram “passivos” e os novos, “ativos”. Os antigos meios de comunicação seriam absorvidos pela órbita das tecnologias emergentes e a expressão “convergência” era praticamente deixada de lado, sendo raramente utilizada. Porém o estouro da bolha “pontocom” acabou com tal “revolução”, com a convergência ressurgindo como fundamental ponto de referência, conforme velhas e novas empresas tentam imaginar o futuro da indústria do entretenimento. Conforme Jenkins, se o paradigma da revolução digital presumia que as novas mídias substituiriam as antigas, o emergente paradigma da convergência presume que novas e antigas mídias irão interagir de formas cada vez mais complexas. Como quase sempre, a verdade está no meio-termo, como quer o autor. Líderes da indústria midiática estão retornando à convergência para encontrar sentido nesse momento de transformações obscuras e incertas. Assim, a convergência é um conceito antigo assumindo novos significados, que envolve uma transformação tanto na forma de produzir quanto na forma de consumir os meios de comunicação.

    3) Cite alguns dos processos de produção e dos comportamentos de consumo de conteúdos midiáticos que caracterizam essa convergência.
    O rádio, ao contrário do que já se imaginou em outrora, ganhou proporções ainda maiores com a internet. Seu alcance passou a ser mundial, a convergência midiática possibilitou aos usuários colocarem suas produções radiofônicas na rede, sem concessão do Ministério das Comunicações.
    A televisão digital é outro exemplo da convergência midiática. Trata-se da fusão da televisão que já conhecíamos com a internet. Agora, há a interatividade telespectador/emissora. O usuário escolhe a programação que deseja ver, além de poder acessar a internet e ter notícias em tempo real.
    Os jornais impressos convergem também. Eles possuem seus sites e exibem os seus conteúdos na internet. Alguns disponibilizam todo o material impresso na rede. Outros optam por beneficiar apenas os seus assinantes e há os que só oferecem no site algumas matérias. Numa coisa, são iguais: todos valem-se da internet como ferramenta de interação.
    Quem também apresenta a convergência midiática é o telefone celular. Hoje em dia, os aparelhos móveis diversificam funções: telefone, câmera digital, acesso à internet, player de músicas, de vídeos, jogos eletrônicos e inúmeras outras possibilidades de interação, produção e acesso de conteúdo, convergindo várias mídias em um único aparelho.

    4) Você se considera imerso na cultura da convergência descrita pelo autor? De que forma?
    Acredito que eu esteja imersa nesse mundo “convergente”, afinal alguns dos processos citados na questão anterior fazem parte da minha rotina diária, como por exemplo o telefone celular que uso para mais de uma função, as informações obtidas via “jornais online”, a tecnologia acaba nos influenciando de uma maneira ou de outra. No meu ponto de vista aquele que não acompanha os novos passos que a “sociedade” dá, acaba ficando estacionado no tempo.

    Rafaela Carolina da Silva

    12/11/2012 em 21:22

  5. 1. A convergência é o fato de os consumidores estarem cada vez mais próximos das informações e das mídias. Isso leva o consumidor da informação interagir cada vez mais com o meio de comunicação e assim, trocar mais informação entre os próprios consumidores.

    2. Ele explica que as novas mídias irão interagir com as antigas mídias e não acabar com elas. Na verdade não haverá uma revolução nas mídias e sim, como citado no livre, uma mudança significativa, mas não absoluta.

    3. A produção de notícias cada vez mais rápidas para chegar aos computadores, tablet´s e telefones celulares dos consumidores, é um exemplo da produção de conteúdos midiáticos nesse período de convergência. Os consumidores agora com essas facilidades de acesso e rapidez na informação a ser procurada, estão mais exigentes com essa rapidez no processo de produção das mídias. Hoje se tem acesso a um jornal que antes era apenas impresso, de qualquer lugar através de um aparelho de celular.

    4. De certa forma sim. De uma forma ou de outra estamos ligados a essa cultura de convergência. Vídeos em celulares, músicas disponíveis para download em sites gratuitamente e os portais de notícias estão cada vez mais próximos de todos consumidores, e acredito que em pouco tempo para todas as classes sociais, já que celulares estão sendo cada vez mais barateados, o que vai acontecer com tablet´s e já acontece também com computadores portáteis.

    Daniel Casimiro

    12/11/2012 em 21:23

  6. 1-) Como o autor define o conceito de convergência em torno das novas mídias?

    O autor cita durante os capítulos do livro, que a convergência está modificando e muito o pensar das pessoas. O autor ainda diz, que todos os meios midiáticos novos que estão surgindo no mercado, estão se sobressaindo, e fazendo com que as pessoas esqueçam e parem de usar os meios midiáticos antigos.
    Esses conceitos estão sendo manipuladores, e se formos observar, isso acaba sendo algo errado, só que de certa forma, bem aceito pela sociedade.

    2-) Por que, segundo o autor, a ideia de “convergência” é melhor do que a ideia de “revolução” para entender as recentes transformações que envolvem os meios de comunicação?

    Porque para ele, convergência tem essa questão de ser totalmente inovador, com múltiplas coisas novas, algo que realmente beneficie o usuário. Ao invés de continuar sendo um meio “antigo”, que tenha tido apenas uma “revolução”. Para o autor, muitas vezes, o fato de ter tido uma “revolução” não é bom o bastante para continuar no mercado, e ganhar os usuários. Tem que ser algo realmente novo, que transforme e marque a vida de seus usuários.

    4-) Você se considera imerso na cultura da convergência descrita pelo autor? De que forma?

    De certa forma sim, porque todos nós consumidores sempre optaremos em primeiro lugar por aquilo que realmente é bom,ou seja, por aquilo que é bem divulgado e que supere os outros meios midiáticos, e depois iremos atrás daquilo que couber em nosso bolso, mais acessível.
    O ideal, é que sejamos diferentes nessa forma de pensar, porém, no meio em que vivemos, com todo esse fluxo de tecnologias, inovações, novidades é bem difícil se conter ao novo e continuar com o “velho”.
    É realmente uma questão de adaptação, e não podemos esquecer, de que todos os dias estamos neste processo, ou seja, acabamos aprendendo muitas coisas, e vendo que nem sempre o novo pode ser tão bom quanto aquele que estamos acostumados.

    Jéssica Taboas

    12/11/2012 em 21:25

  7. 1- É o processo de troca de informação e conteúdo através de diferentes plataformas e mercados de mídias, e que ocorre principalmente no cérebro dos consumidores e nas suas relações interpessoais, definindo as transformações tecnológicas de acordo com a interpretação de quem comunica. Segundo o autor, “a convergência refere-se a um processo, não a um ponto final”.

    2- Porque a convergência trata de mudanças e transformações que acontecem inicialmente de dentro para fora, dos nossos cérebros para o meio externo. De maneira que ela não é imposta, não é algo radical, mas sim algo espontâneo que vai sendo absorvido instantaneamente.

    3- Há algum tempo os aparelhos de celulares se tornaram convergentes, não servindo apenas para efetuar ligações (função que passou a ser secundária para muitos usuários), mas como meio de troca de conteúdo, informações e interação social. Os aparelhos se tornaram importante ferramenta para a divulgação de produtos e serviços, servindo também como organizadores pessoais. A multiplicidade de funções e a forma como elas alteram o comportamento dos usuários, são uma forme de convergência.

    4- Sim. A convergência digital está presente na minha vida acadêmica, na utilização de diversas plataformas para adquirir e compartilhar conhecimento; na minha vida profissional, de maneira que estagiando num portal de notícias online é preciso estar atento ao uso dessas plataformas para fornecer e divulgar as notícias; e também na minha vida pessoal, como usuária de aparelhos de tecnologia, como smartphones, para momentos de lazer, organizador diário e meio de interação com outras pessoas. As operadoras de canais fechados de televisão também representam e exemplificam a convergência digital, uma vez que para assistir determinado programa eu não preciso estar em frente à TV no momento de sua exibição, podendo gravá-lo digitalmente para assistir depois, ou solicitar que um alerta chegue ao meu telefone no momento que o programa for exibido.

    Aluna: Caliandra Segnini
    03511-003

    Caliandra Segnini

    12/11/2012 em 21:30

  8. Respostas:

    1- Que não se trata de aparelhos midiáticos, e sim através de sua própria mente, estratégias e ações. É o ser humano quem realiza, a mídia se transforma apenas em uma “ponte” para essa ligação.

    2- Porque em uma revolução ditam-se regras,como uma ditadura. E nos dias atuais nessa era de informação on-line podemos considerar que hoje perdeu-se o “controle” mediante a tanto poder publico atribuido diariamente aos usuários.

    3- O poder ao receber uma noticia no momento exato em que ela acontece, a opção que o publico ganhou em interagir e deixar de ser receptor, o poder também que ele tem de ditar uma regra, expor um acontecimento por ele mesmo. Isso fez com que as pessoas ganhassem esse poder.

    4- Sim. Através de mídias sociais e noticias on-line de diversas páginas, além de sites.

    Taiana

    12/11/2012 em 21:31

  9. 1- O autor define o conceito de convergência através da importância que todos os acontecimentos têm perante a mídia e que ela tenta atrair o consumidor de diversas formas. O consumidor é atraído, mas sua mente é quem destina o foco e qual “parte” dos conteúdos expostos irá se interessar. Seria como fragmentar os conteúdos midiáticos, formando assim, uma espécie de manual de compreenão do cotidiano, através da absorção das informações da mídia.

    2- A ideia de convergência de adequa mais ao que estamos vivendo atualmente em relação às tranformações que envolvem os meios de comunicação. A sociedade é livre de regras e tem acesso a todo e qualquer conteúdo desejado independente dos meios de comunicação usados. Se essas transformações fossem consideradas como revolução ou ditadura haveria regras e punições para quem desrespeitasse os padrões impostos pela mídia.

    3- A internet e as redes sociasis são alguns dos processos de produção para a construção da convergência das pessoas. O acesso às mídias socias através da internet é facilitado possibilitando assim a interação e opinião pessoal do público a respeito dos conteúdos apresentados pela mídia. Essa interação, é resultado da liberdade de expressão cada vez mais em alta por parte do público.

    4- Sim, eu sou, através das mídias sociais, internet, liberdade de expressão, interação com a mídia de diversas formas, fragmentação de conteúdo midiático para construção do manual cotidiano e principalmente para as transformações dos meios de comunicação.

    Analy Prata Vieira

    12/11/2012 em 21:32

  10. Respostas da prova 4° bimestre.

    1 – Hoje em dia, o consumidor é puxado em todas as maneiras possíveis pela mídia. Nos dias atuais, somos aparentemente convencidos a comprar certos produtos simplesmente pela propaganda investida em todas as redes sociais e midiáticas. Não temos necessidade sobre aquilo, mas, com a investida da mídia somos convencidos e nos sentimos cortejados. ” Cada um de nós constrói a própria mitologia pessoal, a partir de pedaços e fragmentos de informações extraídos do fluxo mediático e transformados em recursos através dos quais compreendemos nossa vida cotidiana”. Tudo esta na nossa mente, na nossa cabeça, e nós somos responsáveis por tudo que criamos e supostamente queremos a mídia esta ali para atuar como um suporta para nossas supostas necessidades, e influencia nas decisões que tomamos.

    2 – A idéia de convergência é melhor do que a de revolução pelo fato de que na revolução haveria regras, viveríamos como uma ditadura. Já na convergência o poder esta em nossas mãos, a mídia faz o que queremos que ela faça, quando queremos que pare, ela para da mesma forma, que quando queremos que continue ela continua. Uma maneira muito mais fácil de lidar com as pessoas e com os desejos apresentados por cada uma delas.

    3 – Hoje o acesso a internet é muito fácil e rápido para todas as pessoas. Com o acesso as redes sociais, ficamos ligados em tudo que acontece no mundo em questão de segundos, conseguimos caminhar lado a lado com a mídia, onde temos a possibilidade de opinar e expressar as nossas opiniões em relação a tudo que a media coloca nas redes sociais. A mesma coisa seria em relação ao rádio e a televisão, hoje todos tem fácil acesso a esses meios de comunicação e em muitos dos casos podem opinar e expressar suas opiniões sobre determinados assuntos que são apresentados para o público.

    4 – Sim, eu me considero um imerso na cultura da convergência, pois somos os protagonistas desse mundo midiático. Interagimos, temos acesso a redes sociais, internet, somos atualizados todos os minutos por noticias que acontecem em todo o mundo. Pra mídia tudo que acontece são historias normais do cotidiano, mas pra nós que acompanhamos tudo em tempo real temos a nossa historia preferida de cada fato.

    Larissa Menezes

    12/11/2012 em 21:33

  11. Respostas:

    1. O autor define como algo que ocorre de acordo com o que pensamos, de forma individual, digamos pela própria filosofia de vida do ser humano. De acordo com o que ele pensa e age, concorda ou discorda e não por meios de aparelhos, independente se esses aparelhos sejam muito sofisticados ou simples.

    2. Porque no mundo em que vivemos hoje, não há como manter o controle, ou obedecer alguma regra.
    No caso de Revolução, teríamos que seguir o que fosse ditado ou regrado, e com essas novas tecnologias avançando muito rapidamente, sabendo que o consumo aumenta e os consumidores partem para interação da forma que querem, a ideia de convergência se torna melhor, pois não tem como manter o controle, e também de certa forma não precisa de regras, tudo se resolve por si só.

    3. Porque temos também o poder de dominar, ou participar também das mídias, dos meios de comunicação. Interagimos e compartilhamos dos assuntos, expomos nossas ideias, debatemos, concordamos ou discordamos dos acontecimentos e assuntos, sendo eles sérios ou não. Nós deixamos de serem receptores, deixamos de ouvir ou “obedecer” o que era informado, e passamos a compartilhar da mesma forma e até junto com os próprios produtores.

    4. Sim, através das redes sócias, ou qualquer meio de comunicação que interage com as mídias. Pois através deste eu posso expor e opinar de acordo com o que quero ou não, aceito ou não aceito. Compartilho, informo, participo de páginas e grupos que me permitem conversar e discutir ideias , novidades ou qualquer tipo de assunto que eu escolho ou não interagir.

    Gabriela Paris

    12/11/2012 em 21:34

  12. 1- Segundo o autor a convergência é o fluxo de informações que percorres diversos suportes midiáticos, envolvendo alguns aspectos como a transformação tecnológica, mercadológica, cultural e social.

    2- Segundo ele a ideia de convergência consegue conciliar todas as mídias sem que outra seja substituída. Já a revolução precisa que algumas mídias sejam substituídas para que outras possam sobreviver, ela vem para fazer mudanças drásticas. Portanto, a convergência é melhor para entender as transformações dos meios de comunicação porque é mais fácil de analisar os veículos de mídia existentes e não um que foi deixado de lado para dar lugar a outro por causa da revolução.

    3- Uma produção que pode ser citada como processo de convergência é a franquia Harry Potter. Tudo começou com os livros de J.K. Rowling, que alguns anos depois atraíram o interesse do mundo cinematográfico, gerando assim uma das melhores sagas da história. Com as duas opções, livros e filmes, as pessoas podem escolher qual produto comprar. Isso é um processo de convergência que começou na mídia e foi parar na mídia audiovisual.

    4- Sim, eu me considero imerso na cultura da convergência porque escrevo para um jornal de Jaboticabal (SP), e depois publico as matérias em meu blog. Dessa forma meus textos podem ser encontrados na mídia impressa e na mídia digital.

  13. 1)Segundo o autor convergência e o processo de transformações tecnológicas, sociais, culturais e mercatodológicas, dessas quatro áreas, dependendo de quem está falando e o que pesam estar falando sobre. Também o autor cita a unificação como a característica da convergência, pois a inteligência coletiva, todo aquele que dá parte de se conhecimento tornará a mídia poderosa, conhecido como o poder midiático.

    2) Segundo a autor a ideia de convergência é melhor do que a de revolução, pois a palavra convergir como já citado na resposta anterior vem do ato de transformar, este seria transformar ferramentas que já foram consideradas modernas, mas que perderam-se o encanto pois surgiram outras com um grau de modernidade mais elevados e mais tecnológico também, seja acrescentando um formato mais sutil, fino e prático e interativo. Houve uma transformação.
    Já a revolução perde-se a idéia do reutilizável, as ferramentas existentes são exterminadas para dar lugar há um novo sem precedentes, não há algum tipo de transformação.

    3) A Produção de conteúdos midiáticos houve interação total das notícias, ao mesmo tempo que pode ser noticiada por meio televisivo, também podem ser exibidas no meio on-line, e outros difusores de informação.
    Essa produção se dá pela rapidez que é igual facilidade. Há qualquer momento pode-se acessá-las, seja em um “Tablet”, ou celular essas ferramentas facilitaram a vida para quem precisa estar em constante checagem de e-mails.
    Desse modo vemos a convergência cultural, social e tecnológica, pessoas passam mais vidrados em celulares do que em livros (papel). É um tipo de processo de comportamento transformado.

    4)Sim, eu me considero inserida no contexto de transformações midiáticas, pois a cada inovação, procuro saber do que se trata, para utilizar dessas ferramentas modernas que a convergência nos proporciona, seja comprando um “Ipad”, por exemplo, pois contém um universo de aplicativos para entretenimento, notícias, novidades e inteiração a qualquer momento, posso comprar agora músicas que gosto sem sair de casa.

    Raíssa Vitulli

    12/11/2012 em 21:41

  14. 1)O autor define convergência sendo a definição de transformações tecnológicas, mercadológicas, sociais e culturais, que dependem de quem está falando e do que pensam estar falando.

    2)A revolução extermina as ferramentas, enquanto a transformação unifica, depende das mídias antigas para ocorrer a mudança na tecnologia, sendo assim, a transformação é um processo de melhoramento, ferramentas modernas, no qual fazem parte de todos os meios de comunicação.

    3)A interatividade está envolvida no processo do comportamento de consumo, por meio da tecnologia presente na internet, televisão, rádio, e aparelhos celulares. Também podemos citar como processo de produção de conteúdos que caracterizam a convergência, a notícia veiculada online em tempo real, os comentários e postagens nos blogs, enfim, toda interação social individual ou coletiva.

    4)Sim, a todo momento estamos envolvidos no meio midiático, com novas tecnologias e transformações. Cito a interatividade presente em redes sociais, as notícias do mundo em tempo real, os celulares com conteúdos avançados. Hoje, mesmo que muitos não tenham acesso à tecnologia, ao menos sabem manusear um aparelho digital, portanto, a convergência sempre será motivo de mudança, presente principalmente na mente do consumidor, unificando o processo tecnológico. Com isso, as pessoas compram mais, utilizam mais a mídia para o consumo, enfim, são incentivadas a buscar por novas informações e conteúdos midiáticos de difusão.

    Bruna Fernandes Galo

    12/11/2012 em 21:42

  15. 1- Como o autor define o conceito de convergência em torno das novas mídias?

    O autor define o termo convergência como sendo um fluxo de conteúdos “através de múltiplos suportes midiáticos”, ou seja, o crescimento de suportes que conectam a pessoa com o mundo da internet é muito grande, qualquer pessoa que tenha um celular, iphone ou tablet, terá acesso a internet e às noticias que rodam no mundo. O autor também define o termo convergência com transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais, dependendo do público.

    2- Por que, segundo o autor, a ideia de convergência é melhor que a ideia de revolução para entender as recentes transformações que envolvem os meios de comunicação?

    Para o autor o termo convergência, nada mais que a revolução do passado, mas com ideais diferentes. Segundo a “revolução midiática”, o mundo virtual iria mudar tudo de forma drástica. No caso da convergência, é a interação das novas e velhas mídias, de forma complexa, mas sem modificações.

    3- Cite alguns dos processos de produção e dos comportamentos de consumo de conteúdos midiáticos que caracterizam essa convergência?

    Os maiores exemplos dessa convergência midiática são os jornais e rádio que possuem agora sites de notícias 24 horas. Hoje no mundo jornalístico, não existe um jornal que não tenha um site de notícias, ou uma rádio que não tenha um site para que o ouvinte possa escutar a programação navegando na internet. Ainda mais com aplicativos para tablets e iphones fica mais fácil de manter o público informado com o que acontece no mundo, no Brasil ou na cidade. Os que não possuem um portal de notícias factuais acabam ficando para trás e falindo, ou diminuindo a freguesia.

    4- Você se considera imerso na cultura da convergência descrita pelo autor? De que forma?

    Como estudante de jornalismo procuro ficar antenado a cada mudança no mundo da mídia. É de vital importância que as pessoas tomem consciência de que o mundo gira e muda a cada segundo. Por essa razão as pessoas precisam estar atentas no que acontece, se interagir mais com a internet e ter pelo menos esse acesso em casa. As notícias estão acontecendo e o que passa a noite na televisão, a internet já deu durante o dia. No caso do jornal impresso, é de muita importância no mundo de hoje que tenha um portal de notícias, para que o seu público fique sabendo o que aconteceu na mesma hora, e o que vai no impresso na manhã do outro dia são notícias mais quentes do dias e as que causam atenção no leitor. Por isso procuro estar sempre atento na internet pelo notebook ou celular, para ficar sabendo o que acontece na nossa cidade, no Brasil e no Mundo.

    Jonatan Luan de Oliveira Dutra

    12/11/2012 em 21:46

  16. 1 – R: Para o autor, as novas tecnologias servem de base, apoio para a grande circulação de conteúdo oriundo das diversas partes dos chamados “mercados midiáticos”, que traduzem a migração do público através das várias possibilidades de entretenimento oferecidas. Ainda, segundo o entendimento de Jenkins, a busca por novas tecnologias e as mudanças de mercado, sociais e culturais também são definidas pelo conceito de convergência.
    2- R: Jenkins acredita que, ao contrário do que o conceito de revolução pregava, as novas tecnologias virão para acrescentar as já existentes e não para substituí-las. Assim, convergir, para ele, significa a união dessas tecnologias.
    3 – R: No passado, o surgimento da televisão trouxe a perspectiva de que o rádio desapareceria, mas, ao contrário, os dois persistem até hoje e convivem de acordo com a visão apresentada por Jenkins acerca da convergência. Mas, a Internet sem dúvida é o maior exemplo dos processos de convergência dos conteúdos midiáticos. Na WEB estão presentes todas as mídias. Podemos navegar através de sites que oferecem serviços de rádio, TV e ainda abrem espaço para qualquer nova mídia que possa surgir. Ao escolher entre as diversas opções de mídias disponíveis no mercado, hoje o consumidor depara-se com infinitas possibilidades, sendo que, ao fazer sua escolha, não necessariamente elimina outra.
    4- R: Sim, me considero, pois ao convivermos em sociedade, praticamente somos obrigados a interagir de acordo com o desenvolvimento das novas tecnologias. Dentro do mercado de trabalho essa realidade é ainda mais clara, já que, aquele que não está inserido dentro do processo midiático, acaba tornando-se obsoleto dentro de qualquer profissão que exerça. Durante minha rotina de trabalho, por exemplo, logo nas primeiras horas da manhã me vejo consultando as noticias nos diversos portais, ao mesmo tempo em que leio os jornais impressos e converso um telespectador ao telefone, com meus amigos no Facebook e com meus superiores no programa interno de comunicação da Redação. Durante a tarde, para exercer a advocacia, ao mesmo tempo em que consulto os velhos códigos empoeirados nas estantes, acesso aos diversos compêndios online de jurisprudência. Assim, afirmar que alguém possa viver fora dessa realidade nos tempos atuais é quase impossível.

    Daniel Mastroiano

    12/11/2012 em 21:48

  17. 1-O autor define o termo convergência como sendo um fluxo de conteúdos “através de múltiplos suportes midiáticos”, ou seja, o crescimento de suportes que conectam a pessoa com o mundo da internet é muito grande, qualquer pessoa que tenha um celular, iphone ou tablet, terá acesso a internet e às noticias que rodam no mundo. O autor também define o termo convergência com transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais, dependendo do público.

    2-Para o autor o termo convergência, nada mais que a revolução do passado, mas com ideais diferentes. Segundo a “revolução midiática”, o mundo virtual iria mudar tudo de forma drástica. No caso da convergência, é a interação das novas e velhas mídias, de forma complexa, mas sem modificações.

    3-Os maiores exemplos dessa convergência midiática são os jornais e rádio que possuem agora sites de notícias 24 horas. Hoje no mundo jornalístico, não existe um jornal que não tenha um site de notícias, ou uma rádio que não tenha um site para que o ouvinte possa escutar a programação navegando na internet. Ainda mais com aplicativos para tablets e iphones fica mais fácil de manter o público informado com o que acontece no mundo, no Brasil ou na cidade. Os que não possuem um portal de notícias factuais acabam ficando para trás e falindo, ou diminuindo a freguesia.

    4-Como estudante de jornalismo procuro ficar antenado a cada mudança no mundo da mídia. É de vital importância que as pessoas tomem consciência de que o mundo gira e muda a cada segundo. Por essa razão as pessoas precisam estar atentas no que acontece se interagir mais com a internet e ter pelo menos esse acesso em casa. As redes sociais também vêm crescendo bastante e tomando uma força muito grande no mundo virtual. No caso do jornal impresso, é de muita importância no mundo de hoje que tenha um portal de notícias, para que o seu público fique sabendo o que aconteceu na mesma hora, e o que vai ao impresso na manhã do outro dia são notícias mais quentes do dias e as que causam atenção no leitor. Por isso procuro estar sempre atento na internet pelo notebook ou celular em minhas rede social, para ficar sabendo o que acontece na nossa cidade, no Brasil e no Mundo. Portanto eu me considero sim imerso a essa mudança midiática que é de certa forma, inevitável.

  18. PROVA DO PROFESSOR BELDA-
    Daiane de Souza Luciano- 03511-005

    1) A Convergência de Mídia, nos leva a sermos um Consumidor, de comprarmos propagandas sem interesses, nos prendendo a esse mundo Digital. As vezes nem temos necessidades do produto mas a mídia nos influencia a isso
    2)

    3) A convergência é melhor do que a de revolução pelo fato de que na revolução há regras. Já na convergência a mídia faz o quer.

    4) Hoje a noticia chega em tempo real, tudo é mais fácil , podemos interagir e questionar o fato acontecido, assim vão se adaptando a TV e o Rádio a era Digital.

    4) Sim, somos todos imersos a essa cultura da convergências, somos Fantoches diante dos nossos olhos a esse mundo da Midia ou Nova Era Digital. Claro que só vims algo que realmente nos interessa.

    daiane luciano

    12/11/2012 em 21:56

  19. 1. Para o autor, as mudanças das mídias, tanto na forma cultural, social, administrativa, financeira, pela propaganda ou até mesmo na forma de comunicação com o consumidor, é tido como convergência, ou seja, é a transição ou modificação que ocorre com as mídias devido a todos esses fatores citados.

    2. Na atualidade a convergência que ocorre entre os meios midiáticos envolve muito os consumidores, onde essas pessoas interagem com os meios de comunicação, o que não era possível em décadas atrás.

    Nesse caso a ideia de revolução é um exagero, pois os meios jornalísticos passam apenas por uma convergência, ou seja, ocorre uma mudança, porém não há ainda, o abandono de outras mídias como a impressa ou o rádio, mas sim, uma convergência.

    3. Os conteúdos são produzidos de forma muito mais rápida que anos atrás, pois existem processos bem mais práticos, como nos veículos online, que são responsáveis pelo meio mais interativo da comunicação, a internet. A cobertura em tempo real também é muito praticada pelos web sites, pela facilidade de postar conteúdos, graças às condições de conexão de internet disponíveis.

    Em tempos atuais, os consumidores desse mercado da comunicação utilizam em grande escala a interatividade, como em redes sociais, devido à facilidade de compartilhar conteúdos. Também há interatividade em sites, onde as pessoas podem comentar e receber comentários sobre suas opiniões, além disso, tem a grande rede de blogs, onde qualquer pessoa pode postar o que achar interessante e até mesmo lucrar com isso.

    4. Assim como muitas pessoas na atualidade, me considero imerso pelas culturas de convergência, pois devido ao cotidiano rápido e dinâmico que a maioria dos trabalhadores tem , é necessário consumir a informação de forma rápida e fácil. Isso ocorre com quem usa aparelhos como smartphones, tablets, entre outros dispositivos do gênero que podem ser utilizados em qualquer lugar.

    Outro fator que me caracteriza como imerso nesses meios é o compartilhamento em redes sociais, comentários em sites de meu interesse e postagem em blogs utilizados tanto para fins acadêmicos, quanto para fins de ocupação e treinamento como blogs jornalísticos.

    Fábio Penariol

    12/11/2012 em 21:56

  20. 1-Ele faz a relação de conceitos, convergência dos meios de comunicação, cultura participativa e inteligência coletiva, dizendo que a convergência representa uma transformação cultural, não ocorrendo por meio de parelhos mas sim dentro das cabeças “cérebros” dos consumidores da novas mídias

    2- As novas mídias vieram para acrescentar, o mercado midiático vem passando por transformações, pensava-se que com a novas tecnologias de computadores e celulares, a tecnologias “antigas” iam se acabando quando viessem as novas tecnologias, mas isso não aconteceu, o autor cita que as novas tecnologias vieram para somar e não subtrair.

    3-A televisão digital é um exemplo da convergência midiática, havendo a interatividade telespectador e emissora, podendo escolher a programação que vai assistir , podendo acessar a internet e ter notícias em tempo real, o rádio se expandiu tomando formas digitas, as web-rádios foi a melhor maneira de atrair o público, e não podia ficar de fora o celular ,os aparelhos móveis tem funções diversificados : GPS, câmera digital com alta resolução, acesso à internet, player de músicas, de vídeos, TV, telefone, jogos eletrônicos e muita interatividade,convergindo várias mídias de um só aparelho.
    4- Sim, isso faz parte da minha vida, como o aparelho celular que me deixa informada em tempo real, o mundo de hoje respira informação, querendo saber tudo que acontece a todo momento, isso nos torna críticos querendo informação com “massa” sem mascaras, isso mostra que não estamos estacionados, querendo sempre mais.

    Elizandra Pìcolli Donnagelo

    12/11/2012 em 22:04

  21. 1- Para o autor, a convergência significa o despertar do interesse nas pessoas em procurar novas formas de obter ou produzir informação, através de um processo que integre vários meios, ou melhor, a integração das mídias, apesar desse termo não ser o determinante para definir a convergência. Em suma, o objetivo do autor é que haja uma transformação cultural, a medida em que as mídias impõem novos modelos e o mercado consumidor sinta-se atraído a aderir a determinado produto, ou serviço, ou até mesmo um novo modelo de linguagem, como foi o caso da associação da imagem do boneco Beto, de Vila Sésamo, com o terrorista Osama Bin Laden.

    2- Seria uma revolução a partir do momento em que o processo fosse substitutivo e não de integração. Revolução foi o que aconteceu, por exemplo, com o envio de cartas, que apesar de não ter entrado em extinção, foi sensivelmente migrado para o rápido e cômodo processo de enviar um email, apesar desse feito não deixar de ser considerado uma convergência, uma vez que depende da existência do computador. Um exemplo de convergência por exemplo, fez com que desenvolvedores criassem um software para computadores, que permite a realização de chamadas telefônicas, sem precisar propriamente de uma linha telefônica. Tal processo, não pôs fim aos aparelhos telefônicos, já que tal software, apesar de poder se comunicar entre dois ou mais computadores, foi desenvolvido, além disso, para se comunicar com telefones moveis ou fixos. Hoje, inclusive, com a geração de smartphones, o software pode ser instalado nesses aparelhos e não coloca em risco a sua existência, já que depende da plataforma para funcionar.

    3- Cada vez mais os veículos de comunicação buscam integrar plataformas para expandir seus negócios. Atualmente, a tv, por exemplo, vem utilizando cada vez mais ferramentas da internet para levar seu conteúdo além dos televisores. E essa integração vem dando certo, uma vez que o internauta pode se interessar pelo conteúdo que viu no pc e procurar assistir ao programa na tv, uma vez que agora, através da internet, ele tomou conhecimento de um programa, por exemplo, ou o programa que ela já conhece irá exibir um assunto de seu interesse.

    4- Apenas uma parcela da sociedade está imersa no processo de convergência cultural, uma vez que nem todos tem acesso as plataformas que viabiliza o processo. Eu, por exemplo, estou imerso neste mundo, uma vez que os exemplos descritos nos tópicos anteriores, foram baseados em conhecimento real, vivenciados por mim.

  22. 1 – O autor define convergência como sendo “fluxo de conteúdos através de múltiplos suportes midiáticos”. Há uma cooperação dos mercados de mídia e do público em geral, que busca em vários lugares o conteúdo que deseja. Para ele, convergência não é apenas a interligação entre os meios de comunicação, mas também “mudanças tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais” provenientes dessa ligação entre vários modelos de mídia.

    2 – Porque a ideia de convergência diz que os veículos de comunicação têm uma interação entre si, independente da data de seus surgimentos e das tecnologias utilizadas. Enquanto isso, o conceito de revolução acreditava que novas mídias substituiriam as antigas, o que não ocorreu na prática. Elas se adaptaram ao mundo digital, mas não acabaram.

    3 – Um dos processos que caracterizam essa convergência é a franquia “Guerra nas Estrelas”, que, além de filme, também virou um jogo. Também há o exemplo do “Harry Potter”, da escritora J.K. Rowling. O produto surgiu como uma série de livros, que depois deu origem a vários filmes e a publicações de fãs em inúmeros blogs e sites.

    4- Sim, na medida em que ouvimos emissoras de rádio na internet, comentamos em um determinado programa por e-mail ou redes sociais, assistimos TV em um celular, lemos uma revista ou jornal em um formato digital em um iPad, etc. Atualmente, é praticamente impossível consumirmos um determinado tipo de mídia de forma independente, sem relação com os demais. Todos são importantes e se complementam.

    Celso Luís Gallo

    12/11/2012 em 22:07

  23. 1 – O autor define o conceito de convergência em torno das novas mídias como transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais, dependendo de quem está falando e do que estão falando. Para ele, cada um de nós constrói a própria mitologia pessoal.
    “No mundo da convergência das mídias, toda história importante é contada, toda marca é vendida e todo consumidor é cortejado por múltiplos suportes de mídia.”

    2 – A ideia de “convergência” é melhor do que a ideia de “revolução” para entender as recentes transformações que envolvem os meios de comunicação, porque é uma palavra que consegue definir transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais, “dependendo de quem está falando e do que imaginam estar falando”. Para o autor, a ideia de que a convergência deve ser compreendida principalmente como um processo tecnológico que une múltiplas funções dentro dos mesmos aparelhos é errada. O correto é dizer que a idéia da convergência é representar uma transformação cultural, com o incentivo aos consumidores de à medida que consumidores são incentivados a procurar novas informações em conteúdos midiáticos dispersos.

    3 – Um processo de produção que pode ser citado com grande característica dessa convergência é a expansão do rádio, que com as grandes transformações digitais, se reconfigura rapidamente, mudando as práticas comunicacionais e acelerando a concentração empresarial. Como uma grande indústria cultural, o rádio hesita entre as ondas eletromagnéticas e a multiplicidade de oferta de conteúdos e de canais de difusão do novo mundo digital. Podemos chamar essa transformação de “rádio comercial” e defini-la em quatro âmbitos: tecnológico; empresarial; profissional e de conteúdos. As web-rádios também ganharam grande espaço como meio de comunicação e hoje já se popularizou com a nova geração pela facilidade de acesso.

    4 – Sim, eu me considero imersa na cultura da convergência em torno das novas mídias. Quero praticidade o tempo todo, tudo que facilitar a minha acessibilidade de alguma forma, irá me atrair. Um exemplo é o grande sucesso de vendas dos aparelhos celulares, que a cada momento apresenta milhares de inovações e multifunções. Consigo acessar emails, notícias e manter contato com vários amigos com pouco esforço e com rapidez, tudo ao mesmo tempo.

    Tamires Frasson

    12/11/2012 em 22:09

  24. 1) Para o autor, há todo momento há fluxos de informações sendo passadas por vários meios de sistemas midiáticos e as pessoas estão cada vez mais ávidas , usando essas mídias, para vários fins, principalmente pela questão do lazer, mas também são produtoras de conteúdos e não apenas receptoras dessas informações. Os conteúdos estão em circulação há todo momento, por meio das mais variadas mídias, e, embora as pessoas não consigam apreender todas as informações disponíveis, elas podem se conectar com o que seja importante para elas, interagindo com outras pessoas, em diversas partes do mundo e transformando a realidade que as cerca.
    2) A ideia de convergência é melhor porque quando surge uma nova mídia, não significa que ela irá exterminar a “velha” mídia, ou seja, a que já existia. Elas podem trabalhar, em plataformas diferentes, mas com o mesmo propósito: levar informação. Já a ideia de revolução, traz o pensamento de que o surgimento de uma nova mídia irá acabar com a velha mídia. É como aquele antigo pensamento, de que a internet acabaria com o jornal impresso. Os impressos passaram e passam por mudanças, sem terem sido extintos. São novas práticas dentro de uma velha mídia
    3) As pessoas produzem conteúdos a todo momento. Seja através de blogs, pelo celular, pelas câmeras fotográficas, enfim. Sem falar que as mídias estão inseridas uma na outra. Há as web Tvs, revistas digitais, Jornais on-lines e sem falar nas redes sociais, que vem ganhando cada vez mais adeptos. Há anos, quando eu me sentava no sofá para assistir aos jornais, as notícias eram novidades, eu ficava sabendo naquele momento; Hoje, grande parte do que vemos nos noticiários já foram assuntos comentados ao longo do dia.
    4) Sim. Apesar que sei que tem pessoas que são mais “tecnológicas” (vamos dizer assim) que eu. Mas eu gosto de utilizar diversas plataformas para saber do que acontece a minha volta e gosto de produzir conteúdos, através de blogs pessoais e acadêmicos. Gosto de interagir com as pessoas através de redes sociais, que na minha opinião, quando bem utilizadas, são uma grande ferramenta e uma vitrine para o nosso trabalho. Não consigo viver sem o celular e tenho que verificar meu e-mail pelo menos umas duas vezes por dia. Por esses e outros motivos, acredito que estou inserida na cultura da convergência descrita pelo autor.

    Fabianne Farias

    12/11/2012 em 22:10

  25. 1 – O autor define o conceito de convergência midiática como sendo uma interação, “um fluxo de conteúdos”, entre as velhas e novas mídias, o consumidor e o produtor. Onde o consumidor, que sempre busca por facilidade e entretenimento, tem grande importância, por ser alguém que está mudando, “migrando” sempre atrás de coisas de seu interesse. A convergência não se trata apenas de questões relacionadas às tecnologias, mas também envolve questões culturais e mercadológicas.

    2 – Porque, na realidade, não houve uma revolução digital, onde as novas mídias substituíram as antigas, o que ocorreu foi uma interação entre as tradicionais e as novas mídias.

    3 – Há muitos processos de produção que se caracterizam pela convergência, os jornais, o rádio e os celulares são bons exemplos. Os jornais, agora disponibilizados na Internet, possuem uma versão prática que possibilita ao leitor acesso rápido e a qualquer hora, o rádio também pode ser ouvido através da rede e os celulares evoluíram muito, não mais recebem ou fazem chamadas apenas, agora permitem acesso às redes sociais, tiram fotos e gravam áudio ou vídeo.

    4 – Sim, é um processo inevitável. Todos nós estamos imersos nessa cultura de convergência, não há como fugir disso. Há o celular cada vez mais completo que permite acesso a diversas coisas ao mesmo tempo as redes sociais e a Internet, que promovem uma interação maior entre as pessoas, possibilitando também que as informações sejam acessadas e divulgadas rapidamente através de jornais online, blogs, portais, revistas e rádios

    Edna Moreira

    12/11/2012 em 22:11

  26. 1 – O autor define convergência como unificar e transformar. Através da convergência, as mídias passam por transformações tecnológicas, interferindo na cultura do indivíduo. As antigas mídias são fundamentais para que as novas existam e haja convergência. A unificação das mídias existe para que uma mídia dependa da outra e a convergência sempre esteja em movimento. Além disso, cada indivíduo possui um pouco de conhecimento, e essa diversidade de conhecimento fará com que continua existindo a convergência entre as novas mídias.

    2 – Porque a “revolução” digital levava a crer que as novas mídias levariam à extinção das antigas mídias, ou seja, haveria uma substituição. Ao contrário disso, vivenciamos a convergência, que unifica as novas e antigas mídias, proporcionando interação, como por exemplo, um console de vídeo game que você pode usá-lo simplesmente para jogar um game sozinho e/ou também conectá-lo a numa rede e encontrar amigos e afins para jogar. Antigamente existiam games inferiores que não possuíam essas possibilidades, além de possuir gráficos limitados.

    3 – Um processo de produção que pode ser citado são as matérias jornalísticas de televisão. Elas começam a ser produzidas através de reuniões de pauta, onde apenas algumas pessoas estão envolvidas com o assunto. Elas são produzidas para o telejornal, onde milhares de pessoas assistirão. Depois disso, o conteúdo é inserido no site do jornal, sendo possível visualizar por texto e vídeo. Além disso, as pessoas poderão comentar e recomendar o link para algum amigo, causando outras inúmeras ações que o indivíduo poderá exercer e interferir neste processo de convergência. O rádio também um grande exemplo, pois, este, que um dia foi o principal meio de comunicação, hoje está disponível na web, sendo possível ouvir rádios de outros países e continentes, o que não era possível na época da sua criação.

    4 – Sim. Ao usar o meu celular, além de falar com outras pessoas por voz, também existe a possibilidade de me conectar a internet e interagir com outras pessoas que estão longe. Além disso, posso me atualizar e ficar informado, acessando as notícias do momento. Tudo isso em um só aparelho. Os celulares fazem parte desta convergência, pois, como já citado no livro, hoje os aparelhos criados não vêm mais apenas com a função de telefone. Com isso, as pessoas mudam seus hábitos e a cultura, sendo essenciais esses vários serviços que os aparelhos de celular proporcionam hoje. Isso acontece comigo.

    Alexandre Rocha

    12/11/2012 em 22:12

  27. 01-O autor define o conceito de convergência das novas mídias, como os vários fluxos de conteúdo que passa por múltiplos mercados e suportes midiáticos, considerando o comportamento migratório do público, que oscila entre diversos canais em busca de novas experiências e entretenimento. Sendo assim, hoje em dia, o público faz qualquer esforço para adquirir e praticar os novos meios de comunicação.

    02- A ideia da convergência, é o aprimoramento dos meios de comunicação, refere-e ao paradigma configurado para representar a mente dos consumidores individuais e que pode ser percebido em suas interações sociais, nas formas de consumo e nas relações dos usuários com a tecnologia contemporânea.
    Já a revolução, presumia que as novas mídias substituiriam as antigas, mas após o estouro da bolha pontocom, a tendência foi imaginar que as novas mídias não haviam mudado nada. Mas cada vez mais, as indústrias midiáticas estão retornando à convergência como uma forma de encontrar sentido, num momento de confusas transformações.

    03- É considerável e notável as mudanças das convergências nos últimos anos. A informação circula de forma intensa por diferentes sistemas midiáticos e canais. Um exemplo representativo é o aparelho celular. Sendo assim o dispositivo passa de uma condição de um simples celular, pra tornar-se uma ferramenta importante para a produção, envio e recebimento de vídeos, fotos, músicas, jogos eletrônicos e redes sociais. Ou seja, de qualquer lugar do mundo, podemos receber informações em tempo real, trocar mensagens a até mesmo ler um livro.

    04- Sim.Eu me considero imerso na cultura da convergência descrita pelo autor. De várias formas as convergências influenciam em nosso cotidiano, até pelo fato de facilitar o nosso trabalho profissional, estudo e comunicação com as pessoas.
    É importante estar conectado com o mundo, seja na internet, celular ou televisão, a ideia da convergência midiática serve para traduzir as mudanças nas formas de relacionamento do público com os meios de comunicação.

    Daniele Merola

    12/11/2012 em 22:14

  28. Boa tarde professor! Eu postei a prova no item errado (Leitura de capítulo e prova final), por isso estou postando novamente ela aqui.

    1- Para o autor convergência é o conteúdo de vários tipos de mídias e como eles se completam e de como os leitores migram entre esses meios. As pessoas têm um acesso tão fácil às mídias hoje que podem buscar diferentes assuntos em apenas um lugar. O que era dividido em diversos aparelhos se juntou em apenas um. Com o celular podemos fazer ligações, usar a internet, enviar torpedos, assistir vídeos, ou seja, algo que servia apenas para ligações agora realiza funções de outros aparelhos.

    2- Porque uma revolução dá a idéia de mudanças, algo inovador. E convergência é algo que foi aprimorado e melhor adaptado. Isso é chamado estouro da bolha, a tendência que alguns pensavam eram que as mídias iriam se diversificar e divergir, mas o que aconteceu foi que elas se uniram, sem mudar nada, uma única mídia abrange as demais.

    3- A TV é um exemplo simples e que chega a todas as pessoas. Antes era preciso ter a TV, um aparelho de vídeo ou DVD, e um conversor digital. Hoje a TV já tem incluído em seu sistema o conversor HD e recursos para gravar o conteúdo disponível. Ao invés de ter três aparelhos juntando pó e pegando espaço na sua estante, você precisa de apenas um. O Facebook também é um exemplo da convergência já que as redes sociais eram usadas apenas para interação. Hoje você pode acessar conteúdos informativos, culturais e didáticos apenas acessando seu Facebook, enquanto conversa com seus amigos e se diverte usando os jogos e aplicativos.

    4- Sim, eu me considero. Com o fácil acesso que tenho às mídias eu estou sempre conectada, não preciso de um computador para ver as atualizações dos meus amigos no Facebook, pois eu acesso ele do meu celular. Eu não preciso me preocupar em estar em casa n hora que um programa que eu gosto vai passar, eu posso gravá-lo e assistir quando me for favorável. Também não preciso colocar os e-mails de todos os meus amigos quando quiser conversar com eles, posso criar um grupo que contenha o e-mail dos meus amigos e enviar para todos de uma vez. Quando essas facilidades não existiam sempre me virava de algum modo, mas agora que existem não consigo me imaginar sem.

    Larissa Mestieri

    20/11/2012 em 15:06

  29. Belda, boa noite

    Postarei os quatro trabalhos referentes a avaliação desta matéria neste post. Se precisar dos mesmos impressos ou via email, me comunicar por favor.

    FOLHA ONLINE – ANÁLISE DO VEÍCULO
    Em 19 de fevereiro de 1921 é criado o jornal “Folha da Noite”, por Olival Costa e seu sócio, Pedro Cunha. Neste mesmo ano Albert Einstein ganha o Prêmio Nobel de Física. Cerca de sete décadas depois, em 1995, é lançada a Folha Online, o portal de notícias do Grupo Folha.
    O website que trazia inicialmente um resumo das notícias de sua versão impressa, sintetizando os principais temas e notícias do dia, marcando a inauguração de seu centro tecnológico na região de Tamboré.
    Primeiro jornal em tempo real em Língua Portuguesa, o veículo evoluiu rapidamente para um portal gerador de conteúdos, se afiliando ao então provedor criado Universo Online, parceria do Grupo Folha e Editora Abril, que diversificou sua atuação na internet.
    Atualmente contando com 19 editorias de acesso livre, o website recebe cerca de 17 milhões de visitantes únicos e 173 milhões de páginas visualizadas por mês.
    Observando o crescimento cada vez mais frequente dos meios eletrônicos e seu espaço no cotidiano dos consumidores atuais, o portal iniciou seu projeto de cobrança por conteúdos, que claramente busca a obtenção de renda junto aos leitores de seu meio eletrônico que crescem proporcionalmente à redução do consumo dos meios impressos.
    Além de seu site, a Folha entrou no mercado de aplicativos para celulares e tablets, outro movimento que busca a aproximação dos leitores casuais, que ao baixarem tais aplicativos passam a receber conteúdos e notícias ligadas à sua área de interesse, mas também são abordados por conteúdos que possivelmente não teriam contato de forma ativa nos demais meios de comunicação. Uma aposta acertada se considerarmos o crescimento exponencial da tecnologia móvel no país e a elevação na habilitação de linhas de celulares nos últimos anos.
    O Grupo Folha, presidido por Luiz Frias, possui atualmente cerca de 300 funcionários em seu braço online, entre jornalistas e colaboradores da área técnica, além de colunistas e convidados a escrever artigos de publicação esporádica. Atualmente o veículo está situado na região dos Campos Elíseos em São Paulo.

    Nícolas Bertate

    26/11/2012 em 19:35

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