teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Relato sobre sua experiência e aprendizagem na disciplina

com 68 comentários

Deixe nesta página um breve relato sobre sua sua experiência e aprendizagem na disciplina. Para isso, considere os seus conhecimentos prévios sobre planejamento gráfico-editorial de jornais e avalie o quanto acredita que seu entendimento sobre o assunto evoluiu ao longo deste semestre. Você também pode indicar os tópicos que mais te interessaram na disciplina e apontar aquilo que considera como pontos positivos e/ou negativos das atividades realizadas e do método de ensino adotado.

Escrito por Francisco Rolfsen Belda

01/02/2017 às 22:25

Publicado em Planejamento Editorial

68 Respostas para 'Relato sobre sua experiência e aprendizagem na disciplina'

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  1. Meus conhecimentos sobre Planejamento Gráfico Editorial eram assustadoramente limitados. Minha competência na área era limitada à classificação de páginas bonitas ou feias e eu não tinha o mínimo costume de pegar em um jornal e analisá-lo, admirá-lo como eu faço hoje em dia nas ocasiões em que tenho tempo para me dedicar à esse exercício.
    Acho que o ponto forte da disciplina foi este, pelo menos para mim: a tomada de consciência de que o design de uma página é importante e que vai além da beleza, mas que é uma questão de identidade, a qual os veículos destinam muito trabalho, cuidado e estudo.
    Tenho consciência de que, devido a essência da matéria, um embasamento teórico é um pouco inacessível nas formas tradicionais que conhecemos, mas confesso que senti falta. Também gostaria que tivesse sido dedicado mais tempo àqueles caracteres comentados nas duas primeiras aulas (teorias descritas principalmente nos slides 1 e 2), como estudo das cores, famílias tipológicas, etc.
    Contudo, concluo que gostei muito do método de avaliação da disciplina e que achei todos os trabalhos muito proveitosos, legais e didáticos.

    Isabella Holouka

    14/06/2013 em 2:48

  2. Tenho uma experiência pessoal em já ter passado por um curso de exatas, e nessa época sempre pensei que era alguém “humanas” demais para lidar com números e otimizações.
    Quando iniciei meu curso de jornalismo percebi que havia comigo ainda uma bagagem grande do curso anterior.
    Percebi que os dois lados se completam e que o bom profissional deve permitir que sua imaginação crie coisas novas, porém ter a capacidade de resolver problemas, ou achar melhores caminhos é essencial.
    Eu considero não ter conhecimento prévio da disciplina, mas talvez uma pré disposição a ela.
    Acredito que tanto a disciplina em si, quanto o professor, são grandes incentivadores na busca à cultura.
    Durante os três semestres já cursados, foram poucos os professores que exploram os horizontes de suas disciplinas abrindo um leque de opções aos alunos.
    Foi possível perceber que o jornalismo vai além do texto, e que para ele ser completo exige o bom desempenho de diversas áreas, e por isso a importância da logística, por exemplo.
    Sem dúvidas nós estudantes conseguimos notar os cuidados com a beleza e a identidade que devem e são tidos pelos editores/designers e etc.
    Infelizmente nas últimas semanas enfrentamos problemas para ter aulas, mas acredito que tenha prejudicado apenas a execução das atividades finais, e não na passagem de conteúdo.
    Meu balanço da disciplina é positivo.

    Aline Antunes

    14/06/2013 em 2:53

  3. Eu tinha pouquissimo conhecimento prévio sobre o assunto. Me contato com jornais e revistas não é diário. Acredito que um dos pontos positivos que a disciplina me proporcionou foi o contato com vários jornais diferentes, do mundo todo, quebrando um pouco a visão “Folha de S. Paulo” e “Estado de S. Paulo” que eu tinha. Agora tenho conhecimento de um leque muito maior de possibilidades.
    Apesar de ainda ser básico, houve uma evolução considerável das minhas habilidades de diagramação com o Indesign, por exemplo.
    Um ponto negativo a ser ressaltado foram as dificuldades que apareceram no caminho por conta da o uso dos computadores e do laboratório.
    Acredito que a disciplina nos tornou mais analíticos em relação a modelos gráficos-editoriais.

    Beatriz R. Vital

    14/06/2013 em 9:45

  4. Através das aulas de planejamento gráfico-editorial, eu comecei a enxergar o jornal não só pela notícia, mas por toda sua composição, desde as cores utilizadas até posição das imagens. O exercício de tentar criar um jornal me deixou bastante empolgada e me fez sentir a dificuldade que é pensar em um produto assim do zero. Analisar um jornal já existente também foi bem interessante, porque antes eu não fazia ideia de como identificar diferenças tipológicas e outros elementos e este exercício me ajudou bastante. Avalio que foi uma experiência positiva e que semestre que vem aprenderei mais ainda.

    Amanda Fonseca

    16/06/2013 em 19:04

  5. Destaco em primeiro lugar que minhas experiências anteriormente adquiridas como diagramador contribuíram para o aproveitamento da disciplina. O vasto material apresentado foi importante na medida em que acrescentou novos exemplos e modelos praticados em todo o mundo. O ponto de maior relevância, creio, foi a abordagem a respeito da necessidade de inovações gráficas no jornalismo imprenso, principalmente em um momento delicado e que se discute sua decadência. O ponto negativo, sem dúvida, diz respeito a estrutura de nosso laboratório, limitada e que não oferece condições de trabalho. As avaliações foram de encontro com as demandas e destaco a criação do jornal, que estimulou uma visão mais executiva e de gestão no campo jornalístico, algo que falta em nosso curso.

  6. Bom, entrei nas aulas de planejamento gráfico-editorial sem saber nada sobre o assunto. Inclusive sem saber sobre o que se tratava a aula.
    Confesso que fiquei assustado com tamanha diversidade teórica e prática demonstrada pelo professor na primeira aula, saí dali com certo medo de não conseguir em 4, 5 meses captar tanta coisa e com esperança de sair muito melhor informado sobre a área.
    Passados estes meses chego agora visualizando melhor os projetos editoriais e gráficos de diversos jornais que estão presentes no mundo hoje em dia. Creio que a aula abriu um horizonte que não conseguia enxergar e percebi como é difícil criar um jornal do zero (e ainda sem saber mexer muito no InDesign).
    A frustração por não ter um computador muito bom, tanto em casa, quanto na faculdade, atrapalhou um pouco na execução dos planos. É caro ter um equipamento assim, a faculdade deveria disponibilizar. Ter softwares 4 versões mais antiga que a atual é vergonhoso. Não adianta a faculdade insistir em softwares livres, sendo que eles não existem na área ou então não são utilizados pelas empresas. Deve haver a renovação, não sei como estão as demais faculdades, mas me senti totalmente ultrapassado.
    A exibição dos jornais de todo mundo pelos alunos foi muito legal e importante, porém, por serem muitos grupos acabou atrapalhando o conteúdo da aula, que acabou sumindo ao longo do semestre, graças a paralisações, eventos que o professor foi e não teve aula, entre outros.
    A insistência do professor para assinarmos um jornal impresso, algumas vezes foi chata, pois não são todos que tem a condição de poder pagar uma assinatura sozinhos, ou então quem mora junto na república não é jornalista e/ou não se importa com jornal impresso, etc. Mas foi importante! Me fez procurar opções e dar um jeito. Fiquei com um mês da Folha de S. Paulo em casa, graças ao apelo e insistência do professor. Gostei da experiência, pois apesar da minha família não ter o costume de assinar jornais e revistas, lembrei de quando nos intervalos da escola ia para a secretaria pegar os jornais do dia para ler. O jornal ainda informa muito mais que os telejornais e tem um espaço de discussão e opinião sempre muito importante para a formação do senso crítico.
    Os exercícios são cansativos quando se olha no começo, mas muito importantes. Quando se vê, passou mais de meia-hora analisando as páginas, a disposição, como tudo aquilo foi pensado. Gostei também da experiência.
    Considero importante para o próximo semestre conseguirmos passar pelas barreiras que impediram a passagem de conteúdo que tivemos agora. A análise é positiva, e continuo esperançoso de sair sabendo mais sobre o planejamento gráfico.

    João Pedro Ferreira

    17/06/2013 em 3:14

  7. Posso dizer, sem dúvida alguma, que meu conhecimento sobre planejamento editorial gráfico aumentou muito. Eu nunca havia parado para pensar que uma página de jornal possui um planejamento mais complexo do que somente colocar as matérias de forma organizada em um “documento” para posterior impressão. Cada elemento que compõe as capas e páginas de um jornal possui uma significação: o que vem impresso nessas páginas, como elas estão dispostas, as cores que são utilizadas, os recursos gráficos e até o tipo de letra. Aprendi também a como utilizar as funções básicas de editoração do InDesign. Como toda aprendizagem, no começo, a percepção dos elementos era mais lenta e necessitava do material de apoio para fazer as análises. Mas ao longo do semestre, a prática se tornou mais contínua, dispensando o uso do material de apoio em muitas atividades. O contato com a hemeroteca do professor foi algo que acrescentou bastante, pois possibilitou a todos os alunos o contato com materiais que dificilmente encontraríamos em outro lugar.
    Dos conteúdos propostos no programa de ensino da disciplina, gostei mais de estudar a estética dos projetos editoriais. Analisar a beleza, o equilíbrio, a harmonia, os contrates e os efeitos produzidos por esses aspectos é algo muito interessante, pois é possível analisar diferenças extremamente grandes entre cada veículo,que prioriza um, vários ou nenhum desses aspectos.
    Um ponto negativo que identifiquei foi quanto à organização dos seminários. As primeiras apresentações fugiram muito do tempo estabelecido, o que acabou gerando um grande atraso nas apresentações dos demais grupos e até mesmo na dinâmica das aulas seguintes.

    Giovanna Cornelio

    17/06/2013 em 15:43

  8. Tenho que confessar que meus conhecimentos sobre Planejamento Gráfico-Editorial eram limitados, na verdade, eu não tinha muito contato com o impresso em geral. Depois do início no curso de jornalismo, e nessa matéria em específico, eu pude conhecer um pouco mais sobre como funciona a parte de planejamento de um jornal, da sua produção à veiculação. O que mais me interessou foi o fato de conhecer outros tipos de jornais e revistas que circulam pelo mundo e ganhar base teórica para analisar esse material de maneira crítica. Quanto aos exercícios realizados, acredito que eles foram proveitosos para que pudéssemos colocar o que nós aprendemos em prática, principalmente o exercício de análise de jornais e o da criação de um projeto gráfico-editorial, apesar de eu não ter muita habilidade com o software do Indesign.

    Julia Bacelar F. de Morais

    17/06/2013 em 16:43

  9. A área de Planejamento Gráfico-Editorial era realmente desconhecida por mim. Minhas expectativas para a disciplina envolviam um enfoque mais técnico, quase um “curso prático de diagramação”, o que se provou basicamente uma ideia e conceito limitado. Com o passar das aulas, pude ter noção do quão complexa é a questão do planejamento em uma publicação e de como é importante ter repertório e conhecimentos dos mais diversos campos na hora de aplicar um projeto. Com introduções e pinceladas a teorias estéticas, apresentadas no início do curso, pude notar como é rico o campo que a disciplina aborda. Com caráter majoritariamente prático em laboratório, a disciplina colocou exercícios e treinos que considerei extremamente válidos: ao analisar o conteúdo editorial de uma publicação, por exemplo, pude ver um jornal de uma maneira analítica que nunca tinha experimentado antes. Também as análises de capas e páginas internas foram muito produtivas. Os seminários e apresentações de estudo de algumas publicações mostraram-se ótimo espaço de troca de informações e experiências entre nós, alunos, onde pude aprender muito sobre edições nacionais e internacionais. Por fim, a criação de um projeto gráfico-editorial colocou em prática as mais diversas concepções assimiladas no decorrer da disciplina, proporcionando uma sensação de conclusão do ciclo didático. Em geral, o curso ofereceu bons recursos e condições para um aprendizado satisfatório do conteúdo ministrado, com aplicações práticas para assimilação concreta dos temas.

    Mauricio Daniel

    17/06/2013 em 17:33

  10. A disciplina de Planejamento Gráfico Editorial foi muito importante. Não aprendemos apenas teorias que, isoladas, não seriam uma experiência tão rica. As aulas expositivas trouxeram esse conteúdo teórico aliado a exemplos visuais e explicativos, que, por fim, auxiliaram bastante na composição dos trabalhos avaliativos.
    Além disso, entramos em contato com um vasto acervo de publicações, disponíveis na hemeroteca da sala. Nela, pudemos utilizar os jornais impressos (de diversas nacionalidades e épocas) para base de comparações, revistas e livros sobre a temática de planejamento gráfico editorial. Esses materiais ajudaram, principalmente, na composição do projeto original de um veículo impresso.
    No primeiro trabalho avaliativo tivemos um panorama sobre aspectos de jornais (tanto nacionais quanto internacionais) sobre os quais geralmente não ponderamos no dia a dia. Pudemos perceber que cada veículo trabalha com uma diagramação que mostra seu posicionamento editorial e a ligação com seu público – se ele tem a preocupação com a leitura agradável ou com a disposição do conteúdo na página para caber mais textos.
    Cada aluno analisou um jornal impresso e apresentou para a turma suas considerações sobre a diagramação, iconografia, cores formatos, entre outros. Desse modo, aprendemos mais do que faríamos se tentássemos analisar todos eles junto.
    O segundo trabalho fez com que pensássemos além. Após adquirirmos o conhecimento sobre quais aspectos gráficos um jornal impresso requer, deveríamos criar nosso próprio projeto. E, assim, tivemos que nos preocupar com a abrangência do veículo, se ele seria capaz de se sustentar financeiramente e de que maneira ele se diferenciaria dos demais para atrair leitores (não sendo “mais do mesmo”).
    Antes de realizar, de fato, a criação do projeto original, analisamos capas e páginas internas de diferentes jornais. Isso também serviu para “abrir” nossa cabeça e inspirar o veículo que idealizamos. Também de grande valia foi a análise das estruturas de jornais anterior ao primeiro trabalho – além de nos orientar sobre como proceder, serviu como base de comparação para os nossos veículos analisados.
    Outras atividades muito ricas para nossa aprendizagem também foram realizadas ao longo do semestre. Uma delas foi a discussão sobre a reforma editorial e gráfica do jornal Estado de S. Paulo. Esse veículo impresso é conhecido pela sua influência no mercado jornalístico e abrangência nacional As mudanças pelas quais ele passou (e está passando) refletem a realidade do impacto das tecnologias no jornalismo.
    Nas demais disciplinas, aprendemos também que nossa futura profissão tem passado por mudanças, mas sob a visão da linguagem e do alcance do público em geral. Na disciplina de Planejamento, percebemos a fundo a maneira com que a arte visual de um veículo – seja na sua forma impressa ou na adaptação às plataformas digitais – influencia no funcionamento e na adesão do público ao meio de comunicação.

    Giovanna Hespanhol de Oliveira

    17/06/2013 em 23:58

  11. Quando começamos a disciplina, meu conhecimento em relação aos softwares de editoração se restringia ao básico do Publisher. Ao longo desse semestre, com o desenrolar das aulas de Planejamento gráfico e das aulas de Jornalismo Impresso, fui aprendendo a usar as ferramentas do InDesign para que o produto que estava criando se tornasse mais atrativo ao meu público.
    Conforme fizemos as análises de jornais de diversos estados e países, comecei a perceber a importância de um design condizente com a proposta editorial de cada veículo e passei a prestar mais atenção nesse fator quando lia jornais e revistas.
    Para mim, uma das melhores coisas da disciplina foi o contato que tivemos com diferentes jornais. Foi interessante ver como a diagramação muda de um país para o outro e como eventos inesperados, como o atentado de Boston, podem gerar um design totalmente diferente daquelas capas que já estamos acostumados a ver.
    Outro ponto essencial da aula, ao meu ver, foi a discussão que o professor trouxe a respeito do futuro de nossa profissão. Pude constatar que tudo o que discutimos em sala de aula também é discutido nas redações quando conversei com dois jornalistas do Estadão que disseram exatamente o que o professor havia falado em sala de aula; que as faculdades no preparam para sermos repórteres contratados de grandes jornais impressos, mas que essas vagas estão cada vez mais diminuindo. Foi importante para mim perceber que devemos procurar novas oportunidades e nos manter cada vez mais atualizados em relação às tecnologias, se quisermos ser bem sucedidos em nossa área.

    Bianca Arantes dos Santos

    18/06/2013 em 0:25

  12. Meus conhecimentos analíticos gráficos-editoriais anteriormente à disciplina eram bem básicos. Agora, já consigo me ver analisando de forma crítica uma publicação. Analisando seus elementos como um conjunto e também de forma particular.
    Conhecer jornais do mundo, bem como outros do próprio país, foi bastante interessante pois é algo o qual não temos contato. Assim, podemos analisar como é feito o projeto das demais publicações e também aumentar nosso campo de possibilidades.
    Criar um jornal do zero, além de páginas específícas, mas com capa e até logotipo foi uma tarefa bastante curiosa. Ser criativo e saber utilizar o espaço que você tem para atrair o leitor para a sua publicação é uma tarefa árdua, mas gratificante vendo o resultado final.Vendo os demais trabalhos da turma, deu até vontade de que alguns daqueles esquemas virassem jornais de verdade.
    A única coisa de que senti falta foi do professor ter analisado jornais juntamente aos alunos, em slides, no início do curso. Mais para termos uma ideia de como se dá uma análise gráfico-editorial.
    Ao fim, o curso foi produtivo e bastante interessante por nos possibilitar um vasto conhecimento de possibilidades dentro de uma publicação.

    Andrey

    18/06/2013 em 0:36

  13. Antes de ter aulas de planejamento gráfico, tinha pouco conhecimento sobre o assunto. Não sabia analisar nada em um jornal além de seu conteúdo textual, ou seja, não tinha parâmetros de critérios suficientes para julgar a respeito de um projeto gráfico de um jornal. A partir das aulas, do conteúdo apresentado e da experiência e conhecimento transmitidos pelo professor, acredito que muito foi agregado. Conhecer diversos tipos de diagramação e estruturação dos vários jornais espalhados pelo mundo todo, foi de fundamental importância para adquirir parâmetros e diversificá-los. Os exercícios e o seminário foram de fundamental importância para colocar em prática o que estava sendo discutido e ter certeza de que o conteúdo foi bem absorvido. Hoje posso dizer que tenho conhecimento suficiente para julgar um jornal não só pelo texto, mas também pelos recursos gráficos nele contidos. Gostaria de ter tido tempo de aprender a desenhar o projeto, como inicialmente estava planejado, e obter mais conhecimentos sobre o InDesign para poder desenvolver melhor meus projetos, mas creio que no próximo semestre teremos mais oportunidades para aprender o que não foi possível nesse semestre.

    Camila Valente

    18/06/2013 em 0:46

  14. Foi uma grande oportunidade de colocar em prática as técnicas aprendidas na Oficina de Indesign, exercitar a criatividade ao criar um projeto gráfico-editorial e estimular a curiosidade por veículos jornalísticos ao analisar publicações de diversos cantos do mundo. A disciplina mostrou um outro universo do jornalismo que não apenas a reportagem. Na verdade, mostrou o quão ainda mais amplo é o universo do jornalismo, quando dialoga com o design e as concepções editoriais-empresariais de um veículo de comunicação. Acredito que a disciplina não me proporcionou exatamente conhecimentos objetivos ou pragmáticos na área de planejamento gráfico-editorial. Ela transmitiu a concepção de planejamento gráfico-editorial. Mas, a nível pessoal, seu maior mérito foi me tornar ainda mais motivado e curioso em relação ao universo jornalístico mundial. Aprendi a ter gosto por ter acesso ao jornalismo feito em qualquer lugar do mundo. Eu quero ainda mais atuar como jornalista no mercado, levando inovações e concepções que dialoguem com o leitor/espectador.

    Willy Delvalle

    18/06/2013 em 1:24

  15. Acredito que o mais proveitoso das aulas para mim tange na questão de analisar o jornal mais criteriosamente, em todos os seus pormenores. Antes, eu tinha uma visão geral do jornal, sem levar em conta as diversas minúcias envolvidas na confecção do texto, fonte, serifa, tamanho, cor,dentre outros. Além disso, não tinha noção da importância de certos elementos gráficos que parecem estar no texto sem nenhum propósito, como fio, linhas, entre outros, mas na realidade desempenham importante papel no sentido de destacar tal matéria, enfatizar uma chamada, ou separar dois textos…Ádemais, foi de extrema importância a realização desse projeto editorial para mim: primeiramente, pelo conhecimento e aprendizado na utilização do programa InDesign, uma vez que devido à minha ausência no começo do ano, perdi o workshop desse programa (o qual nunca havia utilizado). Por último, e talvez mais importante ainda, pelo fato de que a criação de um projeto desse tipo nos deixa próximo da realidade do jornalismo contemporâneo, já que não apenas nos especializamos em redigir matérias e confeccionar textos de alta densidade, mas também nos aproximamos de áreas do design gráfico, como a diagramação, fato esse que nos qualifica como profissionais polivalentes e nos torna aptos a atuar em diversas funções e setores desse mercado cada vez mais exigente e que demanda soluções inovadoras. Não houve muitos pontos negativos, talvez o que tenha representado maior percalço reside na dificuldade de utilização do laboratório (não apenas o fechamento devido a greve, mas também a questão da própria obsolescência de algumas máquinas, que poderiam ser substituídas a afim de um maior aproveitamento da disciplina). No fim das contas, a balança acaba pendendo para o lado positivo, o que apenas me faz desejar que no próximo semestre meu aproveitamento seja ainda melhor.

    Pedro Cardoso

    18/06/2013 em 3:38

  16. Meu conhecimento gráfico editorial antes da disciplina? Zero. Depois? Bem pouco. Lógico que aprendi – ou deveria ter aprendido – algumas teorias básicas de design mas, no fim, saio do mesmo jeito que entrei: confiando na minha própria intuição.

    Prós – o jeito pró-ativo e com visão de mercado do professor foi algo que me deu alguma esperança no início. O fato de a gente ter que produzir um produto no final da disciplina é algo que, apesar de trabalhoso, também achei extremamente importante e até um tanto divertido. O fato de falarmos bastante sobre infográficos e a convergência tecnológica das mídias – tanto em web quanto em apps e gadgets para o setor mobile – que é uma discussão que me espanta ser tão atual e ter tão poucos professores dispostos a falar sobre o assunto.

    Contra – esperanças que levaram um balde de água fria ao me deparar com o site da disciplina, com um design tão “moderno” que fez eu me sentir de volta à 1996, quando navegava numa internet que mal havia chegado no Brasil por sites feitos em versões primitivas da linguagem HTML. E me fez lembrar que eu ainda estava numa universidade pública, que sempre se mostrou a mim como um espaço para muito debate e pouca inovação real – ao menos nos cursos de humanas por onde perambulei. E sem contar que o fato do professor perder meia-hora durante toda aula falando de como nós deveríamos gastar ao menos 3h por dia lendo jornais, numa paixão inflamada pelo discurso mas sem um verdadeiro brilho nos olhos – brilho esse que só se mostrou uma vez, ao falar de seu PS3 – que me serviu para, durante ao menos meia hora por semana, aprimorar as minhas habilidades de ignorar tudo aquilo que me falavam.

    Rafael R. Silva

    18/06/2013 em 3:55

  17. A disciplina foi bastante proveitosa. Meu conhecimento prévio sobre planejamento gráfico, lembrando hoje, era praticamente nulo. O máximo que eu me permitia ao olhar para uma página de jornal era concluir se me agradava ou não apresentado, sem conseguir racionalizar os porquês disso, do gostar ou desgostar. A primeira atividade que me permitiu começar a tentar entender os critérios que levam à identidade visual de um jornal foi a realização dos seminários, onde através do jornal que eu estudei e das apresentações dos colegas, comecei a tomar noção da pluralidade de opções dentro dum planejamento gráfico-editorial e dos quesitos que influenciavam esse processo. Já na atividade final, apesar de me sentir interessado no conteúdo e de ter acompanhado bem a disciplina, me senti bastante perdido e esbarrando na questão técnica do uso prático do software – mas, ainda assim, creio que foi proveitoso e consegui aplicar algumas dessas ‘coisas’ que desde antes já me agradavam, mas, agora, entendo como e porque.

    Michael Barbosa

    18/06/2013 em 5:23

  18. Meus conhecimentos antes do início das aulas eram bem limitados, não que agora eu seja uma especialista, longe disso, mas consigo sentir uma breve evolução. Através da disciplina, tive contato com vários jornais de vários lugares do mundo e, através do seminário que consistia em analisar uma publicação do ponto de vista de seu planejamento gráfico-editorial, eu tive um contato maior com o jornal LANCE! e passei a acopanhá-lo com mais frequência. Se antes eu não sabia absolutamente nada sobre InDesign, agora eu aprendi um pouco e a tendência, espero, é que minhas habilidades com este software só aumentem.

    Ana Carolina de Oliveira

    18/06/2013 em 8:55

  19. Comecei as aulas de planejamento gráfico-editorial sem muito conhecimento da matéria, com pouca noção de diagramação e edição. Com as aulas, pude adquirir essa noção de diagramação que eu não tinha antes. Gostei muito de analisar os jornais, pois pude aprender abrir minha mente sobre o assunto e sair do modelo do meu próprio estado. Também gostei muito de criar o nosso próprio jornal. Antes eu estava com receio, por não ter experiência com Indesign, mas ao entrar na prática eu consegui ter uma visão muito melhor do programa e da diagramação de diversos jornais, principalmente dos jornais que leio diariamente. A experiência no geral foi muito positiva.

    Marina Gonçalves Moia

    18/06/2013 em 8:55

  20. No início do semestre, a minha visão a respeito de publicações jornalísticas era limitada aos modelos Folha e Estadão. Além disso, eu não me atentava tanto aos aspectos gráficos dos jornais. A partir das aulas expositivas e dos exercícios propostos pelo professor, pude ampliar meus horizontes e entender que o planejamento de uma publicação vai muito além da notícia. Cada elemento é pensado com uma intenção, um significado. Foi muito interessante analisar e conhecer jornais de outros estados e até mesmo de outros países, pois me fez perceber que existem diversas possibilidades e não apenas aquele padrão que eu tinha como modelo. Criar o meu próprio jornal foi um desafio que fez com que eu desenvolvesse minhas habilidades no InDesign e exercitasse o meu lado criativo. Por fim, posso dizer que a experiência na disciplina foi um tanto positiva.

    Tatiane de Sousa

    18/06/2013 em 10:44

  21. Minhas expectativas para as aulas de Planejamento Gráfico-Editorial no início do semestre eram altas. Não tinha muito conhecimento sobre o assunto antes do início das aulas, mas estava realmente empolgada para aprender. Minha primeira ideia sobre a disciplina é que nós aprenderíamos a diagramar e a usar da melhor forma possível os recursos do InDesign e do Photoshop, ideia muito diferente de como foram as aulas de fato.
    A primeira aula me animou ainda mais. Ter contato com jornais de todas as partes do mundo e com livros sobre Design foi muito interessante, assim como ouvir o professor falar sobre as teorias que aprenderíamos, como estética e lógica.
    O conteúdo teórico passado nas primeiras aulas me ajudou a perceber melhor quantas questões estão envolvidas no Design de uma página de jornal. A logística e organização de uma empresa e sua relação com o produto (jornal) me pareceu muito interessante e até agora acredito que a parte que mais me interessa são as decisões de mercado por trás de uma publicação.
    Senti falta no restante do semestre de mais teorias ou de um aprofundamento maior nas teorias ensinadas nas primeiras aulas. Não há dúvidas de que os exercícios me ajudaram a ser mais crítica quando estou analisando graficamente um jornal, considero esse meu principal aprendizado durante a disciplina. Os seminários foram muito interessantes, pois pudemos ter contato com importantes jornais de diferentes partes do mundo. Entendo que as muitas apresentações e os dias sem aula (seja por paralisação ou por outros motivos) prejudicaram o conteúdo teórico, mas mesmo assim senti falta disso.
    Não sinto que minhas habilidades no uso de programas como o InDesign e o Photoshop evoluíram significativamente após as aulas, acredito que a melhora que tive foi mais pela necessidade de utilizar bem esses programas para desenvolver o trabalho final e não por causa das aulas. As versões dos programas que temos disponíveis no laboratório também prejudicaram o andamento do trabalho, pois a incompatibilidade de versões impedia que continuássemos em sala o que começamos em casa ou vice-versa.
    Enfim, o ponto mais positivo da disciplina para mim foi ter percebido com as aulas e com os exercícios quantos pontos devem ser analisados antes da diagramação de uma página, o que permitiu que eu me tornasse mais crítica ao ter contato com diferentes jornais.

    Danielle Demarchi

    18/06/2013 em 12:02

  22. Na parte técnica, como usar programas para diagramar ou mesmo entender termos, tipologias e analisar a diagramação de algo, meu conhecimentos eram extremamente vagos. A parte gráfica sempre me interessou, talvez pela paixão por fotografia, ou simplesmente por um design bem feito.
    A aula além da parte técnica me ensinou a apreciar um bom projeto gráfico, mas obviamente ainda tenho minhas preferencias pessoas, exatamente por projetos simples, porém inovadores. Acho que se pode dizer muito com pouco.
    Aprender a parte técnica é essencial, e isso foi ótimo no curso, porém acho que conhecer os termos e saber analisar um projeto para mim foi mais proveitoso do que botar o projeto gráfico em prática, diagramar mesmo.
    Criar um projeto gráfico no papel é divertido, e exerce a criatividade, porém percebi que como diagramadora sou uma boa jornalista. Não que não tenha aproveitado a experiência, porém como disse acima sou mais favorável a analise e a técnica.
    A experiencia foi muito boa mas acho que o semestre que vem será ainda melhor, por meu foco principal são revistas e acho que poderei explorar esse lado melhor semestre que vem.

    Julia Gottschalk

    18/06/2013 em 12:07

  23. O meu conhecimento sobre planejamento gráfico, diagramação era muito limitado. O meu contato com jornais impressos não é diário, o que eu preciso melhorar.
    Eu nunca prestei atenção de as colunas estavam alinhadas ou se esse jornal usa cores mais vivas e o outro mais neutras, se essa fonte tem serifa ou não. Enfim, nunca tinha prestado atenção e depois de ter que colocar a mão na massa e desenvolver o meu próprio design, própria escolhas de fontes, cores, imagens, detalhes específicos vi que não tem nada de fácil.
    A disciplina me colocou em contato com esse aprendizado, me proporcionou uma visão nova sobre o material de trabalho, também o uso de ferramentas como programas de editoração que eu não tinha acesso.
    Além de jornais de diversos lugares, países e regiões que mostraram que o modelo que estamos acostumados não são a nossa única opção de leitura e muito menos de exemplos de diagramação. Existem diversos padrões, linguagens, cores, formatos, fontes, que poucos tinham ideia pela leitura única da Folha ou do Estadão.
    A disciplina foi muito proveitosa, nos motivou a buscar outros caminhos, não só o do repórter impresso.
    É uma das poucas disciplinas em que o tema é abordado, as opções de trabalho, fora o de repórter são comentadas e eu achei isso muito proveitoso e motivador.
    O hábito de leitura também foi questionado, acredito que muitos devam ter começado a ler os jornais com mais frequencia. talvez ainda não seja uma leitura diária de duas horas, mas já deve ser maior e mais bem analisada do que no começo das aulas.
    Existem muitas ferramentas que ainda não temos acesso, como o uso de programas que a maioria não tem domínio. Foi bom termos acesso ao InDesign, por ser uma ferramenta fácil e muito útil.
    Criar o próprio jornal, na minha opinião, foi o mais complicado e mais divertido, pois nos fez pensar em detalhes que não imaginaríamos antes, como tiragem, veículos de circulação, periodicidade,.. Foi muito bacana.

    Francielle Kuamoto

    18/06/2013 em 12:34

  24. Na minha opinião, a disciplina foi bastante positiva e sem dúvidas foi fundamental na minha formação como jornalista. Meu conhecimento sobre planejamento gráfico, antes das aulas, era praticamente nulo e os exercícios de análise dos mais diferentes jornais ampliaram minha visão e me fizeram prestar atenção exatamente na construção, pedaço à pedaço, que envolve a produção de um jornal: o tipo de papel, o posicionamento, os gráficos, o valor agregado, etc. Hoje me sinto mais confiante para analisar qualquer tipo de material jornalístico, seja pelo conteúdo interno ou pelos aspectos gráficos que este possa apresentar.
    Todos os exercícios foram produtivos e agregaram conhecimento, sem dúvida. Entretanto, ressalvo que o atraso nos seminários, devido ao grande número de grupos, tenha prejudicado um pouco o andamento das aulas. Além disso, não é novidade que as instalações oferecidas pela UNESP reduzem e muito as possibilidades da disciplina e acredito que isso tenha atrapalhado as aulas também. No mais, não houve problemas.

    Fabiane Carrijo e Guilherme Costa

    18/06/2013 em 13:25

  25. Na minha opinião a disciplina foi bastante positiva e sem dúvidas foi fundamental na minha formação como jornalista. Meu conhecimento sobre planejamento gráfico, antes das aulas, era praticamente nulo e os exercícios de análise dos mais diferentes jornais ampliaram minha visão e me fizeram prestar atenção exatamente na construção, pedaço à pedaço, que envolve a produção de um jornal: o tipo de papel, o posicionamento, os gráficos, o valor agregado, etc. Hoje me sinto mais confiante para analisar qualquer tipo de material jornalístico, seja pelo conteúdo interno ou pelos aspectos gráficos que este possa apresentar.
    Todos os exercícios foram produtivos e agregaram conhecimento, sem dúvida. Entretanto, ressalvo que o atraso nos seminários, devido ao grande número de grupos, tenha prejudicado um pouco o andamento das aulas. Além disso, não é novidade que as instalações oferecidas pela UNESP reduzem e muito as possibilidades da disciplina e acredito que isso tenha atrapalhado as aulas também. No mais, não houve problemas.

    Fabiane Carrijo

    18/06/2013 em 13:47

  26. O que eu conhecia antes da aula de planejamento gráfico-editorial era bem o básico dos programas, que fui aprendendo sozinha e “fuçando” quando tinha vontade de produzir alguma coisa diferente. Agora, pude aprimorar mais um pouco desse conhecimento e entender que para se produzir um produto de design gráfico demanda mais conhecimento e tempo do que eu imaginava.
    Gostei bastante da oportunidade de conhecer e analisar jornais do mundo todo que antes não tive contato. Os seminários também foram bem legais por possibilitar um maior aprofundamento desse conhecimento.
    O que senti falta foi de maiores conhecimentos sobre as questões técnicas, como as cores, estilos de papéis, fontes, etc que foram praticamente apenas citados nas primeiras aulas do curso. Acho que isso influenciou um pouco nos produtos e análises que produzimos.

    Isabelle Hoffmann

    18/06/2013 em 13:50

  27. Antes, consumia os produtos jornalísticos, mas raramente me atentava aos aspectos visuais, diagramação e o planejamento editorial. Era um consumo automático, de um leitor comum. Agora, após as aulas, vejo com outros olhos todo produto editorial.
    As aulas expositivas e a diversidade dos produtos analisados me fez compreender melhor toda a teoria que vimos, teoria essa que veio carregada de exemplos.
    Meu conhecimento que era bem restrito, agora é um pouco mais amplo e crítico.
    De modo geral, sinto que esse primeiro semestre de planejamento foi positivo e que vou certamente aprender ainda mais no decorrer do curso.

    Jaqueline Galdino

    18/06/2013 em 14:00

  28. Antes do conteúdo adquirido pela disciplina de planejamento gráfico e editorial, eu não tinha o hábito de analisar a estrutura de um jornal impresso, me atendo somente ao texto. Também não sabia analisar propriamente uma página de jornal, assim como seus elementos componentes como iconografia, cor, tipologia e sua diagramação. O método de ensino foi bastante proveitoso, já que pudemos realizar diferentes exercícios acerca do conteúdo gráfico de diferentes jornais. Algo que achei muito interessante durante o decorrer do curso foi a exposição de jornais internacionais e os seminários a respeito deles. Com isso, pudemos entender os porquês de cada jornal ser como é e no que a linha editorial que ele segue influencia em sua identidade visual. Poderíamos ter tido mais aulas expositivas com aprofundamento em alguns elementos, como a tipologia.
    Considero a disciplina de planejamento gráfico e editorial e o conteúdo passado muito importantes para a grade curricular do curso de jornalismo, já que o profissional deve, na situação atual do ambiente de trabalho, ser multifunção, ou seja, além de saber escrever e compreender um bom texto, ele deve ser criativo e proficiente ao analisar e criar uma marcante identidade visual para seu veículo impresso e, também, digital.

    Jorge Salhani

    18/06/2013 em 15:20

  29. Analisando o meu conhecimento prévio da área da disciplina, é possível considerar meu aprendizado muito positivo. Não imaginaria que, ao fim do semestre, teria bagagem para analisar uma publicação em termos de composição gráfica, e todo o leque de opções que isso pode envolver – mesmo que não tão profundamente quanto um profissional da área. Compreendi também que o ramo gráfico é muito vasto, há infindáveis opções, e que isso, de certa forma, me fez pensar que iria conhecer essas possibilidades somente de forma superficial (seja por questão de tempo, prioridade ou espaço físico oferecido pela faculdade).
    Esperava também que essa disciplina iria me ajudar a dominar, mesmo que na marra, o InDesign. Logo que percebi que o objetivo do curso não seria esse, fiquei feliz, mas ao seu término percebi que talvez tivesse sido melhor eu ter tido muito mais aulas dedicadas à ferramenta (já que minha única experiência com ela foi uma oficina oferecida em outra disciplina). Por fim, restou o sentimento de que “é tudo muito belo, mas não vou ser capaz de fazer igual com essas aulas”, a não ser que dispusesse de um tempo maior para treinar minhas habilidades. No demais, todas as lições e seminários foram bastante interessantes e válidos, e o docente se mostrou um dos professores mais aplicados do semestre.

    Higor Boconcelo

    18/06/2013 em 16:49

  30. Antes da aula de planejamento gráfico não possuía nenhuma experiência no assunto, apenas fazia alguns comentários sobre a estética dos jornais e revistas, mas nada que tivesse algum conteúdo teórico para dar base para as mesmas. Além da experiência mais teórica da aula, de poder reconhecer certos detalhes da estética de um jornal, as aulas também trouxeram uma grande bagagem de reconhecimento de jornais, nós tivemos acesso há um grande rol de produtos jornalísticos, tanto em jornais impressos, quanto livros e revistas. Acredito que com o conteúdo adquirido posso analisar com mais precisão jornais e também reconhece-los graças aos seminários sobre os mais variados jornais escolhidos durante o semestre. Acho que o faltou um pouco nesse semestre foi poder aprofundar mais as questões da criação de um produto,obviamente, tivemos a oportunidade de criar as três páginas, mas acredito que para ter um real conhecimento do assunto seria necessário bem mais do que isso, mas entendo que a carga horária não era o suficiente. Espero que no próximo semestre nós possamos continuar com essa base e poder aprofunda-la cada vez mais para o que foi ensinado não se perca por falta de prática.

    Isabela Giordan

    18/06/2013 em 16:53

  31. Esse foi um semestre difícil…
    Muita coisa que fugiu totalmente ao planejamento aconteceu e acabou por atrapalhar o bom andamento das aulas. De todas as aulas, é verdade, mas alguns acabaram por sofrer mais que outros. Eu acredito que disciplinas pratico-teóricas, como é o caso de Planejamento Gráfico-Editorial, sofreram mais, por utilizarem estrutura de laboratório que não esteve disponível durante todo o período esperado. Uma pena, porque isso, obviamente, não só arrebentou com a sequência dos eventos como também contribuiu para desmotivar, ao menos no meu caso.
    Eu carregava boas expectativas sobre a disciplina. Tinha alguma experiência com softwares gráficos, por conta da minha profissão, mas não sou nenhum expert. Nunca passei nem perto do InDesign e só o tenho instalado no meu computador porque minha última formatação ocorreu pouco tempo depois de fazer a última prova do vestibular (e eu acreditava ter boas chances de passar). Sei tanto de InDesign quanto sei de cirurgia cardíaca, mas imaginava que ia conseguir me virar bem, por já conhecer o funcionamento de outros aplicativos da Adobe. Nunca nutri a esperança de sair da disciplina sabendo trabalhar com o InDesign, por isso não me surpreendo por continuar sabendo tanto do software quanto sei de cirurgia cardíaca. Também não me surpreende o fato da parte prática de uma disciplina teórico-prática ter se mostrado tão tímida, já que essa a maneira da Unesp de levar conhecimento prático aos alunos. Me surpreendi com a primeira aula, porque o professor me passou boa impressões. Gostei da postura e das propostas para o futuro das aulas. Até o lance da “listinha de material escolar” foi aceitável.
    Mas nem tudo foi como eu esperava. Gostei do fato do professor falar bastante sobre convergência de mídias, coisa que parece assunto proibido nessa universidade. Também gostei das reflexões sobre o mercado. É sempre bom poder falar sobre a situação que nós vamos encontrar fora do mundinho feliz da Unesp. Essas coisas me deixaram satisfeito porque refletem a realidade. Dizer que você precisa reservar duas horas do seu dia para ler um jornal inteiro não reflete a realidade. Não porque eu não posso reservar duas horas por dia, mas porque eu não consigo ler um jornal inteiro nessas duas horas. Dizer que é importante gastar o dinheiro do almoço de vez em quando pra comprar jornal ou livro também não é lá um bom exemplo de realidade. A frase que guiou a disciplina pra mim foi: o cara que comeu menos e leu mais jornal com pressa vai ser um jornalista melhor que você. Eu entendo a boa intenção do professor em estimular a leitura de impressos e sou esperto o suficiente para entender a para compreender as metáforas. Mas, nesses tempos de incerteza, de demissões e fechamento de jornais, soava mais como terrorismo que como estímulo.
    Outra coisa que me incomodou: a disciplina é Planejamento GRÁFICO-Editorial, e o site do professor é essa coisinha sem graça, sem apelo visual nenhum e com cheiro de anos 90? Não, pode parar… Gasta umas duas horas por dia aí, vende o almoço, os livros sobre as melhores capas de jornal do ano e investe no layout desse negócio.
    Reclamei demais? Pois eu vou fazer um elogio: eu achei o trabalho final extremamente proveitoso. Não sei qual será a avaliação do professor, mas eu gostei de criar meu projeto e, principalmente, do resultado final. Mesmo que eu leve um zero eu ainda vou continuar gostando do resultado. Foi o melhor momento da disciplina pra mim e eu espero ter outras oportunidades de criar projetos legais como esse.
    Ah, e o professor é gente boa! Fala pra caramba, mas é gente boa.

    João Otávio Vasques Alves

    18/06/2013 em 17:53

  32. Na minha formação tecnológica de informática tive alguns ensinamentos sobre estética visual, posicionamento de matérias, divisão de páginas etc. Porém, tudo foi muito limitado à websites, bem diferente da produção de um jornal.
    Confesso que nunca havia me atentado para fatores como cor, fonte, tamanho, etc., que estão tão habilmente trabalhados nos jornais que me rodeiam. Porém, esta disciplina me obrigou a abrir os olhos para conseguir diferenciar como cada veículo trabalha, me fazendo perceber que essas características também dizem muito sobre seu estilo editorial.
    Acredito que esse é o tipo de percepção que só a teoria não consegue despertar. Foi necessária a prática de análises para me fazer notar as diferenças entre um veículo e outro. O exercício dessas atividades revelam a nossa grande tendência automática de “olhar sem ver”, e me fizeram atentar para mais detalhes que passam desapercebidos no meu dia-a-dia.

    Carolina Barros

    18/06/2013 em 22:08

  33. Meu conhecimento de planejamento gráfico-editorial no início do ano era muito limitado, podendo até dizer que era quase nulo e através da disciplina consegui enxergar o mundo do jornal impresso com outros olhos. A parte de diagramação foi algo que senti falta no curso, pois não tivemos muito contato, em aula da disciplina, com programas de diagramação, como o indesign, por exemplo. Porém achei válido o conhecimento que adquiri a partir dos jornais de diversas áreas, tanto do Brasil, quanto do mundo todo, os quais pudemos trabalhar e analisar à fundo. Consegui adquirir também um olhar mais critico sobre os elementos usados na criação de jornais impressos que antes me passavam despercebidos.

    Laís Bianquini Elias

    18/06/2013 em 22:17

  34. Essa disciplina me fez olhar para o planejamento gráfico de um produto jornalístico de forma diferente, pude ampliar e mudar as minhas concepções. Percebi que não são apenas os textos que compõem o editorial de um jornal. As escolhas de cores, recursos gráficos, tipologia, iconografia também fazem parte e indicam a posição, a visão de mundo e os interesses de um produto jornalístico. Entendi que um planejamento gráfico bem feito é essencial para que o público alvo de uma publicação seja atingido. Outro ponto positivo da disciplina foi o contato que tivemos com um grande acervo de publicações e, assim, pudemos detectar as diferenças de planejamentos gráficos em livros, revistas e jornais. O seminário me fez entender bem como funciona o editorial gráfico de uma das mais importantes publicações impressas do mundo, o jornal El País e me dei conta de que há uma gama muito variada de recursos gráficos usados em jornais de diferentes países. No segundo trabalho – apesar da dificuldade com o uso do software – percebi como é interessante e complicado desenvolver um planejamento gráfico-editorial de um jornal. Enfim, a disciplina foi extremamente válida e me fez conhecer e entender um pouco sobre uma área até então pouco conhecida por mim.

    Vitor Garbuio de Almeida

    18/06/2013 em 23:20

  35. Acho que o mais proveitoso desse curso foi conhecer os diferentes jornais de diversas partes do mundo, e até mesmo de todo o Brasil. Até o momento, conhecia apenas os jornais Estadão, Folha de S Paulo e o jornal da minha cidade. Passei a prestar mais atenção a outros jornais, inclusive os de Bauru.
    A convivência física com jornais antigos também forma de extrema importância para o conhecimento de novos modelos de estética.
    A forma como as imagens e os textos são dispostos nas folhas de jornais é algo que eu comecei a perceber também. As análises das partes internas e das capas dos jornais nos leva a perceber que o jornal não é apenas simplesmente composto de matéria, é muito mais complexo que isso. Aprendi também a ter uma visão mais crítica sobre a configuração dos jornais, revistas…
    A forma com que o professor falou sobre os jornais impresso dá um ânimo em querer fazer jornal, em sentir orgulho da profissão, em querer que o jornal impresso perpetue mesmo com a ascensão de novas tecnologias. Deu vontade de levar inovações para o mercado jornalístico.
    O trabalho final foi de muitos ganhos pessoais, pois foi muito proveitoso montar e diagramar um jornal (mesmo que apenas 3 páginas), além de ser divertido.

    Tiago Pavini

    18/06/2013 em 23:44

  36. Sinceramente, Belda, a primeira coisa que tenho a te falar, foi o que já falei pessoalmente. Pra mim, foi a melhor aula do semestre.
    Muito disso, deve-se ao fato de eu realmente gostar da parte ‘estética’ e de organização de um jornal. Acho que isso vale muito, quase tanto quanto a informação, pois é dessa forma que o nosso trabalho, a informação em si, chegará, do jeito que queremos, ao receptor.
    As visões de escolas artísticas, noções te estética e tudo o mais, foram de muita valia. Ainda mais, começar a planejar um jornal, ou mesmo uma simples matéria, com todos os elementos gráficos.
    Ainda mais, o contato com alguns materiais, como os livros de arte que você levou nas aulas, por mais que tenha sido por poucos tempo, abriu minha cabeça pra várias coisas.
    Uma pena o semestre ter sido um tanto quanto turbulento, mas não deixo de valorizar cada trabalho. E juro que não é só pelo livro que levei! Mas, sinceramente, quis ganhar sim. Quis fazer o melhor possível, apesar de achar que alguns jornais estavam melhores que o meu.
    Enfim professor, num geral, obrigado pela aula. Não tenho nenhuma reclamação plausível a fazer.
    E espero que tenhamos mais tempo em sala de aula.
    Grande Abraço.

    João Victor Belline Correia

    18/06/2013 em 23:53

  37. Meu conhecimento sobre Planejamento Gráfico-Editorial era muito limitado, quase nulo. Com as aulas, aos poucos, ele foi se ampliando. Desde a primeira, conhecendo jornais do mundo todo, vendo que existe muitos mais jornais além da Folha e Estadão e muitas formas de diagramá-los. E com o decorrer também, as aulas teóricas, a apresentação dos trabalhos e principalmente colocando em prática. Hoje, por mais que meus conhecimentos ainda sejam bem básicos, consigo analisar um jornal de forma mais crítica, reparar em símbolos, fontes etc. etc., o que eu não fazia antes. Era praticamente só ler os textos, só reparava no gráfico-editorial quando era algo “gritante”. Enfim, as aulas me deram um olhar mais crítico.

    Natalia Calefe Pinhabel

    18/06/2013 em 23:57

  38. Acredito que tive um bom aproveitamento dos conteúdos da aula, principalmente, porque não consigo mais pegar um jornal e analisar apenas o conteúdo, o enquadramento das reportagens e matérias. Agora sempre olho o jornal “por cima” para tentar identificar como os conceitos de planejamento gráfico editorial foram usados naquele publicação. Mesmo que meu olhar não seja tão técnico e muito menos apurado do que outras pessoas mais experientes, esse tipo de novo olhar (já despertado) é muito importante para um estudante. É uma motivação para comparar o pouco que se sabe e tentar identificar suas dificuldades, o que ainda precisa aprender. Além disso, acredito que o contato com outras publicações, com os arquivos da Society for News Design mostram um universo muito diferente das publicações disponíveis no dia-a-dia, o que também é um grande motivador para fazer algo diferente.

    Bom, como o próprio professor comentou, senti falta de textos teóricos. Na maioria das vezes, grande parte dos alunos não leem, mas ter contato com esses textos é importante para que os interessados possam adquirir um embasamento teórico maior. Mas, também, considero significativo as indicações feitas durante as aulas. Para quem se interessou pelo assunto teve oportunidade de procurar algumas publicações guia.

    Letícia Ferreira

    19/06/2013 em 0:05

  39. Neste semestre, pude perceber que uma publicação vai muito além do produto pronto. Seja um jornal, uma revista ou um aplicativo para dispositivos móveis, há que se fazer, primeiramente, um planejamento sobre o conteúdo e sobre o público-alvo que se pretende atingir.

    Tendo-se tudo planejado: o conteúdo, o público-alvo, o tamanho, o direcionamento, a angulação e tudo mais, parte-se para a parte editorial, na qual a visão do veículo e o seu conteúdo são pensado e formulados. Num terceiro momento, a parte gráfica, a qual trabalhará com a estética presente no que foi anteriormente planejado aperfeiçoando-a quando necessário.

    Assim sendo, com o projeto e o seminário, posso dizer que aprendi que uma publicação tem uma história e que essa história pode ser contada através de seu planejamento e do resultado desse planejamento. Aprendi a planejar, a criar e não apenas a mexer no InDesign. O planejamento e o grafismo vão além, visando seu público-alvo e não apenas sua estética.

    Victor Francisco Rezende

    19/06/2013 em 0:30

  40. No inicio do semestre, o meu conhecimento sobre planejamento gráfico era muito pequeno. Sempre soube que um bom planejamento gráfico é fundamental para o sucesso de um jornal e que o fato de um foto estar a direita ou a esquerda pode influenciar na leitura. Porém, não sabia explicar o por quê destas questões.
    Ainda no ano passado, eu comecei a ler o livro “A Mídia e Seus Truques” do Nilton Hernandes, em que o autor explica sobre a influência do planejamento gráfico e afirma que a ideologia de um jornal ultrapassa o editorial, colunistas e fontes consultadas nas reportagens. Mas, infelizmente, eu não consegui terminara leitura do livro, pois o semestre começou e eu assumi vários compromissos acadêmicos.
    Neste caso, as aulas foram muito enriquecedoras para o meu repertório. Sinceramente, sinto falta de um conteúdo teórico para poder fundamentar mais algumas convicções, mas também sei que este conteúdo, previsto no cronograma, não foi dado devido a paralisações, feriados e eventos acadêmicos. O calendário ficou muito apertado. Por isso, espero suprir esta necessidade no próximo semestre.

    Thales Valeriani

    19/06/2013 em 1:32

  41. Sempre apreciei muito o visual dos produtos. Por algum motivo sou muito ligada a imagem, fotografia, cores, enfim, à beleza plástica e estética das coisas. No começo da disciplina eu tinha outra ideia do que ela seria. De uma forma geral, foi uma boa experiência, pois minha visão crítica em relação ao design dos produtos editoriais aumentou muito, e também o meu entendimento sobre alguns critérios de escolha. Gostei muito dos exercícios de análise e de diagramação, me ajudaram muito a entender conceitos, treinar a visão e praticar o trabalho no indesign, outra ferramenta que fez toda a diferença para mim. Mas senti falta de um embasamento teórico mais profundo em relação a tipografia, cores e formas, e a todos aqueles itens apresentados no início do curso. Espero que no próximo semestre possamos nos aprofundar mais nesses itens.

    Isabela Ribeiro

    19/06/2013 em 2:20

  42. Tinha pouco conhecimento sobre planejamento gráfico editorial. As informações sobre o assunto eram vagas e desestruturadas, ou seja, sabia que se tratava de algo relacionado à estética dos formatos, mas não imaginava a importância de um planejamento gráfico editorial, bem como a quantidade de elementos e conceitos envolvidos e como eles estão relacionados entre si e com o público alvo.
    Deve-se pensar desde a identidade do impresso à logística de entrega, o preço e como esse produto vai se sustentar.
    Uma de minhas grandes dificuldades foi a criação de um projeto editorial: não se trata, simplesmente, de unir elementos gráficos e pictóricos de forma harmônica e equilibrada, aliás, dependendo do assunto da publicação, essa é forma deve ser evitada. É necessário pensar uma ideia, sua função, e, a partir desses itens, uma forma, ou seja, qual é o melhor formato para transmitir a mensagem para determinado público? Como esses leitores querem receber as informações? Só depois disso, pode-se começar a desenvolver o conteúdo que expressará a mensagem. O diagramador estuda esse conteúdo e pensa em sua aparência e na sensação que vai causar no público.
    É claro que, após me dar conta da complexidade de criação de um projeto, me deparei com outra dificuldade ainda maior: meu analfabetismo visual. Tinha pouquíssima, ou nenhuma noção de elementos da composição; fundamentos do alfabetismo visual, como equilíbrio, tensão, nivelamento, atração; níveis de linguagem; técnicas visuais, importância das cores. Como o texto, fontes, as figuras, fotos, diagramas, todos os elementos gráficos e pictóricos devem estar distribuídos no impresso de forma que a composição corresponda ao assunto tratado, atenda as expectativas de seus leitores e ganhe sua identidade? Enfim, tudo o que torna a segunda parte do projeto gráfico (a construção da publicação) possível.
    Em vista disso, também tive dificuldade na análise das capas e páginas internas dos jornais nacionais e internacionais. Toda a disciplina foi uma dificuldade pra mim, mas, ao mesmo tempo, empolgante. O acesso à softwares atualizados de editoração eletrônica e a computadores que não travassem com tanta facilidade, teria ajudado no melhor aproveitamento da matéria, apesar de achar que esses não foram os itens mais importantes da disciplina, e, sim, o que aprendemos sobre como criar um jornal. Saber isso é importante não só na criação de um impresso em si, já que a maioria dos jornalistas não vão criar jornais, mas é importante para entendermos como funciona o mercado atual do jornalismo, vide reforma do Estadão.
    Os tópicos que mais me interessaram na disciplina foram os referentes à sintaxe visual e aos estudos de estética, tanto que estou me aprofundando neles atualmente. Já o exercício que menos gostei foi o de análise das páginas internas dos jornais impressos, justamente por não me sentir segura em fazer isso, já que não tenho conhecimento aprofundado dos estudos que torna isso possível. Apesar de ter dificuldade de falar em público, considero que os seminários foram muito importantes, pois foram os momentos de expor o que entendemos e criamos na disciplina.
    Achei muito legal ter contato com um vasto acervo de publicações nacionais e internacionais e livros sobre a teoria, e, claro, não poderia deixar de falar sobre os looongos sermões de mercado do Belda. O que pra alguns foi como um banho de água fria, pra mim foi um estímulo. Num ambiente em que não somos elogiados por um comportamento que assumimos, mas criticados por uma falsa postura que não assumimos, escutar alguém com um discurso mais prático e realista, foi muito bom e estimulante. Sem mais opiniões pessoais, penso que, apesar do pouco tempo e horário apertado, a disciplina atendeu às expectativas e cumpriu o planejamento.

    Tânia Rita Mendes de Camargo

    12/09/2013 em 23:17

  43. Até iniciar o curso de Planejamento Gráfico Editorial, eu não tinha muito conhecimento sobre o tema, apesar de me interessar por ele, e achar de grande importância para o meio – tanto impresso, quanto virtual. A disposição dos elementos gráficos são essenciais para a absorção do conteúdo, devendo ser pensada de forma estratégica e inteligente para evitar que a leitura se torne cansativa.
    Aprendi muito realizando os trabalhos da disciplina. Confesso que fiquei surpreendida ao analisar o jornal alemão Bild, que possui características gráficas muito diferentes dos jornais tradicionais. E é interessante notar em como isso reflete na maneira em que o jornal será visto pelo leitor, o qual, mesmo sem ter muito conhecimento sobre ele, já saberá basicamente qual a sua linha editorial, apenas pelos recursos gráficos, que incluem diversos detalhes (cada um, de grande importância), como a tipologia, os ícones, boxes, cores etc. Gostaria de dar destaque a esse último elemento. A disciplina nos proporcionou um contato maior com livros sobre o tema, o que achei interessantíssimo e de grande proveito. Eu não tinha, até então, ciência da importância de uma boa escolha de tonalidades cromáticas – de suas minuciosas diferenciações – e de tipos de papel para compor o projeto gráfico de um jornal.
    Além disso, gostei muito do contato que tivemos com jornais do mundo inteiro, assistindo trabalhos dos colegas, o que nos permitiu a realização de uma análise comparativa, levando em conta a ligação entre a linha editorial e a forma como cada jornal foi construído graficamente.
    Foi de grande aprendizado também a parte prática que tivemos na disciplina, ao produzirmos nosso próprio projeto gráfico-editorial. Antes de iniciar o curso de Jornalismo, eu costumava mexer em programas de edição de imagens, como o Photoshop, por curiosidade, mas tinha dificuldade. Por isso, foi muito bacana utilizar o InDesign para a produção do meu jornal para a disciplina. A partir disso, passei a ter uma familiaridade maior com o programa, o que tenho certeza que me será útil no futuro. E não só, passei a ver de uma maneira diferente as capas de jornais e seu conteúdo interior, tendo uma noção mais completa de como cada elemento deve ser posicionado na página. Pensar também na linha editorial e cada elemento, como os locais de distribuição do jornal, o valor, tiragem etc, levantou um pensamento diferenciado, ao criarmos o projeto levando em conta essencialmente o retorno e consequências do mesmo, experiência que nos proporcionou uma boa base ao lado do empreendedorismo. Fiquei muito feliz ao concluir o meu projeto, e observar o resultado final.

    Camila Calvo Pasin

    16/09/2013 em 1:35

  44. Iniciei as aulas de Planejamento Gráfico um tanto que à cegas. Não tinha muito conhecimento a respeito de editoração em softwares como o InDesign muito menos o costume de observar o acabamento e o design de edições. Ao decorrer das aulas, o desafio em aprender o InDesign se tornou necessidade em aprender mais sobre esse universo da editoração. Com o acervo de jornais e revistas trazidos para a sala pelo professor comecei a me encantar por exemplares de jornal e revistas, qualquer que fosse a origem ou o estilo. Depois disso, passei a formar meu próprio acervo, contando com a ajuda de amigos e familiares que adquiriram exemplares para mim nas viagens que faziam, e também passei a pegar até mesmo jornaizinhos de Igrejas e Universidades.
    Posso dizer que o encanto com que o professor tratava suas publicações foi contagioso. Depois das aulas, minhas idas à livrarias nunca mais foram as mesmas: hoje passo um bom tempo analisando o acabamento de livros e comparo edições antes de comprar (e até já dispenso um pouco mais de dinheiro comprando edições melhores!).
    Outro ponto positivo foram as apresentações. Achei muito importante para o desenvolvimento do falar em público a análise de jornais que fizemos. Além de quem estava lá na frente, explicando, os alunos precisaram ficar atentos para fazer perguntas sobre a explicação. Acho que deveríamos ter mais disciplinas assim, que nos levassem a elaborar perguntas e considerações em curto espaço de tempo.
    Os comentários do professor a respeito do estado atual do Jornalismo devem ter sido um tanto que desanimadores para alguns. Mas eu tentei, e venho tentando, tirar o máximo desses comentários para convertê-los em estímulo para “fazer melhor” do que está sendo feito. Acho que a sinceridade de quem está há mais tempo no mercado é imprescindível para que os novatos amadureçam suas ideias quanto ao tipo de jornalista que se pretende ser. Agradeço ao professor quanto a isso.
    Gostei muito, também, dos comentários serem feitos no site de modo que todos possam ver as respostas de seus colegas. Sempre podemos aprender muito entre nós mesmos.
    Vi um comentário aqui em que um aluno critica o layout do site da disciplina. Faço uma sugestão: que no próximo módulo os alunos desenvolvam layouts e que o melhor seja incorporado no site. Mas é apenas uma sugestão.
    De modo geral, terminei a disciplina muito satisfeita. O Plano de Aula foi cumprido impecavelmente, assim como os horários e pontualidades do professor.

    Marina Rufo Spada

    16/09/2013 em 10:22

  45. Não tinha muita noção sobre o que seria trabalhado nas aulas de Planejamento Gráfico-Editorial. Meus conhecimentos prévios do assunto resumiam-se ao apreço pela temática da estética e do design aplicadas ao jornalismo impresso. Meus conhecimentos sobre softwares de editoração eram bastante limitados. A abordagem mercadológica utilizada foi interessante e as análises das mais diversas publicações, proveitosas. Acredito que uma das maiores contribuições do professor à disciplina tenha sido a grande quantidade de material (jornais e revistas nacionais e internacionais, livros, edições especiais, etc.) trazida para as aulas. O contato com esse material enriqueceu muito o conteúdo letivo. A experiência com o InDesign foi produtiva, mas a falta de suporte técnico encontrado nos laboratórios da Unesp não favoreceu o aprendizado. Outro ponto que deve ser destacado é a animação do professor durante as aulas, com seus méritos e deméritos. Quatro horas, para mim, passavam rápido. A avalanche de informação era um estímulo para fazer mais. Todavia, o discurso nem sempre adequava-se à realidade de boa parte dos estudantes e à realidade de uma instituição pública.
    Particularmente, tenho Planejamento Gráfico-Editorial I como a disciplina mais completa do semestre. Meus conhecimentos sobre a área evoluíram consideravelmente, bem como o meu interesse. Espero que o ritmo seja semelhante – ou, com sorte, superior – no próximo semestre.

    William de Moura M. Orima

    16/09/2013 em 22:24

  46. A disciplina de planejamento gráfico editorial foi uma total novidade nos meus conhecimentos, o que considero ser muito positivo. A possibilidade de analisarmos tantos produtos foi uma boa experiência e acredito que o melhor foi podermos criar nosso próprio produto. O acervo do professor foi também um ponto muito forte da disciplina, pena que a faculdade não se dispõe a estruturar esse material de uma forma boa (o que não é uma surpresa, pois ela pouco propõe coisas que incentivam a estruturação de melhores condições de ensino dentro do espaço universitário além de querer pesquisas e pesquisas).

    E como tudo na vida, considero que houve lados negativos na disciplina, regidos principalmente pelo espírito tão mercadológico tomado na aula. É bom ouvir um panorâma dos jornais da época ou da crise do jornalismo, mas não pareceu efetivo a repetição disso na maioria das aulas. Creio também que uma proposta de disputa entre melhores capas não foi sadia, mas acho que não surtiu o efeito tão negativo como imaginava de início, pois poucos
    entraram na onda de disputa e a maioria quis mesmo fazer a atividade com qualidade e ponto final. Acho que faltou um debate sobre as estéticas boas acompanhadas de conteúdo meia-boca, que tanto vemos hoje em dia. Essa é uma época em que todos infelizmente compram as coisas pela ‘cara’ e não pela informação oferecida, mas acho que o certo seria haver sintonia entre estética e conteúdo.

    Mariana de Sousa Caires

    16/09/2013 em 23:20

  47. Sem dúvida a disciplina foi a que teve maior aproveitamento nesse semestre. Juntando o prático ao teórico, posso dizer que saio do semestre sabendo muito mais do que antes. Não conhecia quase nada de Planejamento Gráfico e achava que o que importava era apenas o conteúdo dos meus textos. Aprendi a olhar com outros olhos as publicações que leio, tanto impressas quanto virtuais, além de poder fazer meu próprio jornal de forma complementar meus conhecimentos em Jornalismo. Com isso, acredito estar bem preparada para o próximo semestre de Planejamento Gráfico.
    Além do conteúdo, também aprendi bastante com os toques do professor sobre como é o mercado de trabalho na área. Muito mais do que aprender sobre design, técnica e jornalismo, também pude melhorar um pouco meu hábito de leitura, graças ao volume de jornais que sempre estava em cima da mesa quando eu chegava. A pontualidade e método do professor também são impecáveis, bem como o plano de aulas e a ética em relação a greve e toda a movimentação estudantil.

    Giovanna Diniz

    17/09/2013 em 3:02

  48. Nesta disciplina, acredito que o acompanhamento das mais diversas publicações editoriais em circulação no mundo seja especialmente indispensável. Eu não tinha conhecimentos prévios significativos sobre planejamento gráfico e editorial, e acredito que a disciplina tenha modificado minha maneira de observar esses elementos.
    Com relação aos métodos de ensino adotados, um aspecto positivo foi a grande variedade de materiais disponibilizados pelo professor, que foi importante para que eu desenvolvesse maior interesse pela produção jornalística na perspectiva da apresentação estética. Outro método proveitoso foi a manutenção de um site que constitui, ao final do semestre, uma espécie de relatório do curso, que pode ser consultado e compartilhado entre todos os alunos sempre que necessário.
    A disciplina foi ministrada com bastante ênfase na prática, o que trouxe muitos desafios quanto à produção e revelou a carga simbólica e as dificuldades na definição de uma linha editorial. A constituição estética e simbólica da produção jornalística ganhou, portanto, maior atenção.

    Adriana Kimura

    18/09/2013 em 2:54

  49. Acho que o ponto mais interessante da disciplina foi a apresentação da grande diversidade gráfica-editorial. Como a maioria dos alunos, eu não tinha muito contato com diferentes publicações e nem mesmo fundamentação teórica sobre o assunto. Com a disciplina, pude entender que um produto jornalístico é também resultado da percepção e apresentação visual. Os jornais deixaram de ser, para mim, um produto pronto, e passaram a ser fruto de uma série de planejamentos, que contam muito com o conceito de sintaxe visual. Consigo agora identificar melhor a relação do jornalismo com outras disciplinas, daí a importância do contato com os materiais, que ensinam uma visão plural. O acervo disponibilizado pelo professor é de grande ajuda. A comunicação visual do jornalismo também passou a ser considerada. Acho que meu entendimento evoluiu sim, e é difícil olhar agora para uma publicação sem observar de forma crítica sua composição gráfica. Acho que as aulas do primeiro semestre serviram bem como iniciação ao tema e espero consolidar esses conceitos no próximo. Os comentários sobre o mercado de trabalho e sobre a crise de alguns meios jornalísticos que vivenciamos também foram interessantes. A atividade que mais acrescentou foi a do planejamento do jornal, com ela é fácil perceber as dificuldades na criação de um projeto próprio. Dos pontos negativos, o principal inclui os softwares antigos dos computadores do laboratório, que acabam atrasando as atividades realizadas. Mas também acho que deveriam ser realizadas mais atividades em equipe, já que um dos principais requisitos do mercado de trabalho, ainda mais na área de planejamento gráfico-editorial, é saber trabalhar em grupo.

    Lígia de Morais Oliveira

    18/09/2013 em 8:51

  50. Relato sobre sua experiência e aprendizagem na disciplina
    Já no primeiro dia de aula e principalmente ao longo do semestre pude perceber que um jornal vai além das notícias publicadas. Aprendi que o planejamento gráfico é uma das partes mais importantes na confecção de um produto jornalístico, pois ele dará o tom da seriedade do veículo.
    Portanto é através do planejamento gráfico que o público alvo é atingido, pensando na estrutura, no vocabulário, no diferencial estético do jornal que mais irá atrair o leitor. A partir desse conhecimento passei a reparar em cada detalhe de um jornal impresso, sabendo que cada linha, cada ícone foi analisado e colocado com um objetivo.
    Além disso, durante semestre tive a oportunidade de conhecer jornais, ou apenas edições, que inovaram a sua estética, o que abriu meus horizontes e me ajudou a tirar o foco apenas do tradicional, afinal não existe uma formula única que deve ser seguida para se criar um produto jornalístico.
    E para concretizar todo esse aprendizado tivemos a oportunidade de criar nosso próprio jornal. Foi um desafio muito positivo para a minha formação.

    Ihanna Barbosa

    18/09/2013 em 8:52

  51. Foi, em geral, uma matéria satisfatória e que me fez abrir os olhos para vários aspectos. Reconheço que desde o início não tinha tanta experiência, mas mesmo assim a disciplina me despertava bastante interesse. Isso porque o tema sempre foi, na minha opinião, muito importante na hora em que fazemos jornalismo. Apesar de ter sentido falta de mais atividades práticas, percebi que todo aquela apresentação em que nos foi dada, com exemplos, publicações, disponibilidade do acervo, etc, foi de uma importância enorme, já que com ela fui capaz de estender meu horizonte e me deu ainda mais vontade de colocar a “mão na massa”. Além disso, também queria pontuar que todas aquelas oportunidades de discussões sobre nossa área foram essenciais para nosso aprofundamento no tema, assim como entendimento daquilo que o mercado exige. Enfim, posso concluir que essa foi uma das poucas disciplinas em que saí satisfeita e que realmente, houve um aprendizado.

    Maria Esther Castedo Valdiviezo

    18/09/2013 em 11:00

  52. Para mim esta foi a disciplina mais interessante que tive em todo o curso de jornalismo até agora. Ela trouxe uma visão muito mais ampla sobre a comunicação. Mostra que um jornal vai além do texto regido, requer todo um planejamento que irá caracterizar aquele jornal, além de torna-lo mais atraente/agradável ao leitor. Acredito que os trabalhos e exercícios feitos contribuíram para pudéssemos perceber os recursos utilizados pelos veículos de comunicação e os efeitos buscados pelos mesmos. Além disso tivemos a oportunidade de colocar essa bagagem de conhecimento na prática. Para mim as aulas foram muito bem ministradas, de tal forma que foi possível compreender a importância do planejamento gráfico e editorial assim como entender sua forma de atuação.

    Lívia Lago

    18/09/2013 em 11:36

  53. A princípio, eu tinha uma visão extremamente direcionada do que representava o planejamento gráfico e editorial de um veículo impresso. Meus limitados conhecimentos técnicos sobre o assunto me faziam crer que a diagramação deveria se submeter diretamente ao conteúdo informativo da revista ou do jornal, e foi aí que me enganei.
    Durante as aulas do semestre, pude aprender muito sobre a importância e os objetivos da parte gráfica na composição de um produto jornalístico de qualidade. A partir das diversas análises elaboradas durante o curso, pudemos facilmente reconhecer que capas não são apenas uma maneira de chamar, a todo custo, a atenção do leitor, pudemos compreender que fotos são selecionadas com objetivos específicos,que as cores e fontes funcionam para dar personalidade ao jornal e por aí seguimos.
    Além do imenso aprendizado técnico (utilização de programas de edição e diagramação), meu conhecimento geral sobre o mercado jornalístico foi muito enriquecido. Finalmente compreendi que, para atingir o sucesso, um veículo deve combinar estética a conteúdo, deve agradar o leitor, informar e também vender.
    Infelizmente, nosso tempo foi limitado, mas creio que fizemos um ótimo proveito das propostas desenvolvidas em sala de aula, fomos da teoria à prática e, com certeza, aprendemos a prestigiar um jornal, revista ou suplemento. Eu, pelo menos, mudei completamente minha forma de segurar um jornal (dispenso pelo menos 1 hora a mais durante minhas leituras reparando na estética e composição das páginas jornalísticas).

    Laura Fontana

    18/09/2013 em 11:41

  54. O aprendizado ao longo do semestre na disciplina sobre planejamento gráfico e editorial foi muito válido. Nunca tinha tido contato com a área mais comercial do jornalismo e de como a nossa profissão não se restringe à uma redação ou ao campo de reportagem. Há maneiras de um jornalista ser um empreendedor conhecendo bem as técnicas de diagramação e de como o produto é mais bem aceito pelo mercado se for pensado no interesse do público antes.

    Achei de grande importância o nosso contato com jornais do mundo inteiro e, principalmente, como pudemos observar a “cara” deles. Não sabia da existência de tantos formatos e de tantos jornais, com as iconografias e tipologias mais variadas. Nunca tinha tido contato com o programa InDesign e após a aprendizagem na disciplina pude observar de como um jornal não deve ser composto por ótimos jornalistas, mas de excelentes diagramadores também. Achei válida a experiência da produção de um jornal, pois foi o laboratório de todo o semestre.

    Como sugestão, gostaria que as aulas tivessem mais conteúdo teórico, com o auxílio de textos, sobre planejamento, e mais oficinas que atendam as dificuldades dos alunos no programa InDesign.

    gabriela sanches de lima

    18/09/2013 em 15:34

  55. A disciplina permitiu o contato com outras oportunidades dentro do mercado de trabalho além da reportagem. Conhecer o mercado e as formas de se organizar estruturalmente um jornal dão visão sobre como se comportar diante de mudanças organizacionais e editoriais. Entender como funcionam os programas e ter a oportunidade de criar seu próprio produto são um estímulo ao aluno. Toda a condução da disciplina foi válida e, sem dúvida, acrescentou muito para a formação. A didática de analisar para então formar um produto foi essencial, sem a qual certamente não se teria base para apresentar e desenvolver algo.

    Heloise Montini

    18/09/2013 em 23:23

  56. Antes do início das aulas de Planejamento Gráfico eu tinha pouca noção dos assuntos que seria tratados em sala de aula. Sempre gostei da parte estética das publicações e de me aventurar explorando softwares de editoração, mas nunca os dominei completamente.
    Aprendi muito durante as aulas, apurando meu conhecimento e meu olhar sobre os produtos gráficos. Nesse processo, foi fundamental o contato com as variadas publicações trazidas pelo professor, através das quais pude observar as mais diferentes composições.
    Acredito que um grande obstáculo encontrado nessa trajetória foi a falta de uma laboratório adequado à disciplina, o que dificultou muitas de nossas aulas.
    Achei interessante, também, que o professor tenha se preocupado em discutir a situação do mercado com os alunos, o que não é comum acontecer aqui na UNESP.

    Isabela Romitelli Rocchi

    19/09/2013 em 15:52

  57. Eu já tinha conhecimento do InDesign e da confecção de páginas de jornais utilizando esse software, (devido a um trabalho de uma outra disciplina), no entanto não conhecia os conceitos presentes em uma análise de um projeto gráfico editorial.

    As aulas da disciplina Planejamento Gráfico Editorial I foram muito bem ministradas, os conceitos bem apresentados e exemplificados e o professor tornou a experiência ainda mais completa ao introduzir exemplares de diversas revistas e livros, com diversos exemplos de projetos editoriais. Não imaginava que me interessaria pelo tema, mas foi uma das minha aulas preferidas do semestre.

    Apesar das dificultadas apresentadas pelos computadores do LEE, as aulas me ensinaram bastante sobre esse aspecto do jornalismo. Hoje não consigo pegar uma revista ou um jornal sem observar a escolha de fontes, o espaçamento entre as colunas e as cores selecionadas, por exemplo. Essa disciplina me ensinou que, juntamente com o conteúdo, é preciso valorizar o aspecto gráfico de uma publicação editorial. Espero que Planejamento Gráfico Editorial II siga um plano de ensino similar.

    Caroline Braga

    19/09/2013 em 20:30

  58. A disciplina de Planejamento Gráfico e Editorial contribuiu muito para ampliar minha visão sobre o Jornalismo. Até então, as matérias que envolviam apenas a composição textual me desanimaram dentro do curso, pois a parte estética das publicações (que sempre me chamou muito a atenção) parecia ser sempre deixada de lado. Nessa matéria não só aprendemos que de fato isso é importante, mas também que há todo um planejamento criativo que transpõe o conteúdo, que leva em consideração desde a experiência sensorial do consumidor com o produto até as projeções e pesquisas de mercado. É difícil adquirir a noção da importância desses aspectos tendo contato apenas com o que já conhecemos, pois a realidade próxima parece ser única e suficiente. Por isso, tendo tido contato com a variedade de produtos com os quais pudemos trabalhar, pude aprender mais sobre a realidade da profissão e sobre como o pensamento criativo e planejado pode ser o fator decisivo para a sobrevivência de uma empresa.
    A única dificuldade da disciplina na minha opinião foram os aspectos técnicos do laboratório da UNESP. Máquinas antigas e softwares desatualizados dificultaram os trabalhos em vários momentos e não condizem com a realidade do mercado de trabalho, deixando os alunos em posição desfavorável frente a outras instituições.

    Guilherme Costa

    19/09/2013 em 23:23

  59. Embora tivesse alguma noção de planejamento editorial, não tinha boas referências ou mesmo técnica suficiente para o planejamento gráfico. Infelizmente, o tempo em que a disciplina é ministrada e os equipamentos disponíveis dificultam um pouco o aprendizado. As atividades propostas e o material para consulta disponibilizado durante as aulas, no entanto, permitiram não só um aprimoramento de minha bagagem referencial, mas, sobretudo, estimularam minha curiosidade e atenção em relação a aspectos gráficos e estéticos de produtos editoriais e minha vontade de aprender a trabalhar e lidar com softwares de edição. Passei a comprar revistas e jornais diferentes, de conteúdo variado, não mais apenas factual, e também a procurar conteúdo adicional sobre edição e design.
    Além disso, discursos ao longo das aulas relativos ao futuro do Jornalismo e à sua atual conjuntura complementaram aquilo que a disciplina propõe por planejamento editorial, de modo que passei a olhar de forma mais atenta à gestão de produtos como um todo, procurando entender aquilo que pode ou não dar certo atualmente não só em termos de conteúdo jornalístico, mas de produtos e empresas de Jornalismo e Comunicação.

    Nathalia dos S Rocha da Silva

    20/09/2013 em 0:13

  60. Meu conhecimento prévio sobre planejamento gráfico-editorial era bem limitado e eu não conhecia muito do tema. Com o decorrer das aulas, acredito que tenha aprendido mais sobre o assunto, como é a relação entre o editorial e a estrutura gráfica, escolha de cores, distribuição de matérias e destaques.
    Eu gostei muito das aulas e do método aplicado, principalmente por ter a chance de ver as publicações. Acredito que aliar a teoria com a prática seja essencial para o aprendizado e acredito que esse objetivo tenha sido atingido. Ver e discutir junto com o professor uma capa de jornal ou a estruturação de um jornal ajudou muito a mudar o modo como olho para uma publicação e penso o modo de funcionamento de um jornal. Entretanto, senti falta de um pouco mais de teoria, de ler textos sobre as segmentações do assunto, para conseguir concretizar melhor determinados conceitos que ás vezes escapavam somente com a explicação do professor.
    Sobre as atividades realizadas, achei todas muito interessantes e agregadoras de conhecimento, apesar de ter tido muita dificuldade em trabalhar com o InDesign. Precisei contar com a ajuda de vários colegas para conseguir concluir o meu trabalho.

    Moema Novais

    20/09/2013 em 0:16

  61. Eu gostei muito da disciplina. Eu confesso que tive muitas dificuldades, porque comecei um curso em São Paulo e toda semana passava os sábados lá, sem deixar de lado minha rotina de estudos semanais e projetos de extensão. Foi uma época enriquecedora, mas difícil em muitos aspectos, principalmente porque não tive apoio de colegas nem de professores, o que me desmotivava um pouco em relação à faculdade,pois em São Paulo tive acesso a discussões que mal apareciam nas aulas aqui em Bauru. Então começamos a ter aula de planejamento gráfico e foi bom porque trouxe um pouco porque pude, pela primeira vez, falar e ouvir sobre aqueles assuntos. Mas em relação ao conteúdo das aulas, gostei da proposta do professor em nos mostrar que planejamento gráfico não é apenas estética, envolve estudo sobre harmonização e outros conceitos que transcendem o visual, que os conteúdos estão diretamente relacionados a essa dialética de “criação da mensagem”. Gostei dessa visão ampla, mas senti falta de um aprofundamento dessa proposta nas aulas, queria que tivéssemos lido textos, seja de autores modernos da área de design, seja de pensadores já consagrados, como Umberto Eco, e que isso estivesse em sintonia com exemplos práticos, algo que de fato esteve presentes nas aulas.
    Eu também não sei manejar muito o InDesign, mas saí tão motivada do semestre que agora comecei a aprender sozinha, e acho que agora tudo será mais fácil porque eu finalmente, depois de um ano e meio de faculdade, me sinto capaz de continuar no curso.

    Agnes Sofia Guimarães Cruz

    20/09/2013 em 11:22

  62. Antes da disciplina de Planejamento Gráfico-Editorial em Jornalismo I, eu não tinha a mínima noção de como se dava a produção de um jornal, e achava que a parte gráfica era apenas jogar as informações numa página de modo a deixa-la bonita. Através das aulas ministradas pelo professor, pude ver que não era bem assim e que havia toda uma lógica por trás de tudo, e aprendi a entender um pouco essa lógica, principalmente durante a produção do trabalho final. Acabei me dando razoavelmente bem com o InDesign, mais do que achei que me daria, ele pareceu intuitivo a mim e no fim ele se mostrou um programa bem simpático. Gostei bastante das aulas e da insistência do professor em fazer com que a turma conhecesse novos jornais e revistas e fizesse análises sobre eles, coisa que reforçou a teoria que ele passou nas primeiras aulas, apesar da insistência ser meio chata às vezes e algumas análises cansativas.
    No fim, aprendi mais do que esperava aprender e me surpreendi com a disciplina.

    Marília Garcia

    20/09/2013 em 16:06

  63. Antes desse semestre, meu conhecimento sobre planejamento gráfico-editorial era pouco. No entanto, hoje, após a prática com um número considerável de atividades, posso dizer que melhorei sensivelmente minhas habilidades nessa área. As questões que dizem respeito ao conteúdo que foi dado em sala de aula, acredito que todos também tenham agregado muito em minha formação. Com o decorrer das aulas, minhas noções de cor, sobreposição de planos em uma página de jornal, disposição de elementos em uma superfície, de modo a dar destaque para um elemento ou outro, todos somaram de forma muito positiva meu intelecto. Os exemplos de jornais de todo o mundo mostrados em aula e as atividades de análise feitas a partir deles também serviram de ótimo material para concretizar o abstracionismo da pura exposição de ideias. De fato, as aulas foram bem ministradas e planejadas, mas o único conselho que gostaria de dar é que alguns textos fossem passados. Poucos, mas que possam dar algum toque teórico de que senti falta. Do contrário, só tenho pontos positivos a declarar. Ah, os tópicos que mais gostei foram as dicas de cor, mercado de trabalho (ainda que não seja da matéria, as dicas eram boas) e a grande quantidade de material para que os alunos pudessem ter contato. E, claro, eu posso usar o InDesign agora, o que muito proveitoso. Ah, e você é legal, professor. Continue assim.

    Murilo Augusto dos Santos Aguiar

    20/09/2013 em 17:21

  64. Desde a primeira vez que pesquisei pelas disciplinas do terceiro termo do curso, eu temia que as aulas de Planejamento Gráfico-Editorial fossem simplesmente operacionais, no estilo “aula de informática”. Foi uma grata surpresa perceber que as aulas seguiriam um caminho bem diferente, até porque eu sempre aprendi melhor a trabalhar em softwares, como o Indesign, produzindo neles ou, popularmente, “fuçando”. Além da experiência satisfatória da produção de material editorial, também gostei da inserção das ideias mercadológicas nas aulas. Durante a execução do jornal, me peguei pensando em questões logísticas e financeiras que nunca me agradaram muito, mas com as quais pude me conciliar e perceber que são essenciais. Por fim, cito o que considerei mais agradável durante todo o semestre, que foi a nossa experiência no contato com publicações de vários tipos e lugares do mundo. Sempre gostei de livros e revistas com belas edições, capas diferentes, papel bom, mas quanto a jornais, não prestava tanta atenção nesses detalhes. A minha paixão pela edição de produtos jornalísticos e literários aumentou, a atenção ao passar por bancas de jornal também e, por mais que pareça irônico, me senti mais jornalista por não me ater mais só aos textos enquanto leio um jornal.

    Amanda de Moura Costa

    20/09/2013 em 19:07

  65. Não conhecia quase nada de planejamento gráfico-editorial além daquilo que um jornalista em formação pode pressupor sozinho, e o curso abriu bastante a minha visão sobre planejamento de produtos. Aprendi bastante sobre todo o processo de criação, desde estudos de público-alvo e identidade da marca à aspectos mais físicos, como tamanho da publicação e fontes tipográficas. Talvez o maior ponto positivo tenha sido o uso da prática (e não só da teoria) durante as aulas, já que aprendi a de fato construir um jornal no inDesign, um programa que eu nunca havia usado. Outro ponto que muito me chamou a atenção foi a visão mercadológica do professor, algo que me interessa muito. Infelizmente, o professor às vezes “viajava” e não percebia que seu discurso (principalmente sobre a dedicação ao jornalismo impresso) destoava demais da realidade dos alunos. A disciplina foi com certeza uma das mais bem ministradas durante o semestre, mesmo com todos os empecilhos encontrados durante o período. Agora é complicado pegar qualquer jornal ou revista sem analisar tudo que aprendi durante o semestre, portanto, acho que o trabalho foi bem feito.

    Jonas L. C. Junior

    20/09/2013 em 20:10

  66. Considerei a disciplina de Planejamento Gráfico Editorial I como uma das mais proveitosas do semestre, principalmente por causa da produção do projeto gráfico editorial de um jornal que realizamos. Creio que esta atividade reuniu os principais pontos da matéria, como tudo que foi explicado e comentado quanto ao preparo de uma edição, o pensamento quanto à disposição dos elementos gráfico-textuais no jornal, a parte mais “empresarial” que não estamos acostumados a discutir na faculdade – a questão de saber fazer a matéria, mas não conseguir vendê-la, transformá-la em um produto de fato, atrativo para o consumo.

    De tal forma, meu conhecimento nessa área evoluiu bastante, visto que ele era quase nulo. Somando-se às atividades de Jornalismo Impresso I, adquiri considerável domínio sobre a ferramenta InDesign, conseguindo elaborar um projeto gráfico interessante para o meu jornal.

    Os pontos que mais me interessaram na disciplina, além da principal atividade realizada, foram as noções passadas de como o processo de criação/diagramação de um jornal é complexa, como os elementos devem se encaixar de forma a atender um critério mercadológico que transformará aquela informação em um produto mais facilmente vendável. Considerei as análises de páginas, capas, cadernos e exemplares muito proveitosas, principalmente quando compartilhadas em sala, pois proporcionavam um conhecimento um pouco mais amplo dos diversos tipos de jornais que existem pelo país e pelo mundo sem necessariamente ter de lê-los e acompanhá-los durante um tempo – assim como as exibições gerais de exemplares diversos nas primeiras aulas do semestre o fizeram, gerando experiências pessoas interessantes posteriormente.

    A disciplina ressaltou ainda mais a consciência da importância da leitura diária de jornais para a minha profissão.

    Creio que uma leitura teórica obrigatória para a disciplina seria interessante, apesar de não saber exatamente qual método para cobrar essa atividade seria mais proveitoso. O estilo relativamente prático como a disciplina se deu foi interessante, indicando várias boas leituras, mas creio que uma delas ser uma tarefa poderia agregar conhecimento de forma positiva para os alunos.

    Sinto por termos perdido conteúdo presente por causa das paralisações discentes em duas terças-feiras, assim como a precariedade dos programas de editoração disponíveis nos laboratórios da faculdade ter atrapalhado um pouco o andamento das aulas.

    De maneira geral, estou feliz e satisfeita com a maneira como se deu o andamento da matéria ao longo do semestre.

    Flávia Nosralla

    20/09/2013 em 20:23

  67. A disciplina de Planejamento Gráfico sempre me interessou, mesmo antes de ingressar na faculdade, ao ver o currículo de matérias.
    Interessou porque trazia para a minha realidade de estudante que adora jornais uma oportunidade de ver além e entender o porquê de cada escolha editorial. Entrei nas aulas com ansiedade e expectativas, assumo que algumas foram cumpridas e outras nem tanto. O conteúdo analisado e explicado pelo professor em aula foi essencial para o começo do aprendizado e do entendimento de cada detalhe dos meus jornais favoritos.
    A oportunidade de conhecer jornais – que antes nunca ouvi falar – foi gratificante e um desafio à parte. Para mim, a memória que fica é a aula inicial, com a mesa lotada de jornais estrangeiros, desde búlgaros a italianos. Conhecer essa diversidade foi fantástico.
    Porém nem só de teoria vivia a matéria, os conhecimentos práticos e o uso dos programas foram considerados por mim a parte mais difícil do processo de aprendizagem. Já que a faculdade oferecia também alguns obstáculos para esse aprendizado. A faculdade falha no quesito laboratorial, já que não possui equipamentos e programas atualizados, o que dificulta a união entre a teoria e a prática atual e vivenciada nos jornais. Os exercícios complexos e que exigiam atenção e tempo, no primeiro momento pareceram complicados, mas se mostraram importante para a compreensão e análise de tudo que é passado pelo jornal, na forma editorial. De forma geral, a matéria que antes havia me chamado atenção antes de entrar na faculdade me agradou e me ensinou a ver além do escrito e da notícia, os obstáculos existem mas é preciso passar por eles.
    E, sobretudo, foi ótimo conhecer um professor com gás e disposto a quebrar paradigmas, algo que faz bem para qualquer ambiente.

    Paulo Beraldo

    23/09/2013 em 13:11

  68. Antes de conhecer a disciplina, eu nunca tinha parado para pensar no ponto de vista da estética e do design de um impresso, seja revista, jornal, etc. Sempre foquei muito no conteúdo. Mas percebi que a distribuição desse conteúdo, e a forma como ele é apresentado, tem a mesma importância que a qualidade do conteúdo. Aprendi noções importantes sobre estética, principalmente na montagem de uma capa, pois julgo que a capa é sem dúvida a página mais importante de um impresso. Uma capa atraente e de ótima estética, muitas vezes garante por si só o sucesso de uma publicação.
    Em relação ao conteúdo programático, sinto que faltou um pouco mais de contato com programas de edição, como não design, photoshop… por exemplo. Esse contato com esses programas nos ajudaria muito futuramente, nos nossos próximos trabalhos, matérias, aulas…
    Por fim, quero dizer que foi muito bom ter aula com um professor como você, que realmente gosta do que faz.

    diego gomes

    30/09/2013 em 19:40

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