teia de ideia [mídia e tecnologia]

Francisco Rolfsen Belda

Sugestão de uma proposta editorial para jornal impresso

com 74 comentários

Tendo em vista a diversidade dos projetos gráfico-editoriais conhecidos por meio dos seminários apresentados pela turma, responda à seguinte questão: Se você recebesse um investimento para criar um jornal impresso, qual seria a proposta editorial escolhida por você para orientar essa publicação?

Considere, por exemplo, em sua resposta, o local onde seria produzido o jornal, a abrangência de sua circulação, o perfil demográfico do público-alvo, o perfil da linha editorial, o nível de especialização ou segmentação, o formato e o tipo de papel a ser usado na publicação, a organização da estrutura de conteúdos e os principais elementos característicos de estilo a serem usados na composição de sua identidade visual (grid, tipologia, cores e ícones). Sugira, também, um nome e um slogan para o jornal.

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Escrito por Francisco Rolfsen Belda

11/04/2017 às 15:47

Publicado em Planejamento Editorial

74 Respostas para 'Sugestão de uma proposta editorial para jornal impresso'

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  1. Nome do jornal: Diário dos Focas

    Slogan: Jornalismo para os jornalistas

    Onde seria produzido: em SP capital, com circulação inicial no estado de São Paulo.

    Perfil demográfico: homens e mulheres de classe B e C;

    Linha editorial: jornal de centro-esquerda, com posições críticas, mas nunca cego pelas possíveis ideologias que possam surgir.

    Nível de especialização: especialização de média para alta, sendo segmentado para o público jornalista

    Formato: tablóide, com papel jornal de baixa porosidade;

    Organização e estrutura dos conteúdos: a maior parte dos conteúdos seria direcionada ao público jornalista, sempre com textos e matérias úteis a esse público, incluindo classificados (com anúncios de profissionais freelancers, vagas em veículos jornalísticos, etc..).
    Elementos característicos de estilo: o jornal transitaria entre a seriedade de jornais consagrados e uma informalidade leve em alguns elementos, para não deixar a leitura pesada. Teria entre 3 e 5 colunas, variando no tipo de matéria escrita (reportagens, notícias e entrevistas, por exemplo), com cores sóbrias de identificação das editorias. O uso de infográficos e ilustrações seria um diferencial neste jornal. Cada editoria teria o seu próprio ícone. A tipologia teria variações clássicas de acordo com a sua utilização (serifada nos corpos do texto e nas linhas finas) variando entre com e sem serifa nos títulos. A diagramação seria também algo a se notar, uma vez que o jornal inovaria nesta parte, buscando novas formas de expor as notícias.

    Camila Nishimoto

    28/07/2015 em 17:39

  2. 1. Se eu recebesse investimento para criar um jornal impresso eu criaria um jornal de abrangência nacional que está em falta no país. As editorias abrangeriam notícias relevantes do Brasil inteiro, se não de todos os estados, mas o número deles possível. Os textos deverão ser profundamente trabalhados e alguns interpretativos, para introduzir no Brasil um jornalismo mais aprofundado e menos tendencioso. A publicação deverá atender camadas escolarizadas, não necessariamente A, B ou C, mas que possuam capacidade intelectual de absorver os conteúdos. Haveria espaço para opinião em pequenas colunas intercaladas com matérias que comentem os fatos apresentados na página ou editoria nas quais se encontram, para que haja maior contextualização. Na capa, o uso de branco seria utilizado em manchetes especiais ou grandiosas, enquanto para matérias diárias haveria menos inovação, mas sem apelo a modelos quadrados de diagramação. O jornal seria composto em cinco ou seis colunas e a diagramação permaneceria padronizada ao longo da edição. Haveria também predominância do texto sobre as imagens, contando com a utilização de tabelas e infográficos que não dificultem muito a interpretação dos dados. É importante que as matérias abordem informações do país inteiro, para que uma identidade nacional seja criada. Por isso também, o jornal deverá ser produzido em Brasília, pois é a capital do país e foge do eixo paulista comum no jornalismo brasileiro atual. Em Brasília também há maior possibilidade de apuração de temas importantes nacionais, como os referentes a economia e política do país. O jornal não utilizará cores muito quentes e chamativas, entretanto as imagens deverão ser coloridas, bem como algumas linhas de separação e alguns ícones e elementos visuais. O perfil editorial deverá seguir como de centro, abrindo espaço para informações complementares e opiniões opostas, sem glorificar ou criticar abertamente o governo. As questões internacionais deverão ser tratadas no país de forma séria e aprofundada com ajuda de correspondentes não só na Europa e Estados Unidos, mas também em países vizinhos aqui na América Latina. O jornal deverá circular no país inteiro, em cidades principais de cada Estado, no formato berliner e em papel-jornal. Ele poderia se chamar “Jornal Brasil – Unindo uma Nação”.

    Mariana Hafiz

    28/07/2015 em 17:56

  3. Uma proposta que pensei seria um jornal sobre arte/cultura distribuído na universidade chamado Arte UNESP, neste caso tomando a UNESP como exemplo. A universidade já disponibiliza ótimos produtos – principalmente na parte gráfica – sobre ciência e, levando em conta os cursos de artes dos campus, os eventos e os interesses culturais dos alunos, o jornal teria uma boa demanda nesta esfera universitária.

    Primeiramente pensado para ser gratuito, o jornal teria tanto um caráter noticioso ao divulgar eventos, produções e pesquisas referentes à arte na UNESP, como traria reportagens maiores, a partir de entrevistas com personalidades, textos que abordam o passado, matérias sobre obras não necessariamente ligadas a universidade. O jornal também daria espaço a colunistas e repórteres que trouxessem uma abordagem mais literária.

    O jornal teria mais ou menos 12 páginas e poderia ser dividido em cadernos como giro UNESP (notas e noticiais mais gerais), cinema, música, pintura e quadrinhos.

    O campus de Bauru seria o local mais apropriado para se produzir o projeto, pois conta com o curso de jornalismo, assim como os cursos de artes e comunicação. Pensando em um projeto perfeito, o jornal seria colorido, até para atender as demandas artísticas. Porém, ao ser pensado para ser gratuito, os designers e jornalistas procurariam um design em preto e branco minimalista, organizado, mas aberto à experimentações como posters. O jornal também daria destaque à tipologia.

    Lucas Marques dos Santos

    28/07/2015 em 17:58

  4. Supondo que eu recebesse um investimento, eu criaria um jornal de características populares que circularia em Bauru e região. O veículo seria voltado para a população das classes E, D e C, transmitindo notícias de fatos cotidianos e que estejam presentes na realidade desses leitores(problemas de infraestrutura, saúde, saneamento, eletricidade, etc). Temas nacionais ainda teriam espaço no jornal, porém fatos internacionais dificilmente seriam veiculados uma vez que pouco afetam a vida do público-alvo. A especialização do jornal seria baixa, utilizando uma linguagem simples e procurando transmitir o “grosso” da informação, seguindo um princípio imediatista e de fácil entendimento (o leitor ficaria sabendo dos fatos pelo jornal e buscaria outros meios caso quisesse se aprofundar em algum assunto).

    Para redução de custos e, logo, redução do preço final do produto, seria utilizado o papel-jornal em formato standard. A coloração das páginas seguiria a mesma lógica: apenas a capa(para chamar a atenção do leitor nas bancas) e as páginas com os principais anúncios seriam coloridas. Aproveitando-se da coloração da página, na capa seriam dispostas mais imagens. Praticamente não haveria texto na capa, apenas as imagens, os anúncios e as chamadas, que seriam separadas por linhas de texto coloridas.

    Os cadernos seriam 4: Região, País, Esportes e Lazer. No caderno “Região” estariam as notícias mais recentes do âmbito local, noticiando até mesmo temas triviais como problemas no asfalto e nas calçadas(algo pouco abordado em outros jornais), e ainda estaria localizada a previsão do tempo na região (com um dos poucos infográficos do jornal, utilizando ícones de fácil entendimento). No caderno “País” estariam os fatos e as questões nacionais mais importantes, matérias sobre economia se encontrariam neste caderno por não terem um caderno próprio (uma vez que estas seriam poucas e abordariam temas básicos). No caderno “Esportes” os times de região seriam o foco principal, sejam os de futebol ou os de outros esportes que tenham uma base sólida de torcedores. Os principais campeonatos futebolísticos nacionais também seriam abordados, uma vez que é possível que muitos leitores torçam para times que não são da região. No caderno “Lazer” estaria apresentada a programação cultural disponível na região no período de circulação de cada edição, bandas grupos da região também seriam retratados. Na última página do jornal se localizaria a seção de classificados, onde o leitor pode conferir ofertas de serviços, vagas de empregos, imóveis e etc.

    O nome do jornal seria “O Diário do Povo”, com o slogan: “O jornal que pensa em você”

    Lucas Pinto Ferreira

    28/07/2015 em 18:00

  5. Jornal publicado na cidade de São Paulo, posteriormente em outros grandes centros urbanos.
    O formato tabloide ou menor, extremamente portátil, pensando na fácil leitura no transporte público. Papel jornal, com porosidade alterada para facilitar a impressão de imagens. Pensando nesses critérios também, o jornal seria caderno único, com poucas páginas, em torno de 20 ou 30.
    A periodicidade seria semanal.

    Público alvo é de jovens e adultos, de classe C para cima, cosmopolitas, habitantes de grandes cidades, ligados às cenas culturais.
    Segmentado para temas ligados às artes, cobrindo exposições, cinema, shows, moda, teatro, com guias e roteiros, mas também cobrindo tecnologia, comportamento e alguns temas de política e economia, a partir de um viés de esquerda.
    Espaço para críticas de arte e crônicas. Cobertura de temas ligados ao mundo jovem e intelectualizado, com abordagens diferenciadas, espaço para experimentação.

    Grande investimento no projeto gráfico, para gerar identificação com o público. Parcerias com designers e artistas locais para elementos gráficos de edições especiais. Uso de fontes não serifadas, leves e estéticas, de famílias suiças, como Helvetica. Poucas colunas, devido ao formato tabloide. Grande número de imagens, com páginas em formato poster dedicadas a isso. Experimentação com formatos de textos e colunas. Infográficos leves e modernos. Esquema de cores em preto, branco e vermelho, mas possibilidade de variação. Logo manual, com variações a cada edição.

    Nome: SP mise em scene (substituir o SP pelo nome de outras cidades)
    Slogna: Guia essencial para a vida cultural independente

    Matheus Fernandes

    28/07/2015 em 18:02

  6. Nome: O Feminino
    slogan: “As informações que as mulheres querem ler”

    O Feminino seria um jornal geral, trazendo informações sobre política, economia, cultura, esportes, etc., voltadas para o público feminino, mas sem os esteriótipos que os produtos voltados para esse público costumam carregar.

    A redação seria em São Paulo capital e o jornal teria circulação nacional. O custo da venda avulsa seria de R$ 3,50.

    Impresso em papel-jornal e formato germânico, O Feminino seria dividido em 4 cadernos e cada editoria teria uma cor.

    1º caderno: Duas editorias – notícias sobre Política e Economia, no Brasil e no mundo, além do Editorial, Espaço do Leitor e Opinião.

    2º caderno: Duas editorias – notícias gerais sobre o Mundo e o Brasil.

    3º caderno: Cultura: a primeira página sempre apresentará uma entrevista com um artista, as outras notícias serão sobre cinema e teatro, literatura, música e dança, escultura e pintura, moda e uma seção de ‘faça você mesmo’, sugestão de produtos de higiene e beleza. A última página do caderno trará tirinhas, cruzadas e sudoku.

    4º Caderno Esportes: caderno sobre diversos esportes (futebol, vôlei, basquete, tênis, handebol, futebol americano, rugby, lutas e esportes olímpicos, etc.), no Brasil e no mundo.

    O grid teria 6 colunas; o corpo do texto seria escrito em fonte serifada, assim como ante e subtítulos. Já os títulos, nomes dos cadernos, retrancas e chapéus seriam escritos em fonte não serifada.

    O texto seria todo justificado; os nomes dos cadernos viriam alinhados à esquerda e a retranca viria na vertical, alinhada à direita, na mesma linha e em uma retícula da mesma cor que o nome do caderno.

    A editoria de política seria laranja, a de economia azul, Brasil amarelo, Mundo marrom, cultura rosa e esportes verde.

    Nathane R. Agostini

    02/08/2015 em 17:43

  7. Meu jornal seria “O Pioneiro”. Esse seria o nome.
    Ele seria produzido em Ribeirão Preto, interior
    de São Paulo, a sua circulação seria regional.
    Ele seria um projeto refinado graficamente mas
    claramente destinado à leitura de todas as
    camadas da população, já que seu
    slogan é: “Pioneirismo de A a Z”. Logo, seu
    nível de especialização e segmentação seriam
    o mais homogêneo possível. Seu papel seria o
    jornal convencional, mas o tamanho seria
    o equivalente ao standart, porém com metade
    da largura, para possibilitar a leitura em
    ônibus e/ou locais menos espaçosos.
    Com relação à sua estrutura, O Pioneiro seria
    dividido em três cadernos: O Pioneiro (primeiro
    caderno), Esportes (segundo caderno) e Economia
    (terceiro). Sua diagramação seria baseada num gride
    com 4 colunas, priorizando sempre o uso de imagens.
    Logo na capa, haveria um grande destaque para a
    notícia principal com uma imagem ocupando 3 colunas
    seguida por um texto ao lado ocupando uma coluna,
    ambos elementos deverão se estender até a dobra da
    folha. Na parte inferior, outra notícia importante
    destacada com uma imagem de 3 colunas mais o
    texto com uma coluna. Mais embaixo, estariam outras
    notas, o expediente, o clima, resultados de loteria
    etc; a primeira editoria a aparecer no jornal (na
    página A2), seria a editoria Nacional. Na página A3
    a editoria Opinião, com editorial, colunistas e uma
    charge. Depois, na página A5, viria mais um trecho da
    editoria Nacional. Em seguida, a editoria de
    política. Todas essas páginas seguiriam um mesmo
    esquema de diagramação: uma matéria em espaço
    delimitado pela dobradura da folha, ambas contendo
    uma imagem apenas e/ou infográficos. Já as páginas
    A5 e A6 teriam uma diagramação variável por abrigarem
    sessão “Pioneirismo”, um sessão com uma reportagem
    especial sobre um tema diverso, ou seja, sem tema
    preestabelecido. A única coisa mais ou menos
    definida seria o gride de 4 colunas. Depois, viria
    mais um página da editoria de Política, outra
    da editoria de Educação, outra de Cultura (essa
    com diagramação bastante ousada com textos dispostos
    em formas geométricas). No fim desse caderno, viriam
    as sessões Megafone (um espaço destinado à
    participação dos leitores no jornal) e ETC, de temas
    diversos. Os outros dois cadernos seriam o
    “Economês”, caderno destinado à economia mas com
    uma linguagem bastante acessível à população e o
    “Esportes+”, cujo nome já indica sua temática.
    A diagramação seguiria o mesmo molde do primeiro
    caderno: gride com 4 colunas podendo haver uma
    diagramação menos burocrática no caderno de esportes.
    As sessões para esses cadernos ainda não defini.
    Com relação à tipologia, o jornal utilizaria fontes
    não serifadas em títulos, subtítulos, antetítulos,
    enfim, textos de leitura rápida. Com fonte serifada
    estariam os textos que demandem mais atenção do
    leitor. As cores seriam Marrom para o primeiro
    caderno, Azul para o de economia e Laranja para
    o de esportes. Com relação aos ícones, cada
    editoria e sessão seria acompanhado de seu
    respectivo ícone, a fim de aumentar a identidade
    visual do leitor com aquele/aquela tema/sessão
    do jornal. Com relação ao preço, ele seria o
    mais barato dentro do possível em vista
    de sua forte intenção de ser um jornal popular,
    mas não popularesco.

    João Pedro Pavanin

    04/08/2015 em 9:43

  8. Nome do jornal: Poliesportivo

    Slogan: “Tudo o que você precisa saber para entrar no jogo”

    Onde seria produzido: em SP capital, mas teria circulação nacional.

    Perfil Demográfico: homens e mulheres a partir dos 16 ou 17 anos, não sei se possui uma classe social específica, mas acredita que seja mais direcionado pras classes B e C.

    O Poliesportivo seria um jornal voltado diretamente para o público que gosta e acompanha o cenário esportivo em diversas modalidades. Como estamos no Brasil, é claro que haveria um foco maior no futebol, mas não teria prioridade, e só teria destaque como matéria principal se algum outro esporte não estiver em momentos mais significativos.

    Impresso em papel-jornal e formato standard, o Poliesportivo seria dividido em três cadernos.

    Primeiro caderno: onde se encontra a capa, neste caderno há duas editorias – notícias gerais sobre esportes no Brasil e notícias gerais sobre esportes no mundo, cada uma dessas editorias tem um colunista específico. Ainda contaria com um página que se chama “preste atenção”, onde mostra um esporte que está em alta.

    Segundo caderno: se chama “Fora de Jogo”, neste caderno há informações sobre a movimentação no mercado do esporte, mostraria as contratações mais relevantes feitas e informaria sobre a mudança ou aumento de patrocínio em alguns times/equipes/atletas. Ainda nesse caderno há duas páginas chamadas “saiu na mídia”, onde mostra escândalos de atletas e também boas ações que eles tenham realizado fora dos campos/quadras/tatames/etc. Haveria uma página para crônicas, onde seriam publicadas duas ou três, e cada uma falando de esportes diferentes. E ainda teria uma página chamada “se lembra?”, que seria destinada a lembrança de algum atleta que foi muito importante para a história do esporte.

    Terceiro caderno: se chama “Revelações”, seu intuito principal seria expor revelações do esporte, neste caderno há cruzadinhas, sudoku e quadrinhos. Sempre haveria uma entrevista com uma atleta que seja nova e venha se destacando no seu esporte, e também com um atleta que venha se destacando e seja novo.

    O grid teria quatro colunas, o corpo do texto seria todo com fonte serifada, assim como subtítulos. Os títulos, chapéus e nomes dos cadernos seriam com fontes sem serifa.
    O texto seria todo justificado e o jornal todo seria bem alinhado, sem muitas imagens sobrepostas e nem textos invadindo muito o espaço de outros textos.

    O primeiro caderno teria a cor amarela, o segundo vermelho e o terceiro seria azul.

    Jéssica Dourado

    04/08/2015 em 9:48

  9. Nome do jornal: Nova Leitura

    Slogan: Um novo modo de informação

    Caso recebesse um investimento para produzir um jornal impresso, buscaria fazer um jornal que tivesse como objetivo trazer não-leitores para o mundo da leitura. O jornal seria de circulação semanal, custaria em torno de R$ 5,00, teria conteúdo aproximado do de uma revista e seria veiculado aos finais de semana.
    Minha ideia é planejar um jornal que “simplificasse” o entendimento de acontecimentos muito difundidos na semana, mas que ao mesmo tempo, aprofundasse o tema. Assim, o leitor poderia adquirir uma noção ampliada de um tema que antes ele desconhecia, e que após a leitura pudesse explorar e conhece-lo melhor.
    O jornal não poderia passar de 40 páginas, para que o leitor pudesse aproveitá-lo em uma tarde. Seu formato seria de um tabloide, pois considero que seja a forma mais funcional de apresentar e ler um jornal. O papel seria o padrão, de cor branca.
    Fariam parte do jornal as editorias: Mundo, Brasil, Política, Tecnologia, Cultura e Comportamento; o número de páginas variaria de uma semana para outro, dependendo do que deve ser noticiado em cada uma, mas nenhuma delas seria excluída da edição final. A editoria de esportes seria excluída do planejamento semanal, visto que a forma como o jornal é veiculado (semanal) não possibilitaria a cobertura dos principais acontecimentos esportivos (diários).
    No conteúdo e estruturação das reportagens, penso que para cada tema a ser explorado na edição viria acompanhado de um box, coluna ou matéria que explorasse a percepção do tema. Algo como um “entenda o que aconteceu” ou “porque isso virou notícia”, para que o leitor estivesse por dentro da notícia a ser explorada – este seria o grande diferencial do jornal, e também o item mais trabalhado na redação.
    Visualmente, o jornal deveria trabalhar com uma paleta de cores marcante e característica, evitando o uso de preto-e-branco (na medida do possível, e que o orçamento permitisse). A diagramação e uso de colunas seriam livres, para tentar deixar a leitura o menos maçante possível.
    Editorialmente, o jornal deveria oferecer visões neutras dos acontecimentos. Não excluo a possibilidade de reportagens que trariam argumentos de visões antagônicas e diversificadas acerca de temas que geraram muito debate durante a semana.

    Guilherme Sette Fernandes

    04/08/2015 em 9:48

  10. Uma ideia seria o criar o jornal “O Unespiano Semanal”, produzido na cidade de Bauru. A abrangência de circulação seria todo o campus da Unesp em Bauru – apesar de bem focalizado, isso assegura a produção de conteúdos que interessam aos estudantes. Os discentes de forma geral são, portanto, o público-alvo.

    A periodicidade semanal garante que os conteúdos a serem abordados não serão esgotados. “O Unespiano Semanal” traria uma linha editorial voltada aos interesses estudantis, no entanto pautado no respeito aos docentes, aos funcionários, à instituição em si e ao próprio respeito.

    A presença do curso de Jornalismo possibilitaria a criação do jornal como projeto de extensão e, talvez, até a presença de bolsas. Somado o incentivo acadêmico ao investimento recebido, a produção e distribuição no campus de 5 mil cópias semanais seria possível.

    O nível de especialização não seria alto, de modo que qualquer universitário possa ler o jornal sem problemas. Os conteúdos seriam mais aprofundados e (direcionados ao universo estudantil também) do que o jornal mural Extra. “O Unespiano” (abreviação do título original), impresso em papel-jornal, teria de 20 a 30 páginas no formato standard.

    O jornal seria dividido (a princípio, isso não é uma limitação) em sete cadernos: Unesp Bauru (notícias locais do campus); Política e Economia (caderno destinado a questões políticas – que envolvam qualquer tipo de deliberação política – e econômicas – atividades que tratem sobre dinheiro relacionadas aos estudantes do campus, em âmbito geral); Academia (questões universitárias, como projetos de extensão, atividades extra curriculares, grupos de pesquisa e conteúdos acadêmicos); Interunespiano (seção não muito ampla mas flexível, que trouxesse fatos importantes ocorridos em diversos campi da Unesp); Atlética (matérias esportivas relacionadas à Atlética de Bauru); Cultura (caderno destinado a cultura em geral – música, literatura, cinema); e por último, Pilares (seção de colunas opinativas, cartas dos leitores, de expressão docentes ou funcionários – aqui a aplicação da linha editorial seria evidente: busca-se, nesse caderno, promover a informação interpretativa ou opinativa e o debate, de forma íntegra e sem agressão às partes. O autor de qualquer artigo assumiria suma responsabilidade sobre o que é produzido, mas o editor d’O Unespiano só publicará aquilo que julgar pertinente e adequado à linha do veícuo).

    O Unespiano seria um jornal que se apresenta com sisudez. Grids padronizados, em cinco ou seis colunas, sem que isso implique em um jornal absolutamente inflexível e rígido. As fotografias e os recursos gráficos podem tirar esse quê da publicação. As cores não seriam exageradas, teriam certa padronização (o caderno Unesp Bauru teria como tom principal o azul, por exemplo, que seria usado não só no título do caderno, mas em seções, colunas, boxes e fios. Já o Academia, cinza e azul pela seriedade. Atlética, azul e amarelo. Interunespiano, vermelho. Cultura seria o caderno com mais diversidade de cores, sem que isso prejudique a integridade e importância da seção. Para o Pilares, tons de bege ou amarelo que mimetizassem colunas arquitetônicas gregas (que também seriam um ícone a ser usado). A iconografia conta também com logos da universidade, da Atlética, seções específicas poderiam ter ícones desenvolvidos por alunos de design, etc.

    “O Unespiano Semanal” teria slogans variáveis, a cada bimestre ou trimestre. Apesar de isso não entalhar uma identidade do jornal no público, seria um modo de criar frases inteligentes que fossem comentadas a cada substituição, além de ter um efeito de humor para amenizar o produto.

    Victor Dantas

    04/08/2015 em 10:00

  11. Nome: Semanal de Notícias
    Slogan: Nós não somos atrasados. Somos melhor informados.
    Local: Três sedes principais: São Paulo, Brasília e Salvador
    Circulação: nacional, porém com maior tiragem nas capitais dos estados
    Perfil do público: Intelectualizado, classes A e B
    Linha editorial: Buscaria manter o jornal imparcial, não por dizer-se apoiar ninguém, mas por dar espaço no jornal a diferentes correntes de pensamento. As notícias que costumam suscitar mais divergências, como política e economia, seriam seguidas sempre por dois comentaristas divergentes. Ao jornal, caberia não ocultar versões e nem posicionar-se contra ou pró governo vigente. O que ocorreria, seria relatado.
    Especialização ou segmentação: O jornal não possuiria uma especialização ou segmentação. Contudo, seria direcionado na ampliação das notícias da semana (o jornal seria semanal), oferecendo um maior número de reportagens e comentaristas.
    Formato e o tipo de papel: Pelo jornal objetivar ser uma leitura de maior complexidade, o modelo seria standard, uma vez que seria uma leitura semanal e feita com calma. Papel jornal de porosidade moderada.
    Organização da estrutura de conteúdos: o jornal traria as seções clássicas nesta ordem (política, economia, cidades, esporte, cultura, diversidades, classificados, espaço do leitor). Os cadernos de política e economia seriam os mais densos, com cerca de dez páginas cada. Cidades possuiria sete páginas e traria as notícias de economia, política ou conflitos mais relevantes das cidades brasileiras – cada região direcionaria informações para cada uma das três sedes). Esporte e cultura revesariam entre a quantidade de páginas de acordo com os dias da semana. Entre domingo e quarta, esportes seria maior, com oito páginas. Entre quinta e sábado, cultura seria maior, com as oito páginas. O mínimo das páginas desses dois cadernos seria seis. O caderno Diversidades traria passatempos como tirinhas, palavras-cruzadas, charges, etc e possuiria duas páginas. Classificados possuiria quatro páginas e poderia também possuir anúncios. O Espaço do Leitor traria os comentários enviados por leitores em debates propostos pelo jornal nas redes sociais sobre o assunto capa da edição. Esse caderno possuiria três páginas.
    Identidade visual: cinco ou seis colunas. Tipologia: manteria a mesma fonte para título, linha-fina, legenda e corpo de texto. Outra fonte (e caixa alta) para: nomes de cadernos e seções, outra fonte para: créditos de autor. Títulos (negrito), linha-fina (itálico), legenda (fonte menor). As cores seriam utilizadas em alguns fios, nomes de cadernos/seções. Seria um jornal mais sóbrio. Poucos ícones seriam utilizados, apenas em seções mais descontraídas como Diversidades e caricaturas para assinar algumas colunas.

    Ana Flávia L. Cézar

    04/08/2015 em 10:01

  12. Nome: O urbano

    Slogan: Jornalismo e cidadania

    Seria produzido na capital de São Paulo. O público alvo seria homens e mulheres das classes A e B.

    O jornal seria segmentado para o assuntos sobre urbanismo e cidadania, de modo que trouxesse reportagens e opinião sobre obras da prefeitura, de novas leis sobre os componentes da cidade, interesse público, cidades modelo do mundo inteiro, novas tecnologias urbanas e problematizações do espaço urbano em geral.

    Seria em formato tablóide, portátil, para que o leitor possa aproveitar do produto em qualquer ambiente. Papel jornal de gramatura comum. No máximo 35 para 45 páginas e periodicidade semanal.

    O planejamento gráfico seria simples, a exemplo do El País, sem muitos infográficos e os poucos infográficos simples. Textos com 5 colunas. Linhas de baixa espessura e discretas para separar o título do caderno e entre matérias. O uso de olho em algumas reportagens destacando a fala do entrevistado, do cronista e dados importantes.

    O jornal seria colorido com o nome do veículo em azul não serifado e as manchetes em preto. O corpo do texto em Times New Roman.

    As editorias seriam dividias em Geral, Interesse público, Espaço urbano, Modernidade e Tecnologia e por fim O Cidadão

    A primeira traria as notícias gerais
    A segunda falaria sobre obras da prefeitura, mudanças nas leis sobre a cidade, mercado imobiliário e eventos públicos na cidade.
    A terceira abrangeria os assuntos de cidadania como problemas com lixo, problematização do transporte público, desapropriações etc.
    Já Modernidade e Tecnologia apresentaria cidades modelos no mundo, novidades internacionais.
    O Cidadão seria um caderno pequeno, com espaço a expressão dos leitores, além de curiosidades e dicas de como ocupar o espaço público na semana seguinte (shows, passeatas etc)

    Todas as editorias, com exceção da última, apresentariam crônicas, opiniões e análises de especialistas.

    O impresso traria links para notícias digitais.

    Apesar do investimento ser no impresso, o meio digital seria muito forte também e não apenas um suplemento. O digital, com cobertura diária, permitira acesso a 15 matérias e então apresentaria um paywall, porém seria utilizado o esquema de “coins”, no qual, o leitor ao compartilhar, curtir, recomendar ou comentar uma matéria ganharia um certo número de coins (as ações teriam pesos) e então teria o direito a mais acessos, no entanto, ainda limitados a 20 ou 25 artigos. A assinatura digital garantiria além de acesso total ao site ainda a novidades exclusivas por e-mail, antes mesmo de serem publicadas.

    No site existiriam avaliações mensais do jornal impresso e também do digital para os assinantes e também não assinantes opinarem, claramente a respostas dos assinantes seriam de mais peso. Inclusive cada editoria seria avaliada separadamente.

    A assinatura digital + impresso seria acompanhada também com promoções de livros em PDF ou livros físicos.

    Victor Pinheiro Pereira

    04/08/2015 em 10:01

  13. Nome: O Diário
    Slogan: O fato, nos mínimos detalhes

    Se eu recebesse um investimento para criar um jornal impresso, eu criaria um jornal informativo geral, sem nível de especialização. O jornal seria produzido em São Paulo e teria circulação nacional. O formato seria standard e o papel, papel-jornal. O jornal seria todo colorido. O público-alvo seriam as classes A e B.

    O foco seria apresentar um conteúdo mais aprofundado dentro de cada editoria. Seria um jornal com muitas páginas e textos com a intenção de aprofundar e contextualizar o assunto do qual eles tratam. Como os textos seriam densos e, na maior parte das vezes, longos, pois têm a finalidade de destrinchar e explicar fatos e notícias, haveria o uso de muitas imagens (fotos, ilustrações, infográficos, etc.).

    A diagramação seria mais livre, se aproximando mais da estética de revistas. Imagem e texto seriam trabalhados em conjunto, formando um todo harmônico e diferente de qualquer outro jornal. As imagens poderiam ser sobrescritas e o texto seria disposto em diferentes formatos, não seguindo um grid fixo e proporcionando um diálogo mais leve e divertido com as imagens e os espaços em branco. As editorias seriam organizadas em cadernos, da seguinte forma:

    1º caderno: Política, Negócios e Mundo.
    2º caderno: Cultura e Esportes.
    3º caderno: Opinião e O Leitor.

    As editorias seriam divididas por cores, que seriam trabalhadas, em seus diferentes tons, por todas as páginas da editoria, em imagens, títulos, subtítulos e créditos:

    Política – vinho
    Negócios – azul marinho
    Mundo – verde
    Cultura – rosa
    Esportes – laranja
    Opinião – azul
    O Leitor – vermelho

    O nome das editorias seria do lado direito, na vertical. O texto seria em branco, por cima de uma faixa da cor da editoria.

    A fonte seria serifada e a mesma em todo o jornal, utilizando variações de tamanho, negrito em títulos e itálico em subtítulos e assinaturas.

    As matérias sempre apresentariam chapéu.

    Seriam utilizados olho, boxes e retículas. A iconografia seria para indicar recursos como e-mail e conteúdos disponíveis no site do jornal.

    O site apresentaria conteúdo interativo, montado como se fosse um “jornal na tela” – que utiliza recursos que não estão presentes no impresso, como vídeos e links.

    Heloísa Scognamiglio

    04/08/2015 em 10:03

  14. Nome do jornal: Grande show

    Slogan: um abraço cultural

    O jornal estaria destinado à pessoas contemporâneas, famintas por moda principalmente, mas também arte e cultura.

    Perfil demográfico: classes A, B e C.

    Redação localizada em São Paulo, mas com correspondentes distribuídos em outros continentes, para darem seu parecer sobre o que acontece por lá. Quanto à circulação, a ideia seria circular em território nacional.

    A periodicidade seria semanal, aos sábados. O formato seria tabloide para tornar mais fácil o manuseio. O conteúdo estaria distribuído em aproximadamente 30 páginas e o caderno seria único, dobrado ao meio.

    O logo do jornal teria sua arte própria, com um pingo de tinta por trás do nome em si. As letras nos títulos das matérias não seriam serifadas, mas as do corpo de texto sim, para não cansar a vista daqueles que estão lendo.

    A seção de destaque do jornal falaria sobre moda. Outras seções trariam temas ligados à cultura, comportamento e um pouco de política e economia, dando um panorama geral sobre acontecimentos no Brasil e no mundo. Política e economia seriam trabalhadas de maneira leve, para não serem maçantes e ignoradas. Seções de música, cinema, teatro, atividades culturais e turismo também estariam presentes, além de um espaço para temas como o feminismo. O jornal daria destaque a artistas que ainda não são muito conhecidos, tanto no meio artístico quanto no mundo da moda, dando a eles uma abertura. O cenário underground teria seu espaço também.

    A diagramação seria mais livre, com 4 ou 5 colunas de base, podendo variar conforme as ilustrações e conforme o conteúdo. Os textos poderiam ser mais livres, com uma linguagem não muito rebuscada. Sempre que possível haveria entrevistas com pessoas de destaque, mas também com pessoas que estão tentando conquistar seu espaço. Blogueiras(os) seriam convidadas(os) para terem sua coluna e o jornal tentaria parceria com alguma faculdade para que os alunos conseguissem expor seu trabalho ou ponto de vista.

    Cores vibrantes, como o laranja, receberiam um toque especial (para que fossem exclusividade do jornal) e estariam nos nomes das seções, tornando-as facilmente identificáveis. A iconografia estaria muito presente e seria, na maioria das vezes, impressa em cores. O papel teria uma gramatura alta, facilitando a impressão de imagens.

    Mariana Pellegrini Bertacini

    04/08/2015 em 10:10

  15. Nome: Gazeta Brasileira

    Slogan: O Brasil mais perto de você

    Formato: Broadsheet

    Caso recebesse um investimento para criar um jornal, eu conceberia um jornal para a população brasileira que está em Portugal, tendo em vista a intensa migração que ocorre dos brasileiros para esse país.

    Como a maioria desses imigrantes é estudante, o jornal teria uma proposta voltada para o público jovem e seguiria uma linha editorial de centro-esquerda. A abrangência da publicação iria se limitar a Portugal, já que traria notícias do Brasil para essa população e notícias do próprio país de circulação com um olhar e uma linguagem brasileiros.

    A frente do jornal seria o caderno de política, com grandes reportagens e análises do cenário brasileiro e português. Questões a respeito dos direitos dos brasileiros enquanto imigrantes também seriam tratadas como prestação de serviços, a fim de diminuir e combater o preconceito que eles sofrem no país. Porém, ele não se limitaria a essa editoria. O jornal, além de palavras-cruzadas e tirinhas (que ajudam na fluidez da leitura), teria uma seção dedicada a poemas, tanto de autores consagrados quanto de leitores que tenham mandado sua colaboração, todos no mesmo espaço. Ele também contaria com uma seção de fotos colaborativas de lugares interessantes que o leitor tenha visitado ao longo da semana. As últimas duas seções citadas ficariam no caderno de “Artes” – separado do caderno de cultura.

    Para o leitor apressado, em vez de resumos e infográficos, o jornal teria uma seção “A semana em imagens”, na qual os principais acontecimentos estariam resumidos em fotos com breves explicações ao lado. Essa escolha, ao lembrar uma linguagem da internet, talvez pudesse ser mais chamativa considerando o público-alvo.

    Periodicidade: O jornal seria semanal. Uma vez que o público-alvo é jovem, um jornal diário não obteria tanto sucesso. Dessa forma o investimento nos elementos visuais, em um papel melhor e em reportagens muito aprofundadas seria a estratégia para atrair leitores e estimulá-los a comprar um jornal que durasse um pouco mais que um dia e talvez pudesse até ser guardado. Uma vez por mês o jornal teria um suplemento sobre cultura em papel couchê brilhante com a programação cultural principal do mês no país e colaboradores das principais universidades brasileiras e portuguesas que debateriam e analisariam o cenário cultural, obras, exposições, artistas etc.

    A diagramação do jornal seria bastante minimalista, atentando para cores mais sóbrias e equilíbrio de texto e imagem.

    Nível de especialização ou segmentação: O jornal não terá um nível de especialização alto, já que seu objetivo é tornar a leitura de notícias em geral mais agradável aos brasileiros em Portugal. Dessa forma ele deveria fazer o papel de um noticiário brasileiro que esses imigrantes possivelmente sentem falta.

    Papel: papel-jornal de média gramatura

    Cores: Para criar uma identidade visual que se alinhe a sua proposta editorial e para que as pessoas entendam o seu propósito imediatamente, a sua capa teria uso das cores verde e amarelo, porém em tons mais claros. O Caderno de política seria azul-escuro, para mostrar mais seriedade. O caderno de economia teria como cor base o verde, o de cultura seria vinho, e o de artes azul claro.

    Tipologia: todas as fontes seriam serifadas, menos a fonte do logo do jornal.

    Grid: Bastante flexível e sem uma ordem tão pré-determinada.

    Daniela Arcanjo

    04/08/2015 em 10:11

  16. Nome: Primor SP
    Circulação: cidade de São Paulos, aos domingos, em média 3 reais
    Público: sem distinção social, pessoas interessadas em manifestações culturais
    Formato: berliner
    Papel: papel jornal
    Organização: o jornal vai ser divido em editorias como música, cinema, teatro, dança, fotografia, moda e tecnologia. Cada editoria traria reportagens sobre coberturas de eventos relacionados a esses assuntos, agenda cultural da cidade e algumas seções especiais, com entrevistas e perfis de artistas/ projetos e também apresentação de artistas emergentes. Críticas também teriam espaço nas colunas do jornal. Cada edição teria em média 20 páginas.
    Elementos Visuais: Por ser um jornal de entretenimento, as fontes seriam flexíveis em manchetes, com cores e formatos diferenciados. No corpo do texto as fontes seriam sempre serifadas, para facilitar a leitura. O nome do jornal seria sua marca, com uma tipologia específica. As cores predominantes seriam vinho, azul marinho e ver militar, mas outras cores apareceriam nas diversas edições. Os espaços em branco seriam bem explorados, assim como as imagens ( que não seriam apenas fotos, mas desenhos também). A capa teria uma diagramação singular e bem trabalhada, com muitos elementos visuais e pouco texto.

    Bárbara Paro Giovani

    04/08/2015 em 10:13

  17. Com um possível investimento que receberia, apostaria em um jornal semanal chamado “Gazeta da Galera”, com o slogan “A realidade que te cerca”. A publicação seria produzida na cidade de São Paulo e distribuída por boa parte do interior do estado.

    O Jornal teria como público-alvo as classes C e D, com faixa etária entre 18 e 30 anos, sem necessidade de alto nível de especialização. Apesar de voltada para um público de baixa idade, a publicação fugiria do estilo de publicações teen. Ela trataria de assuntos presentes na vida de todos os brasileiros, mas com foco mais jovem e atualizado. O jornal traria três cadernos: “ACONTECE”, “GOLEADA” e “OLHE SÓ!”. No ACONTECE, as notícias nacionais e internacionais viriam com uma linguagem bem simples e explicativa, mostrando ao leitor o que de mais importante está acontecendo. A ideia desse caderno não é aprofundar o assunto, nem fomentar discussões – o que se espera é que o leitor ganhe repertório e fique atualizado. No GOLEADA, ganharão destaques os principais esportes e campeonatos do mundo, mas com foco no futebol e no Campeonato Brasileiro. O caderno possui 8 páginas e contêm análises, opiniões e a tabelas de classificação. O OLHE SÓ! seria o caderno de cultura do jornal, com 12 páginas. Ganhariam destaques artistas populares na música sertaneja universitária, pop, funk, hip-hop e rock. O caderno também traria novidades da internet, coluna social, agenda de shows, horóscopo e entrevistas, além de um espaço consideravelmente grande para TV e CINEMA.

    A Gazeta da Galera seria impressa no papel branco, com formato tabloide. Seria uma publicação que exploraria muito as cores e imagens, sem presença de páginas somente com tons de cinza. O grid seria de seis colunas, mas podendo variar ao longo do jornal. A fonte usada seria própria, com serifa. As imagens não seguiriam fielmente a esse padrão, principalmente no caderno OLHE SÓ!. Os ícones também seriam bem explorados, em seções como previsão do tempo, horóscopo, agenda, tabela de classificação de campeonatos, etc.

    Haveriam suplementos esporádicos sobre temas que estariam em evidência, como Copa do Mundo, Oscar, Eleições, etc. Seria uma forma de aprofundar um pouco mais sobre assuntos já tratados no jornal.

    Arthur Iassia Finati

    04/08/2015 em 10:14

  18. Nome do jornal: Metrópole
    Slogan: A informação completa

    Abrangência: São Paulo e estado. Notícias gerais, para classes A, B e C. Em papel jornal comum. Diário.
    Formato: tablóide (semelhante ao “Clarín” e “El País”), facilitando a leitura em locais públicos por ser menor e não precisar de um grande espaço para ser manipulado.
    Caderno único.

    Pela proposta de praticidade no formato, focaria em algumas notícias nacionais (as mais importantes sobre política e economia) e mais importantes para a região em que seria veiculada. As outras editorias, como a de notícias internacionais, esportes, cultura, entre outras, teria apenas assuntos mais abrangentes, sem focar em algo específico. Acredito que, caso o jornal tentasse abranger muitas regiões e muitos assuntos, teria que ter um número maior de páginas e isso faria com que a praticidade de leitura e transporte se perdesse.

    ORGANIZAÇÃO
    Por ser caderno único, a principal divisão feita seria em Editorias e, prezando a maior organização entre assuntos, cada editoria apresentaria seções, especificando de qual área cada página trataria. Presença de colunistas.
    Editorias:
    Começaria com notícias nacionais (editoria “País”) seguida de notícias da cidade e região onde é veiculado (editoria “São Paulo”). As outras editorias veriam a seguir, como a de notícias internacionais (editoria “Mundo”), de notícias envolvendo cultura e lazer (editoria “Cultura”) e notícias de esportes (editoria “Esportes”), na ordem apresentada.
    Seções:
    “País”: seção de política (“Política”) e de economia (“Economia”).
    “Mundo”: seção de economia (“Dinheiro”) e seção de acontecimentos (“Entenda melhor”; reportagens especiais e aprofundamento do tema, que seriam, por exemplo, sobre acordos nucleares, conflitos entre países, etc.).
    “Cultura”: seção de cinema (“Cinema”), teatro (“No palco”), literatura (“Livros”) e resenhas críticas (“A crítica”).
    “Esportes”: seção sobre futebol, vôlei e basquete e seções especiais para eventos esportivos que não ocorrem sempre (como Olimpíadas e Pan Americano).

    CORES: as editorias seriam apresentadas em cores diferentes.
    “País”: azul / “São Paulo”: cinza / “Mundo”: verde / “Cultura”: roxo / “Esportes”: laranja

    DIAGRAMAÇÃO
    4 a 6 colunas. Ilustração, fotos e iconografia para gráficos, infográficos e identificação de páginas específicas.
    Cabeçalho padrão para todas as páginas, identificando a editoria no canto externo. Seção identificada abaixo do cabeçalho. Na primeira página de cada editoria, o nome da editoria apareceria na lateral externa da folha, fazendo com que o leitor encontre as editorias de forma mais rápida, olhando a parte lateral.

    Thainá Zanfolin

    04/08/2015 em 10:17

  19. Nome– BASTIÃO

    Slogan – “Incentivando palavras ditas e inauditas”

    Local – A publicação seria paulista, mas por causa do tema, poderia ter uma abrangência nacional.

    Especialização – O jornal tratará de temas específicos da literatura, sua produção, história, personalidades, atualidades, novos lançamentos, além de produções experimentais como poemas, crônicas, contos, partes de capítulos de livros, etc.

    Periodicidade – Em tese, seria um jornal Semanal, impresso aos sábados ou domingos, dias que as pessoas teriam mais tempo para ler, já que alguns dos textos seriam densos.

    Perfil editoria l – O Bastião se guiará pelo amor a literatura, pelo seu resguardo e divulgação. Terá por objetivo incentivar mais a leitura e o conhecimento sobre o atual panorama da literatura brasileira e do mundo, além de contextualizar e trazer informações sobre clássicos e desconhecidos já escritos. Promoverá também novos escritores, com um espaço no jornal reservado para aqueles que estão se iniciando na arte de escrever

    Perfil do público – O jornal tentaria atrair em sua maioria amantes de literatura, mas não necessariamente com saberes aprofundados no assunto.

    Formato – O Bastião teria um formato Tabloide, pelo tamanho e facilidade de se ler como um livreto.

    Organização – A publicação teria as seguintes editorias: Letras Vívidas, com notícias atuais do tema, entrevistas e perfis, além de reportagens literárias frias ou não, seriam matérias de capa. O Livreiro, resenhas, críticas de novas produções brasileiras e novos lançamentos estrangeiros no país. A Poetiza, compilação poemas novos e clássicos do Brasil e do mundo; O Prosador, uma espécie de compêndio de crônicas e contos dos colaboradores do veículo. De quem Lê, destina à carta aos leitores; Escrevinhando, espaço destinado a dar uma oportunidade para quem ser escritor para mandar seus textos, de ficção ou de não ficcção; Capituleiro, destinado para algum primeiro capítulo de livro.

    Identidade Visual –Terá um estilo minimalista, com uma paleta de cores com vermelho, preto e azul. Com um gride com 5 colunas. Todas as páginas serão coloridas. Sempre terá uma capa poster, normalmente com temas da editoria Letras Vívidas, mas podendo variar de acordo com o tema.

    Em papel jornal

    Matheus Ferreira

    04/08/2015 em 10:20

  20. 1. Nome: Hora H
    2. Slogan: “O melhor momento para se informar”
    3. Periodicidade: Diário, com um suplemento com reportagem sobre os assuntos mais discutidos;
    4. Formato e papel: Standard com largura A4, impresso em papel jornal.
    5. Especialização e segmentação: Hiperlocal, voltado para o público jovem – entre 20 e 30 anos de idade, que dispõem de pouco tempo e contato com o suporte físico. O jornal teria uma linguagem mais despojada sem, no entanto, pesar para a coloquialidade, e o seu conteúdo seria hierarquizado por relevância, permitindo ao leitor a possibilidade de conhecer diversas abordagens sobre o tema caso tenha interesse. A ideia é trabalhar um tema em todas as editorias, apontado as implicações factuais, econômicas, políticas, sociais e culturais dele, ampliando assim a concepção e dimensão do público sobre o assunto. Apesar da linha editorial apolítica, o jornal é não é conservador ou moralista, prezando pela preservação dos direitos humanos, variedades sociais e diversidades culturais.
    6. Organização Editorial: O jornal seria dividido em cinco cadernos:
    • O primeiro traz as principais notícias divididas em três sessões:
    – A Cidade é a maior sessão do caderno com cobertura regional sobre os acontecimentos e discussões políticas;
    – A Brasilidade comenta sobre as pautas nacionais com influência direta no cotidiano dos leitores em textos com teor mais analítico e interpretativo da notícia;
    – A sessão Mundo cobre as principais notícias factuais, políticas e diversas do campo internacional.
    Além dessas sessões, o caderno também conta com o Editorial na primeira página, Opinião – com os comentários dos leitores sobre a edição passada e um espaço colaborativo –, e #tánarede com as hashtags mais usadas para comentar assuntos factuais na internet.

    • O segundo caderno é o Sociedade, composto por reportagens sobre temas inerentes à realidade social do município, como mobilidade urbana e sustentabilidade. A única sessão fixa seria a Tema do Dia, a qual apresentaria uma problemática repercutida no dia anterior avaliada por diversas óticas para contextualizar, informar e ajudar o leitor a construir um conceito sobre o assunto. Aos domingos o caderno acompanha um suplemento com reportagens sobre os assuntos mais debatidos durante a semana.

    • Mercado é o caderno sobre economia do jornal com notícias sobre área no Brasil e no mundo, a cotação das moedas e dicas de economia e planejamento financeiro, pontuando a influência dessas informações no dia-a-dia.

    • O caderno de cultura é o Salada Criativa que traz a agenda cultural da cidade; coberturas, entrevistas e reportagens em eventos locais; lançamento de cinemas, livros e músicas; entretenimento, curiosidade e novidades na área cultura com abrangência nacional e internacional.

    • O último caderno é o Esportes, o qual não se restringe ao futebol e comenta sobre todas as modalidades possíveis praticadas na região, os campeonatos, resultados e dificuldades, afim de dar visibilidade aos atletas para incentivá-los a seguirem carreira.

    Ana Carolina Moraes

    04/08/2015 em 10:24

  21. Nome do jornal: Gazeta de Bauru
    Slogan: As informações essenciais para os bauruenses

    Se eu recebesse um investimento para criar um jornal impresso, eu criaria o jornal diário Gazeta de Bauru, que circularia em Bauru e região. O veículo, produzido na cidade, traria notícias de política, economia, cultura e esportes do Brasil e do mundo, além de fatos locais. O jornal seria voltado para a população das classes B e C e impresso em papel-jornal de baixa porosidade, no formato tabloide, a fim de facilitar leitura no transporte público. O custo da venda avulsa seria R$ 3,20.

    A Gazeta de Bauru seria dividida em cinco cadernos, representados por uma cor e um ícone diferentes. Cidades (azul), Brasil (vermelho), Mundo (azul-escuro), Cultura e Lazer (verde) e Esportes (laranja). Os chapéus e linhas (separam os textos) teriam a mesma cor do caderno que pertencem.

    1º caderno (Cidades): notícias locais (segurança, saúde, transporte e previsão do tempo)
    2° caderno (Brasil): questões nacionais (política e economia)
    3º caderno (Mundo): questões internacionais (política)
    4º caderno (Cultura e Lazer): programação cultural da região e notícias sobre filmes, seriados, literatura, exposições e espetáculos. Nesse caderno, tem espaço para o sudoku, as tirinhas e para as cruzadas.
    5º caderno (Esportes): últimas notícias do mundo dos esportes, com ênfase em notícias sobre futebol.

    O grid teria cinco colunas na capa, seis nas demais páginas do jornal. Quanto à tipologia, fontes serifadas nos títulos, corpos do texto, identificação de cadernos e editorias; não serifadas nas linhas finas, legendas e número das páginas. O veículo exploraria o uso de imagens, ilustrações, tabelas, infográficos e ícones coloridos.

    Thais Modesto

    04/08/2015 em 10:25

  22. Nome do jornal: Diário do Gueto
    Slogan: “A notícia que São Paulo ignora”
    Onde seria produzido: Produzido na capital de SP, voltado para as comunidades de habitações populares.
    Perfil demográfico: Moradores (homens e mulheres) de habitações modestas classificados por classe social baixa.
    Linha editorial: Um jornal com ideias críticas em relação às políticas públicas, visando a melhoria das favelas de SP, com caráter esquerdista.
    Nível de especialização: jornal segmentado, com especialização média.
    Formato: tablóide, com papel-jornal.
    Organização e estrutura dos conteúdos: o conteúdo tem como objetivo denunciar os problemas sociais e melhorar a administração dentro desses bairros, além de, disseminar a cultura do gueto.
    A organização seria a partir de três cadernos encaixados, sendo eles:
    Caderno 1: Política: esse caderno tem como propósito informar os moradores quanto os assuntos políticos e econômicos da cidade de SP que são de interesse para a população das favelas. Seria dividido em sessões como São Paulo, bairros, denúncias.
    Caderno 2: Cultura: o segundo caderno tem como objetivo valorizar a cultura das comunidades populares. Contém sessões como entretenimento, música, esportes, mural de fotos e uma página para as crianças.
    Caderno 3: Geral: esse traz diferentes temas sociais que estão na “boca” dos moradores, preservando os direitos humanos e permitindo uma maior atenção à saúde e à educação. Teria sessões como um tira-dúvidas, classificados, saúde, educação.
    Elementos característicos de estilo: o jornal traria um estilo mais simples de linguagem, com informações relevantes para o seu público alvo, como temas sociais, mobilidade, eventos internos, entre outros.
    Possuiria 4 colunas, com variações de acordo com a matéria. Os infográficos seriam bastante usados para as áreas de saúde e educação, e haveria utilizações de chapéus como ícones para a melhor identificação das sessões.
    A tipologia seria uma fonte simples, com serifa nos textos e na cor preta.
    As imagens seriam coloridas, principalmente no mural de fotos, esse pode conter desde ensaios fotográficos das favelas de todo o Brasil até eventos ocorridos dentro dos bairros populares de São Paulo.
    A cor do logo seria em preto e azul, e as editorias teriam paletas de cores fixas.

    Ariádne Mussato

    04/08/2015 em 10:30

  23. Nome: Cidade & Arte
    Slogan: A metrópole cultural

    Local: cidade de São Paulo
    Abrangência: todo o estado de SP
    Público-alvo: homens e mulheres, jovens adultos de classe A, B e C, principalmente estudantes.

    Linha editorial: jornal com tendências políticas de esquerda mas que sempre procura debater os assuntos polêmicos apresentando ideologias diversas. Um jornal a favor dos direitos humanos que defende a igualdade, a liberdade e a diversidade humana.

    Segmentação: o jornal discute as principais notícias locais, nacionais e internacionais, porém seu principal caderno é o de cultura. O objetivo é apresentar a programação cultural do estado de SP com sinopses, resenhas críticas, colunas de opinião, crônicas e indicativo de preços. Faz cobertura na área de cinema, teatro, dança, show, televisão, gastronomia, museus e moda, inclusive arte de rua. Inclui uma sessão com a uma programação cultural gratuita. Uma vez por semana o jornal escreve uma matéria perfil de um artista de rua. Os outros cadernos de notícias também apresentam bastante colunas de opinião com o objetivo de incentivar o debate entre os leitores. As notícias principais ganham um formato de reportagem mais apurada mas também contêm páginas com várias notas curtas para o leitor que deseja se informar rapidamente, e superficialmente, sobre o mundo. O leitor do jornal sendo principalmente um jovem estudante numa grande metrópole que tem um cotidiano bem agitado, as várias notinhas permite que ele se informe um pouco mais do que lendo somente as manchetes das principais notícias. A versão online do jornal teria um espaço exclusivo para fóruns de debate segundo as notícias que foram publicadas no dia.

    Formato: Tabloide, com formato pequeno e leve, número relativamente pequeno de páginas, cerca de 50 páginas, permitindo uma leitura fácil em transportes públicos e dentro das faculdades e centros culturais.
    Papel: Papel-jornal com pouca porosidade para que as imagens fiquem bem nítidas.

    Identidade visual: jornal todo em cores com bastante fotos. Diagramação moderna e jovem que tenta fugir do formato tradicional. O objetivo é deixar com uma aparência leve e descontraído porém ainda assim credível. O jornal dedica um bom investimento em fotógrafos de alto nível e equipamentos fotográficos para que as imagens que compõem o jornal sejam de extrema qualidade. Contém algumas páginas dedicadas à pôsteres.

    Nathalie Caroni

    04/08/2015 em 10:48

  24. Nome do Jornal: Ciência Explica
    Slogan: A ciência nas suas mãos

    O Ciência Aqui seria um jornal semanal, segmentado, com temática voltada para ciência, tecnologia e inovações em diversas áreas de pesquisa. Seu público-alvo seria principalmente jovens e adultos das classes média e média-alta, porém com uma linguagem simples. A proposta seria tornar a ciência mais acessível à população que se interessa, por isso um jornal semanal com preço mediano e que busca a linguagem comum (porém sem deixar de utilizar termos específicos da área).

    Seria produzido na cidade de São José dos Campos (SP) e sua circulação seria nacional, mas em cidades consideradas polos tecnológicos e/ou com grande número de pesquisas produzidas. O custo de venda seria de R$7,90.

    Impresso em papel-jornal de cor branca, gramatura média e em formato standard, o Ciência Aqui seria dividido em três cadernos e cada editoria teria uma cor.

    1º caderno: BR Produz
    Volume com notícias sobre o desenvolvimento de ciência no Brasil em áreas diversas (medicina, biologia, física, química, sociologia, psicologia etc), sobre eventos de ciência em São Paulo e no país e notícias do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) e outros órgãos públicos. Haveria nele quatro editorias:

    •Naturae: informações sobre as ciências naturais, inovações e evolução da medicina. Cor verde escuro.

    •Humana: notícias sobre psicologia, sociologia e ciências humanas de maneira geral. Cor vermelho.

    •Sessão Ciência: notícias de eventos, palestras, congressos e encontros sobre ciência e tecnologia em São Paulo e no país. Cor azul.

    •MCTI: Novidades sobre o ministério, leis e processos jurídicos relacionados aos temas do jornal e a política brasileira relacionada à ciência. Cor marrom

    2º caderno: Mundi
    Volume com notícias internacionais sobre ciência, considerando sua relevância também para a política e a economia mundial. Dividido em duas editorias:

    •Inovação: sobre as novidades da ciência ao redor do mundo, com olhar técnico. Cor cinza

    •Político-econômica: influência da ciência em bolsas de valores e relações internacionais. Editoria mais crítica e analítica. Cor laranja.

    3º caderno: Saber no Cotidiano
    Volume com matérias sobre a importância da ciência no dia-a-dia, como as descobertas podem ser aplicadas na vida comum. Duas editorias:

    •Ciência em Casa: Matérias sobre a ciência no cotidiano, abordando temáticas como gastronomia, mecânica geral, solubilidade etc.

    •Jovem Cientista: Notícias e informações com ênfase no vestibular e na carreira acadêmica, além de matérias com informações que podem interessar aos jovens (jogos, aplicativos, aparelhos tecnológicos, sexualidade etc).

    O grid teria 5 colunas; o corpo do texto seria escrito em fonte serifada. Os títulos, nomes dos cadernos, editorias e chapéus seriam escritos em fonte não serifada e em negrito. Corpo do texto e títulos sempre em preto, boxes e olhos eventualmente em outras cores (variações de tom da editoria).

    Haveria uso de ícones e vinhetas. O pingo do “i” em “ciência” e em “explica” seria um mundo, e haveria representações iconográficas para as editorias Naturae, Humana, MCTI, Inovação e Jovem Cientista.

    Helena Botelho de Souza

    04/08/2015 em 10:51

  25. Nome e Slogan: Diário da Nação “A informação que o Brasil quer”, com publicação em São Paulo capital e circulação nacional. O Público-alvo: classes B e C. O jornal teria baixa segmentação, abrangendo temas principalmente de interesse nacional, além de fornecer um panorama geral dos principais acontecimentos internacionais, utilizando uma linguagem de fácil compreensão, principalmente nos cadernos de economia e política, com o objetivo de alcançar leitores diferentes faixas etárias.
    O Diário da Nação teria o formato standard e seria impresso em papel-jornal de baixa gramatura;
    Organização: cinco cadernos:
    -Urbano (abrangendo as seção Cidadão e Cosmopolita);
    – Governo;
    – Investimento;
    – Saber (com as seções Científico e Vitalidade)
    – Esportes (trazendo as seções de esporte nacional e internacional).
    Seguiria um padrão com grid de seis colunas, sofrendo pouca, ou nenhuma distorção no decorrer das páginas (aproximadamente 40 páginas, podendo ser mais ou menos de acordo com a quantidade de notícias de cada edição).
    O jornal utilizaria fonte serifada pra identificar cadernos, seções, títulos, antetítulos, linha-fina, chapéu, crédito de foto e fonte sem serifas e justificada no corpo do texto. Os cadernos deverão ser identificados por cores que serão utilizadas como padrão em todos os elementos da editoria, como ícones e títulos. As fotos e infográficos também deverão ser coloridos e ter presença constante nas páginas do jornal, apesar da predominância de texto sobre as imagens.

    Tatiane Degasperi

    04/08/2015 em 13:04

  26. Gostaria de produzir um jornal que abordasse principalmente assuntos relacionados a futebol. Não só as análises táticas e de rodadas como predominante no Lance!, mas publicações mais literárias e históricas como as matérias publicadas no site Trivela. Talvez a melhor opção para essa ideia seria um suplemento veiculado uma vez na semana ou um jornal publicado duas vezes na semana após a rodada das principais competições em âmbito nacional, para que se tivesse mais tempo de elaborar reportagens qualificadas. Mostrar a análise da rodada junto com um conteúdo mais especializado, servindo até de documento histórico para refletir costumes, características e políticas que moldaram o futebol como ele é hoje e os impactos na sociedade e vice-versa durante a história.

    Tal publicação teria a intenção de mostrar que futebol não é apenas um jogo, mas parte importante da cultura e vida da população em diferentes cantos do mundo.

    O formato adotado seria um Berliner, muitas fotos, desenhos, charges para atiçar a imaginação e chamar a atenção do leitor, como acontecesse no Correio*. Para destacar o suplemento, a inspiração veio do São Francisco Chronicle que utiliza a cor verde nas folhas do caderno de Esportes. Pensando que seria divulgado em São Paulo, cores como vermelho, verde e preto não são uma boa opção.

    Os textos seriam justificados, para evitar uso de linhas separando as matérias. 5 colunas e reportagens utilizando duas páginas completas eventualmente.

    Seria uma publicação para classes A, B e, talvez, C

    Seria vinculado nas principais metrópoles do país.

    O nome é “Pr1mus Sport e Mais”

    Isaac dos Santos Toledo

    04/08/2015 em 13:49

  27. Nome do jornal: PANORAMA

    Slogan:

    Ampliando a visão do mundo a sua volta

    local onde será produzido:

    São Paulo

    abrangência de circulação:

    Abrangência nacional

    perfil demográfico do público alvo:

    o PANORAMA é voltado primeiramente para o público jovem adulto ( faixa de idade de 20 a a 35 anos) de ambos os sexos. Voltado para a classe B e C.

    preço de venda – R$ 3,00

    perfil da linha editorial:

    o PANORAMA busca tratar de assuntos da contemporaneidade de âmbito local/regional, nacional e internacional. O conteúdo político é explorado de forma neutra, ou seja sem tendências para nenhum partido ou pensamento político. Os temas desenvolvidos são elaborados sempre visando a apresentação de um novo ponto de vista para determinada questão, sem quaisquer esterióticos ou preconceitos. Preocupação em informar o leitor em diferentes pontos de vista, uma vez acontecimentos possuem mais que dois lados, não sendo simplesmente preto no branco. Dessa forma o jornal pretende apresentar uma visão panoramica dos fatos e acontecimentos.

    nível de especialização:

    No PANORAMA são encontrados assuntos relacionados à política, à economia, à cultura, aos esportes, à ciência e tecnologia e ao mercado de trabalho, porém não não há como negar que além do objetivo de ampliar a visão do leitor a respeito do mundo a sua volta, o PANORAMA possuí como editorias mais fortes a de Política (procura incentivar o engajamento e pensamento político jovem) e de Cultura e Entretenimento (procura incentivar o conhecimento e consumo da cultura nacional).

    formato e tipo de papel:

    standard – 245mm x 500mm, papel-jornal de baixa gramatura e pouca porosidade.

    organização estrutural do conteúdo:

    O PANORAMA se organiza em três cadernos, o principal, cujas editorias são de Política e Economia. Estas editorias são elaboradas com objetivo de despertar o interesse no leitor jovem, almejando uma visão mais engajada da situação atual da política em nosso país e dos principais acontecimentos envolvendo a economia aqui e no mundo. No Primeiro caderno as reportagens relacionadas a estas duas editorias possuem tanto abrangência local/regional e nacional (notícias a respeito das principais cidades do país e áreas metropolitanas) quanto internacional.

    As editorias de Ciência e Tecnologia e de Esportes compõem o segundo caderno. O intuito é mostrar as últimas tendências da era digital, mas sem deixar de mostrar, quando possível, a interferência ou efeito que ela causa no modo de vida das pessoas. A editoria de Esportes busca dar espaço para outras modalidades esportivas além do futebol como basquete, volei, handebol. A atenção também é dada as modalidades femininas que ainda hoje tem pouco espaço nos jornais.

    Terceiro caderno formado pelas editorias de Cultura e Entretenimento e de Mercado de Trabalho Na primeira editoria temos matérias relacionadas à música, à literatura, ao teatro e ao cinema. Temos além das colunas de opinião, uma crônica publicada diariamente. Esta editoria não possui apenas dicas de shows, apresentações e eventos em geral que acontecem nas principais cidades e metrópoles, resenhas críticas a respeito de livros e filmes também ganham espaço. A Editoria de Cultura e Entretenimento procura incentivar o conhecimento e consumo da cultura nacional. Em Mercado de Trabalho podemos ver as tendências desta área, o desenvolvimento de algumas empresas startup, ofertas de emprego, de estágios e concursos públicos.

    Todos os cadernos possuem a presença de um colunista principal e também uma ou duas coluna menores. Quanto a modulação ela não terá uma padrão fixo. No PANORAMA poderão ser encontradas matérias, no geral com quatro, cinco ou seis colunas, havendo também algumas colunas únicas de matéria ao longo do jornal.

    principais elementos característicos de estilo:

    Cada caderno é identificado por uma cor em seu título:

    caderno A:

    •política: Azul índigo

    •economia: Verde Musgo

    caderno B:

    •ciência e tecnologia: Roxo

    •esportes: Laranja

    caderno C:

    •cultura e entretenimento: Vermelho

    •mercado de trabalho: Marrom

    Presença marcante dos espaço em branco especialmente no caso de capas sobre escândalos quando imagens são emblemáticas. Espaços em branco tem presença mais moderada ao longo de todo o jornal, permitindo que haja uma região de “respiro” das reportagens entre si.

    Maior parte das matérias irá conter ao menos um elemento visual (fotografia, ilustração, gráfico, tabela).

    Luana Brigo

    04/08/2015 em 14:30

  28. Nome do jornal: The Garbage
    Slogan: O pior do mundo está aqui.

    Uma espécie de jornal alternativo, que traria as principais matérias do Brasil e do mundo, mas, se diferenciaria dos outros pelo uso de humor, ironia e sarcasmo. As principais notícias veriam acompanhadas de comentários de cunho humorístico. O jornal também traria “matérias mais literárias”.

    A editoria do jornal tentaria ser “aparcial”, fazendo piadas com qualquer grupo. Por exemplo, na questão política, o jornal buscaria satirizar tanto a esquerda quanto a direita.

    Os comentários caberiam em toda as editorias: política, economia, esportes, mundo. Ainda haveria um editorial sobre “bizarrices do mundo”.

    O jornal faria bastante uso de charges e arte.

    Uma vez que o senso de humor é universal, o jornal buscaria atender várias classes, talvez mais das classes A, B e C.

    O jornal seria em forma de tablóide, com seis colunas, letras serifadas. O estilo do design tentaria dar ao jornal uma forma mais literária, com letras capitulares no começo dos comentários e de algumas notícias “especiais”.

    O jornal seria semanal, já que a elaboração de comentários humorísticos bem elaborados talvez levasse um pouco mais de tempo, assim como as matérias mais literárias. Ele seria distribuído por todo o país.

    Vitor José Azevedo

    04/08/2015 em 14:36

  29. Nome do jornal: A Diversidade
    Slogan: Os múltiplos ângulos dos últimos fatos

    Público alvo: classes B e C
    Produzido na cidade de São Paulo
    Abrangência: Inicialmente nas capitais de São Paulo e Rio de Janeiro, com a intenção de expandir para o interior desses estados e para outras capitais.

    O jornal seria um semanário de temática geral que traria notícias nacionais, internacionais, regionais- sobre as metrópoles do Rio e São Paulo e temas periféricos que não encontram espaços nos jornais convencionais, como a realidade das favelas, as subculturas, movimentos sociais, dentre outros.

    Linha editorial: Sem um ideologia política e econômica definida. O jornal tentaria ser o mais diverso possível, com profissionais múltiplos de posicionamentos políticos, ideológicos, de credo e econômicos diferentes entre si. Como também uma variedade étnica, de gênero e sexo no corpo profissional. Os jornalista teriam liberdade na sugestão de pautas e para cobrirem as notícias de acordo com o enquadramento que achassem melhor, para assim a diversidade pretendida acontecer naturalmente.

    Formato: Berliner
    Papel: jornal

    Organização: Seria organizado em 9 cadernos de acordo com cada editoria:

    1. Nacional
    2. Regional
    3. Política
    4. Economia
    5. Internacional
    6. Ecologia
    7. Cultura
    8. Esportes
    9. Subjetividades – Caderno divido em sessões: Opinião, Na fronteira (textos/matérias com teor literário e crônicas) e Outras vozes ( Lugar onde os leitores poderiam enviar reclamações, reivindicações ou contar relatos significativos, um espaço para a voz do leito).

    Diagramação:
    de 4 a 6 colunas, dependendo de cada editoria. Equilíbrio entre texto e fotografia . As cores utilizadas serão de acordo com a cor designada pela editoria, podendo variar nos tons. As fontes para títulos seriam não serifadas, enquanto o corpo e linha fina teriam fontes serifadas. Cadernos como cultura e subjetividades terão liberdade para trabalhar de forma criativa com fontes, cores, box e infográficos.

    Ana Carolina Ribeiro

    10/08/2015 em 14:07

  30. Nome do jornal: A COROA

    Slogan: “A informação como você nunca viu”

    Produção: São Paulo, SP

    Abrangência: Todo o estado de São Paulo e todas as capitais do país

    Periodicidade: Diário

    Perfil demográfico: Classes A e B

    Linha editorial: O jornal idealmente possuiria uma linha editorial de centro, mas sabendo desta dificuldade, tenderia a uma linha centro-direitista esclarecida, com espaços para debates e comentaristas de qualquer ideologia.

    Nível de especialização: genérico, com enfoque em política e economia

    Formato: Standard estreito

    Papel e especificações: Papel jornal de baixa porosidade

    Organização: O jornal seria em organizado em caderno único, com editorias divididas em cores específicas (Política em azul claro; Economia em verde claro; Cultura em roxo; Esportes em amarelo; Metrópole em vermelho; Serviços em laranja; Comportamento em rosa; Ciêntica e Tecnologia em azul escuro; Saúde em verde escuro e as colunas opinativas seriam identificadas com uma faixa preta).

    Estrutura dos conteúdos: Buscando prender o leitor e ressuscitar a cultura de leitura de jornais impressos, A COROA produziria matérias aprofundadas sobre temas de suma importância para o cotidiano brasileiro. As reportagens seriam produzidas por uma equipe competente e todos os temas seriam trabalhados de forma abrangente e profunda, com discussões e problematizações. Em todas as reportagens, dois comentaristas com opiniões divergentes abordariam o tema no sentido de mantê-lo sempre aberto.

    Os editoriais seriam produzidos pelo editor-chefe do jornal, sempre acerca de temas políticos e econômicos importantes para o dia.

    As colunas deverão dividir seus temas entre política, economia e comportamento humano.

    Elementos característicos de estilo: O objetivo principal de A COROA é concorrer com os principais jornais do estado de São Paulo: Folha e Estadão. Para isso, o jornal traria um conteúdo denso e bem trabalhado nas reportagens de profundidade, com gráficos e tabelas explicativas, além de comentários bem embasados e que suscitam o raciocínio do leitor. O fotojornalismo seria mais bem trabalhado, com imagens beirando ao artístico espontâneo.

    Estrutura e design: O jornal seria trabalhado em um standard mais estreito que o convencional, a fim de facilitar a leitura em meios de transporte como carros, ônibus, metrôs e trens.

    O jornal seria composto por basicamente 6 colunas, com um gride bem fixo e pouca flexibilidade. A tipologia tanto dos títulos quanto do corpo do texto seria própria, desenvolvida pelo setor de design do jornal.

    Matteus Corti

    12/08/2015 em 14:04

  31. Nome: Primevo
    Slogan: O Jornal diferenciado das suas manhãs

    Abrangência de circulação: São José do Rio Preto
    Público: Jovem (de 18 a 30 anos)
    Especialização: Geral – porém com um caderno especializado por dia, com análises e noticias aprofundadas.
    Papel-jornal de baixa porosidade
    Formato: Standard Modificado (320x460mm)

    Organização:
    Primeiro caderno: LOCAL
    Segundo caderno: BRASIL
    Terceiro caderno: ECONOMIA
    Quarto caderno: INTERNACIONAL

    Quinto caderno: ESPECIALIZADO
    -segunda = sem caderno especializado
    -terça = Comportamento e Saúde
    -quarta = Educaçao
    -quinta = Cultura
    -sexta = Esportes
    -sabado = Gastronomia
    -domingo = Ciência e Tecnologia

    Nome de cada caderno com uma cor própria
    Ícones em cadernos como o de cultura

    4 colunas com espaços em branco moderado com linhas/fios para separação de cada matéria

    Patrícia Konda

    25/08/2015 em 9:35

  32. Nome do Jornal: Agronews

    Slogan: “Plantando informação no seu dia a dia”

    Local de produção: São Paulo, SP

    Abrangência de circulação: Estado de São Paulo

    Público alvo: Produtores rurais (pequeno e médio porte)

    Nível de especialização: Médio.

    Formato: Standard = (56 x 32 cm)

    Tipo de papel: Papel jornal

    Composição: Será composto por capa, e mais 4 cadernos; Notícias Gerais, Tecnologia, Economia, e Guia do Produtor.
    Elementos característicos de estilo: Uso de iconografia para atrair a atenção do leitor para pontos importantes do jornal. Uso de cores principalmente nas imagens, anúncios e iconografia. Uso de cor especifica para cada nome de caderno. Uso de linhas e fios para separação das colunas e notícias. Uso de tipologia serifada para facilitar a leitura.

    Grid: 5 a 6 colunas.

    O ‘Agronews’ é um jornal de circulação diário, especializado na produção rural. Sua segmentação esta voltada para o pequeno e grande produtor; trazendo noticias sobre produção, novos tecnologias, informações sobre economia, guias sobre produção, cotação, e demais assuntos que possam ser de interesse dessa classe.

    Por se tratar de um jornal feito para o pequeno/médio produtor, sua linha editorial será centro/esquerda – tratando dos assuntos de uma maneira mais próxima a realidade (brasileira) desses produtores.

    Sua distribuição será gratuita, e seu lucro virá de anunciantes e patrocinadores. Acredito que a sua gratuidade possa atrair melhor o interesse do público alvo.

    Devido seu público alvo muito heterogêneo, com níveis de escolaridade muito dispares, o jornal terá um nível de especialização mediano. Não será superficial a ponto de não agradar o leitor mais escolarizado, nem será demasiado complexo, a ponto de não conseguir ser digerido pelo mais “humilde” leitor.

    diego gomes da silva

    26/08/2015 em 3:41

  33. Nome: AGÊNCIA MUNDI

    Slogan: Diminuindo distâncias, aumentando informações.

    Formato e tipo de papel: Germânico (31,5x47cm)– para agregar confortavelmente reportagens extensas, papel jornal de alta gramatura na cor creme.

    Periodicidade: Semanal.

    O jornal Agência Mundi teria sua sede em São Paulo, mas contaria com correspondentes por todo o mundo (América Latina, América do Norte, Europa Ocidental, Europa Oriental, Oriente Médio, África e Ásia). Sua circulação seria por todas as cidades do estado de São Paulo e Rio de Janeiro e grandes cidades pelo resto do Brasil, portanto, teria circulação nacional. O público-alvo seria composto de jovens e adultos da classe A e B que se interessam por notícias ao redor do mundo.

    A linha editorial da Agência Mundi é caracterizada por independência político econômica e profundidade analítica. As notícias são apresentadas de forma apartidária e democrática, com exposições de analistas com opiniões diferenciadas para melhor compreensão dos temas. As reportagens são marcadas por densidade contextual, que insere os fatos dentro de um âmbito maior. Além disso, a publicação não teria um alto nível de especialização, justamente por tratar de diversos assuntos.

    O jornal teria seu primeiro caderno com as principais notícias do Brasil e depois seria dividido em 7 outros cadernos, cada um com editoria de cada região do mundo:
    – América Latina;
    – América do Norte;
    – Europa;
    – África;
    – Oriente Médio;
    – Ásia;
    – Oceania.

    Dentro de cada editoria, existiriam as seções de Política, Economia e Cultura. O tamanho de cada caderno seria variável, mas as seções não seriam flexíveis. Com o ocorrimento de eventos especiais de impacto mundial, como Olimpíadas, a Agencia Mundi viria com esse caderno especial. As editorias não seriam separadas por paleta de cores, mas sim por mapas acompanhando o título de cada uma delas.

    O jornal teria textos densos, acompanhados de fotos e principalmente, infográficos. As notícias de assuntos mais controversos viriam com boxes de opiniões de analistas diferenciados. O grid não seria rígido, no entanto, o jornal teria toque minimalista, sem abuso de tipografias diferenciadas. Dessa forma, um dos atrativos do jornal seria sua diagramação clean e ao mesmo tempo chamativa.

    Julia Gonçalves Simões dos Santos

    01/09/2015 em 2:07

  34. Nome do Jornal: “Cidadão Bauruense”

    Slogan: “Tudo o que você precisa saber de Bauru em um virar de páginas”

    Local de Produção: cidade de Bauru

    Abrangência: O jornal será distribuído por toda a cidade de Bauru, em todos os bairros. Será exclusivo da cidade, não tendo circulação em municípios vizinhos.

    Perfil do Público: O jornal tentará abranger todas as classes sociais da cidade de Bauru, desde pessoas das classes mais altas até as mais baixas, criando conteúdo e linguagem que interesse a todos os bauruenses e que seja que compreensão geral.

    Perfil da Linha Editorial: O jornal terá uma posição liberal e “central”, como forma de mostrar todos os lados das informações, dando ao leitor uma nova visão dos fatos. Como a cidade de Bauru possui apenas um veículo impresso, o Jornal da Cidade, a ideia do Jornal Cidadão Bauruense é mostrar outro ponto de vista sobre os fatos que acontecem no município. O jornal será diário e cobrado.

    Nível de Especialização: Serão abrangidas todas as áreas de informação, desde economia, política, saúde e educação até entretenimento e agendas culturais. Contudo, as notícias serão apenas focadas ao município de Bauru, dando menos espaço para as notícias gerais de país e mundo. A idéia é criar um produto para que o morador de Bauru consiga saber o que está acontecendo no bairro em que mora ou no hospital que frequenta.

    Formato: O formato ideal será algo perto do “Berliner”, algo menor que os jornais veiculados na cidade, de fácil manejo e leitura, para que o leitor possa ler os conteúdos em qualquer lugar. O papel usado será um de melhor qualidade, branco, que não manche os dedos e mais firme, para facilitar a leitura em certos momentos do dia.

    Organização: Será um jornal de 4 páginas. O jornal não terá cadernos, pois a ideia é unir tudo sobre a cidade de Bauru em uma único lugar. Estarão presentes no jornal, 3 editorias: “O que há de novo em Bauru”, com 2 páginas, que contará com sessões atuais da cidade sobre política, economia, saúde, educação, transporte, meio ambiente, entre outros; a segunda editoria será o “Momento de Lazer”, com 1 página, que contará com matérias sobre entretenimento, artigos de opinião (apenas pessoas/profissionais de Bauru contribuirão), agenda de eventos; o último seria o “Antes de sair de casa”, com 1 página, que contará com informações sobre o clima, o trânsito e serviços que podem ajudar o morador.

    O texto será alinhado a esquerda, com fontes serifadas e 3 colunas de texto. O jornal seria impresso em cores com uma união entre imagens e texto, dando igual “espaço” para ambos. Título também em fonte serifada. O texto possuirá linha fina, mas não conterá olho.

    Gabriela Gomes

    14/07/2017 em 9:34

  35. Nome do Jornal: Diário de Cubatão

    Slogan: A melhor cobertura de Cubatão

    Ao receber um investimento para criar um jornal impresso, criaria um jornal local na cidade de Cubatão – SP. O motivo dessa escolha se dá devido à falta de um veículo de comunicação no município, que fica refém da cobertura regional, a qual dá mais espaço em sua cobertura para as maiores cidades da região da Baixada Santista, como Santos. O principal objetivo da criação deste jornal é criar uma cobertura voltada especificamente para o município, que, a meu ver, tem a necessidade de ter suas histórias contadas por e para os habitantes da cidade, que, na atual situação, dependem de meios que talvez não conheçam tão bem a realidade do município.

    A ideia é que o jornal seja acessível para qualquer habitante da cidade, independente de classe social. Para tal, o jornal seria produzido em formato tablóide, pela facilidade de manuseio e em papel jornal, devido ao baixo custo. Além disso, o jornal deve apostar no uso de recursos gráficos, de modo a torná-lo mais atrativo e mais bonito para o leitor, como faz o jornal USA Today, produzido nos Estados Unidos. Porém, diferente do periódico norte-americano, aqui os assuntos seriam tratados com maior profundidade, pois a linha editorial deve ter uma abordagem mais crítica em relação aos acontecimentos que se dão na cidade.

    O jornal não seria especializado e não muito segmentado. O ideal é que seja dado mais espaço para editorias como “política” e “bairros”, mas que haja também cobertura da cultura e do esporte local, com espaço, pelo menos no futebol, para times do estado, devido à popularidade desses. O jornal também teria espaço para a participação do leitor, que pode ter, numa edição, publicadas suas dúvidas a respeito de determinado assunto (que serão respondidas pelo jornal) e também suas críticas ou reclamações.

    Victor Barreto de Oliveira

    14/07/2017 em 9:48

  36. Nome do jornal: Feministas de São Paulo

    Slogan: Para seguir o movimento feminista
    Onde seria produzido: Em São Paulo capital e distribuído pela região metropolitana de São Paulo;
    Perfil demográfico: mulheres das classes B e C de 18 anos para cima;

    Linha editorial: Um jornal feminista de centro-esquerda formado apenas por mulheres. Seria apenas um caderno, para melhor manuseio, com editorias sobre política, economia, militância, ciência e cultura, sendo cerca de duas páginas de notícias para cada editoria;

    Nível de especialização: Não será um jornal especializado, será segmentado na área do feminismo;

    Formato: Berliner, com papel jornal;

    Organização e estrutura dos conteúdos: O conteúdo será todo voltado para o meio feminista, como notícias sobre a militância na cidade de São Paulo, políticas públicas voltadas para as mulheres, divulgar mulheres de importância acadêmica e artística, reportagens sobre assuntos feministas, etc;

    Elementos característicos de estilo (grid, tipologia, cores e ícones ): o jornal apresentaria um ar mais artístico e informal, mas que não abandona totalmente a seriedade, de forma a atrair um espectro maior de mulheres. Capas com ilustrações ou imagens estouradas para dar o atribuir o ar artístico (e ainda enaltecer a produção artística feminina). Seguindo a diagramação clássica seguindo a grade, mas com abertura para inovar em determinadas reportagens, com paleta de cores sérias e ícones que seriam específicos para cada editoria. A tipologia seria parecida com os jornais como a Folha de São Paulo, mas, de novo, com abertura para inovação em certas reportagens.

    Nádia Saori Linhares

    14/07/2017 em 9:59

  37. Nome do jornal: PASTICHE
    Slogan: Jornalismo e arte de peito aberto, de Basquiat à aparelhagem
    Local de produção do jornal: cidade de SP, com circulação inicial para o estado de São Paulo e pretensão para fluxo em todas as grandes cidades do Brasil.
    Perfil demográfico: jovens (homens e mulheres) de classe B e C.
    Linha editorial: jornal de centro-esquerda.
    Nível de especialização: média, uma vez que é um jornal para consumidores ou interessados em diversos tipos de cultura, para todas as idades.
    Formato: Berliner, com papel branco fosco.

    O Pastiche é um jornal semanal de cultura, com foco na crítica cultural e no jornalismo literário criativo. Com 40 páginas por edição, a publicação não é dividida em cadernos, mas as editorias (crônicas e opinião, agenda cultural por cidade do país, resenhas críticas dos lançamentos artísticos da semana, livros em formato de folhetim, “fanzine” com um tema novo toda semana, seção de artes visuais, moda, música e artes plásticas) distribuídas em gradação no decorrer da leitura. O Pastiche é inspirado das revistas The New Yorker, Bravo! e Folha Ilustrada.

    Teria entre 2 e 4 colunas, dando também espaço para a ilustração (ponto fortíssimo do jornal), que pode ditar o formato dos parágrafos quando necessário (algumas páginas sem grid). A tipologia é sóbria e clássica (inspirada na finada revista Bravo!), contrastando com a paleta de cores forte e variada. A capa tem pouco poder informativo, com a dominação visual de uma ilustração de um artista convidado a cada edição para complementar o editorial. Chamadas para as 4 principais matérias da publicação, além de uma frase de efeito que dá título à edição, também compõem a capa, que no mais pode ter um layout diferente a cada semana, sempre se adaptando à arte.

    Leonardo Santana Teixeira

    14/07/2017 em 9:59

  38. Nome do jornal: O Barba Negra

    Slogan: “O jornal do homem.”

    Local de produção: Com sede em São Paulo, tiragem semanal e circulação pelo estado todo, porém a ideia seria expandir com o tempo caso o jornal obtivesse sucesso.

    Perfil demográfico: Homens de classe média em geral.

    Linha editorial: Centro, para garantir o maior número de público, porém procuraria abrir espaço para colunistas de ideologia de centro-direita para diversificar os textos.

    Especialização: O jornal seria voltado ao interesse do público masculino em geral.

    O símbolo do jornal seria uma caricatura de um pirata. A fonte do jornal seria serifada, mas os títulos, nomes de cadernos, etc, utilizariam fonte não serifada. O formato seria tabloide, com grid de seis colunas e com as imagens coloridas, para chamar atenção. O jornal possuiria anúncios no topo das páginas e o custo seria em torno de R$3,50.

    O jornal seria dividido em cinco cadernos sendo eles: 1) geral (azul): com as principais notícias do brasil e do mundo, trazendo também comentários de colunistas.

    2) esporte (verde): focado principalmente ao futebol, porém com notícias de outros esportes quando for conveniente, e também com uma seção focada em automóveis.

    3) estilo de vida (marrom): reportagens sobre o estilo de vida masculino, trazendo também matérias sobre viagem, saúde e bebidas alcoólicas, como cerveja.

    4) sexo e relacionamento (vermelho): focado em matérias sobre relacionamentos e sexo sobre a perspectiva masculina, trazendo também ensaios fotográficos femininos.

    5) entretenimento (roxo): matérias sobre entretenimento em geral, cultura, principalmente cinema e cartuns, charges, etc.

    Lucas Lombardi

    14/07/2017 em 10:00

  39. Eu criaria um jornal semanal na minha cidade natal (Cotia-SP), já que eu nunca vi nenhum produto jornalístico que circule na cidade e os portais da internet deixam a desejar em qualidade e abrangência. O nome seria: Cotiano – O jornal que te apresenta a cidade. A circulação seria nos bairros da cidade que são carentes de atenção da prefeitura, mais distantes do centro e da região nobre da cidade. O perfil do público-alvo do jornal seriam as classes mais baixas, uma vez que são o perfil de moradores que se encontram nas condições de bairros que pretendo atender, trabalhadores que passam muitas horas dentro dos ônibus e/ou saem da cidade para trabalhar fora (normalmente em SP), que não têm tempo para conhecer ou se informar das notícias mais regionais que muitas vezes não chegam ao conhecimento da população que, pelo fato de estarem localizados na região metropolitana de São Paulo, acabam sendo reféns de notícias somente paulistanas.
    A intenção não é ser um jornal de denúncia, mas que pode englobar os problemas da região que se arrastam sem solução por parte do governo. O que penso que seria interessante é informar conquistas de moradores, reformas e construções, novidades e eventos que acontecerão na cidade, de modo a informar a população sobre o que ocorre e lugares que elas não conhecem, tentando promover maior interação, lazer e conforto. O formato seria berliner com o papel de baixa a media gramatura, com mais ou menos 10 páginas. O jornal usaria variações de azul, com um grid que não fuja muito do comum a um jornal, com 5 ou 6 colunas.

    Amanda melo de Faria

    14/07/2017 em 10:01

  40. Nome: A Grande São Paulo.

    Slogan: O jornal para todos.

    Público alvo: Pessoas de todo o estado, majoritariamente de 20 a 70 anos.

    Formato: Standard, com papel jornal fosco e gramatura média, não muito grosso nem muito fino.

    Ao receber um investimento para criar um jornal novo, minha proposta seria criar um jornal que fosse o que a Folha de São Paulo deveria ser, mas na prática não é: Um jornal que aborda todas as regiões do estado (ou no mínimo, sua maioria no começo, se expandindo aos poucos), com correspondentes de todas as partes dele, noticiando fatos importantes que aconteceram por ali. Um investimento de por volta de 10 milhões seria necessário.

    Sendo realista, não seria possível que o mesmo jornal conseguisse contemplar as necessidades de todas as regiões, então cada versão da edição seria levemente diferente dependendo da região em que é publicado. Por exemplo, a edição da capital teria mais foco nas notícias da própria e das cidades mais próximas, enquanto as edições de cidades do interior teriam o foco nelas próprias. Obviamente, notícias de grande impacto teriam o mesmo espaço em todas as edições.

    O jornal não conteria uma ideologia definida, tendo escritores de diversas opiniões e visões de mundo diferentes (de forma similar como a Folha faz com suas colunas), mas provavelmente com certa inclinação à esquerda (não o suficiente para comprometer o jornal ou determinados públicos). Logo, não seria um jornal especializado, mas poderia ter, ocasionalmente, uma ou outra matéria para um público mais erudito.

    O jornal teria os mesmos cadernos de outros jornais comuns: Cultura, esportes, economia, política, etc. A grande diferença estaria justamente nas matérias que seriam escritas, já que cada região iria ter um assunto diferente. A sessão de cultura, por exemplo, teria eventos que ocorrem na região. A política poderia falar sobre problemas das cidades próximas, além, obviamente, da política nacional. Também criaria um outro caderno, “região”, que conteria um rápido resumo das notícias mais importantes das cidades próximas, com apenas uma frase. Por exemplo, “Bauru: Prefeito Gazzetta anuncia aumento na passagem de ônibus. Marília: Acidente deixa dois mortos na cidade”.

    Seria necessário, além de diversos repórteres, vários fotógrafos para ilustrar as diferentes regiões, e seriam feitas várias sedes, para poder facilitar a distribuição principalmente nas regiões mais afastadas. A edição de cada região teria, além da bandeira do estado, um símbolo diferente que indicasse a região no qual foi publicado.

    Patrick de Souza

    14/07/2017 em 10:03

  41. Nome do jornal: Mortaxinhas

    Slogan: O contra-ataque ao fanatismo eleitoral  

    Cidade de produção: São Paulo

    Abrangência de circulação: Estado de São Paulo  

    Perfil demográfico do público-alvo: Pessoas de 18 a 65 anos (ativas no processo eleitoral), das classes A, B e C.

    Linha editorial: Jornal opinativo com debates políticos, tanto de colunistas de direita, quanto de esquerda, visando a reflexão do leitor e um estímulo ao debate de temas político-sociais.

    Nível de especialização ou segmentação: Será um jornal segmentado em política, porém sem especialização, acessível às classes sociais desejadas.

    Formato e o tipo de papel a ser usado na publicação: Papel tabloide, com média porosidade (textura lisa e alta gramatura)

    A organização da estrutura de conteúdos: O jornal seria principalmente voltado para política, com notícias do cenário nacional/internacional com a parte opinativa, porém haveria outros temas como esporte, cultura e economia.

    Elementos característicos de estilo: O jornal teria de 4 a 6 colunas verticais, com mais espaço para notícias de maior destaque e colunas menores para notícias menos relevantes (pautas “mais frias”). Cada editoria teria seu próprio logotipo, com algum destaque colorido (ex: esporte – escrito de cor X e com fundo de cor Y). As opiniões sobre política ocupariam 2 colunas por toda a página e teriam um fundo colorido, de acordo com a posição política do articulista (direita: azul / esquerda: vermelho, por exemplo). Prioridade para fontes serifadas (Times New Roman, Merriweather, entre outros),  mas pode haver espaço para fontes não serifadas para textos com poucos caracteres – infográficos, por exemplo. Por falar em infográficos, a ideia seria dar prioridade a esse e outros recursos, como tabelas informativas, que falam sobre determinados eventos/personagens políticos com frases curtas, contando com ícones gráficos (ex: em uma matéria de pauta econômica, ícone de um porquinho para se referir a finanças), gráfico de setores, etc. Elementos a mais, como charges e até memes podem ser usados como complemento para falar sobre acontecimentos políticos do momento (o que poderia ser usado para outras editorias). Outros recursos como quiz, podem ser empregados de modo a informar o leitor sobre atos feitos por políticos e que devem ser relembrados. Tudo isso, de modo a deixar o processo informativo político mais leve e menos entediante.

    Guilherme

    14/07/2017 em 10:08

  42. Nome: Voz Infante

    Slogan: O bairro impresso

    Local: Bauru, SP

    Abrangência e circulação: O Voz Infante seria distribuído no bairro Jardim Infante Don Henrique semanalmente, aos domingos, em todas as residências, lojas, restaurantes, lanchonetes e empresas. A quantidade de impressões seria acima do número de moradores do bairro, assim os visitantes do Bauru Shopping e do Aeroclube poderiam retirar suas edições nesses pontos. Além da distribuição na Câmera dos Vereadores de Bauru.

    Perfil demográfico do público: Os moradores desse bairro, em sua maioria, pertencem a classe média. Como há muitos estabelecimentos comerciais, há grande reunião de perfis demográficos no bairro, por esse motivo a linguagem não seria rebuscada.

    Perfil da linha editorial: O Voz Infante teria características de um jornal comunitário, com inclinação ao popular. Seria gratuito e financiado por anúncios. Seu objetivo é apresentar os fatos do bairro e dar um bom espaço para os moradores e visitantes apresentarem suas perspectivas e necessidades. Textos curtos com linguagem simples.

    Nível de especialização: Não haveria especialização temática. Seriam abordados eventos, crimes, economia, histórias de moradores, questões ambientais e políticas que envolvessem o bairro.

    Formato e tipo de papel: As notícias seriam distribuídas em 8 páginas, sendo todas coloridas. Formato tabloide, papel-jornal de baixa gramatura.

    Organização do conteúdo: A paleta de cores seria em tons de azul para ícones, cabeçalho, infográficos e boxes. As matérias seriam em tinta preta, corpo de texto em Times New Roman, fonte 13, espaçamento 15. O uso de imagens para ilustrar os fatos seria frequente, ao menos duas fotos ou infográficos por página.
    A primeira página traria as manchetes principais que se desdobrariam nas próximas. Haveria identificação de cada editoria com sua identidade visual. Duas páginas seriam reservadas para o Fala Morador.

    Giovana Matos Moraes

    14/07/2017 em 10:08

  43. Nome do Jornal: Humana

    Slogan: “Você mais perto da mulher que é”

    Local de produção: São Paulo, capital

    Perfil demográfico: mulheres da classe B e C, especialmente ao público jovem (18-40)

    Linha editorial: jornal sem especiação de cunho politico, porém com viés mais voltado à centro-esquerda

    Nível de especialização: jornal especializado em notícias em geral e que utiliza de muito enfoque gráfico, com muitas imagens. Contaria com uma sessão mais abrangente sobre assuntos relevantes ao novo público feminino, falando de assuntos que são antigos tabus na vida das mulheres.

    Formato: Berliner, papel couchê de baixa gramatura

    Organização: O jornal seria dividido em 5 editorias em um único caderno. Que seriam: economia e politica, cultura, esporte, tecnologia, e feminina. Nas editorias diárias traríamos as notícias relevantes para a cidadã paulistana, todas as jornalistas seriam mulheres, inclusive. Na editoria de economia e politica, seriam abordadas as notícias urgentes da semana; na editoria de cultura, seriam divulgadas a agenda cultural semanal, além de notícias relevantes para a semana; na editoria de esporte, haveria as notícias semanais sobre a rodada da semana, comentadas por esportistas mulheres; na editoria tecnologia, serão feitas matérias com as inovações feitas por cientistas mulheres. E na editoria Feminina, seriam abordadas as novidades e as notícias voltadas à mulher, além de contar com algumas reportagens especiais, como sobre aborto, vida sexual, etc.
    A diagramação do jornal seria em um grid mais horizontal, por conter mais imagens, logo a divisão do texto seria em geral em 4 colunas, dependendo do assunto e da quantidade de caracteres e o tamanho da imagem. O título seria com uma fonte serifada e mais corpulenta, desenhada como as da família Script. A tipologia do texto em geral seria uma fonte serifada e seria fixa em todas edições, salvo nas reportagens especiais da editoria Feminina. A capa não possuiria grid e conteria o título do jornal e seu slogan, e sempre a imagem da matéria principal tem um destaque maior. Pelo fato de ser um jornal com o papel mais caro e com muitas imagens o número de páginas seria igual a 20 páginas, até 30 no mínimo. A paleta de cores do jornal seria fixa e seria num modulo clean, com os títulos em preto e as imagens sempre com cores fortes, o nome do Jornal viria com uma cor diferente dependendo do tema abordado na matéria principal. O jornal seria semanal, por necessitar de maior tempo para produção da editoria Feminina.

    Valquiria de Carvalho Lima Souza

    14/07/2017 em 10:11

  44. Nome do jornal: Curioso

    Slogan: Você sabia? Agora sabe!

    Local que seria produzido: São Paulo – SP

    Abrangência de circulação: Circularia em toda capital, sendo semanal.

    Perfil demográfico do público-alvo: Homens e mulheres de classe média/alta, com faixa etária bem variada entre 17 e 50 anos.

    Perfil da linha editorial: A ideologia política seria de centro-esquerda, por mais que os assuntos tratados não sejam considerados como “polêmicos”.

    Nível de especialização ou segmentação: Especialização média, porém aprofundada. Como se trata de curiosidades sobre diversos temas, seria usada uma linguagem científica, mas relativamente de fácil entendimento.

    Formato do papel: Berliner.

    Tipo do papel: Papel-jornal de baixa gramatura com uma camada de verniz.

    Organização da estrutura dos conteúdos: O jornal seria composto de apenas um caderno, contendo 5 editorias, sempre no eixo temático de “curiosidades”. Em ordem: ciência, política, esportes, cultura e tecnologia, abrangendo reportagens e notícias nacionais e internacionais. Ele conteria uma crônica no final e uma coluna de opinião no início sobre alguma pauta quente. Contaria com bastante imagens e ilustrações relativamente grandes.

    Identidade visual:

    – Grid: Capa com ausência de grid, podendo ter liberdade criativa para atrair o público. As outras páginas teriam a grade, composta por 3 ou 5 colunas, dependendo da matéria.
    – Tipologia: Fontes não serifadas, tanto no título, quanto na linha fina e no corpo do texto, variando o tipo de fonte para os três.
    – Cores: Cores chamativas, variando conforme a editoria. Ciência: azul – Política: Vermelho – Esportes: Verde – Cultura: roxo – Tecnologia: cinza.
    – Ícones: Ausência de ícones, já que o jornal contém muitas imagens e ilustrações, porém em todas as páginas no canto esquerdo deve aparecer o logotipo.

    Rebecca Ribeiro Crepaldi

    14/07/2017 em 10:21

  45. Enquanto unidade federativa mais rica do país, o estado de São Paulo é carente de uma publicação impressa que atenda aos interesses de todas as suas regiões. Seus grandes veículos estão concentrados na cobertura da capital e das cidades de médio porte (geralmente aquelas com mais de 300 mil habitantes), como Santos, Campinas e Ribeirão Preto.
    Por esta razão, proponho a criação de um jornal impresso, produzido “em rede”. Um jornal segmentado em duas partes principais: a primeira, um bloco regional, com maior volume de informações voltado às cidades e regiões. A segunda, um bloco estadual, com as informações do restante do Estado, externa à área de abrangência distributiva. Para que essa estrutura se torne realidade, parte de meu investimento se destinaria à aquisição do controle de jornais menores, que passariam a assinar com a marca da nova publicação, e a seguir este modelo. Assim, seria possível veicular um jornal para todo o estado, sem haver a necessidade de dispendiosos gastos com deslocamento.
    A produção simultânea e compartilhada do bloco estadual demandaria a utilização de uma rede intranet que distribuísse o conteúdo gerado na matriz. Por sinal, ressalto que essa cidade poderia ser Campinas, município de grande porte que reúne condições logísticas, de telecomunicações e meios informacionais para poder fazer frente aos produtos já consolidados e sediados na capital.
    Enquanto produto abrangente, que atende todas as regiões do estado, este jornal adotaria uma postura eminentemente liberal. Nessa mesma lógica, se adotaria o formato Berliner, atualmente em voga no mundo, por proporcionar uma melhor distribuição de conteúdos gráficos e textuais, para leitura breve, acompanhando a tendência dinâmica dos leitores em ler menos textos. Para atender ao objetivo de se tornar um jornal visualmente mais interessante, a paleta de cores se pautaria pelo uso do vermelho/grená.
    Importante ressaltar que a intenção deste produto seria a de um público-alvo adulto, entre 20 a 50 anos. Sabendo da restrição financeira dos jornais menores por padrão o papel-jornal tradicional para sua impressão. A tipografia dá prioridade às fontes serifadas para textos, entretítulos de olhos: Georgia e Times New Roman. Já os títulos seguiriam uma fonte não-serifada, como a Kozuka Gothic Pro ou a Adobe Gothic Pro.
    O conteúdo poderia estar organizado em editorias tradicionais, editadas na matriz, para o Bloco Estadual: Política, Cultura, Mundo, Economia, Esportes. Entretanto, uma vez que utilizaria o formato Berliner, a criação de uma editoria específica, na última página, para servir de resumo jornal, sem a necessidade de ler todo o restante da publicação. Assim, aqueles que não têm tempo suficiente para ler durante o cotidiano (no ônibus, metrô), podem recorrer a essa página, de nome Norte (ilustração de uma agulha de bússola apontada para o Norte).

    Nome do jornal: S(ão) P(aulo) – S.P. – Jornal S.P.
    Slogan: Sua cidade em rede com SP

    Kevin

    14/07/2017 em 10:23

  46. Nome: Diário da Câmara

    Slogan: A política de Conchal

    Local: Conchal, SP, com circulação semanal.

    Circulação: local e gratuita, com distribuição em bancas de jornal, mercados e escolas municipais.

    Público-alvo: população periférica da cidade de Conchal.

    Linha editorial: jornal com o objetivo de aproximar o povo da política, desvelando eventuais acordos e polarizações a partir de coberturas das sessões semanais da Câmara Municipal, artigos opinativos e espaço para a voz do leitor. Viés de centro-esquerda.

    Formato e tipo de papel: tabloide, com papel-jornal de baixa gramatura, para facilitar a leitura.

    Estrutura: Seções – “A Câmara” (cobertura das sessões da Câmara Municipal); “O Povo” (espaço para a voz do leitor, com classificados e comentários relativos à cidade ou ao próprio jornal); “Opinião” (artigo opinativo sobre um assunto de relevância para a população local). Devido à periodicidade semanal, a publicação teria em média 4 páginas. Grade com duas colunas verticais (“A Câmara” e “O Povo”) e uma coluna horizontal (“Opinião”). Tipologia Georgia. Por ser gratuito, a identidade visual seria em preto e branco, com imagens e fotografias que atraiam o leitor.

    Gabriel Leite Ferreira

    14/07/2017 em 10:33

  47. Nome: Infinitarte
    Onde seria produzido: São Paulo – SP, distribuição inicial nos grandes centros do Sudeste
    Perfil demográfico: A, B e C
    Linha editorial: centro-esquerda. Preferências para literatura
    Nível de especialização: Baixo para o médio
    Formato: Berliner, com papel couché. Circulação quinzenal
    Editorias, cada uma possuindo seu próprio caderno:
    Opinião: Parte editorial do jornal, opinando sobre algum tema pertinente – de preferência relacionado ao mundo cultural e das artes.
    Noticias – noticias envolvendo o tema, inicio de eventos culturais e alguns produtos culturais (livros, filmes, músicas, shows, etc). Subsseção de acordo com o gênero noticiado (lançamento de livro – subsseção Literatura)
    Resenhas e crônicas: opinião sobre produto e eventos culturais, com um pequeno espaço para mostrar também a opinião de ao menos cinco leitores, e crônicas. Subsseção de “Opinião do leitor”, “Resenha”, e “Crônica”
    Spotlight: Divulgação de algum livro, obra, ou uma banda pouco conhecida.
    Espaço Público/Ágora: Espaço para mostrar/públicar breves produções literárias de leitores ou convidados. Parte para poesia e outro para prosa, e ilustrações (charges, quadrinhos, etc)
    La fin: alguma coluna sobre algum tema variado
    A diagramação seria em 4 colunas, na capa, preferências para imagens. Tipologia para títulos The Sans, para textos e legendas Arial Light.

    César Cabral

    14/07/2017 em 10:37

  48. Nome do jornal: Seu nome será “Brasil em curtição”

    Slogan: “O entretenimento que te faz acordar às segundas-feiras”

    Onde seria produzido: O jornal seria sediado na cidade de São Paulo e teria suas atividades concentradas em áreas próximas a escolas, universidades e centros culturais.Sua públicação será semanal , todas as segundas-feiras.

    Perfil demográfico: Homens e mulheres , adolescentes e jovens adultos. Presentes nas classes média, alta e baixa

    Nível de especialização: Média para alta, sendo segmentado para amantes da cultura do entretenimento.

    Linha Editorial: Jornal de centro, sem foco político, e que busca promover a cultura do entretenimento e acabar com as visões preconceituosas que são criadas à respeito.

    Formato: Berline, facilitando o transporte dos leitores por não ser muito grande ou muito pequeno.

    Organização e estrutura do conteúdo: Ele focaria na área de entretenimento. Ele será dividido em cadernos que abrangeriam os seguintes temas: cinema, música, televisão, videogame, quadrinhos, Eventos e a Voz dos leitores
    Os cadernos seriam divididos em editorias:
    Cinema- 2 editorias: Cinema Nacional e Cinema internacional. Roxo
    Quadrinhos- 3 editorias: Quadrinhos Nacionais, Quadrinhos internacionais e Quadrinhos independentes. Cor verde
    Videogames- 3 editorias: Videogames Internacionais , Videogames Nacionais e Videogames Independentes. Cor Azul
    Música- 2 Editorias: Música Nacional e Música Internacional. A cor seria amarelo
    Eventos- Voltado para a divulgação de shows e festivais dos mas diversos temas. Cor Cinza
    A voz dos leitores- 2 Editorias; Cartas dos fãs, críticas de colaboradores ( Sugestões e críticas de eventos, jogos, filmes, produzidas por leitores do jornal). Vermelho

    O jornal traria fotos e desenhos baseados na cultura pop intercalando-se, mas que teriam maior destaque na capa. Sua línguagem não seria muito formal e poderia ser baseada em outras empresas, como: o site omelete e Jovem Nerd. O foco do jornal seria o das críticas de especialistas, divulgação de eventos e novidades relacionadas

    Pedro Fonseca

    14/07/2017 em 10:38

  49. Nome: O irreferente (com ‘f’ mesmo, proposital)
    Local de impressão: São Paulo (capital).
    Abrangência de circulação: inicialmente São Paulo (capital) e cidades do interior do estado com mais de 150.000 habitantes. Possibilidade de assinatura (Brasil todo, variação de preço por frete).
    Perfil demográfico: homens e mulheres de classe média e alta.
    Perfil da linha editorial: centro-esquerda (muito sutil)
    Nível de especialização e segmentação: acessível para quem tem noções básicas a respeito dos assuntos tratados (utilização de alguns jargões, mas nada muito complexo).
    Formato e tipo de papel: tablóide, gramatura média, papel mais liso (melhor resolução de fotos) e fosco. Sem grampos.
    Número de páginas: 24
    Circulação: 2 em 2 semanas
    Grid: 4 colunas para texto, com certa liberdade criativa nas linhas e nas matérias em que isso for conveniente.
    Cores: Vermelho carmim escuro, verde oliva escuro e azul pavão levemente escuro.
    Tipologia: a definir
    Conteúdo: literatura (com interesse em poesia), artes visuais e quadrinhos. Trabalhar com formato de críticas, crônicas e artigos de opinião (mescla de crônicas e artigos com notícias). Trabalho constante em torno de linguística, simbologia e comunicação.
    Organização: Sem divisão aparente e quadrada de editorias. Uma página para fotos destaque, uma página para editorial, uma página para charges, uma página para lançamentos (em caso de livro, pelo menos 4 preços de distribuidoras online diferentes; em caso de artes visuais, dados sobre exposição etc).

    Elisa Dias

    14/07/2017 em 10:39

  50. Nome do jornal: Econômico (estilizado como “econômico”)

    Slogan: Fácil de entender

    Onde seria produzido: Produção experimental no estado de São Paulo, com sede na capital e, posteriormente, escritórios nos grandes centros do estado.

    Perfil demográfico: Público em geral, atendendo às classes escolarizadas, sem um foco em determinada classe econômica.

    Formato: Berliner, por ser intermediário. Compacto o suficiente para ser prático e grande a ponto de possibilitar um bom uso do espaço. Papel branco, de baixa gramatura, textura lisa e fosco, para garantir a boa impressão de imagens e infográficos.

    Segmentação e especialização: O jornal seria segmentado em abranger as notícias a partir do âmbito da economia, porém sem grande especialização. Teria como objetivo principal “desmistificar” os acontecimentos da economia, a fim de explicar de forma compreensível à maioria dos leitores os principais destaques, sem perder no conteúdo.

    Organização e estrutura dos conteúdos: Organizado em caderno único, dividido em x editorias. A editoria “Análise” seria a primeira, de menor tamanho, com a análise mais especializada dos acontecimentos, contando com o editorial e opinião/debate de especialistas sobre temas de relevância para determinada edição. A editoria “Global” retoma os destaques de relevância internacional, buscando contextualizar as consequências que trarão ao Brasil. A editoria “País” trataria das principais decisões de Brasília, que tenham âmbito nacional, e como elas vão se aplicam interferir na vida do leitor. A editoria “Cotidiano” volta o destaque para os fatos da economia que interfiram diretamente no dia a dia, como as variações na inflação, taxas e impostos, dicas de economistas etc. A editoria “Compreensão” seria o fechamento do jornal, um pequeno espaço para explicação de termos que causem confusão e/ou para que os leitores enviem suas dúvidas para que sejam ditas de forma mais compreensível.

    Elementos característicos de estilo: A publicação investiria no projeto gráfico, para cativar o leitor. Seguiria um grid diferenciado, de 2 a 5 colunas, com aproveitamento do branco e constante uso de imagens, infográficos e ícones. Cada editoria terá seu próprio ícone de identificação, com tons diferentes de cor, seguindo uma paleta na cor azul, talvez a mais facilmente identificável com o segmento da publicação. A tipologia básica das matérias seria serifada (para facilitar a leitura), porém títulos, manchetes e destaques (linha fina, olho, autoria etc.) em letra sem serifa.

    João Pedro Pinheiro

    14/07/2017 em 11:01

  51. A Pauliceia Semanal

    O jornal escrito pelos paulistanos

    O jornal seria no formato standard, com tema em azul e vermelho. Teria idealmente entre 12 e 26 páginas, mas provavelmente menos, por ser de distribuição gratuita. É um jornal meio grande para ser lido em uma viagem de metrô, mas a ideia da Pauliceia não é de distrair o leitor durante uma viagem que seria de outra forma entediante. O jornal pode ir sendo lido durante o dia. Ele seria distribuído gratuitamente nos metrôs porque dessa forma consegue atingir vários tipos de gente.

    O “Pauliceia” seria distribuído no início da semana, às segundas e terças-feiras em horários de pico, às portas dos metrôs. A distribuição abrangeria as estações de maior circulação de gente, como a Luz, a Brigadeiro, a Liberdade, a Sé, a Barra Funda… Aumentaria a quantidade de estações de acordo com a capacidade de produção do jornal.

    O público-alvo seria o paulistano que anda de metrô. Muita gente anda de metrô, é difícil traçar um perfil. Então a linguagem precisaria ser bem acessível, para gente de diversas classes e níveis de escolaridade.

    A ideia da publicação seria de aproximar o paulistano da cidade em que vive, se aprofundando em suas questões e conhecendo os lugares e eventos que ela tem a oferecer.

    O jornal tentará trazer uma pluralidade de vozes sobre os assuntos que afetam os paulistanos. Por exemplo, o prefeito está pintando as paredes, cobrindo os grafites? Por que o prefeito está fazendo isso? O que os grafiteiros pensam disso? E um motorista que passava todo dia pela rua pintada, como se sentia antes e depois? E alguém que mora nas redondezas? Algum acadêmico tem algo a dizer sobre o assunto?

    O jornal pode conter uma entrevista a um paulistano notável de vez em quando, mas toda edição contará com uma entrevista a algum paulistano anônimo. Essa entrevista precisa abordar indiretamente um assunto importante na cidade. Por exemplo, os pulos que um aposentado precisa dar para continuar vivendo em uma cidade cara. Ou as privações e agressões simbólicas que um morador enfrenta em seu dia a dia.

    Ele contaria com uma seção de cultura, falando sobre atrações que haverão durante a semana na cidade. Por exemplo peças teatrais, exposições em museus, filmes em cinemas alternativos, festivais de comida, apresentações musicais em bares… coisa que você não fica sabendo em qualquer lugar.

    O jornal pode se sustentar através de propagandas e parcerias com os estabelecimentos (cinemas, bares, teatros, museus) que ele divulga.

    Bruno Ferreira

    14/07/2017 em 11:10

  52. Nome do Jornal: Campinas em Pauta
    Slogan: O Jornal por dentro de Campinas
    Local de Produção: Na cidade de Campinas, SP
    Perfil do Público: Pessoas de classe média/alta de Campinas e da Região Metropolitana da Cidade, com faixa etária bastante variada, entre 20 anos e 65 anos.
    Linha editorial: O Jornal Impresso mais influente em Campinas é o Correio Popular. Sinto falta de uma maior reflexão em relação aos assuntos tratados pelo jornal, uma vez que há apenas uma visão de mundo: mais elitista. Tendo em vista isso, o Jornal pretende buscar a reflexão do público leitor, ao ter colunistas e repórteres com diferentes posicionamentos políticos, sociais, econômicos. Desta forma, o leitor terá contato com uma maior diversidade de assuntos e pontos de vista em relação ao que está ocorrendo principalmente na cidade de Campinas e na região.
    Nível de especialização: O Jornal teria especialização média, ou seja, teria uma linguagem não muito rebuscada e acessível para as pessoas que já tenham uma noção básica sobre os assuntos tratados pelo Jornal.
    Formato: Berliner, com papel jornal e baixa gramatura.
    Organização e estrutura dos conteúdos: O Jornal seria dividido em cadernos, os quais seriam:
    • Bairros
    • Política
    • Economia
    • Esportes (abordaria assuntos relacionados aos dois times da Cidade – Ponte Preta e Guarani – e aos outros esportes praticados na cidade como: Tênis, Badminton, Handball, Vôlei, entre outros)
    • Cultura (o caderno abordaria desde notícias relacionadas ao assunto, até resenhas críticas de filmes, séries, livros etc)
    • Tecnologia (como Campinas é um Tecnopolo, acho importante ter um caderno que aborde assuntos relacionados à tecnologia)
    • Opinião (crônicas, editoriais e textos de colunistas – textos um pouco mais subjetivos)
    • Agenda (principais eventos da cidade e região)
    • Clima (previsão do tempo e assuntos/ curiosidades relacionados a esse assunto)
    O Jornal teria em média 40 páginas e seria publicado todo domingo pelo preço de R$: 3,00
    Elementos característicos de estilo (grid, tipologia, cores e ícones):
    O Jornal será impresso em cores, sendo elas: azul (vários tons) e amarelo (vários tons), as quais são as cores da bandeira da cidade de Campinas. Cada Caderno terá um tom diferente de azul ou amarelo. As cores (tons de azul e tons de amarelo) vão se intercalar entre os cadernos.
    O Campinas em Pauta teria muitas fotos, infográficos e, por isso, os cadernos não teriam ícones. Apenas a capa traria na parte superior um desenho estilizado de uma andorinha, símbolo da cidade de Campinas.
    A página do jornal seria dividida em quatro colunas, o texto seria alinhado à esquerda, a fonte dos textos será serifada, porém, para chamar a atenção do leitor, teria os títulos sem serifas. Além do título, as matérias teriam a linha fina e olho.

    Júlia Sahão

    18/07/2017 em 12:03

  53. Nome: Esporte total
    Slogan: A FORÇA DO INTERIOR
    Local de impressão: Marília e Bauru
    Circulação: semanal, com distribuição pela região que abrange as duas cidades
    Público-alvo: Homens e Mulheres a partir de 16 anos, sem classe social específica, que buscam informações sobre o esporte regional.
    Linha editorial: jornal com o objetivo de mostrar o esporte da região que é muitas vezes deixado de lado pela grande mídia. Como estamos no Brasil, é claro que haveria um foco maior no futebol, mas não seria exclusivo do tema, tendo espaço reservado os esportes olímpicos, novas modalidades em crescimento nas cidades e jogos eletrônicos. Crítico em relação às políticas adotados no esporte, como incentivos financeiros e gestão do esporte.
    Nível de segmentação e especialização : Especializado na cobertura esportiva, mas com intuito de facilitar a compreensão dos leitores menos familiarizados com o assunto ( uso de jargões mas que não prejudiquem o entendimento)
    Formato e tipo de papel: tablóide, com papel-jornal de baixa gramatura, para facilitar a leitura.
    Grid : 4 colunas com o corpo do texto todo em fonte serifada, assim como subtítulos. Os títulos, chapéus e nomes dos cadernos seriam com fontes sem serifa.
    Estrutura: Seções – o jornal seria dividido em 4 seções:
    As duas primeiras páginas contariam com as classificações dos times e atletas da região em seus respectivos campeonatos e disputas. Além do editorial do jornal e alguém que tenha se destacado na semana e o porque.
    1- FUTEBOL – trazendo o destaque dos times da região nos campeonatos em disputa; novas contratações; possíveis polêmicas; gestão dos clubes; e o que mais envolver os clubes.
    2- ESPORTE OLÍMPICO – informações sobre os esportes olímpicos da região ( vôlei, basquete, atletismo, natação, lutas em geral, ginástica, …) dando destaque para as modalidades que estejam com times ou atletas em grandes competições. Mostrar o desenvolvimento dos jovens atletas da região nas modalidades, os projetos que buscam desenvolver os jovens, e uma perspectiva para o futuro. Mostrando também com as prefeituras buscam auxiliar no desenvolvimento do esporte.
    3- E-SPORTS – espaço reservado para mostrar o desenvolvimento da área de um modo geral e como isso afeta as cidades de abrangência do jornal. mostrar novidades do setor, possíveis influenciadores que são da região, cobertura de eventos que ocorram na região.
    4- ENTREVISTA – haveria uma entrevista com algum atleta que seja novo e venha se destacando no seu esporte ou algum grande nome que seja da região ou algum grande atleta que passe a atuar na região pela sua modalidade.
    A últimas duas páginas do jornal seriam ocupadas pela crônica da semana e o restante com cruzadinhas, sudoku e possíveis tirinhas.
    O número de páginas seria variável por edição

    A primeira seção teria cor verde, o segundo dourado, o terceiro vermelho e o quarto azul.

    Danilo Comenda de Britto

    19/07/2017 em 17:00

  54. Nome: Jornal do Luigi
    Local de impressão: Bauru- SP
    Abrangência de circulação: Somente na cidade de Bauru
    Perfil demográfico: Homens e mulheres na faixa etária de 18 aos 30 anos
    Perfil da linha editorial: abrangente.
    Nível de especialização e segmentação:pouco especializado, atingindo maior público.
    Formato e tipo de papel: tablóide, gramatura média, papel jornal normal.
    Número de páginas: 6
    Circulação: diário.
    Grid: sem padronizações.
    Cores: branco, preto, tons de cinza e vermelho
    Tipologia: títulos em Anton, corpo do texto em arial, porém com liberdade criativa.
    Conteúdo: Cotidiano, cultura, indicações, gastronomia, fofocas e o que mais der na telha.
    Organização: dividido em cadernos, que variam conforme a publicação.

    Luigi Rigoni

    20/07/2017 em 9:23

  55. Nome: Desbocada

    Slogan: O direito de falar pela nossa própria voz

    Local: Bariri, SP

    Abrangência e circulação: O Desbocada seria distribuído quinzenalmente aos sábados nas casas das assinantes, em bancas de jornais e em lojas parceiras do Desbocada. A quantidade de impressões seria por volta de 15 mil, procurando alcançar uma grande parcela da população baririense, que é de 35 mil habitantes.

    Perfil demográfico do público: As mais diversas classes sociais são público-alvo do desbocada, justamente por procurar trazer assuntos que são pouco debatidos de uma forma inteligível. Sendo assim, a faixa etária da revista encontra-se entre 15 e 45 anos.

    Perfil da linha editorial: O Desbocada seria um jornal voltado para as mulheres, com a intenção de tratar assuntos que são considerados tabus pela sociedade. Custaria R$ 5,00 e teria parceria com estabelecimentos específicos. Textos maiores, com uma linguagem que alcance diversas faixas etárias e com fotos.

    Nível de especialização: O jornal abordaria temas como feminismo – buscando englobar as várias vertentes-, violência obstétrica, orientação sexual e identidade de gênero, enaltecer o trabalho de mulheres baririenses, assédio sexual, masturbação feminina e outros assuntos que tangenciem o interesse das mulheres.

    Formato e tipo de papel: As notícias seriam distribuídas em 8 páginas, sendo todas coloridas. Formato tabloide, papel-jornal de alta gramatura.

    Organização do conteúdo: A paleta de cores seria em tons de roxo para ícones, cabeçalho, infográficos e boxes. As matérias seriam em tinta preta, corpo de texto em Times New Roman, fonte 14, espaçamento 16. As imagens, charges e infográficos estariam presentes na maioria das matérias como forma de elucidar o texto. A capa do jornal teria uma foto chamativa sobre o assunto destaque da quinzena e as manchetes das demais matérias principais. O Jornal seria dividido por editorias que abranjam as diversas vertentes feministas e também que englobem as diferentes faixas etárias.

    Caroline Oréfice Demétrio

    20/07/2017 em 9:24

  56. Nome: Jornal de Comunidade
    Slogan: Itaquera se encontra aqui
    Produção: Itaquera
    Público-alvo: moradores da zona leste de São Paulo
    Nível de especialização: Especialização média voltada para os moradores da zona leste de São Paulo
    Formato e o tipo de papel: Tabloide com papel de baixa porosidade
    Organização da estrutura de conteúdos: o conteúdo seria exclusivamente volta para os moradores da Zona Leste de São Paulo, apresentando serviços, programação cultural e notícias que impactaram a região.
    Identidade visual: O jornal teria um estilo informal e chamativo, as cores principais serão vermelho e preto, os ícones usados seriam a bandeira de Itaquera e São Paulo, além disso, cada editoria teria seu próprio ícone, as tipologias usadas seria Times new roman, Candara e Georgia.

    Michelly Neris

    20/07/2017 em 10:19

  57. Nome do jornal: Foco
    Slogan: “A semana em fotos”
    Onde seria produzido: em São Paulo, capital, contando com a colaboração de correspondentes espalhados ao redor do mundo e do Brasil.
    Perfil demográfico: população das classes médias e altas, por ser um jornal ligeiramente abstrato e reflexivo.
    Linha editorial: jornal de posição crítica e reflexiva, fotografias subjetivas, trazendo sempre um novo olhar (o olhar de seu fotógrafo) sobre o tema tratado.
    Nível de especialização: especialização baixa, cobrindo assuntos de economia, política, comportamento, meio ambiente, entre outros.
    Formato: formato berliner; papel pólen
    Organização e estrutura dos conteúdos:
    Elementos característicos de estilo: O jornal seria composto apenas por fotografias, complementadas por legendas e títulos. As legendas seriam ligeiramente mais compridas que as convencionais para suprir a ausência de texto. Legendas, títulos e imagens seriam dispostos pelo grid em posições que sejam mais convenientes.
    Segmentação: não segmentado, trazendo assuntos mesclados ao longo do jornal, as fotografias podendo se complementar ou não.

    Ingrid Midory Koike

    21/07/2017 em 9:35

  58. Nome: Seja Sua Própria Heroína
    Slogan: Produção independente sobre o roller derby LatinoAmericano.
    Abrangência e circulação: um jornal mensal, veiculado, principalmente, em jogos e eventos de derby.
    Produção: São Paulo – capital.
    Público-alvo: homens e mulheres que façam parte da comunidade do roller derby (praticam ou se interessam pelo esporte), independentemente da cidade e do estado em que morem.
    Nível de especialização: o SSPH seria um jornal específico para mulheres e homens que pratiquem o roller derby.
    Perfil da linha editorial: o jornal abordaria não apenas as notícias relacionadas ao derby, mas também questões de gênero, etnia, orientação sexual, classes sociais etc, sempre linkando-as ao esporte.
    Formato e o tipo de papel: Berligner com papel de baixa porosidade.
    Organização da estrutura de conteúdos: o jornal vai possuir dois cadernos; um para tratar das notícias e novidades, e outro para fazer análises mais aprofundadas, com foco no feminismo e nas questões LGBTQ+, sendo 4 páginas reservadas para cada um deles.
    Identidade visual: um jornal colorido, tanto a capa quanto o interior, trabalhando principalmente tons de roxo para títulos e boxes (relacionada ao feminismo), e o resto do texto em preto. Design minimalista, poucos ícones e sem textura no fundo. Tipologias utilizadas seriam Bevan, Voltaire e Georgia (para os textos no interior). No interior, os textos seriam escritos em Georgia, com os títulos e subtítulos intercalando entre Bevan e Voltaire.
    Matérias trabalhariam com fotos e charges.

    Barbara Alcantara

    21/07/2017 em 9:58

  59. Nome: A Internacional
    Slogan: Uni-vos.
    Abrangência e circulação: jornal mensal, distribuído no ultimo domingo do mês de graça nas ruas de SP.
    Produção: São Paulo – capital.
    Público-alvo: trabalhadores do comércio e de industrias, bem como frequentadores do centro de SP e patrões.
    Nível de especialização: linguagem para entendimento de todo mundo, no entanto, com professores de História e Relações Internacionais escrevendo as matérias (como Gilberto Maringoni e Fernando Braga Franco Talarico).
    Perfil da linha editorial: jornal de esquerda, com matérias de temas gerais, críticos e reflexivos, com um entendimento didático e facilitado para abrangência de todos os níveis sociais.
    Formato e o tipo de papel: Berligner com papel de baixa porosidade
    Organização da estrutura de conteúdos: o jornal não vai ser dividido em editorias. Haverá colunas com artigos de opinião e reportagens com interdisciplinaridade de conteúdos, voltados a questões politicas e sociais.
    Identidade visual: design minimalista, sem muita informação visual. Preto e branco. Tipologias utilizadas seriam Courier nos textos e Ubuntu nas manchetes. Haverá fotos nas matérias, charges e espaço para artistas independentes divulgarem seus trabalhos, sempre voltados a questão de critica social.

    Camila Araujo

    27/07/2017 em 11:34

  60. Nome: Culture
    Slogan: O jornal cultural da Morada do Sol
    Local: Araraquara, SP
    Abrangência e circulação: O Culture seria distribuído mensalmente às segundas-feiras nas casas dos assinantes e em bancas de jornais. A quantidade de impressões seria por volta de mil exemplares.
    Perfil demográfico do público: O público-alvo é a classe média da cidade de Araraquara, faixa etária entre 18 e 30 anos.
    Perfil da linha editorial: O jornal seria voltado para pessoas interessadas em cultura e arte em geral. Custaria R$ 5,00. Textos menores e grande quantidade de imagens.
    Nível de especialização: O jornal abordaria temas como dança, artes visuais, teatro, cinema, música e outros, mas de uma maneira simples e acessível.
    Formato e tipo de papel: As notícias seriam distribuídas em 8 páginas, sendo todas coloridas. Formato tabloide, papel-pólen, 90 gramas.
    Organização do conteúdo: A paleta de cores seria em tons de azul para títulos, subtítulos e ícones. As matérias seriam em tinta preta. O jornal seria composto por uma grande quantidade de imagens e textos menores. A capa do jornal teria uma foto chamativa sobre o assunto destaque do mês e algumas manchetes das demais matérias. O Jornal seria dividido por sessões, como dança, música, cinema e agenda cultural.

    Gabrielli Silva

    29/07/2017 em 14:13

  61. (USAR ESSE)
    Nome: Passeio
    Slogan: O seu guia de lazer em Bauru
    Local:Bauru, SP
    Abrangência e circulação: O jornal Passeio será distribuído mensalmente pelas bancas da cidade Bauru, em lojas parceiras e na casa dos assinantes, sempre no primeiro sábado do mês. Por se tratar de um jornal voltado exclusivamente para o público de Bauru, ele teria baixa tiragem, por volta de mil exemplares.
    Perfil demográfico do público: O jornal Passeio é voltado para a classe média e média alta bauruense, tendo como alvo o público adulto da cidade (entre 25 e 45 anos), com maior poder aquisitivo e hábitos de consumo de padrão mais elevado,(restaurantes, cafeterias, viagens, exposições, teatro, shows, etc).
    Perfil da linha editorial: O jornal seria voltado para habitantes de Bauru que saem com freqüência de casa, servindo como uma ferramenta de divulgação de novos estabelecimentos e atividades na cidade.Custaria sete reais, contando com textos longos e várias imagens.
    Nível de especialização: Pouco especializado, trabalhando diversos aspectos do lazer em Bauru.
    Formato e tipo de papel: As notícias seriam distribuídas em 8 páginas coloridas. Formato tabloide.
    Organização do conteúdo: O jornal Passeio não contaria com cadernos fixos, variando as editorias entre gastronomia, cultura, serviços, musica, comportamento, moda, entre outros. O projeto gráfico seria composto por preto e branco, basicamente, deixando as cores para as imagens. As fontes usadas seriam clássicas, e o jornal teria muito espaço branco. Na capa uma imagem grande com o fundo branco seria uma das marcas do jornal, que prezaria sempre por um design clean.

    Luigi Rigoni

    10/08/2017 em 8:22

  62. Nome: Passeio
    Slogan: O seu guia de lazer em Bauru
    Local:Bauru, SP
    Abrangência e circulação: O jornal Passeio será distribuído mensalmente pelas bancas da cidade Bauru, em lojas parceiras e na casa dos assinantes, sempre no primeiro sábado do mês. Por se tratar de um jornal voltado exclusivamente para o público de Bauru, ele teria baixa tiragem, por volta de mil exemplares.
    Perfil demográfico do público: O jornal Passeio é voltado para a classe média e média alta bauruense, tendo como alvo o público adulto da cidade (entre 25 e 45 anos), com maior poder aquisitivo e hábitos de consumo de padrão mais elevado,(restaurantes, cafeterias, viagens, exposições, teatro, shows, etc).
    Perfil da linha editorial: O jornal seria voltado para habitantes de Bauru que saem com freqüência de casa, servindo como uma ferramenta de divulgação de novos estabelecimentos e atividades na cidade.Custaria sete reais, contando com textos longos e várias imagens.
    Nível de especialização: Pouco especializado, trabalhando diversos aspectos do lazer em Bauru.
    Formato e tipo de papel: As notícias seriam distribuídas em 8 páginas coloridas. Formato tabloide.
    Organização do conteúdo: O jornal Passeio não contaria com cadernos fixos, variando as editorias entre gastronomia, cultura, serviços, musica, comportamento, moda, entre outros. O projeto gráfico seria composto por preto e branco, basicamente, deixando as cores para as imagens. As fontes usadas seriam clássicas, e o jornal teria muito espaço branco. Na capa uma imagem grande com o fundo branco seria uma das marcas do jornal, que prezaria sempre por um design clean.

    Luigi Rigoni

    10/08/2017 em 8:22

  63. Nome do jornal e slogan: O Tela – as telinhas e as telonas impressas
    Onde seria produzido: com circulação inicial no estado de São Paulo, contando com agenda cultural, por exemplo. Mas visando circulação nacional.
    Perfil demográfico: homens e mulheres de classe A, B e C.
    Linha editorial: Jornal sem posição política, cujo único objetivo é apresentar os produtos culturais diversos oferecidos para a população de São Paulo de maneira crítica.
    Nível de especialização: média para alta, específica para o público que demonstra um interesse maior nos produtos culturais cinematográficos e televisivos.
    Formato: tablóide, com papel jornal.
    Organização e estrutura dos conteúdos: o jornal como um todo seria direcionado para o público interessado em entretenimento cinematográfico e televisivo, tendo a maior parte de seu conteúdo como crítica cultural. Além disso, notícias sobre as atualidades desse mesmo universo e agendas culturais específicas para a região de São Paulo, estariam presentes.
    Elementos característicos de estilo: o jornal estaria na linha tênue entre a seriedade de jornais de grande credibilidade e a informalidade de produtos culturais mais “acessíveis”. Teria entre 3 e 5 colunas, com 3 tipos de fontes, o que poderia variar conforme o produto jornalístico que diz respeito (diferentes formatos para reportagem, entrevistas, agenda, críticas, etc) para não pesar/cansar a leitura. Cores sóbrias para identificação de editorias e cadernos. Bastante uso de imagens. A tipologia teria variações clássicas de acordo com a sua utilização (serifada nos corpos do texto e nas linhas finas). As sessões do jornal seriam bem divididas: séries, filmes, agenda, atores&atrizes, cobertura de eventos, etc.

    Júlia de Souza

    10/08/2017 em 8:26

  64. (Considerar esse)
    Nome: Espaço Nerd
    Slogan: And may the news will be always with you
    O Espaço Nerd é um jornal voltado as notícias da cultura nerd e pop. O jornal teria edições semanais, com notícias e análise de games, HQs, livros, séries e filmes, além de artigos de opinião sobre a cultura nerd num contexto social.
    Local da produção: cidade de São Paulo
    Circulação: cidade de São Paulo
    Público alvo: Pessoas interessadas em conteúdo da cultura pop e nerd. O seria voltado para a classe média.
    Formato: tabloide (28×38)
    Papel: média porosidade
    Características: as fontes seriam Bowbly one sc (logo), bree serif (cabeçalho), Cambria (título) e georgia (texto). O jornal traria um ícone do Pacman no cabeçalho. O jornal teria 10 páginas coloridas e custarias por volta de 5 reais.

    Michelly Neris

    10/08/2017 em 8:34

  65. Nome: Jornal Pauta
    Slogan: o porta voz da atualidade
    O Jornal Pauta é um jornal específico em editoria e opinião, com alinhamento da ideologia de centro esquerda, com todos os assuntos abordados abordados com certa subjetividade.
    Local da produção: cidade de São Paulo
    Circulação: cidade de São Paulo
    Público alvo:Jovem adulto de classe média com alinhamentos da ideologia de centro esquerda. Público adulto até 60 anos.
    Formato: berlinder
    Papel: média porosidade
    Características: fontes Times New Roman (corpo do texto). Arial (títulos). O ícone do jornal trata-se de duas pessoas lendo jornal e o nome Pauta escrito em quadros abaixo. O ideal do jornal é possui entre 10 e 15 páginas por se tratar de conteúdo mais específico e subjetivo.

    Paula Berlim

    10/08/2017 em 9:36

  66. Nome: Jornal Loko
    Slogan: O jornal mais legal que você vai ver hoje
    Local:Bauru, SP
    Abrangência e circulação: O jornal Loko será distribuído semanalmente pelas bancas de todo o Brasil, sempre de quarta-feira. É um jornal com grande tiragem – cerca de 100.000 exemplares por semana.
    Perfil demográfico do público: O jornal Passeio é voltado para a classe média e média alta bauruense, tendo como alvo o público jovem da cidade (entre 16 e 30 anos).
    Perfil da linha editorial: É adquirido pelo público infanto juvenil, contém muita publicidade de comércio e programas culturais, textos curtos e de fácil leitura. Custa cinco reais.
    Nível de especialização: Pouco especializado, é um jornal voltado para o entretenimento nacional.
    Formato e tipo de papel: Possui o formato de tabloide e as notícias são dividas em 10 páginas.
    Organização do conteúdo: O jornal é imprimido em cores, dividido em editorias (cinema, gastronomia, opinião etc), contém textos curtos e poucas páginas, a fim de melhorar a dinâmica proposta pela redação para lidar com os assuntos abordados.

    Lara Ignezli

    10/08/2017 em 9:36

  67. Nome: Jornal da Hanna
    Jornal de cultura voltado para cinema nacional e críticas
    Local: Bauru – SP
    Abrangência e circulação: estado de SP
    Público alvo: jovens e adultos (15 a 40 anos)
    Perfil da linha editorial: O jornal seria voltado para jovens e adultos que apreciam cinema e gostam de uma boa crítica. O jornal também abrangerá teatro, música e artigos de opiniões, voltados para a agenda cultural do estado de São Paulo.
    Nível de especialização: Especializado em cultura, voltado para cinema.
    Formato e tipo de papel: As notícias seriam distribuídas em 5 páginas, sendo só a primeira página colorida. Formato tabloide.
    Organização do conteúdo: O jornal contaria com 3 editorias: cultura, cotidiano e comportamento. O projeto gráfico seria composto por uma paleta variante entre preto, cinza e branco, basicamente, deixando as cores para as imagens da primeira página. As fontes usadas seriam serifadas e o jornal teria duas colunas com uma imagem grande no meio delas, prezando sempre pelo respiro e espaços entre texto.

    Hanna Queiroz

    10/08/2017 em 9:38

  68. Nome: Diário Natureza
    Slogan: PERIÓDICO EXPERIMENTAL SOBRE A VIDA “GOOD VIBES”.
    Abrangência e circulação: jornal mensal, distribuído no ultima semana do mês por escambo – troca por alguma mercadoria de qualquer tipo – nas ruas de Bauru.
    Produção: Bauru – SP.
    Público-alvo: jovens de 16 a 24 anos, em média, e público em geral interessado em assuntos relacionados a natureza, problemas ambientais, etc.
    Nível de especialização: linguagem simples para facilitar o entendimento do assunto. Em matérias com respaldo científico sobre problemas ambientais, os termos são simplificados e com baixa especialização.
    Perfil da linha editorial: jornal de esquerda, com matérias de temas voltados a natureza, ao veganismo, esoterismo. Dentro do campo temático, possui diversificação grande de assuntos.
    Formato e o tipo de papel: Tabloide, com papel de alta porosidade.
    Organização da estrutura de conteúdos: o jornal não vai ser dividido em editorias. Haverá colunas com artigos de opinião e reportagens com diversificação de conteúdos, dentro do eixo temático, voltado sobretudo a questão ambiental.
    Identidade visual: design pouco minimalista, com fontes diversificadas e muitas fotos. Preto, branco e verde. Tipologias utilizadas seriam Courier nos textos e Ubuntu nas manchetes. Haverá fotos nas matérias, charges e espaço para artistas independentes divulgarem seus trabalhos, sempre voltados a questão do problema ambiental.

    Camila Araujo

    10/08/2017 em 10:38

  69. Caso eu recebesse uma proposta de elaboração de um jornal impresso, a realizaria com as seguintes especificações:

    Nome: Higienópolis

    Slogan: A cultura em Bauru chega até você

    Local: Bauru/SP, com circulação semanal.

    Circulação: local, com assinatura e, também, com distribuição em bancas de jornal e stands espalhados por comércios de Bauru e pelas universidades existentes na cidade.

    Público-alvo: população de classe média com certa especialização

    Linha editorial: jornal com o intuito de aproximar a população bauruense dos eventos artistico-culturais que existem na cidade mas são pouco divulgados.

    Formato: Tablóide em papel offset (70g/m2)

    Estrutura: Seções:

    1. Higienópolis cultural, dividida em sub-seções: Artes visuais/ Dança/ Teatro/ Intervenções/ Cinema

    2. Agenda cultural de Bauru, dividida em sub-seções: Lançamentos nos cinemas bauruenses/ Apresentações no Teatro Municipal e no SESC/ Intervenções artísticas pela cidade

    Tipologia Adobe Gothic Std B. A identidade visual do jornal seria colorida, com uso intenso de imagens, algumas, inclusive, estourando nas páginas, para atrair o leitor interessado em arte e cultura.

    Tiragem de 10.000 exemplares

    Victória Rangel

    10/08/2017 em 15:02

  70. Nome: Politizando
    Slogan: Opinião crítica ao seu alcance
    Produção: São Paulo e Brasília.
    Público-alvo: Intelectualizado, classe média.
    Linha editorial: Centro-esquerda
    Nível de especialização: O jornal seria especializado em política internacional e nacional, trazendo um apanhado dos assuntos mais importantes da semana, porém com uma análise de maior profundidade.
    Formato e o tipo de papel: Formato Berliner. Papel branco, com uma textura lisa e fosco (garantindo uma melhor impressão de fotos e infográficos).
    Organização da estrutura de conteúdos: O jornal Politizando seria semanal e iria possuir apenas um caderno com divisão em 8 editorias: Editoral, Brasil, Mundo, Check no Congresso, Opinião, Ilustrações (charges e tirinhas), Perfil e Cultura. O Politizando daria espaço as grandes reportagens e teria rotatividade no time de colunistas e repórteres.
    Identidade visual: O grid não seria rígido e o jornal teria toque minimalista, sem abuso de tipografias muito diferentes. O uso de grandes fotografias seria uma das marcas do jornal.

    Daiane Tadeu

    10/08/2017 em 23:56

  71. Caso eu recebesse uma proposta de elaboração de um jornal impresso, a realizaria com as seguintes especificações:
    Nome: Cosmos News
    Slogan: O mundo da Astronomia espera por você
    Local: Estado de SP com circulação mensal.
    Circulação: Apenas por assinatura
    Público-alvo: População classe média, pessoas que possuem interesse em Astronomia.
    Linha editorial: Divulgação de conhecimentos sobre Astronomia, histórias, principais descobertas, curiosidades.
    Formato: Tablóide, todas as páginas em preto e branco e com imagens bem chamativas e coloridas. Entre 10 a 15 páginas por se tratar de um conteúdo mais específico.
    Estrutura: Seções: O jornal contaria com uma grande editoria e as outras páginas seriam para as suas subdivisões, curiosidades, história e afins. A paleta de cores seria formada predominantemente pelas cores preto e branco, dando destaque para as imagens que aparecerão em todas as páginas.

    Ingrid Watanabe

    11/08/2017 em 7:06

  72. Nome: Sinestesia

    Slogan: Literatura e afins

    Local: Primeiramente em São Paulo capital, mas pretensão para ser publicado nacionalmente.

    Abrangência e circulação: Sinestesia seria distribuído semanalmente toda quinta-feira, com assinatura e em bancas de jornais.

    Perfil demográfico do público: Diversas classes, faixa etária entre 15 e 40 anos.

    Perfil da linha editorial: Um jornal voltado para jovens e adultos que se interessam por literatura e todas as questões que podem girar em torno dela.

    Nível de especialização: O jornal é segmentado para a área da literatura, buscando abranger diversos temas dentro dessa amplitude literária, desde política até a psicologia. Um dos objetivos também é dar espaço e divulgação a editorias e publicações independentes.

    Formato e tipo de papel: Tabloide, papel-jornal de baixa gramatura. Distribuídas em 10 páginas, sendo todas coloridas.

    Organização do conteúdo: A paleta de cores seria em tons pastéis como uma cor salmão para rosa, azul claro e preto também, para ícones, cabeçalho, infográficos e boxes. As imagens, charges e infográficos são constantes para uma maior absorção visual e informativa. A capa do jornal teria uma foto sobre o assunto destaque da semana e algumas manchetes, das matérias principais. É dividido por seções:

    – Últimas notícias
    – Entrevistas
    – Colunistas (crônicas, críticas)
    – Listas de livros
    – As mulheres
    – Agenda semanal

    Giovana Valadares

    11/08/2017 em 8:12

  73. Nome do jornal: Escanteio

    Slogan: O diário do torcedor brasileiro
    Local que seria produzido: Bauru – SP

    Abrangência de circulação: Circularia apenas em bauru, sendo semanal.

    Perfil demográfico do público-alvo: Homens e mulheres de todas as classes, sem faixa etária definida, feito para quem é fã de futebol e esportes em geral

    Perfil da linha editorial: Sem ideologia política, por tratar de um jornal informativo sobre esportes.

    Nível de especialização ou segmentação: Linguagem coloquial, sem precisar de alta especialização. Gírias dos meios esportivos, principalmente futebolísticos para tratar dos assuntos.

    Formato do papel: Tabloide.

    Tipo do papel: Papel-jornal de baixa gramatura.
    Organização da estrutura dos conteúdos: O jornal seria composto de dois cadernos, sendo um sobre o que ocorre nos esportes nacionais( dividido entre futebol com mais destaque e outros esportes) e um sobre os conteúdos internacionais( também dividido entre futebol com mais destaque e outros esportes). O jornal trás as principais notícias em destaque na capa, e sempre com uma entrevista de um atleta de algum esporte. Imagens, charges fariam parte do conteúdo. A paleta de cores variaria do preto e verde, por ser a cor que lembra o gramado de um campo de futebol.

    Ivan Gomes

    11/08/2017 em 9:03

  74. Título: Fala Tudo
    Slogan: O jornal das mina sem tabus
    Formato: tablóide (280 mm x 430 mm)
    Tipo de papel: liso de média gramatura
    Local e abrangência: cidade de Sorocaba-SP e região
    Perfil do público-alvo: o jornal “FALA TUDO” foca em meninas adolescentes entre 12 e 17 anos que estudem em escolas públicas
    Linha editorial: centro – esquerda, mas com espaço para debates com pessoas de posições ideológicas diferentes
    Resumo da proposta: O jornal FALA TUDO tem como proposta ser um jornal semanal, de distribuição gratuita para meninas de escolas públicas da cidade de Sorocaba-SP e região. A ideia principal é levar até elas textos, ideias, conceitos e debates acerca do feminismo de uma maneira didática e simples, mostrando a essas meninas o empoderamento em volta da mulher do século XXI a fim de quebrar esteriótipos em torno de posturas e comportamentos da mulher.
    Estilo e identidade visual:
    Título: Booman Old Style bold
    Slogan: Segoe Script
    Fonte matéria principal: Britanic Bold em branco com contorno preto com texto alinhado à direita
    Fonte matérias segundárias: Ludida Bright Bold. Uma manchete alinhada à esquerda e outra à direta
    Imagens da capa: Sempre priorizar trazer temas atuais com temas considerados tabus, mas focano em fotos com um olhar mais “artístico,” “sútil”, que toque as leitoras sem apelas para o sensacionalismo.

    Ana Carolina Montoro

    11/08/2017 em 9:06

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